Um Insuportável solitário

66 Capítulo 66- Nada mudou


Notas iniciais
OLHA QUEM ESTÁ DE VOLTAAAAAAAAAAAAAAA!!!! Sim, nós e os insuportáveis... kkkkkkk Agora chega de papo e boa leitura! No final a gente conversa! ;)

— Como assim ela não irá jantar hoje conosco?
Pela milésima vez eu respondo um não sei já desgastado. Quando finalmente tenho um tempo só para mim de fazer compras, cuidados dos meus cabelos me maquiar e todas essas coisas de garotinhas, Kaik me perturba a mente em deixar Alícia jantar fora.
Deixe-me explicar uma coisa!
Desde do dia em que levei minha bolinha um para Grécia pra poder se recuperar e que surgiu um efeito muito bom, Kaik tem ficado cada vez mais paranóico, não na frente de Alícia é claro, mas nos bastidores onde eu sempre estou presencio tudo.
E isso está me deixando mais que loca.
— Kaik, é um bolinho que está tendo na casa do menino. — Resmungo ao tirar minha maquiagem.
Sério! como é que essas mulheres conseguem ficar com kilos de maquiagem e ainda ter paciencia para tirar tudo isso do rosto. É por isso que uso apenas um lápis de olho e um rímel e olhe lá!
— Então por que não nos chamou já que me pediu para namorar aquele garoto? — Berra em plenos pulmões do quarto e eu arremesso o pedaço de algodão no chão.
— Santo Cristo Amado, Pai do Céu! — Resmungo para mim mesma. — Acalma esse homem ou eu mesma acalmo ele para sempre! — Fecho minhas mãos em punhos.
Respiro fundo algumas vezes e conto até dez, trinta, cinquenta, oitenta e quando estou prestes a chegar no cem sou interrompida por um bufo.
— Mãe, a senhora não vai fazer o jantar? — Resmunga Louise fazendo cara de sofrida.
— Hoje vamos jantar fora. — Digo sem paciencia.
— OBAAA! — Ela vibra. — Posso escolhe-...
— Não. Agora suma! — Olho para ela que em um passe de mágica some. — Menos uma! — Suspiro e vou para o quarto onde encontro Kaik andando e um lado para o outro.
— O que eles devem estar fazendo? — Pede ele neurótico.
— Pelo amor de Deus Kaik! — Exclamo e sento na cama. — Quer para com isso?
— Meu Deus digo eu! — Ele diz com uma cara de assustado e dá dois passos para trás. — O que aconteceu com seu olho?
— O que? — Corro para o banheiro outra vez e vejo que minhas pálpebras estão meio inchadas e avermelhadas e logo começo a senti-las queimar. — AI MEU DEUS!
— O que foi? — Kaik logo está atrás de mim. — Vou pegar gelo.
Ele some e reaparece como mágica com uma bolsinha de gelo e coloca em meus olhos.
— Até onde eu sei você é alérgica a essas maquiagem Olívia! — Resmunga ele. — Você nunca foi de usá-las. Por que disso agora? — Ele briga comigo mais uma vez.
— Porque eu queria ficar bonita pra você! — Resmungo ao tirar a bolsa de gelo e encará-lo e ele sorri lindamente para mim.
— Mas você já é linda meu amor. — Ele acaricia meu rosto e me encolho ao sentir seu toque arder. — Arde muito?
Afirmo com a cabeça.
— Hãm... acho melhor irmos ao hospital amor. — Ele diz com calma e arregalo meus olhos.
— Por que? — Pergunto já me olhando no espelho. — AI MEU DEUS!
Não só minhas pálpebras, mas também minhas bochechas, meus lábios e meu nariz.
— Estou ficando horrível! — Começo a chorar e me desespero.
— Querida, não. Não chora que é pior! — Kaik tenta me acalmar, mas volto a chorar. — Não... não!
— Você disse que estou pior do que horrível!
— Pare com isso Olívia. Vamos logo para o hospital amor. — Ele me conduz para o quarto. — Coloque um robe e não demore, pegue sua bolsa que vou colocar o carro pra fora.
Balanço a cabeça outra vez e faço o que ele me pede e em seguida vou para a sala onde as meninas me olham com a cara espantada.

