Notas iniciais
Musica da Lana sim, queridxs!! ♥ Enfim, fiz esse capitulo ouvindo o cd Ultraviolence de Deus Lana, então eu quero me desculpar por isso, por todo o capítulo e pelos fatos que irão acontecer neles. Eu sinto muito, me coloquei na posição de leitora e eu odiei tudo isso. Mas os leitores são e eu posso ter meu perdão, pois melhor está por vim HAHAHA Eu peço que a partir de agora, tratem a trama de Shax versus Quinta Coorte como um jogo de xadrez, espero que isso seja o suficiente para os espertos conseguirem matar a charada.

I will love you till the end of time
I would wait a million of years
Promise you'll remember that you're mine


Perseu.

Algumas coisas nunca devem mudar. A comodidade está enraizada em alguns seres humanos, mas eu nunca fui um desses. Ansiava por mais desde adolescente, queria ser mais, ter mais, mas isso não é fácil quando você é nascido e criado em um gueto do Brooklyn. Sally gosta de dizer que talvez se nós tivéssemos um pouquinho a mais de dinheiro em casa, se morássemos em uma rua diferente, um bairro diferente, se eu tivesse tido uma amor diferente, eu não seria esse homem quem me tornei. Mas esses ‘‘E se’s... ’’ não formam uma história, não formam a minha história.

Perseu Jackson, nascido no Brooklyn, pobre de Jó, filho de doceira, apaixonado por uma ruiva filha de dono de boca de fumo, casou, ia ser pai, ficou viúvo e perdeu a filha, teve que se virar para pagar os 170.000 mil dólares da conta do hospital. E se’s fossem suficiente, essa história seria totalmente diferente.

Havíamos marcado uma reunião para tomar algumas medidas para com a máfia, os ânimos dos legionários não estavam muito bons e a coisa não poderia sair do meu controle. Estávamos envolta da enorme mesa de madeira negra estava Silena — ao meu lado direito -, Clarisse, Chis, Daniella, Jawer e Medina, um ao lado do outro, nessa mesma ordem. Ninguém ocupava meu lado esquerdo. Já tinha dono.

–Eu só estou dizendo que estamos em uma situação crítica, queira vocês ou não. –Afirmou Clarisse com seu jeito, digamos, peculiar. Ela estava terrível hoje – e não estou me referindo somente na aparência-, opondo-se a todas as propostas apresentadas pelas pessoas presentes ali. –Os Stolls estão putos conosco e de cinco mafiosos espalhados pela América, sete são inimigos declarados nosso. Estamos em meio ao caos! –Ela expressa exaltada.

–Também não é assim, Clarisse... Poupe-nos com todo esse sentimentalismo tolo. Estamos batendo de frente com uma facção mais antiga que a monarquia britânica. Estamos tentando uma abordagem inútil, apenas ficando apenas na defensiva. Precisamos tomar alguma medida, devemos mostrar a eles que nossas ameaças não são meros blefes. –Diz Silena. A voz dela soa calma e clara. Ela é aquela calmaria em meio a todo o caos, tem a leveza de uma pena, é uma das peças necessária no jogo para destruir o Shax, sua lábia é um dos seus pontos altos, mas nada supera o seu dom de conseguir convencer a todos a aceitar o que ela quer.

–Eu concordo com Silena... At- –Eu afirmo antes de ser cortado por um Chris enfurecido.

–Me diga algo que você não concorde com Silena, Jackson. – Ele espalha as mãos na mesa e eu o encaro com uma expressão raivosa. –Você nos meteu nisso, você e ela –Ele aponta para Silena-, — Quantas vezes nós alertamos vocês dois que esse plano de bater de frente com os Shax era inútil? –Ele perguntou, seu tom era mais elevado do que eu queria e suas mãos batiam cada vez mais forte na mesa redonda. –Você e ela estão nos levando ao fim do poço e agora, na maior cara limpa, pedem nosso auxilio?

Silena o encara como se ele tivesse falado a maior bosta de sua vida, sua expressão de horror para com Chris é quase hilária e eu contenho uma risada, guardando-a para mim. Ri da cara de Silena? Nem sobre tortura. Sinto a mão dela pousar em minha perna como se ela pedisse que eu me acalmasse, afinal já brigávamos com um inimigo muito maior do que nós e brigar entre si seria o nosso fim. Ela me olha por um instante, pedindo para tomar as rédeas da situação. Mas ainda não é a hora dela.

