Um outro Amor Verdadeiro

21 Ferias - Captain Charming


Notas iniciais
Eae pessssssooooooaaaaal?! Comé qui ceis tão? Feliz Ano Novo! Ta ai o primeiro capitulo de 2015!! Já que nós comemoramos as ferias, nada mais justo que eles também né? Esse capitulo é todo deles, Killian e David! Espero que gostem!

[Killian]

Acordo. Antes mesmo de abrir os olhos eu já sei que David está ao meu lado. Sinto sua presença, seu cheiro. Sorrio quando seus dedos se entrelaçam aos meus.

– Bom dia meu amor. – Abro um enorme sorriso deliciando o som dessas palavras.

– Bom dia, meu amor. – pronuncio a ultima parte com o máximo de cuidado, sinto o doce som delas saindo de minha boca pela primeira vez em tempos. O fato de serem de verdade as tornam mais poderosas, menos palavras e mais sentimentos.

Abro os olhos e dou de cara para um David sorridente. Seu sorriso é lindo e resplandecente. Me sinto tão bem ao seu lado, tão leve! Faz mais ou menos um mês desde que contei a David como eram os meus pesadelos e desde então eles pararam. É como se ele realmente os estivesse afastando de mim, é como se o simples fato de estar ao lado dele, de dividir meus medos com ele tivesse me dado forças para encara-los e assim, fazer com que eles sumissem para sempre.

– Já se sente melhor? – Pergunto.

– Bom, estou me acostumando ainda com o balançar do barco, mas parei de vomitar pelo menos.

– Ótimo! – Digo beijando sua testa.

Alguns dias atrás, David me perguntou o que eu achava de voltar a velejar, só que desta vez, não para pescar ou saquear outros navios (o que não faço há muitos anos), mas sim para passarmos um tempo fora, fora de Storybrooke, longe de todos e de tudo, só eu e ele. E é claro, eu aceitei na hora.

–Seria uma ótima maneira de estreitar seu barco novo!

– Ao qual você me deu. E diga-se de passagem, tu até que sabe escolher bons barcos!

– Digamos que tive uma ajudinha.

E desde então estamos navegando pelo mar meio que sem rumo.

Nos dois primeiros dias David mal conseguia ficar de pé no navio sem querer vomitar.

– Vamos ver como você se sai em cima de um cavalo depois disso tudo! – ele dizia sempre que eu fazia uma brincadeira sobre seus enjoos.

Mas agora, tudo está bem! Seus enjoos passaram e finalmente pudemos curtir a viagem. Encontramos uma ilha pelo caminho e decidimos parar nela. O mar está calmo e o dia ensolarado, e por sorte todos os dias tem sido assim, limpos e pacíficos.

– O que acha de comermos alguma coisa, e irmos para a praia, Capitão?

– Eu acho que essa é uma excelente ideia, Vossa Majestade. – Respondo.

Comemos e como dito, descemos até a praia. Deixamos o barco ancorado onde estava e comem um bote vamos até a costa. O lugar todo é lindo e é claro, deserto. O que permite que nós fiquemos bem à vontade, e quando eu digo à vontade, quero dizer pelado.

Ontem, quando encontramos esse lugar nós rodamos boa parte da ilha caçando seres vivos, mas o que encontramos foram poucos animais e algumas arvores frutíferas. E depois de ter a confirmação de que não seriamos interrompidos eu tive a ideia de me despir ali mesmo.

– O que está fazendo? – David berrou espantado quando comecei a tirar minha bermuda.

– Tirando a roupa, não posso?

– Mas e se alguém che.. – encarei-o com uma das sobrancelhas levantadas – ah é, não tem ninguém aqui alem de nós.

E depois de ver que eu estava certo, ele acabou entrando na jogada, e nós ficamos ali, pelados como viemos ao mundo. E hoje, repetimos tudo isso.

– Sabe, – David começa a dizer se virando de frente pra mim. – por mim eu viveria aqui eternamente contigo. Essa ilha é ótima. Quer dizer, longe das pessoas, sem ninguém pra encher o saco, longe dos problemas.. seria como férias prolongadas!

– Sim, seria perfeito. Mas...

– Eu sei, eu sou xerife e tenho minhas responsabilidades, tenho uma família, amigos e uma cidade para proteger. E alem do mais, não podemos simplesmente sumir assim e largar tudo para trás.

– Isso ai! Menino esperto! – digo beijando-o e sentindo o gosto salgado da água nos seus lábios.

Tudo nessa ilha é perfeito. O sol, a brisa, a água, o silencio. Tudo. Sim, seria ótimo viver a eternidade nesse lugar com David, mas não é possível e não é bem assim que as coisas funcionam.

– Aaaaah! Que droga! Por que demoramos tanto pra achar essa ilha? – David berra, o que me dá um susto. – Amanhã já temos que começar a voltar pra casa. Queria tanto mais uns dias contigo! – Mais um beijo.

– Teremos muitos outros dias para ficarmos juntos, e agora que achamos essa ilha, podemos voltar nela algum dia.

