Um Sonho em Uma Vida.
11 Novo Amigo
Notas iniciais
E com apenas um impulso ele colou meu corpo no dele. Meu coração disparou, e então ele me beijou. A água caia sobre nós, e ele tentou tirar minha camiseta. Eu não deixei, e me separei dele encostando-me à parede do Box.
- Para Tom... – Fiquei com minhas mãos esticadas segurando seu peitoral. – Isso não foi legal.
- Por quê? Porque não fica comigo? – Ele insistia em falar alemão. – Eu realmente gosto de você, de verdade.
- Tom! Fala em inglês eu não consigo entender você. Me deixa sair.
- Não – A resposta eu entendo, mas ele falou em alemão.
- Por favor! Se você me deixar sair eu volto aqui com você. – Voltar? HÁ... Qualquer coisa para sair dali antes que ele resolvesse me agarrar de novo.
- Promete? – Ele finalmente falou inglês, mas ele jogou sujo comigo, se eu prometesse, eu realmente cumpriria minha palavra em primeiro lugar.
- Tom! – Eu não queria prometer. Porque sempre cumpro minhas palavras. Então ele me olhou sério e fez uma expressão levantando a sobrancelha. – Ta Bem! Eu prometo.
Eu saí dali e fui para o meu quarto, fechei a porta, mas não tranquei. Erro. Entrei no banheiro e fui tomar um banho, já estava toda molhada mesmo. Tirei minha roupa e entrei no chuveiro, até porque não gosto de banheira. Detalhes a parte. Até que então um ser de toalha apenas, entrou no meu banheiro. Levei um susto.
- Ual, Cheguei na hora certa. – Tom falou em alemão meio cambaleando de tão bêbado. Sério eu já tinha desistido de pedir para ele falar em Inglês.
- Sai daqui Tom! – Falei cobrindo minhas partes íntimas com as mãos.
- Até parece que nunca vi mulher pelada. Você não vai me mostrar nada de mais.
- Mais que Porra, eu to de saco cheio de ouvir você falando alemão... Sai daqui Tom. – Gritei. E como eram umas cinco da manhã, adivinhe só...
Apareceram ali Bill e Georg.
- O que foi? – Georg me olhou com cara de susto.
- Tira o Tom daqui. Por favor!
- Você me prometeu! – ora agora ele fala inglês.
– É eu falei que eu ia lá. Seu idiota. Era só esperar, não tinha nada que vir aqui, ainda todo molhado e só de toalha. E ainda por cima me pega pelada no banho.
- Não mandei não trancar a porta. – Pior que ele tinha razão.
- Ora eu lá imaginei que você fosse sair do seu quarto e vir aqui, e na hora nem lembrei.
- Rá, já até virou costume entrar aqui e a porta esta destrancada. Lembra aquele dia que você tava toda dormindo... Éh...
- Cala a boca Tom. Tira ele daqui, e saia daqui também, eu to nua, faça esse favor!!
Georg e Tom saíram dali e Bill ficou me olhando com uma cara que queria me perguntar algo.
- O que foi Bill?
- Você ia fazer o que lá? Ajudar ele se trocar? Ou o fazer dormir? – Ele falou bravo com som de ironia.
- NÃO... Eu prometi a ele que voltaria lá se ele me deixasse sair. – Ótimo Fudeu. O Bill nunca ia acreditar até por que nem eu via sentido.
- Não posso acreditar que você é só mais uma dessas fãs que querem dormir com seus ídolos, e no seu caso com todos eles... Vai querer dormir com o Gustav e o Georg Também? – Poxa, agora você pegou pesado Bill.
- Bill você está me ofendendo.
- Sabe que ótimo que hoje é o ultimo dia. Assim eu nunca mais vou precisar olhar para você. — Ele saiu.
Essas palavras me doeram na alma. E tudo o que eu consegui fazer foi chorar. Enxuguei minhas lágrimas e vesti outra camiseta, e como havia prometido ao Tom, voltei no quarto dele. Georg ainda estava lá. Estavam conversando.
- Ela voltou. – Finalmente falando em inglês. – Garota de palavra.
- Éh, agora que você já acabou comigo, nem ligo para a minha palavra.
- Vou deixar vocês aí... Vou dormir porque estou morrendo de sono. – Georg Saiu.
- Não entendi.
- Simples... – Contei ao Tom o que aconteceu depois.