–Christopher, eu não vou passar a minha vida sendo aterrorizado por Frederick Chase, eu não passei por todo o sistema de segurança americano para ser rebaixado por um velhote inglês. Tenho certeza que as decisões que eu tomo aqui são de agrado a todos e são tomadas com o objetivo de nos tornar cada vez maiores, mas se você não as aprova, eu te convido a sair. Antes que eu meta uma bala na sua testa... –Respondo. Mantenho o tom baixo e na mesma proporção, sinto a tensão se espalhar pela mesa e nesse momento, me sinto desconfortável.

–É muito fácil você querer fazer parte da maior organização criminosa da América e não querer levar nenhuma ameaça. Se você está com medo do que possa vim pela frente, saia dessa sala agora e vá arranjar um emprego medíocre, Christopher. Eu não dediquei os melhores anos da minha vida para ser uma mera traficante de quinta e servir de chacota para os Conselheiros de paus moles dos Shax. –Ela expressa indignada.

Clarisse se ergue frustrada.

–O que Chris está querendo dizer é que unicamente você e Perseu tomaram as rédeas da situação. O plano original envolvia Annabeth Chase em cárcere e nos serviria como uma isca para atrair nossos inimigos. Ninguém nos falou que ela iria sentar-se à mesa conosco, comer do nosso pão, morar em nossa casa e ainda ser considerada a mulher do poderoso chefão daqui... Principalmente, quando sabemos que a verdadeira mulher de Perseu Jackson é... Você, Sileninha.

Clarisse atiçou. Silena abriu a boca em completo horror e eu permaneci estático. A morena me encarou e eu dei de ombros, tinha mais para resolver do que ficar batendo cabeça com loucuras de Clarisse.

–Você deve odiar Annabeth, não é? –Clarisse continuou. –Imagine um dia você é a rainha do narcotráfico e é fodida pelo poderoso Jackson e no outro perde toda a majestade e a foda para uma menininha pobretona do Brooklyn. Deve ser horrível esse sentimento de inveja que cresce dentro de você. Como você consegue dormir a noite? –Clarisse pergunta sorrindo. –Ah, é mesmo, você não dorme porque é capaz de...

–Clarisse, cale a bosta dessa boca. –Eu mando. Ela sorri presunçosa para mim e eu sinto a raiva espalhar em meu corpo. Sinto vontade de apertar as entranhas da mulher até a última gota de sangue cair.

Em segundos, Silena que estava ao meu lado, avança em Clarisse como uma leoa avançando em um animal indefeso, com a arma em sua mão. Silena dispara os tiros no chão para assustar Clarisse, que grita em puro espanto. Todos correm para separar antes que Clarisse puxe uma arma também, logo elas são apartadas, e eu posso suspirar de alivio.

–Eu vou acabar com a sua raça, sua puta!!–Começa Chris indo para cima de Silena.

Coloco-me no meio em questão de segundos, com duas armas em cada lado se sua cabeça, retiradas de meu terno, pronto para estourar os miolos dele.

–Você não vai fazer porra nenhuma. Você não manda aqui, Christopher. Eu sou Perseu Jackson, eu só faço o que eu quero e ponto final e dá próxima vez que você e sua vadiazinha tentar rebaixar a mim ou Silena, eu faço com você igual como foi feito com Cronos Kennedy. Agora, saiam todos daqui.-Gritei.

Saio de perto deles e puxo Silena para mim pelo braço, assim que o ultimo deles saem, tiro a arma de sua mão e jogo longe na mesa.

–Eu já tenho um dos meus homens com machucado de bala, não terei outro. Não posso manter isso aqui sem você e aquele filho da puta do Nicolas. –Digo, ela me encara por um instante, os olhos firmes me encaram e ela me abraça. –Eu farei tudo o que tiver ao meu alcance para manter você e Rebs bem, tudo. Já te disse isso.

Ela continua ali, dessa vez, eu retribuo o abraço sabendo exatamente o que fazer.

–Nós precisamos colocar as rédeas aqui, mandarei Rebekah passar umas semanas com Grover e Juniper e nós colocaremos tudo isso em ordem. Mataremos quem tiver que ser morto, vigiaremos qualquer um que seja ameaça e espalharemos os legionários inúteis para missão idiotas. Vamos manter uma base forte aqui, assim como você planejou. –Ela afirma.

