Notas iniciais
Gente vou demorar para postar porque não estou recebendo Reviews...

Vesti-me, e saí... Apertei o Botão do elevador e...

Que linda Su. – O Tom veio em minha direção, me deu um beijo na bochecha e segurou minha mão. – Acho que os meninos já estão lá em baixo! Faltamos apenas nós.

- E eu. – Saiu Georg do quarto. – Brigaram, brigaram e estão de caso é?

- Não sei alemão, mas se tem uma resposta que eu amo dar em alemão é Nein... – Sorri.

- Não tenho culpa se parece. – Georg levantou as mãos.

- Verdade, acho melhor não, você não quer chatear o Bill ainda mais. – Tom se afastou.

- É bom... – A voz mal saiu da minha boca. E logo a tristeza me dominou.

- Acho que mereço saber o que está acontecendo! Certo? – Georg colocou suas mãos sobre meu ombro.

Entramos no elevador, e contei tudo. Ge me colocou em sua frente e olhou em meus olhos.

Calma, é como você disse. Hoje acaba. Mas não vai acabar! – Levantei a sobrancelhas. Não entendi o que ele disse. – Claro! Ou você acha que eu e o Tom não vamos querer seu telefone e e-mail e tudo mais?

- AM... Ta... E aí? – Sério não entendi... Sou meio lerda para raciocinar. – Não entendi!

- Vamos ligar para você seremos grandes amigos. Gostamos de você, quando você entrou no quarto ontem era isso que conversávamos... O quanto você é legal, e como o Tom é burro... – Rimos. A porta do elevador abriu e Gustav e Bill nos encaravam.

A situação foi chata. Sério, um clima ruim tomou conta do ambiente. Fomos para o aeroporto assim, Eu o Tom e o Ge em um carro, o Bill e o Gust em outro. Chegamos ao aeroporto e a situação não foi chata, Georg e Bill começaram a contar piadas e o Gust também... Eu e o Tom ficamos quietos, realmente parecia que nós estávamos estragando o momento. Entramos na pista e fãs e fotógrafos para todos os lados, fui surpreendida por alguém segurando meu pulso.

- Surian me dá um autógrafo. – Ela me deu uma foto beijando o Bill, foi aquele dia na frente do restaurante. Olhei para a foto e assinei, mas o Bill sabe ser desagradável.

- Qual a sensação de conseguir o que quer passando por cima dos sentimentos alheios?

- Nem fala assim com ela... – Tom me defendeu.

- Deixa Tom ele deve saber o que está falando. – Não sei o que eu quis dizer... Mas foi a primeira coisa que saiu.

Dessa vez Tom nem ligou para nada... Segurou minha cintura e pegou a minha mão... Cochichou o seguinte para mim:

Que tal brincar um pouco?

- O que você quer dizer com isso?

- Já que você é sem coração e eu sou pegador... Hum... Podemos fingir um pouco. Vai ser divertido! – To ligada no Tom... Imagine só o “fingir” dele... hahaha

- Ta bem... Mas só fingir... – Ele riu.

Sentamos em um sofá, o Bill o Gust e o Ge sentaram justos, eu e o Tom sentamos um pouco mais afastados. Ele me abraçou e ficou brincando com meus dedos enquanto conversávamos e riamos. E a parte mais interessante foi que o Bill nem conseguia disfarçar que estava incomodado com tudo isso. Passou um bom tempo Bill se levantou e foi perguntar por que a demora. No fim disso o David iria chegar duas horas depois, enquanto isso nós ficaríamos ali no aeroporto. Como eu e o Tom não tínhamos tomado café, fomos até a cafeteria dali. Sentamos em uma mesa para dois, pedi um pão de queijo e um expresso, o Tom me acompanhou. Conversa vai, conversa vem e eu falei sem querer algo que não deveria.

- Você é tão legal!

- Obrigado. – Ele deu um sorrisinho de convencido – Você também é muito legal... Você é diferente das outras garotas... E já que não tenho chances com você podemos ser grandes amigos. – Ai eu fiquei com vergonha.

- Ai Tom só você acha tudo isso de mim. – Sorri – E quem disse que você não tem chances comigo? – Puta que pariu não creio que disse isso? Cara minha bochecha estava mais vermelha que pimentão.

- Ah eu tenho é? – imagine só aquela carinha que só ele sabe fazer... Mexendo naquele pircing...

- Não... Não tem... Ai Tom, vamos voltar... – me levantei e fui saindo. Tom segurou meu braço.

- Ei... Espera aí, eu sei que você me quer.

- Tom não estraga nossa amizade. – Me soltei e saí.

Voltei onde estávamos e sentei meio afastada do Bill, e por incrível que pareça ele veio falar comigo.

Você e o Tom brigaram né? – Sentou se ao meu lado.

- é... – Falei baixo o suficiente para o Bill escutar.

- Sabe Sunny, eu queria me desculpar. Eu sei que eu fui grosseiro, desagradável e mal educado, mas é que se você visse uma garota maravilhosa com o seu irmão você entenderia.

