Ultraviolence
10 Burning Desire.
Notas iniciais
Push it to the limits 'cause I just don't care
I've got a burning desire for you, baby
O teto branco do meu quarto era o foco da minha visão.Deveria ser por voltas das nove da noite. Eu ainda permanecia no apartamento dado por Percy e já passava do terceiro dia, contudo ainda não havia me acostumado com os cômodos, já que eu morava em um galpão onde a única divisa da sala para o banheiro era um box de vidro.
Eu não podia negar que o apartamento era simples. Mas, era delicado, doce e bonito.
Enfim... Nesse meio tempo, eu havia ganhado um celular. Dado por Percy. Aparentemente, o meu antigo não era bom suficiente, e ontem à tarde ele havia trazido um aparelho novo para mim. Eu havia conversado com minha mãe e controlado a paranoia dela. Já estava vendo a hora de Athena pegar um ônibus e vim ver como se eu ainda estava viva em NY. Passei mais ou menos quase uma hora no telefone com minha mãe, ouvindo meu ouvido super lotar de reclamações dela como falta de dinheiro para pagar as contas, como um dos vizinhos dela estava enchendo o saco dela ultimamente, sobre os filhos da senhora Dodds que passavam o dia jogando bola e quase quebrava as vidraças da casa dela.
Uma palavra pode definir Athena: Dramática.
Ela não tem o senso do ridículo, diz sofrer ou passar uma necessidade, mas é algo bem mais simples. Ela deveria voltar a trabalhar e ocupar essa mente dela com algo que sirva. Ela também havia me contado que finalmente, meu irmão tomara iniciativa para pedir a mão de Alyanna. Graças aos deuses, e havia marcado o casamento para daqui a três meses e com certeza não vai me convidar para ser madrinha. Isso não resta dúvida.
Eu sabia que Piper escutava cada palavra do que eu dizia para relatar a Percy depois, eu nem sequer me preocupava. Afinal, quem não deve não teme, não é mesmo? Mas, apesar de ser uma espiã assumida de Percy Jackson, ela se mostrará uma garota legal e havíamos conversado um pouco durante esse tempo. E eu descobri algumas informações sobre ela. Mais ou menos o tipo de coisa que você deve saber sobre a sua empregada que mora com você. Era Piper McLean, seu nome. Tinha dezoito anos e era do Texas, aprontou alguma coisa com a Quinta Coorte que acabou por irritar um dos membros da máfia. Irritar, pelo que parece deveria ser, ganhar o ódio eterno de um deles. Mas, ela não entrou em detalhes, nem quis saber. Não era dá minha conta. Já tenho problemas demais para me preocupar com os dos outros.
Meus pensamentos estavam submersos em um mundo totalmente distante da Terra quando fui puxada de uma única vez de volta para o mundo real. Causando a mim um baita susto, olhei ao redor atordoada em meus próprios pensamentos quando um par de mãos tocou minhas pernas descobertas. E finalmente pude perceber a presença dele ali.
Perseu Jackson.
Seus cabelos lisos estavam um pouco mais arrumados e usava terno arrisca como se estivesse voltando de algum evento importante. A pele era branca, mas não como a de Nico, era aquele bronzeado de causar inveja e tesão a muitas pessoas, seus olhos eram tão intensos, profundo e convidativos que parecia ter sido desenhado pela própria deusa da beleza. A boca dele se abriu em um sorriso de lado, não mostrando nenhum de seus dentes brilhantes, mas era aquele tipo de sorriso sexy, do estilo molhar calcinha.
–Pensei que não vinha. –Comentei, já era tarde da noite e pela roupa que ele usava parecia estar um pouco ocupado nesse meio tempo.
–Sempre tenho um tempo para você, Annabeth. –Ele respondeu tocando meu rosco com um de seus dedos, sentia a pele queimar os dedos dele haviam tocados, e eu sorri ministrando um sorriso comum.