–É uma ótima ideia, Silena. E sobre Annabeth... –Eu começo.

Silena me encara e suas mãos tocam cada lado de meu rosto, ela sorri. Ela tem um dos sorrisos mais lindos que eu já vi, ela desce suas mãos pelo meu pescoço e peito e então, beija meu ponto de pulso. Minhas mãos automaticamente são levadas para a bunda dela, apertada em uma calça de couro e ela sorri, rebolando em seguida.

Nossas bocas se unem em um beijo voraz e a ergo colocando sentada na mesa de madeira negra, logo ela prende as pernas em minha cintura. Ela ri no meio do beijo e eu aperto seus cabelos negros, sentindo-os em meus dedos, ela sorri e morde meus lábios em seguida. A parte superior do meu terno é arrancada pelas suas mãos ágeis e eu deixo-a fazer todo o trabalho em um primeiro instante. Ela passa a mão pelo meu peito e o arranha com suas unhas longas e negras. Avanço para ela e ataco seu pescoço delicado, ao mesmo tempo em que tiro sua blusa amarela, deixando a mostra seus deliciosos seios cobertos por um sutiã de renda. Eu espalmo os dois e ela suspira, erguendo o corpo para ter mais contato. Ela sussurra algo e eu sorrio.

–Apresse isso, Perseu. Eu tenho assuntos para resolver. –Ela diz entre gemidos. Aperto ainda mais seus seios e ela praticamente deita na mesa enquanto eu subo ainda mais encima dela. Nossas bocas voltam a se unir e meus dedos quebram o feche do sutiã dela, suspiro ao ver seus enormes seios na minha frente. Abocanho o direito sem pudor e massageio o outro, sabendo exatamente como ela gosta e sou agraciados com suspiros roucos vindo da mulher embaixo de mim.

Depois de deixar os dois seios duros e eriçados, sinto Silena tentar abrir a calça e logo a ajudo, removendo de vez a peça e quando fico somente com a box, ela aperta o meu pau por cima do tecido e eu solto um gemido rouco e quase inauditivel.

–Eu espero que a mesa aguente. -Ela diz. Tiro sua calça, junto com a calcinha e tenho ali a minha frente Silena nua, sua pele branca tem um pouco de bronze e seus olhos parecem absorver tudo ao meu redor. Está quente, muito quente. Ela beija meu peitoral e arranha minhas costas, seus beijos molhados causam arrepios momentâneos e eu começo a pressionar seu clitóris e ela solta o primeiro gemido sofrego.

–Assim, Percy... Mais rap-ido. -A boceta dela está quente e encharcada, meus dedos a penetram com força e a começo a masturbá-la, ela rebola mexendo os quadris para mim e eu me delicio com a cena.

Não deixo que ela goze e quando sinto a entrada dela se apertar, tiro minha mão e ela solta um palavão. Ela tira minha box de uma vez só e logo eu me enterro nela, firme e forte. Sem dó nem piedade. Ela solta um ofego, mas logo começa a rebolar e apertar o bico dos seios.

Estoco nela com forte e muito rapido, fazendo os seios dela acompanharem os movimentos. O que eu gosto de Silena, ela não poupa gemidos, não se envergonha de dizer se está bom. Ela geme alto e junto comigo, suas mãos buscam apoio em meus ombros no momento em que ela se entrega ao orgasmo.

Mesmo com ela gozando continuo a fode-la por mais alguns instantes até que eu goze dentro dela. Ela sorri e beija minha boca novamente.

–Eu não deixarei que outra mulher tome meu lugar aqui ao seu lado, Jackson. Eu não me importo se você a come, como você a come, onde e afins. Eu só quero que você entenda, na Quinta Coorte só a lugar para uma mulher, e essa sou eu. Ela pode ser importante para a queda do Shax, mas isso não faz dela mais importante do que eu, não coloque Annabeth Chase acima de mim e principalmente acima de sua filha. Sua única filha.

Notas finais
Eu queria deixar esse capítulo maior e tudo mais, mas eu não consegui. Sério, não foi algo que me agradou muito, principalmente por essa relação de Silena e Perseu não ter sido construida como Nicolas e Annabeth, é algo que já existia. Então, espero que entenda o porque da coisa ter sido tão mecanica. Silena é destruidora, babies