– É, você tem razão! – David sorri, me beija e em seguida me joga um punhado de areia e sai correndo.

– Seu filho da... – me levanto e começo a correr atrás dele. Alcanço-o, agarro-o e ambos rolamos na areia. Fico por cima dele prendendo-o no chão em baixo de mim. Ele faz força para se soltar, mas não consegue.

– Tudo bem, eu desisto! – diminuo a força e afrouxo o aperto e em uma jogada rápida e ágil, David me derruba e sobe em cima de mim. Reclamo e tento me soltar, mas nada acontece.

– Não vale, isso é jog.... – antes mesmo de começar a retrucar, David me cala com um beijo e os sons que saem da minha boca são meros resmungos. Ele se afasta e me encara sorrindo. Seu rosto vem de encontro ao meu, mas eu giro a cabeça pro lado e sem se importar, ele ataca minha orelha, lambendo-a e mordendo-a levemente, o que faz com que eu solte leves suspiros de prazer. Tento me soltar mais uma vez, mas não tenho sucesso algum e David continua a atacar minha orelha. Sinto meu pau começar a endurecer por sobre o peso do seu corpo contra o meu. Consigo sentir o seu crescendo e tocando meu abdômen. David para e me encara. Olho para baixo em direção ao seu membro e sorrio para ele.

– Hora de voltar pro barco. – Ele diz. Antes de ter tempo para dizer algo ele continua. – Aproveite para tirar a areia do seu corpo, isso meio que atrapalharia o que pretendo fazer.

Depois de tomarmos um banho na água salgada para tirar a areia do nosso corpo, subimos no bote e David rema até o navio. Ver os músculos das suas costas contraindo e se esticando a cada remada me excita mais e mais e eu me seguro para não ataca-lo ali mesmo no bote.

Chegamos até o barco, David sobe e eu fico no bote para pode alça-lo ao barco. Depois de bem amarrado eu subo e ajudo David a puxá-lo para dentro. Trabalho feito, finalmente me concentro em David e somente nele. Observo cada detalhe do seu corpo, cada músculo seu enquanto caminho em sua direção. Me aproximo e puxo-o para um beijo. Beijo-o enquanto deslizo a mão sobre seu corpo completamente nu. Nossos corpos estão quentes e pegando fogo.

Minha mão desce até sua bunda e eu começo a massagea-la. Aperto-a e faço leves movimentos para cima e para baixo, esfregando a mão por toda sua bunda. Para de beija-lo e umedeço um pouco minha mão. Volto a beija-lo e minha mão volta ao encontro de sua bunda. Dessa vez vou direto até o meio dela, onde sua entrada fica. Passo toda a baba que estava na minha mão no seu anus e começo a acaricia-lo. Passo os dedos lentamente ao redor dele. Puxo seu corpo contra o meu o que aumenta o contato entre nossos penis. Continuo masturbando-o e decido finalmente começar a por um dos meus dedos para dentro. Começo bem de vagar, ponho a ponta do meu dedo do meio para dentro e instantaneamente David solta um gemido de prazer. Começo a força-lo mais para dentro, e fico nesse entra e sai com o dedo.

– Vira! – Digo quando paro de beija-lo. Ele se vira instantaneamente a apoia seus braços na barra de proteção da polpa do barco inclinando sua bunda para trás. Me ajoelho atrás dele e começo a lamber sua entrada. Passo a língua ao redor dela e começo a metê-la para dentro dele. Continuo lambendo sua entrada e uso minha mão livre para masturbar seu membro. David geme com ambos contatos.

Volto a me concentrar somente no seu anus. Começo a por um de meus dedos novamente para dentro. Vou lentamente com apenas um só, entrando e saindo, entrando e saindo. Umedeço o local mais um pouco e começo a por mais um. David geme e começa a se masturbar. Dou mais umas lambidas no seu anus e então em ponho de pé. Vou até onde o meu quarto fica e apanho uma camisinha. Ponho-a e caminho em direção a deliciosa bunda a minha frente. Umedeço mais um pouco o local e começo a por meu pau lentamente para dentro. Ponho parte dele para dentro e começo a meter de vagar. Forço ele para dentro e David geme tentando se afastar de mim, mas eu o seguro. Não quero machuca-lo, mas David sempre faz isso toda vez que tento come-lo.

– Calma! Relaxa! – Digo acariciando suas costas.

Começo a estocar novamente. Devagar e lentamente. Forço meu membro mais um pouco para dentro e finalmente ele está todo dentro dele. – Aqui vamos nós! – Digo antes de começar a come-lo de verdade. Continuo de vagar por alguns instantes, mas as forças das estocadas estão maiores. Retiro e ponho meu penis para dentro com o máximo de força que eu consigo até sentir ele todo dentro dele. David geme a cada investida que dou. Aumento a velocidade das estocadas fazendo David gemer mais alto. Tampo sua boca com minha mão e apenas murmúrios saem dela.