Eu não sabia o que responder, não era desse tipo de fala que eu era acostumada a ouvir. Parecia aquelas frase de um casal apaixonado onde nenhum deles tem tempo suficiente para passar com o outro, um deles dizem isso e eles trocam juras de amor eternos. Mas, eu nunca fui desse tipo de amor. Nunca fui flechada pelo maldito cupido e sentido o poderoso poder do amor. Era algo triste para algumas pessoas, mas não para mim.
O único amor que eu havia convivido fora o materno. E vale lembrar que Athena nada normal é minha mãe, então não se deve considerar esse amor essas coisas todas. Eu via minhas colegas de sala se apaixonarem, terminarem os namoros, se apaixonarem e repetir o ciclo várias vezes até achar o cara certo. Eu não.
Também não era uma puritana, passava longe desse quesito. Sempre gostei do perigo, principalmente com a mãe que eu tenho considerando tudo um pecado. Mas, se há uma coisa que me atrai é o sexo oposto e o que ele pode te dá. É simples, você pode pegar uma pessoa, um homem e sugar dele tudo, cada palavra, gemido, dólar. E era desse tipo de mulher que eu era, que havia me tornado. Aparentemente.
Por que, como eu iria acreditar no amor se nem sequer tinha convivido com ele? Como acreditar em algo que você não conhece?
Eu não sabia o que responder, então pensando rápido. Depositei um beijo em seus lábios e passando a língua em seguida. Percy não pareceu reclamar nadinha dessa minha atitude, acho que ele preferiu isso. Ele pediu passagem com a língua e eu como uma boa menina, concedi, deixando sua boca invadir a minha.
Ele sentara de modo mais confortável na cama e eu me encaixei melhor ao seu corpo, sentia cada pedaço de minha pele pegar fogo com um único beijo de Perseu. Aquilo fazia me cérebro derreter e eu não conseguia raciocinar nada. A falta do oxigênio nos faz separar por alguns instantes e eu uso esse tempo para encarar os lábios carnudos e entreabertos de Percy, acompanhava seu suspiro baixinho e coloquei minhas mãos no seu peito dentro do paletó, tentando sentir as batidas descompassadas do seu coração.
Ele destrói todo e qualquer espaço existe entre nos causando uma pressão em nossos corpo, fazendo-me arfar. Seu braço passa pela minha cintura me segurando firme enquanto sua boca esta chupando meu pescoço com toda a vontade que um homem daquele pode sentir. Inclinei minha cabeça e abri minha pernas, sentando de vez em seu colo, roçando nossos sexos um no outro. Percy já estava se animando e eu causava ainda mais atrito, era tanto pano que impedia-o de me preencher que eu estou quase imaginando a agonia. Eu sinto a agonia.
Prendo meus dedos em seus cabelos, bagunçando-os de vez. E descontando o chupão em seu couro cabeludo, mas de nada serve. Os cabelos de lisos estavam macios e era até mesmo gostoso de se bagunçar, por que tudo nesse homem é tão gostoso? Deveria ser crime ser um baita tesão desse, e olhe que ainda está de terno.
Aparentemente, ele não se contenta com suas mãos apenas em minha cintura, decide ousar ainda mais. Levanta aos poucos minha blusa, fazendo suas mãos grande e firmes tocarem minha pele quente, em chamas para ser mais sucinta. Ele continua com o toque e sobe mais um pouco, então ele tocou meus seios. E atacou minha boca com voracidade de um lobo que ataca sua presa, eu me sentia imponente ali. Totalmente cedida a ele. Praticamente dizendo: ‘‘Faz o que quiser de mim.’’
Era um beijo urgente como se ele ansiasse por esse beijo há algum tempo, nossas línguas dançavam em uma sincronia louca e perturbadora, travando uma batalha um contra o outro. Era uma guerra. Sorte minha ter uma grande paixão por guerras. Ele mordeu meu lábio inferior e ao mesmo tempo apertou meus dois seios, e eu soltei um gemido longo. O primeiro daquela noite. Ele traçou um caminho indo as minhas bochechas e depositando vários pequenos e rápidos beijos por lá, fazendo me corar, em uma atitude ridícula.