- Tudo bem, se eu fosse você também não acreditaria em mim. Foi meio complicado e a explicação não tinha sentido. Você estava nervoso e viu uma cena comprometedora. Você me ofendeu muito, mas nada que um pedido de desculpa não superasse. – Sorri e ele me abraçou.

Eu me senti aliviada, e eu nunca poderia imaginar que o Tom fosse ficar chateado... Ele ficou olhando a cena de longe e bateu na parede e saiu. Ai meu deus. Será que se eu ficar de bem com um tenho que estar de mal com o outro? Respirei fundo, levantei-me e, mas uma vez respirei fundo.

Vou falar com o Tom, contar a ele que estamos bem! – Vir-me-ei de frente ao Bill

- Faça isso, não gosto de brigar com ele, ele fica mal e eu fico mal... Quando ele fica bem eu também fico bem, mas geralmente ele consegue esconder isso. – Ótimo se ele consegue esconder isso, e o Bill não, o Tom não teria agido daquela maneira, mas se é assim, ele me pediu desculpas para ficar de bem comigo ou com o Tom?

- É... Por isso me pediu desculpas? – A pergunta não foi muito esclarecida, mas eu tinha certeza que ele entenderia o que eu pensei.

- Não, até por que eu sei que ele não gostou por eu ter vindo falar com você... – Levantou-se – Ele está na varanda fumando! – Saiu.

Sério eu odeio quando fazem isso comigo. Tipo sai no meio da conversa. Mas uma vez eu e o Bill ficamos em um clima meio “assim”, se que se entende definir “assim” é como “quase brigado” ou como diria de-cara. Fui até a varanda, me apoiei na bancada e fiquei olhando o avião ao lado. Não disse nada, eu nem sabia o que dizer, enquanto isso ele olhava para o nada e fumava.

Que bom... – Olhou para mim e nem deixei terminar.

- Desculpa! – Continuei olhando para o avião... Sério aquele era um monstro olhando dali. *Esquece, pensamentos inúteis aparte.*

- Por que você é assim? – Falava enquanto moía o cigarro na bancada.

- Assim como? – Na hora eu olhei para ele fazendo aquilo e imaginei, ele me imaginando como o cigarro. Vê se pode. A mas vai saber...

- Você me tira do sério, tira meu irmão do sério, e pior consegue fazer um ficar mal com o outro, porque quando você está comigo ele fica com ciúmes, e se é ao contrário... – Puta que pario... Essa foi foda.

- Não é minha intenção! Ou você acha que eu cheguei aqui e pensei... Quando eles chegarem, eu vou seduzir o Tom e o Bill e vou os fazer brigarem. Ah me poupe de comentários um tanto egocêntricos.
— Você é tão... –
Interrompi.

- Tão o que? – Aumentei o tom.

- Meu Deus você não consegue ficar bem com todo mundo? – Ele bateu na bancada. *Mas que coisa o Tom bate em tudo*

- Que droga Tom! VOCÊ me tira do sério, poxa, eu vim-me Des-cul-par e não brigar. – O encarei.

- Vai! Agora quem tem que pedir desculpas é eu. – Eu sorri e ele me abraçou. – Desculpa, mas é que você me desperta o pior.

- Você me fala cada coisa... – Lhe bati no braço. E fiz de cabeça com não suave.

Sentamos juntos, e conversamos como no primeiro dia. Ai deus. Ao menos tudo acabaria bem! David chegou e fomos almoçar, conversamos brincamos, e sério ele queria matar o Tom por ter aprontado e queria matar todos por não terem ensaiado, o Tom só contrariava tudo que ele dizia, e tinha hora que eles falavam em alemão e eu ficava boiando e brincava do tipo “Para de falar mal de mim”. Fomos até algum lugar que eu não sei, mas não era o hotel, era um hotel, mas não onde estávamos. Entramos em uma sala de estúdio para eles ensaiarem, eles mais brincavam do que ensaiavam, o David virava as costas e eles brincavam, riam. Ficamos a tarde ali.

Passaram horas e quando era 5 em ponto, voltamos ao hotel, era hora de começar a se arrumar. As nove teriam as fãs no camarim, o show iniciaria as onze, e eu e o Tom iríamos dormir até as seis... Nós já havíamos combinado antes que iríamos cochilar juntos. Deitamos na cama e eu capotei na hora, acho que o Tom também... É tão gostoso dormir aconchegada ao Tom... Mas der repente.

Acordem vocês dois, já estamos indo para o estádio. – David gritava e batia na porta.

- Acorda. – Ganhei um beijo na bochecha. – Vou tomar banho.

- Eu também vou. – Levantei-me e fui para o meu quarto.

