Um Erro Perfeito
36 Busca ao desconhecido
Notas iniciais
Ron Pov
Estava muito bem sentando quer dizer jogado no sofá do salão comunal quando uma coruja entra e joga uma pedra que acerta minha cabeça, quando pego a pedra a mesma está enrolada em um papel, abri o papel que na verdade era um bilhete.
“Vem até o corujal” – li o bilhete o no final tinha rasurado o nome da Parkinson, o que será que ela quer comigo.
Fui caminhando devagar até o corujal pensando nas prováveis formas dela me matar.
–O quer comigo Parkinson? — perguntei já apontando a varinha.
– por que tem tanto medo de mim Weasley – ela pergunta tocando em meu rosto.
– você é uma Sonserina, não ti custa nada me matar e esconder o corpo sem ninguém ver – respondo e vejo ela esboçar um riso.
–você é engraçado, e eu gosto disso – Pansy diz passando a mão em meu peito.
– acho que já estou entendendo – digo e vejo ela morder os lábios.
– e tá esperando o que – ela fala, mas antes de completar eu a puxo pelas vestes e cravo meus lábios aos dele, sinto sua mão percorrer meu corpo e descansar em meus cabelos os puxando. Que droga que sede é essa que ela tem em meus cabelos.
Aqui não é muito arriscado – digo antes de sairmos correndo em direção aos bosques perto do castelo, entramos o mais fundo possível onde as arvores e a vegetação densa impedisse qualquer chance de nos verem.
– agora esta bom para você – Pansy diz me olhando.
– ainda não falta uma coisinha – falo olhando ela da cabeças aos pés.
– entendi – ela fala de forma sensual e em um balançar de varinhas tira suas vestes ficando do jeito que veio ao mundo na minha frente, minha reação foi agarrá-la e acabamos caindo em um monte de folhas.
– você tem sorte que estamos no outono e tem essas folhas se eu tivesse caído no chão eu iria acabar contigo. – Pansy fala antes de morder meu pescoço.
–doce igual um limão – respondo beijando todo o corpo dela.
Tivemos uma tarde prazerosa de amor, regada a gemidos, gritos, suspiros e muita sujeira por que claro estávamos praticamente no chão, vesti minha cueca e ela de calcinha ficamos vendo o sol já querendo se por.
– depois desses constantes ataques tenho medo que algo aconteça com minha sobrinha – Pansy diz e vejo em seu olhar a preocupação e a ternura que ela criou em relação a Hermione.
– não vai acontecer nada – digo passando a mão em seus cabelos.
– eu espero, conheço o Draco desde pequeno e sei que ele não suportaria perder a filha ou a Hermione, tenho medo do que ele seria capaz de fazer – Pansy diz encostando sua cabeça em meu peito.
– Mais você acha que ele pode se..é – tentei falar mas engoli em seco.
– se é capaz de se sacrificar ou morrer por elas? tenha certeza que sim – Pansy fala e meu coração acelera de tal forma que fiquei sem reação e ela percebeu na hora.
– você ficou pálido Ronald – ela diz se levantando.
– também tem medo de perder a Granger? — ela pergunta e apenas aceno que sim com a cabeça.
– assim como você convive com o Draco eu e Harry convivemos muito com a Hermione, ela já faz parte de nós, de toda nossa família.
–vamos voltar para o castelo já devem ter sentido nossa falta- falo dando um longo beijo nela.
Fomos caminhando até o castelo e bem na entrada damos de cara com a Gina.
– de onde o casal está vindo – Gina diz e imediatamente solto a mão da Pansy.
– que casal? — pergunto tentando disfarçar.
– me poupe Ronald Weasley, eu e Harry vimos quando vocês subiram para os bosques – Gina diz me fuzilando com os olhos.
– É que.. pera um pouco e onde você e Harry estavam? — perguntei mudando completamente de assunto.
–voltando do treino de quadribol seu imbecil e não tente disfarçar – Gina grita chegando bem perto de mim.
– chega não acha, vamos Ron – Pansy bufa pegando em minha mão e me puxando.
– Hum até de Ron ela já ti chama – Gina fiz conjurando corações ao nosso redor.
– bobona – Pansy diz rindo da cara da Gina.