Ele mordeu o lóbulo da minha orelha e em seguida deu uma leve sucção, o que me fez tremer até nos ovários. Ele repete o processo até arrancar outro gemido de minha boca e eu entro em agonia. Tiro o paletó negro à risca sem nem me importar se iria amassar ou rasgar nem nada. Só queria diminuir ou incendiar de vez o fogo que crescia dentro de mim. Minhas mãos passaram por seus braços fortes e firmes resultados de anos de musculação, provavelmente e tirei blusa social cinza, estourando todos os botões da blusa.
–Agilize, Perseu. –Puxei a blusa e a joguei em cima de uma poltrona de cor clara que havia ao lado da cama.
Ele colocou todo o corpo por cima do meu, prensando-me. E eu arfei sobre o peso, e ele não se importou. Percy usava apenas calças e eu podia apreciar a dádiva divina que era aquele peitoral, meus instintos da carne gritavam coisas tão absurdas como obscenas, e eu sinto uma necessidade de tocar aquele peito liso, definido e delicioso. Minhas mãos descem lentamente, e Percy parece não se importar com a demora, ao contrário parecer gostar bastante, já que sorrisos brotam de seu rosto a cada instante. Chego até o cós de sua calca e brinco com meus dedos, esfregando entre o tecido em cima de sua ereção. Sinto a respiração pesada de Percy em cima de mim e seu peso aumentando cada vez mais.
Abro o cinto e um botão e coloco minha mão dentro de sua calça, apertando o membro ereto de Percy comprimido pela cueca, e deixo que em meus lábios inchados e vermelhos nasçam um sorriso malicioso. Ele geme baixinho no meu ouvido. Ele era controlado, como se não quisesse que ninguém o ouvisse ou talvez quisesse mostrar que era O Todo Poderoso e nem mesmo um aperto em seu pênis ereto o fazia ceder a um longo e delicioso gemido.
Ele passa as mãos dele por baixo de mim e aperta minha bunda com toda sua forca, eu usava apenas camisola fina de linho, e suas mãos apalpavam ao menos metade de minhas nádegas. Acabei por inclinando meu corpo para o dele e tocando nossos sexos por alguns instantes, ele parece também agoniado com a lerdeza que se toma esse processo, mas seus olhos entregam que ele não vai largar as preliminares, não agora. Ele tira mina blusa e meus seios brancos, grandes e duros ficam expostos para ele. Eles os tocam como se fosse duas peças delicadas e carentes por atenção. Ele massageá-los com suas mãos e eu vejo constelações de prazer.
–Está gostando, Annabeth? –Ele perguntou. Sua voz saíra ainda mais rouca do que o comum, e eu balbuciei algo que eu acho que fora um sim. –Ou prefere assim? –Ele se inclinou e passou a língua pelos mamilos e eu gemi. Era uma explosão de sensações que vinham junto com o toque dele, algo que você sempre quer mais. Ele começou a chupar meus seios, mas não demorou. Eu já havia perdido o controle de meus gemidos. –Voce está tão fodidamente entregue a mim, Annabeth. –Ele soltou.
Encarei suas orbitas verdes, agora era um verde lodo como o da praia que voce encontra e tem nojo de pisar. Eu ao menos tenho. Ele desce as mãos até mês short e o tira do meu corpo, me deixando apenas com um pequeno pedaço de pano, denominado de calcinha. Ele começou a trilhar beijos demorados e molhados em minha cintura e eu enlouquecia, abrindo cada vez mais minhas pernas para ele me foder, mas Percy decidiu que talvez seja melhor foder meu emocional do que minha vagina.
Ele tira minha calcinha demoradamente, e se ajoelha encarando-me nua. Do jeito que vim ao mundo, e sinto um alivio, roupas costumam incomodar bastante quando se está excitada.
–Voce é tão linda, Annabeth. –Ele fala passando as mãos nas minha virilha, acariciando-as. Eu sentia como se pequenos choques passassem por todo o meu corpo. –Hoje eu te devoro todinha, Annie.