– Vem! – Chamo-o e puxo-o pelo braço. Caminhamos até o centro da polpa onde tem uma caixa. Forro-a com um pano. – Deita ai! – Digo e ele se joga em cima da caixa. Puxo-o para a beirada e levanto suas pernas exibindo sua entrada recém explorada. Começo a come-lo nessa posição. Meto o mais fundo que eu posso. David segura minha bunda com ambas as mãos e começa a me puxar em direção a ele o que faz com que eu comece a meter com mais força ainda.

Passo a dar estocadas fundas e lentas. Retiro meu penis por inteiro e o enfio até o talo. Repito esse movimento inúmeras vezes. Alterno entre fazer isso e meter rápido e continuamente. Paro de come-lo. Retiro minha camisinha e a deixo ali mesmo no chão. Puxo-o pelo braço até o quarto. Pego mais uma camisinha na gaveta e jogo pra ele. Ele a põe e anda em minha direção. Desta vez deixo ele conduzir tudo. David me agarra pelas costas e começa a sarrar seu pau atrás de mim. Rebolo aumentando o contado entre minha bunda e seu membro. Ele me agarra, me suspende e me leva até a cama. Deito de bruços e ele deita sobre mim. Ele começa a forçar seu corpo para cima e para baixo. Sinto seu penis subir e desce pela minha bunda. Ficamos assim por mais uns instantes até que ele para, abre as pernas prendendo-as nas minhas imobilizando todo meu corpo e solta seu peso sobre mim. Sinto sua língua quente na minha orelha e um arrepio percorre todo meu corpo.

David desce trilhando um caminho com a língua indo em direção a minha bunda. Quando chega lá, ele começa a morder e dar leves chupões na minha bunda. Sinto sua língua ir em direção a minha entrada e quando ela chega lá um suspiro sai de minha boca. Sua língua começa a trabalhar em torno de meu anus e é então que sinto seu dedo entrar em mim. Empino a bunda para trás. Seu dedo começa a entrar e sair de dentro de mim. Ele cospe na minha entrada para facilitar o movimento e mais um de seus dedos entra. Começo a gemes com as investidas. Ele me lambe mais algumas vezes e volta a se deitar dobre mim deixando seu membro exatamente no meio da minha bunda. Sinto-o em contato com minha entrada e sinto o deslizar dele por toda minha região. Agarro sua bunda e o puxo para poder sentir mais seu membro. Novamente ele começa a subir e descer seu corpo sobre o meu. E novamente ele para, só que desta vez, ao invés da língua ou seus dedos, sinto seu pau começar a entrar em mim. Sinto sua enorme cabeça arrombar minha entrada e ao poucos todo seu membro entra em mim. Um gemido de dor e prazer sai de minha boca quando sinto-o todo dentro de mim. E é então que tudo fica melhor, David começa a estocar seu pau dentro de mim, e não é nada devagar, ele já começa investindo rapidamente, me fodendo gostoso. Gemidos enlouquecidos saem de minha boca. Assim como eu fiz com ele, David cala minha boca com uma das mãos e entrelaça a outra por debaixo do meu braço para ter um ponto de apoio.

Ele se levante e deita de costas na cama. Sento no seu cacete deixando meu corpo de frente para o dele. Apoio meu peito no dele. E ele começa a me foder novamente. Seu pau entra e sai de dentro de mim numa velocidade impressionante. Começo a quicar sobre ele acompanhando suas estocadas. David agarra meus ombros e me puxa com tudo para baixo o que faz com que seu pau entre todo dentro de mim, eu me afasto e ele faz isso novamente, e de novo, e de novo, e de novo. Apoio novamente meu peito no dele e ele começa a me estocar novamente. Não demora muito e ele goza. Saio de cima dele e deixo que ele tire a camisinha. Pego mais uma na gaveta e ponho em mim mesmo. Antes mesmo que ele se vire para mim eu já estou agarrando-o pelas costas. Pressiono meu pau nas costas dele.

Levo David até a cabeceira da cama. Faço que ponha uma das pernas em cima da cama e apoie seus braços na própria cabeceira. Dou algumas lambidas na sua entrada e começo a come-lo novamente. Meto fundo, o mais fundo que consigo e ele geme sentindo meu pau entrando até o talo. Como-o por mais alguns minutos, mas meu tesão já estava muito grande e estou prestes a gozar. Faço com que se ajoelhe e ele começa a chupar meu pau. Meto dentro de sua boca, não demora muito e eu gozo melando todo seu tórax. Puxo-o para cima e chupo toda a porra que estava no seu peito. Trabalho feito, beijo-o para que ele sinta todo o gostinho da minha porra. Enquanto o beijo eu o masturbo e ele acaba gozando mais uma vez. Pulamos na água e nos limpamos.

– Hora de ir e encarar o mundo real. – Digo quando subimos de volta ao barco e pomos nossas roupas.

– Fazer o que né? – Sinto tristeza em sua voz. Abraço-o e o beijo. Ficamos assim por alguns minutos e decido que é hora de irmos. Dou partida no barco. O motor ronca e tomo a rota que nos levará de volta a Storybrooke.

Notas finais
Até a próxima!