– tchau cunhada – Gina grita de onde estava e me sinto corar, quando olho Pansy estava de cabeça baixa tão vermelha ou mais que eu.
Desconhecido Pov
Por anos me mantive escondido mas agora é hora de reagir preciso ir atrás de mim mesmo, chamo muito atenção andando pelo beco diagonal minha única forma de me locomover com facilidade sem ser o centro das atenções é em forma de animago, tirando a parte de ser um cachorro branco igual a neve em meio a escuridão do outro lado do beco, estava tudo certo, entrei em um bar lotado de feiticeiros e bruxas que tinha certeza que não tinham boa índole.
–para mim é uma busca ao desconhecido – sussurro colocando o capuz do casaco para esconder algo que me envergonha
– vocês conhecem essa pessoa – pergunto mostrando o retrato que guardo comigo desde criança.
– o que você pretende com essa pessoa, melhor não se meter a engraçadinho – um velho fedendo a cachaça diz se levantando do banco que estava sentado.
–sabe me dizer onde está? – volto a perguntar e dois homens se levantam e apontam as varinhas em minha direção.
– não quero brigar senhores – digo apertando minha varinha que estava no bolso do casaco que eu estava.
– vá embora daqui se não quiser morrer – um dos homens diz se aproximando de mim.
– só quero saber onde posso encontrar essa pessoa – volto a perguntar mas sou atacado.
– Rictusempra –um deles me ataca mais desvio explodindo o balção do bar, corro para fora e sou acompanhado pelos homens.
– Bombarda –o mais velho conjura.
– chega... protego- digo ricocheteando a magia dele.
–melhor parar ou iram se arrepender – digo empunhando minha varinha.
–Glacius –
– idiotas...Protego–
–Avada kedavra -conjuro matando um dele.
– Mais alguém – berro ofegante.
– chamem os ourores – escuto uma velha senhora gritar e aparato rapidamente.
– ainda vou te achar – digo olhando para a foto assim que ponho os pés no local que me servia de esconderijo.
Hermione Pov
Cheguei junto com Gina para a aula de quadribol e havia vários grupos de alunos cochichando.
–o que tá acontecendo — pergunto para Dino.
– você não soube, um desconhecido matou um homem no beco diagonal, chamaram o Aurores as pressas mais o homem fugiu sem deixar vestígios, só sabem dizer que ele estava atrás de uma pessoa que ele mostrou em uma foto mais ninguém sabe dizer quem era por que ele matou o único homem que viu a foto totalmente. – Dino diz olhando para um lado e para o outro.
– por ficou desse jeito? — pergunto olhando a tensão que ele ficou.
– e se o desconhecido estiver aqui, e se ele estiver me procurando para me matar – Dino fala roendo as unhas ajoelhado no chão.
– deixa de paranoia Thomas – Draco chega batendo com um livro na cabeça do Dino.
– você soube? — perguntou o abraçando.
– soube, além do Voldemort, agora temos que nos preocupar com esse matador desconhecido.- Draco responde me abraçando.
– Vamos entrar já está ficando frio –Draco diz me abraçando forte e gostoso
–Mais é hora da aula? — pergunto.
– o homem que foi morto era conhecido da professora, então Dumbledore a mandou ir até lá – Harry responde liberando todos a voltar para os salões comunais.
Bellatrix Pov
Não á um dia após ver aquela foto que eu não lembre da minha pequena Genevive.
–Bellatrix – escuto Voldemort me chamar
– o que milorde deseja – digo engolindo em seco o ódio que me consumia.
– quero que procure junto com os outros comensais, quem foi responsável pelo assassinato no beco diagonal – Tom diz e me levanto se aos menos o cumprimentar ou me curvar.
– sim – respondo seca e saiu junto com os outros comensais.
– por onde começamos Madame Lestrange – um dos comensais pergunta.
– por lugar algum, não vou procurar ninguém, se quiserem ir fiquem a vontade – digo caminhando em direção a meu quarto.
– mas Madame – um dos comensais gagueja.
– já ouviram, querem que haja outro assassinato¿ — pergunto pegando em minha varinha e os homens aparatam sem dizer nada.
– não sei se um dia vou conseguir te perdoar Tom – sussurro novamente olhando a foto da minha pequena.
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