Eu realmente preciso dizer que aquilo me arrepiou até o fundo da minha alma, eu arregalei o olho e o homem de maravilhosos olhos verdes já me encaravam. Arfei, sentido todos os pelos do meu corpo se eriçarem. Ele aperta minhas coxas com tamanha força que eu gemo de dor, provavelmente irá me causar um baita roxo amanhã. Então, ele beija minha boca em seguida.
Me espalho melhor na cama, ficando bem no meio da mesma. Entre um chupão de Percy e um beijo consigo me livrar de sua calça e da cueca que tão brutamente aperta a enorme ereção que se abriga lá. Eu encaro o corpo dele. Os músculos firmes, a pele dourada e suada, parecia que um brilho místico irradiava daquele homem, eu senti a gravidade se desvair de mim e meus olhos rodarem de pura luxuria e adoração. Meus cabelos são puxado com força pelas mãos dele e eu acabo por soltar um gemido.
–A partir de hoje, você é só minha, Annabeth Chase. Qualquer passo fora do combinado é... –E ele falara aquilo sussurrando no meu ouvido, me virou de uma única vez e deu um tapa estalado em minha bunda, fazendo minha boca se abrir em um perfeito O.
–Isso soa possessivo. –Comentei.
–Eu sou o mafioso mais temido desse hemisfério, Annabeth Chase. Não espere rosas de mim. –Ele soltou e aquilo me afetou de algum modo, como se tudo que eu fosse para ele era algo para se exibir. Mas, isso era a realidade.
–Eu terei tudo o que eu quiser? –Ele assentiu e eu ri no ouvindo dele, mordendo seu lóbulo em seguida. Com um simples deslize dele, o derrubei ficando por cima. –Então, vamos Jackson, sirva para algo, foda-me! –Eu praticamente gritei a última palavra sem nem me importa com nada. Sentei de uma única vez no membro ereto dele, sentindo-me preenchida. Ele buscara abrigo dentro de mim e eu o concedia com maior prazer, permitindo que ele tocasse minha área mais sensível e preciosa de meu corpo. Eu rebolava no membro dele como uma amazona. Meu corpo ia e vinha; subia e descia em um ritmo que eu mandava. Sentindo-me Percy me preencher cada vez mais fundo, o suor preeguinava nossos corpos, e nossos fluidos se misturavam sem nenhum pudor. Eu rebolava e minhas mãos se apoiavam no corpo dele e eu estava de olhos fechados vendo todo o Universo ser formado em explosões de prazer.
Ele gemia e era um som melódico de se ouvir. Daqueles viciantes como uma música que você coloca para repetir várias e várias vezes até aprender ela por completo desde o solo de um instrumento até as notas mais altos. E mesmo assim, você que ouvir ainda mais e mais. Meu corpo todo queima e ondas de prazer me deixam insanas quando eu tenho meu primeiro orgasmo, anunciado por um gemido relativamente alto.
Desculpe por isso, Piper.
Enquanto eu tento me controlar após o orgasmo, abaixo a guarda por um instante e Percy me coloca para baixo, deixando-me na passiva. Ele sai de mim por completo e eu o olho com raiva e em seguida ele me preenche.
A sensação de ser preenchida por um homem daquele me leva a loucura e causa calafrios apesar de tudo. Sinto seus braços esticarem os mus e minhas penas abrirem ainda mais para o ajudar em seus movimentos. Cada centímetro de meu corpo implora para que ele me foda rapidamente em um ritmo frenético e cause uma onda, ou melhor um tsunami de prazer dentro de mim e me devaste totalmente.
Jogo meus quadris arqueados ele para que Percy invista para dentro de mim, ele parece perceber que eu estou quase enlouquecendo pela espera e sorrir, encosta nossas testas e eu rebolo em seu membro parado dentro de mim. Ele me beija, ou melhor toca nossos lábios e roça-os por alguns segundos aumentando ainda mais minha loucura por aquele homem, por ele.
As mãos dele soltam as minhas e a direita se segura a cabeceira e a outra um pouco perto de minha cabeça, ele sai de mim e vem logo em seguida. Mas, não como antes. Ele entra em mim com uma força que se torna equivalente a uma tempestade que ataca um velejo em alto mar, afunda dentro de mim com uma força que eu praticamente grito de surpresa.