Tomei banho coloquei uma saia preta com uma meia arrastão e uma camiseta branca, tudo da Tokio Hotel... Um colar com o Símbolo TH e um anel Humanoid, e um brinquinho de caveirinha. Saí do quarto, corredor vazio, só ouvia a voz da Natalie maquiando o Bill, resolvi descer, lá em baixo no salão estavam Ge e o David. Conversamos enquanto esperávamos o Gust e os Kaulitz. Todos desceram, trocamos elogios e fomos para o estádio Beira-Rio onde seria o show. Ficamos lá nos ajeitando e brincando até que as fãs chegaram... Fotos aqui e lá... E até comigo elas queriam tirar foto. Senti-me importante. Haha. Cada um para seu camarim, já era hora do modelo do show, começaram a se arrumar e eu fiquei sentada no sofá só esperando. Peguei uns chocolates e fui comendo, quando cheguei na porta do Bill eu não pude deixar de ouvir ele e o Tom conversando. E para a minha surpresa eles conversavam em inglês...

Ela é uma retardada, fã idiota que só quer dar para nós e sair espalhando para as amigas, sair em capas de revistas e ficar famosa porque ela dormiu com os Kaulitz. Ou será que você acha realmente que ela é meiga? – Eu fiquei sem chão.

Eu nunca imaginaria que o Bill pensava isso de mim, senti uma queimação e voltei ao sofá... Muitas coisas passavam em minha mente e ao mesmo tempo aquelas palavras batiam em mim, talvez fosse menos doloroso ser moída por dezenas de caminhões do que ouvir o Bill falar isso de mim.

Como? Como eu pude deixar isso acontecer, como pude ser tão cega? Porque eu não acreditei no Tom, ele tinha razão, e isso é tão doloroso, eu não queria aceitar e agora estava em ruínas, por quê? Porque eles não estavam falando em alemão, assim eu não teria ouvido isso tudo. Como eu posso ter sido tão idiota a ponto de acreditar nele.

Ele é tão doce, como eu posso ter me enganado dessa forma?

Minhas lágrimas deixaram meu rosto tão preto de maquiagem borrada, pingos na camiseta, eu estava horrível, mas não ligava para isso. Eu queria morrer. Eu precisava morrer, e esquecer que ouvi tudo aquilo. Mas uma alma boa m ajudara naquele momento.

O que aconteceu? – Veio Gustav em minha direção. Não consegui falar nada. – Ei, calma vem aqui no meu canto... – Ele fechou a cortina. – Lava teu rosto. E acalme-se, me conta o que aconteceu.

- Ai Gust, dói tanto, ouvir o Bill dói tanto. Porque isso aconteceu comigo? – Falei sem voz e tropeçando em minhas palavras.

- Calma e me explica direito.

- O Bill disse que sou retardada, fã idiota que só quer dar para e o tom e sair espalhando para as amigas, sair em capas de revistas e ficar famosa porque tranzei com os Kaulitz. Mas isso não é verdade, eu não sou assim, eu me entreguei para aquele idiota do Bill e nunca tive nada com o Tom... Mas eu só tranzei com o Bill porque eu amo ele, e simplesmente aconteceu. Agora se eu soubesse que ele pensava isso de mim eu não tinha deixado meu amor platônico tomar conta de mim porque eu imaginava que ele fosse se tornar real. Como eu burra. – Gustav entrou em choque.

Ele me falou varias coisas bonitas, mas eu não conseguia raciocinar, eu estava acabada, comemos chocolates e ele me fez rir, e me fez momentaneamente esquecer. Mas aquilo estava dentro de mim. E com uma falsidade insuportável ele apareceu.

Achei vocês! O que foi Sunny, você está com os olhos vermelhos. – Eu não agüentei, comecei chorar novamente, e sem falar nada eu saí dali, entrei no banheiro e desabei. O Bill batia na porta e eu simplesmente o ignorava. Até que o Tom veio, e eu o deixei entrar.

- Ei mocinha o que aconteceu?

- Eu ouvi, eu ouvi você e o Bill conversando, eu ouvi quando ele disse àquelas coisas que eram... Você tinha razão, poxa porque eu não confiei em você? Droga, eu fui confiar no Bill e me ferrei, porque eu fui tão cega? Você estava sendo tão sincero comigo... – Eu praticamente pulei em cima do Tom, o abracei e continuei chorando. Ele ergueu minha cabeça enxugou minhas lagrimas, e me beijou.

Eu estava tão mal, e me deixei envolver por seu beijo tão doce e molhado. Minha cabeça estava a mil e eu nem sabia o que estava acontecendo ali, quando percebi, o Tom e seu modo safado apertava minha bunda, pegava minha cintura por dentro da camiseta, e quando ele resolveu pegar minha bunda por baixo da saia, eu me afastei.

Tom! Por que fez isso? Porque me beijou? Só porque eu estou na pior, você não vai se aproveitar disso!

- Desculpa, foi mais forte que eu. – Droga, e o pior é que estava bom... Não creio que disse isso. – Tem meia hora para o show começar!

- Desculpado, mas vamos sair desse banheiro.

Saímos do banheiro e fomos para os sofás, o Bill veio falar comigo, o Tom fez sinal com a cabeça que não, então ele sentou afastado e ficou me olhando. Eu estava louca para chorar e gritar com ele, mas eu não queria estragar o show, era a última noite juntos, amanhã pelo almoço eu iria voltar para Curitiba, e eles iriam voltar para Los Angeles.

Notas finais
E então será mereço aqueles Reviews que eu peço sempre?