— O que aconteceu? — Pede Larisa preocupada ao se aproximar.
A essa altura já minha visão começa a ficar turva. Ah merda!
— Sua mãe tem alergia a maquiagem! — Kaik diz agora perto de mim. — Meninas fiquem aqui, e diga a Alícia para não demorar, quero ela em casa antes das onze. Entendido?
Ele me guia até o carro vejo que o carro para em todos os sinais.
— Será que dá pra irmos mais rápido? — Peço irritada.
— O que você passou no rosto? E por que seus olhos estão vermelhos?
— Quando a menina me maquiou ela deixou cair um pouco de delineador liquido nos meus olhos.
— E você sabendo que é alérgica por que usou? — Ele está bravo outra vez.
— Sua obrigação é me proteger e me levar com cuidado até o hospital merda! — Resmungo e ele bufa.
Silencio.
Carros buzinando.
Pessoas chingando.
Mais silencio.
Merda! Ele quer que eu peça desculpa!
— Posso fazer isso a noite toda! — Diz com seu tom sarcástico.
— Ok, ok, ok, ok! Desculpa, mil desculpas. Agora podemos ir por favor Kaik! — Digo com uma voz sofrida.
Ele não diz nada e sinto o carro andar.
Depois de ter sido examinada mil vezes, te respondido mil perguntas o médico me coloca direto no antibiótico e isso me deixa apavorada. Odeio coisas pontudas em qualquer parte do meu corpo.
Olhando para cima eu tento não ficar com o coração acelerado ao ver que uma agulha e nada fina está no meu braço direito e quando viro na direção da porta que se abre a minha frente revelando um Kaik ainda com a calça social preto, a blusa social branca com os tres primeiros botões desabotoados, os cabelos bagunçados e um olhar preocupado sobre mim.
Por alguns breves segundos eu volto no tempo e me lembro de quando fomos parar no meu antigo apartamento com ele onde coloquei um bife bem gelado em seu olho roxo.
O sorriso não tinha mudado nada, o jeito moleque até que tinha tirado umas férias, mas em alguns momentos ele estava presente. O jeito mandão herdou da mãe, a dona Giovana. Os olhos caramelados ainda eram os mesmos, a alegria o espontaneidade. A pele é claro tem algumas rugas, mas não muitas. Apesar de ser homem, o MEU homem sempre foi muito bem vaidoso.
Ao contrario de mim!
— Há muito tempo em que você não me olhava assim! — Sussurra ele ao sentar ao meu lado na cama. — Esse olhar de quero te dar!
Rio e ele sorri. Um lindo sorriso. O MEU sorriso.
— Eu te amo! — Sussurro pra ele.
— Eu também te amo. — Ele beija-me a testa ao mesmo tempo em que acaricia meus dedos. — Por toda a eternidade.

Notas finais
Sim meus amores, eu infelizmente abandonei vocês. MAS NÃO FOI POR QUERER! Eu casei, comecei a fazer meu curso, terminei o curso e depois fiz mais dois e os terminei graças a Deus e agora tomo conta da minha sobrinha. a noite tenho igreja, ensaios, cultos, reuniões e também sou a líder das crianças... UFA! é coisa que não acaba mais. "Ah, mas por que você não escreve nos finais de semana?" Sim, bem que gostaria, mas eu tenho apenas no sábado para resolver minha vida e descansar. Ãi já viu! kkkk. Mas eu tenho uma ÓTIMA NOTÍCIA! Comprei um computador novo que pega wifi *0* obs; o outro não me deixou na mão. que Deus o tenha. : VOLTANDOO... então, agora que dominei minha sobrinha (huauaua) tenho um pouco mais de tempo para escrever e depois é só chegar em casa e postá-los. E INFELIZMENTE tenho que dizer que a história está no fim meeeeeesmo. E não terá uma continuação. Mas digo que terá SURPRESAAAAAAS nesses últimos capítulos. NÃO FALO MAIS NADA! kkkk Bjs, bjs e até breve!!! E NÃO DEIXEM DE LER " ME ENSINE A AMAR" Terá bombas reveladores... �/