Agora, ele dita um ritmo deixando meus luxos e prazeres totalmente de lado, fazendo apenas o que ele quer. Um ritmo agressivo, lento e torturante. Parece querer descontar algo em mim, ele prolonga cada movimento como se esperasse algo. Dessa vez, ele vai tão fundo que ficamos praticamente colocados. Minha pele na dele, meus quadris com os dele.
Um gemido animal escapa de dentro de mim quando Percy começa estocadas rápidas e agressivas, me fazendo perder o pouco de dignidade que havia mantido até o momento. Ele rosna como um tigre para mim enquanto vai me fodendo em um ritmo que faz a cama ranger com os nossos movimentos, ou melhor os deles. Por que a única coisa que eu estou fazendo é rebolar e gemer alto. Apenas.
A cama parece que vai partir ao meio com nosso sexo. Eu me contraio com seus movimentos e nossos olhos se perdem quando se encontram um no outro. O cinza dos meus parece se misturar em seus adoráveis e incríveis olhos verdes que estão tão escuro que chega a me assusta. Eu não sinto minhas pernas, mas continuo rebolando querendo que Percy continue e me dê ainda mais prazer.
Consigo mover minhas mãos e levo até as costas dele, esfregando minhas palmas em seus músculos e em seguida passo minha unha arranhando-o por completo. A cada estocada forte dele que faz a cama ranger e formar um buraco na parede de gessos do apartamento, eu arranho ele. É o único jeito de demarcar aquela região.
Se eu era dele, ele era meu. Ao menos eu espero. Como ele disse, não posso controlar o maior mafioso do Hemisfério Ocidental.
Novamente um turbilhão de sensações e sentimentos explode dentro de mim, acompanhado pelos de Percy que também tem seu orgasmo. Mas, ele não para. Ele continua investido e eu gemendo enquanto gozo, ele continua fodendo a mim até se derramar por completo e em uma última vez ele estoca e aperta minhas coxas com tamanha força que eu fecho meus olhos e crispo minha boca.
Ele sai de cima de mim, deixando que meu corpo se retraia e eu suspiro de alivio. Fecho meus olhos, e abro um sorriso.
–Vou ter que pedir desculpas aos vizinhos do apartamento ao lado. –Soltei.
Percy me olhou um misto de divertimento e admiração, eu acho. E abriu um sorriso. Levou as duas mãos até a sua cabeças, segurando-a e olhou para o teto.
–Não tem ninguém morando nos dois apartamentos ao lado, Annabeth. –Ele explica.
Olhei para ele encarando sua expressão calma e sorri.
–Comprou o andar todo?
Ele negou com a cabeça e me olhou.
–Não, o prédio todo é meu, querida. Sabe tem que declarar imposto de renda e infelizmente seria errado colocar como meios de adquirir rendas: narcotráficos, prostituição, corrupção, suborno, sequestros e por aí vai.
Eu ri, se eu fosse uma garota normal teria vergonha ou medo de sair com um homem desses, mas eu nunca fui uma garota normal, pois é.
–Interessante. Posso te fazer um pergunta Percy?
–Pode tentar. –Ele respondeu. E eu por um segundo fiquei tentada a não perguntar sobre aquela fulana que havia ficado em minhas mente por esses dias.
–Quem é Bianca DiAngelo? –Perguntou. Ele me olhou pela primeira vez após ter começado a encarar o teto e sorriu para mim.
–Ninguém para você se preocupar, querida. –Ele respondeu com essa resposta vaga. –Agora, que tal um banho?
Eu sorri maliciosa e beijei os ombros dele.
–Acho meio difícil sair dessa cama, a não ser que tenha uma cadeira de rodas por ai.
–Isso não é nem a metade do que você vai sofre, Chase. Tenha certeza. –Ele falou sussurrando em meus ouvidos, levantou da cama sem nenhum pudor com sua nudez e foi em direção ao banheiro da suíte.
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