- Sabe, não fica assim, o Bill nem gosta de você... Conheço meu irmão, quando ele está afim de verdade, ele leva no mínimo uma semana para tentar se aproximar... – É o Tom sabe ajudar alguém... Sabe ajudar a deixar mais pra baixo ainda. Ele me puxou até a cama e me abraçou. – Você não deve se iludir com ele. Nem comigo! – Como se eu gostasse dele. Idiota. – Mas eu me apaixonei por você, de verdade. Esse seu jeito de me tratar, eu sei lá. Só sei que ele foi um imbecil de falar isso para você.
- Isso não é sério! Cara você é Tom Kaulitz Die Sexgott – Claro não acreditei em uma palavra. – Você não é apaixonado por mim, você só gosta de mim porque eu não dei bola para você.
- É pode ser! Mas olha, tira essas lágrimas do rosto e vamos nos divertir!
- Depende do que você diz com se divertir.
- Vamos dançar. – Ele levantou e ligou seu Laptop e colocou música.
„Oh Oh, nein, nicht er schon wieder, yeah
doch man, ich bin zurück, Deluxe Records!
und...”
Ele pegou minhas mãos e subimos em cima da cama, e começamos a pular e dançar. Parecíamos duas crianças, e foi neste momento que eu comecei a admirar o Tom. Nunca em minha vida eu poderia imaginar que o Tom fosse assim... Ali ficamos pulando e dançando por umas 10 músicas todas de Hip-Hop e Rap Alemão. Até que começou a tocar uma música linda e muito legal de dançar. Comecei a me empolgar e o Tom percebeu e ficou me olhando dançar. Meus olhos brilhavam com o refrão da música e seja lá quem fosse que estivesse cantando me hipnotizou. Acabou a música e eu continuei...
„Und so halten Sie uns dumm
Und so schalten Sie uns stumm“
- Você dança muito bem sabia?
- Obrigada! Nossa essa música é muito legal, muito linda! Quem canta?
- Essa versão ou a original?
- Essa...
- Eu! – MENTIRA. O BABACA TA TIRANDO COMIGO! Essa foi a minha cara.
- Mentira?
- Sério, a música é do Samy Deluxe, mas essa versão eu que canto.
- Own que lindo! – Pulei nele! Nem sei que surto eu tive na hora!
- Eu estou com sono! Sério... Foi uma noite em tanto.
- Pior que é verdade! Eu vou para o meu quarto!
- Não! Fica aqui! Prometo que não farei nada! – Levantei a sobrancelha. – Sério, só quero alguém para fazer de urso.
- Urso?
- É dormir assim.
Ele me abraçou, e dormimos assim mesmo. Isso já era claro pela janela. Então suponho que fossem umas sete da manhã. Estávamos tão cansados que nem conversamos, fechamos os olhos e dormimos. Nós teríamos que acordar duas horas depois, É e sem contar que teriam ensaio, e depois o show, e antes do show entrevistas. O Tom estava ferrado, e eu ferrada junto, pelo menos eu não estaria de ressaca e nem tocaria um show. Enquanto dormia, eu tive um sonho.
“Estava eu e o Bill em uma sala, nós estávamos dançando valsa. Saímos dali e andamos de carro por uma estrada escura e reta, então começamos brigar, uma luz apareceu em nossa frente e o Bill jogou o carro para fora da estrada, levantei dentro de um caixão estavam todos chorando a nossa volta. Estávamos mortos.”
- Acorda – Tom me balançou – Ei calma, foi um pesadelo!
- Ai Tom foi horrível, eu e o Bill brigamos e daí agente morreu... Ai dói tanto. – contei chorando desesperadamente.
- Calma, passou... – Me abraçou. – Fica aí dormindo, nós vamos buscar o David no Aeroporto!
- Já? Como você está?
- São oito... As nove ele chega. Nada que um comprimido para dor de cabeça não resolva! – Sorriu
- Posso ir junto? – Sou intrometida né...
- Claro! – Ele parou e ficou me olhando
- O que foi Tom? – Pensando “Meu deus eu estou horrível, com o cabelo bagunçado e cara inchada!
- Você está tão linda! – Há... É a ressaca ainda não passou.
- Você é louco! Bom já que eu vou junto, tenho que me arrumar.
Levantei-me para ir ao meu quarto, quando abri a porta o Bill estava no corredor, pensei, ótimo, agora que ele pensa que eu e o Tom tranzamos. Mas eu não vou dar o braço a torcer e já que ele pensa isso sobre mim... Abri a porta do meu quarto e quando estava fechando. O Bill me acompanhada com o olhar.
- Agora faltam os G’s! – Fechei a porta.
Quer saber, que se foda, eu e o Tom sabemos que não aconteceu nada. Não ligo para o Bill. Ta a ultima frase é mentira! Mas o Bill me machucou muito com aquelas palavras. Mas também, até eu não acreditaria no que falei, apesar de ser verdade.
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