Um amor eterno.-Elijah e Katherine.
4 Aprendendo a amar.
P.O.V. Klaus.
Essa loirinha vai me deixar maluco. Ela me faz perder o rumo, quando estou perto dela sinto algo inexplicável.
Apesar de ser vampira ela havia mudado. Seus cabelos estavam mais compridos do que antes e infelizmente seu olhar estava mais triste.
—O que houve Love?
—Minha mãe morreu, Tyler sumiu, Elena e Stefan voltaram e o Damon tá matando todo mundo que aparece no caminho.
—Como sua mãe morreu?
—Damon matou ela. E agora eu to sozinha.
—Você não está sozinha. Você tem a mim.
—Tá brincando? Porque eu devo confiar no cara que matou todo mundo que eu amava, tentou me assassinar e transformou meu ex num monstro?
—Eu mudei.
—Não. Não mudou nem um pouco, soube o que tentou fazer com a garota que espera seu filho.
—Isso é diferente.
—Não é diferente coisa nenhuma! Como pode deixa-la sozinha para morrer mesmo ela estando grávida de você?!
—Eu não quero esse filho.
—Ótimo. E ela? Ela quer o filho?
—Não eu não quero.
—Façamos o seguinte então, assim que nascer eu o levo embora e vocês ficam livres.
—Concordo.
—Porque quer levar esse bebê?
—Duas razões. Primeira: Vocês dois não o querem e segunda: Eu sempre sonhei em ter um filho, mas quando o Damon me transformou eu sequei, morri.
Aquilo era mesmo algo triste de se ouvir.
—Eu sinto muito.
—Tudo bem, não é culpa sua.
—Você quer ir ao médico comigo amanhã?
—Claro.
—Saímos de casa ás nove em ponto.
—Eu estarei lá.
Na manhã seguinte ela estava lá muito antes da hora.
—Nós só vamos sair ás nove horas.
—Eu sei, mas eu estou muito ansiosa! Nem consegui dormir.
Caroline ficou andando pela sala, estalando a língua e os dedos. Só se ouvia os saltos batendo no chão.
—Que bicho te mordeu love?
—É a ansiedade! Eu quero muito ouvir o coração dele batendo, e ver o bebê e saber o sexo. Pra eu poder sair e comprar muitas roupinhas bonitinhas. Será que vai ser menina? Espero que seja menina.
—Respira Caroline.
—Obrigado por me lembrar disso Rebekah.
Daí ela respirou fundo.
Quando chegamos ao consultório a médica pensou que as duas fossem lésbicas.
—Parabéns, vocês vão ter dois bebês.
—Aaa! Dois! São dois!
—Querem saber o sexo?
—Sim!
—É um casal.
—Owwn.
—Vocês querem a foto?
—Sim!
Ela pagou do próprio bolso.
—Obrigado.
Então ela se virou pra mim e disse:
—Obrigado! Obrigado! Obrigado.
Vale ressaltar que Caroline me abraçava.
—De nada.
—Agora, eu vou começar a fazer o enxoval!
Ela deu um pulinho de felicidade e saiu saltitando e cantando.
—Essa mulher não bate bem.
—Ela é muito emotiva em todos os aspectos. Com ela é ou oito ou oitenta.
Quando fui ao quarto do hotel onde ela estava hospedada ouvi a música e ela cantando.
Bati a porta.
—Já vou!
—Oi.
—Oi!
—O que é tudo isso?
—Eu comprei dois de tudo! Tudo em dobro.
—E o berço e essas coisas?
—Mandei tudo lá pra casa.
—Tudo bem então.
—Amanhã vou voltar pra casa pra preparar tudo. Mantenha contato, quero relatório completo.
Enquanto falava Caroline arrumava as malas.
—Porcaria de mala pequena!
Ela se sentou encima da mala e pulou até ela fechar.
—Consegui!
—Mas você já vai?
—Não se preocupe bonitão, vou voltar assim que terminar de arrumar o quartinho e o banheiro e o resto da casa.
Caroline me passou seu novo número de celular e o número de sua casa.
—O celular é só pra emergências. Mas, acho que consigo voltar antes do parto.
Tive que vê-la partir carregando um monte de malas.
—Adeus Caroline.
—Adeus não, até logo!
Fui pra casa e fiquei pensando em como aquela mulher mexia comigo. Pensei no seu sorriso brilhante, na sua animação, seus cabelos da cor do sol, em seus olhos azuis.
—Acho que te amo Caroline Forbes.
—Oww! O meu irmãozinho tá apaixonado.
—Rebekah!
—Não tem problema Nik, é bom se importar e amar e querer ser feliz.
Acabo de notar que minha irmã está certa.
—Obrigado Becca.
—De nada.
Ela com certeza se surpreendeu com a minha resposta e com o apelido também, afinal eu não a chamo assim a muito tempo.

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