Uma Garota Diferente.
14 Revivendo o passado.
Notas iniciais
Obg á todos que deixam lindos reviews maravilhosos fico muito grata**.**
Fiz esse cáp com muito carinho espero que gostem, de verdade, e por favor comentem, preciso dos reviews de vocês:))
Beiiijosss...
Fechei meus olhos e vi tudo passar na minha cabeça......
POW#
Abri meus olhos vagarosamente, e o moreno que antes apontava um revólver para mim estava no chão, com sangue escorrendo em seu corpo, escutei mais alguns tiros, e os capangas dele caíram frígidos ao chão.
- O-o q-quê? – olhei para o lado, uma silhueta , de um homem vindo até onde eu tava, tentando recompor minha respiração ele se aproximou mais, e aos poucos reconheci o estranho que tinha salvado minha vida.
‘Do Contra’
Corri e o abracei, correspondendo meu abraço, indaguei.
- O que está fazendo aqui? – perguntei e olhei-o nos olhos.
- Isso não importa, agora vamos sair daqui, depressa...- pegou meu braço e me puxou para fora daquele lugar.
- E eles vão ficar ali? – perguntei enquanto saíamos nas pressas...- estão mortos?
- Não. Não estão, agora pare de perguntas e ande logo, antes que arranjemos problemas. – Falou.
- C-como arranjou uma arma? – indaguei olhando o revólver que ainda estava em suas mãos.
- Isso não vem ao caso, aliás o que eles queriam com você?! – indagou franzido o cenho.
-Eu perguntei primeiro...- retruquei me mordendo de raiva, e com muito frio.
- Isso não te interessa! – falou um pouco mais alto, e levantando minha camisa...- eles fizeram isso com você? – me perguntou mais baixo com os olhos fixados nos meus, não falei nada, apenas assenti com a cabeça. – não devia se meter com esses caras, você é idiota?! – perguntou com raiva.
- Eu sei! Mas na época eu não tinha escolha, pensei que me deixariam em paz, mas não! Eles ficaram me perseguindo, mudei meu nome, meu cabelo, minhas roupas, mas eles me acharam! – falei mais alto...- e como você sabia que eu estava aqui?! Me seguiu?! – indaguei, quase gritando, eu que não sabia de absolutamente nada dele, nem ao menos sabia de onde ele tirou esse revólver.
- Não, eu não te segui, mas como eu disse tinha que resolver uns negócios, que não são da sua conta. Reconheci seus gritos e a vi, atirei neles, estão apenas desacordados mas por pouco tempo, então é melhor sairmos daqui, te deixarei em casa. – falou segurando minha mão, a soltei.
- Eu não sei de absolutamente nada sobre você, você nunca me diz o que está acontecendo, e agora aparece com um revólver e quase mata aqueles caras, quem é você Do Contra?! Não se pode ter um relacionamento com alguém que não me conta nada! Que não confia em mim... – falei com muita, muita raiva ele parecia atônito com o que dissera, mas era a verdade.
- O que você quer dizer com isso?! – perguntou, com um ar triste nos olhos.
Respirei fundo, e soltei o ar que estava preso nos pulmões.
- O que você entendeu...- falei curta e grossa, mas ao mesmo tempo também estava me machucando por dentro...- acabou Dc, não dá para conviver com uma pessoa completamente estranha, que eu não sei nada dela.
Ficou em silêncio por um tempo, que levou séculos até ele falar algo.
- V-você não está falando sério...- falou chegando mais perto de mim...eu me afastei, seu olhar antes triste, tornou-se mais raivoso, e reprovador.
- Sim! Eu estou! – falei sentindo uma dor encher, e meu coração tornar-se um vazio por completo.
- Que seja! – falou com raiva. Respirando pesado.
- Tchau. – falei e com passos lentos fui me distanciando daquele lugar, aos poucos que nos distanciava, olhei para trás e não o vi mais, podia ser por causa daquele escuro, ou porque ele realmente se foi.
- Foda-se. – falei mais baixo, indo para casa, as pessoas ficavam me olhando torto, o que esses filhos da puta tanto olham?! – perguntei-me mentalmente. – só podia ser a mim, óbvio olha o meu estado, parecia que fui atacada por um urso, que seja, não me importa o que elas pensam.
Cheguei no prédio rapidamente, e subi até meu apartamento.
A loira dormia que nem um anjo no sofá, respirei aliviada, para piorar minha situação ainda mais, um bilhete dento na boca da mesma, cheguei mais perto dela, retirei o bilhete de seus lábios, estava confusa, c-como?!
Esses bilhetes estavam me enchendo e todos eles diziam o que estava acontecendo, quem seria essa pessoa? Por quê fazia isso comigo? Por quê eu?!
- M-mônica? – perguntou a loira se mexendo um pouco com a mão na cabeça.
- Volte a dormir. – falei e fui para o meu quarto.
Me sentei na cama, e abri o bilhete.
‘...Perdeu, perdeu, perdeu, triste?’
-Anonimus-
-O que é isso?! – Dessa vez tinha escrito Anonimus, tinha que saber qual era o remetente desses bilhetes liguei para a portaria.
- Olá Sra.Sousa, algum problema? – perguntou Jacob, o porteiro.
- Não nenhum problema, quero apenas saber se alguém perguntou aí na portaria, querendo saber algo sobre mim. – perguntei andando de um lado para o outro.
- Sim...- abri um sorriso enorme no rosto agora vou pegar quem fez isso de uma vez por todas...- Mas não vi o seu rosto, e nem reconheci a sua voz. Me desculpe.
Que droga!
- Não tem problema, era tudo de que precisava saber, aliás era homem ou mulher? – perguntei.
- Receio que pela voz, era homem, não vi o seu rosto pois usava um tipo de lenço que cobria da boca há um olho.
- Hn. O que ele queria?! – indaguei.
- Queria saber se você estava.
- E o que você disse?! – falei preocupada.
- Disse que tinha saído á pouco tempo.
- Hn, tá certo então, obrigada Jacob.
- Disponha. – ao terminar a conversa, resolvi ligar para a minha mãe.
LIGAÇÃO ON’
-Alô? – ela atendeu com uma voz fraca.
- Sou eu mãe...- ela respondeu com um tom mais alegre.
- Quero saber quando irei decolar para o funeral de meu pai. – perguntei me sentando na cadeira da cozinha.
- Não sei minha filha, ainda estão investigando mais sobre a morte dele.
- Como assim? – perguntei com uma certa dúvida.
- Não sabem bem se foi um acidente ou se foi uma armadilha, os policiais estão questionando a sua morte, acham que foi armada de propósito, então resolvi contratar um detetive para investigar melhor, estou em guarda dos policiais. E acho melhor não vir agora.
- M-mas e-eu. – gaguejei sem conseguir reformular as palavras, não acreditando no que acabara de ouvir.
- Agora tenho que desligar, até mais filha. – antes que pudesse falar mais algo, ela desligou.
- O que está acontecendo?!...- falei para mim mesma.
Ouvi a campainha tocar, e fui atender a loira continuava a dormir.
Abri a porta e me assustei com quem vi.
‘cebola’
Notas finais
Lembrem-se que sem reviews um autor(a) deixa de escrever....
Enfim beijokas, até o próximo:)*.*
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