Um outro Amor Verdadeiro
19 A segunda vez é ainda melhor
Notas iniciais
[Robin]
– Robin?!
– Sim.
– Se cuida, ok?!
– Não se preocupe David, sei me cuidar direitinho.
– Usem camisinha!
– E quem foi que disse que nós transaremos?!
– Haha! Me engana que eu gosto! – Encaro-o serio, mas acabo por rir também.
Finalmente deu 18 horas, hora de fechar o expediente. Nunca pensei que um dia poderia passar tão de vagar como esse. D.E.U.S !
– Até amanhã Dave! Manda um abraço pro Killian!
– Mandarei!
David vai comigo até a porta. Subo na moto, ponho meu capacete e a ligo. O ronco do motor ecoa por todo o quarteirão enquanto eu acelero indo em direção ao apartamento de August. Passo em uma loja pelo caminho e compro um vinho, do mesmo que bebemos da outra vez que eu jantei na casa dele. Poucos minutos depois estou na porta do seu apartamento tocando sua campainha.
– Já vai! – Ouço-o gritar lá de dentro. – Olha, olha! Bem a tempo! Entre, o frango está quase pronto!
– Comprei isto para degustarmos com seu frango! – Digo lhe entregando o vinho. August está sem camisa exibindo seu tórax malhado e bem definido, repleto de pelos do jeito que eu gosto e usando apenas uma bermuda de pano fino, o que indica, aparentemente, que ele está sem cueca. Encaro esse corpo majestoso por segundos intermináveis.
– Com certeza servira de um ótimo acompanhamento. – Ele fala se virando e indo para dentro do apartamento. Sigo-o encarando suas costas, que é tão sexy quanto seu tórax. Vamos até a cozinha, onde a mesa já está posta e um cheiro delicioso paira pelo ar.
– Hnnnm. Já tinha me esquecido de como sua comida cheira bem. – Ele não fala nada, apenas sorri e volta a fazer seja lá o que estava fazendo antes. – Precisa de ajuda? – Ofereço.
– Não, tudo bem! Está tudo sobre controle.
Fico assistindo esse Deus Grego cozinhar, imaginando as loucuras que farei com ele daqui a um pouco, o que por mim, já faríamos aqui e agora. Alguns minutos se passam e eu não aguento mais, me levanto e caminho em direção as costas largas com músculos definidos a minha frente. Me aproximo lenta e silenciosamente dele, até que poucos centímetros separem nossos corpos. Abraço-o pelas costas entrelaçando meus braços por de baixo dos dele e prendo minhas mãos nos seus ombros. Ele se assusta com o toque repentino e tenta se afastar de mim, mas eu forço um pouco mais meu corpo contra o dele tornando inútil sua tentativa de se afastar. Com a mão direito eu puxo seu rosto para o lado de encontro ao meu e o beijo. Um beijo lento, mas que diz tudo que eu quero. Ele.
Neste momento ele já não está resistindo nem um pouco, e se entrega totalmente a mim. Continuo abraçando-o de costas e aproveito para sarrar meu corpo contra o dele. Meu penis já está praticamente ereto e eu pressiono o volume contra sua bunda. Faço uma trilha com minhas mãos até a barra da sua bermuda e por ser de elástico tenho acesso sem dificuldade alguma. Ponho uma das mãos para dentro e encontro um pau totalmente duro. Agarro-o e começo a masturba-lo lentamente enquanto uso minha mão livre para acariciar todo seu tórax.
August vira e fica de frente para mim. Apoia suas costas na bancada atrás de si e se inclina para me beijar. Recuso de começo, segurando seu peito e evitando que chegue a mim. Vejo um olhar de indignação e raiva brotar nos seus olhos e eu rio da forma mais safada que consigo.
Agarro sua nuca e puxo-o contra mim, beijando-o ensandecidamente, o que faz com que percamos o ar rapidamente. Paro para recuperar o fôlego e o puxo de novo, desta vez são as mãos dele que trabalham pelo meu corpo. Rapidamente ele retira minha camisa e desabotoa minha calça, deixando-a aberta para poder facilitar o acesso. Sinto suas unhas passarem pelas minhas costas me arranhando, o que faz com que toda região arda. Me afasto um pouco e solto um grunhido de dor, que é silenciado rapidamente por um beijo. Suas mãos descem até minha bunda. Agora com as calças arreadas, August passa as mãos pela minha bunda, ora apertando-a, ora acariciando minha entrada.
Sem calça o contato corpo a corpo entre nós ficou maior e eu consigo sentir seu pau pulsando de encontro ao meu. Sinto seu dedo passar por entre a minha entrada e deslizar para cima e para baixo com certa dificuldade, mas que é eliminada rapidamente com um pouco de saliva. Agora um pouco mais úmido eu consigo sentir cada movimento dos seus dedos em torno do meu anus.
