Ultraviolence
6 American
Notas iniciais
Your skin so gold and brown
Be young, be dope, be pround
Like an American.
Fui para cima de Annabeth e ela veio ao meu encontro. Beijamos por alguns instantes até eu passar minhas mãos por baixo do corpo dela, sua pele era macia como seda e tão branca como o tal tecido. Algumas pequenas sardas se espalhava por seus ombros, eu passei minha boca por toda aquela região e a garota inclinava o pescoço, oferecendo-me.
Dei um, dois, três chupões até deixar um gemido longo escapar da boca da loira. Minhas mãos desceram novamente, dessa vez indo para em sua bunda apertando-a com força e ela gemeu em meu ouvindo, fazendo meu pênis despertar. Annabeth, graças aos deuses, era provida de curvas, algumas bem sinuosas outras singelas, mas belas o suficiente para fazer a tal obrigação de esposa. Suas mãos apertaram meu membro com um pouco de força, me fazendo fechar a boca para conter o gemido.
–Por que você não geme para mim, hein? –Ela perguntou, enquanto me masturbava deixando-me cada vez mais duro. Sua voz havia saído nitidamente sexy e todo o interior do cômodo parecia ter sumido.
–Porque eu não quero. –Respondi e ela arregalou os olhos em espanto pela minha grosseria. –Vamos logo, docinho. –Falei tentando ser mais gentil. Ela pareceu não gostar, mas não recuou. Engatou suas pernas brancas e firmes ao redor de minha cintura e pousou as mãos em meus ombros. Meus lábios partiram para seus fartos seios ao mesmo tempo em que penetrei sua entrada. Annabeth era tão apertada que eu juraria ser virgem, mas não era.
Minha boca chupava e lambia seus seios. Enquanto eu mantinha estocadas firmes em seus seios, as mãos delas apertavam minhas costas. Senti o meu orgasmo vindo alguns instantes, e aumentei ainda mais o ritmo das estocadas, larguei os seios de Annabeth e continuei a fodendo. Ela inclinou as costas e a cabeça e se entregou ao orgasmo que fez todo o seu corpo ceder, gemendo. Logo em seguida veio o meu, deixei que um gemido baixo e rouco soltasse de minha boca e fosse para o ouvido de Annabeth que sorriu satisfeita.
Fui para o outro lado da banheira, a espuma já tinha se diluído totalmente e dava para ver todo o corpo de Annabeth, a mesma permanecia com os olhos fechados e pernas abertas.
Apenas rezando para essa garota tomar pílulas.
Não aguentei.
–Quero que você gema ainda mais para mim, Chase. –Falei. Ela falou algo como ‘‘O que?’’. Puxei seu corpo praticamente desfalecido e sentei em meu colo, ela era menor que eu. Meus dedos tocaram seu clitóris o que fez todo o copo dela se arrepiar, fiz movimentos giratórios em seu botão, e ela fechou os olhos e crispou os lábios. Aumentei a forca do movimento e enfiei meu outro dedo em sua vagina, ela estava ensopada, não pela agua e sim, com o líquido doce e viscosos. Curvei meus dedos dentro dela e com a outra mão apoiava ela para não cair. Ela deu um gemido sofrido e fez algo que eu não acreditei, ela se levantou e saiu da banheira. Deixando-me enfurecido.
Talvez tenha ficado irritada com o que eu tinha dito. Mas, era besteira dela.
Quando eu sai do banheiro, Annabeth já estava vestida e penteava os fios dourados, ela me encarou e eu rolei os olhos. Um suspiro escapou de sua boca então, ela disse:
–Eu quero ir para casa.
–E você ao menos volta? –Questionei enquanto jogava a toalha na cama, dando a loira a visão de como eu vim para esse mundo.
–Claro, Jackson. –Ela disse na encarando meu pênis.
¬¬¬
Eu havia me predisposto a ir deixa-la no Brooklyn. Eu odiava esse bairro. Pobreza, gangues, estupros, mortes se resumiam a esse lugar. Annabeth me deu um endereço, era na entrada do Brooklyn em um dos galpões.
–Você olha de modo horrível para cá. –Ela comentou.
–Eu odeio o Brooklyn, Annabeth. Principalmente essa região. –Respondo. O bairro era sem cor sem vida. Casa de andares e com cor de cimento preenchia o local, lixo espalhados pelas ruas, algumas crianças brincavam em um círculo, alguns adolescentes se agarravam. Em alguns becos, as bocas de fumo espalhava a maldição da pobreza.
–Nem todo mundo tem condições de morar em bairros ricos e bons, Jackson, aceite isso. Cada um faz a vida como pode, olhe a mim... De estudante de uma faculdade fajuta de arquitetura a puta de luxo, quanto avanço. –Ela falou sorrindo exibindo um sarcasmo fúnebre, rolei os olhos. E acelerei a velocidade do carro, ela me indicou uma rua e eu obedeci.
–Tenho certeza que não há ninguém obrigando você a ser essa tal puta de luxo, ao contrário você escolheu... –Comentei enquanto estacionava o carro em frente a um prédio de dois andares, era branco com aqueles portões comerciais e ao lado havia um portinha de ferro.
