Ultraviolence

36 Papinho reto de uma autora ressentida


Queridos leitores,

Eu não sei bem como falar com você sobre isso, estou em um momento incrivelmente tênue na minha vida. Recentemente tive algumas perdas significantes e alguns problemas com meus pais, tudo isso acabou ocasionando em um terrível bloqueio para conseguir transcrever minhas ideias em palavras.

Eu pensei em desistir de Ultraviolence, por inúmeros motivos: o acompanhamento da parte de vocês diminuindo cada vez mais, meus problemas e principalmente, o modo como eu conduzi a história. Levei Ultra para um patamar que deve ser trabalhado com um cuidado maior e eu não tenho condições de seguir com a história nesse nível e ano passado, desisti.

Mas, hoje (10-02-2016), recebi uma review de uma leitora pedindo a continuação da história e nada me dói mais do que ler isso. Eu não quero deixar algo que trabalhei tanto de lado e deixa-los sem um final digno de algo que, alguns de vocês, acompanharam desde o começo. Então, eu me proponho a um acordo caso vocês queiram, assim:

Encurtarei a Parte III, não dando um final ridículo ou algo repugnoso e sim, partindo da perspectiva de um PLANO B. Encurtando a história e contando-a da perspectiva de doze anos depois e não contando a vocês como se deu o final de Annabeth Chase e Rebekah e partindo para o auge da vida de Annalise e Evangelinne.

Sendo assim, eu apagaria o ultimo capitulo, que por sinal foi repetido duas vezes e continuaria a história o mais breve possível. Vocês querem?

Tudo dependem de vocês e se vocês estão dispostos a dá uma chance a tudo isso.

Eu sinto muito pela demora, pela tentativa e possível desistência. Mas a vida não é como a nossa fanfic favorita, os monstros são reais e ninguém vai nos ajudar a chegar até o ultimo capitulo.

Com todo amor de uma garota frustrada.