– Aah. – Solto um gemido quando um dos seus dedos é forçado para dentro de mim. Ele começa a me masturbar lentamente com um de seus dedos. A sensação é ótima. Beijo-o mais rápido e uso minhas próprias mãos para abrir minha bunda para que o contado entre ela e sua mão seja mais fácil.
Seus dedos deslizam para cima e para baixo e vez ou outra ele põe um deles para dentro, o que faz com que eu solte um suspiro cada vez que ele faz isso.
August me agarra pela nuca e me força para baixo de encontro a seu pau. Me ajoelho para ficar na altura certa e começo a chupa-lo. Começo de vagar, apenas lambendo a cabecinha do seu membro, lambendo e beijando-a. E finalmente ponho-o para dentro da minha boca. Alterno entre chupar seu pau, lambe-lo e chupar suas bolas, e essa alternância deixa ele louco.
Sinto suas mãos prenderem minha cabeça e ele começa a meter dentro da minha boca, o que começa de vagar, mas aumenta drasticamente a velocidade. Afasto-me um pouco por causa do desconforto e volto a chupa-lo sem que ele interfira nisso.
August vira de costas para mim e apoia o peito na bancada, exibindo sua bunda, grande e deliciosa todinha para mim. Começo a lamber toda sua entrada o que arranca intermináveis gemidos dele. Acaricio sua entrada com meu dedão e por fim boto um de meus dedos dentro dele. Começo lentamente com um e em seguida ponho dois, fazendo movimento de entra e sai em espiral. Seus gemidos enchem toda a cozinha. Começo a masturba-lo enquanto chupo sua entrada.
Mais uma vez ele se vira e me levanta. Desta vez ele faz com que eu me apoie onde ele estava apoiado segundos a trás. E desta vez é ele quem começa e me lamber. Ele faz tudo que eu fiz, e agora a cozinha está repleta por meus gemidos.
Ele se levanta e começa a passar seu penis pela minha entrada, deslizando-o para cima e para baixo. E por fim, ele começa a me comer. Sinto seu pau entrando lentamente em mim. No começo dói, mas meu corpo se acostuma rapidamente com esse invasor. Ele começa a meter de vagar, e a cada estocada eu sinto mais dele entrando em mim. E finalmente sinto ele todo em mim. Solto um gemido que é compartilhado com ele por um suspiro assim que seu penis entra por completo.
August começa a estocar, tirando tudo e enfiando tudo novamente.
– Me fode Ursinho! – Falo entre um gemido e outro. Ao em ouvir dizer isso August começa a meter mais forte e mais rápido e meus gemidos aumentam conforme a velocidade de suas estocadas.
– Vem! – Ele diz me puxando. Vejo-o desarrumar completamente a mesa e instantaneamente eu entendo o que ele quer. Assim que ele acaba de tirar as coisas de mesa eu deito nela de costas. Ele me puxa, deixando minha bunda bem próximo da borda da mesa. Seguro minhas pernas com as mãos e sinto seu penis começar a entrar dentro de mim. Mordo os lábios reprimindo um grito de dor e prazer quando August começa a estocar com uma velocidade impressionantemente rápida. Não aguento mais segurar e começo a gemer alto. August põe uma das mãos na minha boca me calando e com a outra segura meu ombro e continua me estocando. Suspiros escapam por entre sua mão.
Finalmente ele me libera. E mais uma vez mudamos de posição. Desta vez vamos para o chão. August deita no carpete e eu sento por cima dele. Forço meu corpo para baixo sentindo-o completamente dentro de mim mais uma vez. Subo e desço de vagar e August, meu ursinho, acompanha meu movimento forçando seu corpo para cima de encontro ao meu. Começo a me masturbar, e não aguentando mais, acabo gozando sujando toda sua barriga. Lambo-o, engolindo minha própria porra. Ele me puxa para um beijo, lento e delicioso, enquanto mete lenta e profundamente.
Ele acena para mim e eu entendo seu sinal. Saio de cima dele e me ajoelho, ele se levanta diante de mim e começa a se masturbar, não demora muito e ele goza dentro da minha boca. Chupo-o, limpando toda a porra que sobrou nele. Me levanto e o beijo.
Sua mão escorrega mais uma vez em direção a meu anus e dois de seus dedos entram em mim, sinto uma ardência por toda a minha entrada, causada pela força e velocidade de suas estocadas. Seus dedos entram completamente em mim e saem. Ele os puxa até o rosto e os chupa. Ele repete a ação e desta vez, eu que os chupo.
– Vamos comer? – Ele diz. Sorrio cinicamente e puxo-o para um beijo
August arruma a mesa novamente. Serve uma taça de vinho para cada um de nós, e nós comemos ali, do jeito em que estamos, pelados e cheirando a suor.
– Ursinho, hein? – Ele pergunta e ri.
– Pois é. – Rio também e terminamos de comer nossa refeição em silencio, mas com troca de olhares que são intermináveis.
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