–Os meios justificam os fins... Ou eu viro sua adorável esposa, puta de luxa, primeira dama da máfia ou passo fome, sofro feito uma condenada para pagar um monte de contas. Então, vamos dizer que as opções não eram as melhores, você tanto quando eu sabe que elas não são. Mas, que pense algo. Eu aceito minhas condições sociais e minhas condições com você. Tenho certeza que fazer sexo com você até o dia que Zeus Grace te prender será um pouco cansativo, mas... Nada que eu não supere.
–Adeus, Annabeth. –Eu falei, e ela saiu batendo a porta do quarto. Ela deu a volta pelo veículo, carregava uma pequena bolsa onde jazia as roupas que ela tinha usado nos dias anteriores, ela procurou uma chave e abriu o pequeno portão, me deu um tchauzinho e desapareceu.
***
–Pela décima nona vez entenda Nico DiÂngelo, a garota Chase não é uma ameaça nem a mim e nem a máfia, então não há nenhum motivo para você ficar fazendo todo esse teatro. –Comentei, eu estava no segundo andar da Casa Grande, todo o lado direito do andar ficará como meu escritório, uma enorme mesa de madeira importada separava a mim de Nico.
–Não é uma ameaça... Ela é uma ameaça, eu não sei por que raios do tártaro você traz uma infeliz daquela para esse mundo, condenando-a a viver com você. –Ele bravejou.
–Então, seu problema não é a máfia russa e sim, os sentimentos da loira, claro. –Soltei enquanto ele me mandou um rolar de olhos. –Eu não estou nem aí para Annabeth Chase, tudo bem? Mas, ela é minha carta na manga... Já que você gosta tanto de metáforas, imbecil, aqui vai uma. Imagine aquela garota como uma peça de xadrez, ela pode ser usada para ajudar no xeque mate ou descartada. Ela é o meu talvez, talvez eu use ela para destruir eles, talvez eu os destrua sem nem sequer usa-la. Eu estou me prevenindo. Qualquer coisa ou problema, mandamos ela para Dubai. Fim de jogo. –Falei girando a caneta em meus dedos. Nico se ajeitou na cadeira.
–Você se importaria se eu comesse ela? –Questionou ele com um sorriso malicioso. Fuzilei ele com os olhos e ele se levantou. Ele continuava me encarando. –Posso traçar sua loira, Jackson?
–Não, Nicolas. Você não vai comer, nem foder, nem traçar Annabeth Chase ou eu mesmo te matarei, está me ouvindo? –Falei em um tom autoritário. Ele levantou as mãos em um sinal de rendição e ficou em silencio. –Avise isso aos outros também, existe um bolão o primeiro que comer o cu de sua tão preciosa Annabeth ganha um mês no mercado com Aphodite. Cuidado Jackson, a loira vai te dá muita dor de cabeça até o seu grande xeque mate. –Ele sorriu para mim, piscando o olho e saiu em seguida batendo a porta. Era incrível como um bando de homens ficam feito loucos quando vem uma mulher gostosa. Era incrível como cada um deles praticamente estava implorando para uma passagem para o inferno.
***
Deveria ser por volta de umas onze da noite, eu estava em uma sala que havia de baixo da garagem. Silena estava ao meu lado e Aphodite a minha frente.
–Então, o grande Perseu Jackson comedor de garotinhas resolveu se enlaçar com uma loirinha sem sal? –Atiçou Aphodite, ela era quem organizava o negócios de prostituição na Quinta Coorte, nunca repetia uma roupa e tinha tantas curvas que te causaria uma acidente. –Esperei mais de você, Jackson. Mas, não vi aqui para comentar o fato de que você vai encher a cabeça da loira de chifres e sim outra coisa, um pedido e uma informação.
Encarei a mulher a minha frente, Dite não era a mulher mais correta do mundo. Trapaceira, ambiciosa, ninfomaníaca era algumas características principais dela. Mas, era determinada e conseguia tudo o que queria e quando queria.
–O que você quer?
–Como você sabe, minha adorável filha Silena perdeu o marido, aquele traidor dos Infernos... E ela tem a pequena Rebekah, e você sabe tanto quanto eu que não é bom criar uma criança neste mundo. Quero que Silena venha trabalhar comigo e traga Rebekah junta, você sabe... Meu negócio é simples, garotas pobres sem meio de vida que precisa de dinheiro, aliciadas pelo charme de Piper vem trabalhar nos bordeis espalhados por todo o mundo. Mas, quero alguém com mais ação.... Quem melhor do que a mulher que matou o próprio marido. –Dite falou com um orgulho claro na voz.
–Qual a informação? –Questionei.
–A máfia inglesa quer pegar você, destruir a Quinta Coorte, e impossibilitar que você consiga ainda mais poder do que tem.
Eu ri e ela pareceu ofendida.
–Conte-me uma novidade.
–Vamos dizer que o pai da sua putinha loira não gostou nenhum pouco de saber que você está comendo a filha dele.... Ele vai acabar com você, Jackson. –Ela completou.
–Não se antes eu acabar com ele. –Disse decidido, levantei e fui em rumo. –Mas, caso queira ir Silena, a porta da frente é serventia da casa.
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