Tudo vai recomeçar!
1 Adiós Elite Way - PARTE I
Notas iniciais
Tudo estava esplêndido, a festa era incrível, os alunos do Elite Way comemoravam a formatura, adeus 3º ano, a vontade era gritar para o mundo inteiro ouvir, agora eram novos rumos, novos caminho mais uma única certeza, aquele colégio seria para sempre o palco dos melhores anos de suas vidas. Salão lotado decorado com balões e fotos de formatura , todos felizes, em mesas estavam sentados os pais, os professores, todos contemplado a felicidade dos alunos que no centro da pista de dança se encontravam abraçados, em circulo onde cada um dizia o que estava sentido, o que aquele lugar representará para sua vida. Pilar estava deslumbrante e feliz pois após tantos anos havia enfim conseguido amigos e logo decidiu que seria a primeira a expressar seus sentimentos.
– Incrível como vou sentir falta desse lugar! Mesmo com tudo que fiz vocês conseguiram me perdoar e me aceitar como amiga de vocês. De verdade, eu quero agradecer e pedir que possamos continuar essa amizade por muitos anos e agora que vamos para faculdade possamos manter contato.
Seus olhos marejados, denosntravam que aquela menina antes rabugenta, infeliz, havia sim aprendido a amar, mesmo após tanto mal tentar fazer aos seus agora novos amigos.
– Manter contato? Lógico, não vamos nós separar tão cedo. Não cabe a nós te julgar Pilar, você mostrou que por traz daquela fofoqueira filha do diretor havia uma menina incrível. Olha para mim, eu que odiava esse bonequinho d plástico agora não me imagino sem ele.
Disse Roberta, virando-se para beijar Diego, que ate então sorria junto com os demais.
–Chucky, você conquistou o coração do meu amigo e me deixou sem um companheiro para as festas, logo agora que iriamos pegas as gatinhas da faculdade, eu deveria te odiar por isso.
–Cala a boca Giovanni, seu tapado!
Disse Roberta deferindo assim um tapa na cabeça de Giovanni, que agora ao lado de Tomás, tratou logo de se esconder atrás de Lupita.
–Ai gente será que nem na nossa despedida vocês se comportam, parecem crianças! Não estraguem esse momento mágico onde todos nos estamos reunidos, nos lembrando dos nossos momentos aqui, saibam que o Elite Way abriu as portas da minha vida, agora eu vou pra faculdade, vou realizar meu sonho de ser medica e cuidar de todas as crianças iguais a minha irmãzinha Dulce, e mágico é um sonho e tudo isso graças a esse colégio, e a todos vocês que me ajudaram, obrigada
Lupita respirou fundo, más não consegui conter as lágrimas, os demais que ali estavam também se emocionaram, sendo assim todos se abraçando mostrando que alem de amigos se tornaram uma família, sobre os olhos dos professores, amigos e pais.
–Sempre me emociono, essas crianças criaram um vinculo que não existem em muitas famílias.
– Também fico admirado meu amor. Sabe Alma nunca imaginei que teria uma família, antes éramos apenas Mia e eu agora, tenho o Miguel, você que e a mulher que amo, tenho mais duas filhas, Josi e Roberta e de quebra dois genros, me sinto completo, como nunca antes havia sentido. Obrigada por você me trazer de volta a vida.
Sem pensar duas vezes, Alma que agora era a senhor Colucci, virou-se para beijar Franco que se mostrara tão apaixonado.
–AH, com licença aos pombinhos, más e que queremos dizer uma coisa.
Franco e Alma ficaram envergonhados ao serem interrompidos por Mia e Roberta, que haviam se distanciado do grupo que agora, voltava a dançar e vinham em direção aos pais.
–Olha mãezinha. A senhora e seu maridinho são um casal lindo, perfeito, o mais amado do mundo todo
Ao ouvir essas palavras Alma logo já imaginou que não se passava de coisa boa, já que Mia e Roberta juntas e fazendo charme, não poderia ser outra coisa que não confusão.
–Roberta Alexandra, o que você aprontou dessa vez? Ou melhor, o que vocês duas aprontaram?
–Más não fizemos nada Alma, como pode duvidar de mim e da Robertinha?
Mia fez cara de ofendida, como se por trás de todo amor e carinha com quem pronunciavam as palavras não houvesse nenhuma outra intenção.
–Mia, Mia, sou seu pai, te conheço perfeitamente bem para saber quando está querendo aprontar alguma coisa.
–Oh daddy! Que calúnia! Acontece que eu e a Roberta, queríamos assim, quem sabe dar uma festa, para comemoram tanto nossa casa nova, quanto o fim das aulas e inicio da faculdade.
–E “Culotti”, eu e a descerebrada da Mia, queremos comemorar, já que agora vamos morar na mesma casa, temos que fazer uma festa, na verdade deverias era um velório mais...
–ROBERTA!
–Mia não me controlei, desculpa, mais morar debaixo do mesmo teto que você certamente não será uma das melhores coisas da minha vida!
–Meninas, por favor, não briguem, vocês agora são irmãs, não se esqueçam!
–Alma se essas duas não brigassem, não seriam elas minha queria.
–E meu amor, nisso tenho que concordar com você!
Como em um único momento, Alma e Franco começaram a rir, pois na verdade Mia e Roberta quando não estavam dormindo, estavam brigado.
–Mamãe, não tem graças, a Barbie e eu não brigamos tanto assim, é so pra não perde o costume.
–Alma, eu e Roberta até nos amamos, não é?
Em um gesto repentino Mia se abraçou a Roberta com quem tenta demonstrar que o amor existe entre elas, Roberta porem tentava se esquivar.
–Mia cala a boca, e não diga bobeiras, não nos amamos tanto assim ok? Agora vê se me solta.
Disse Roberta, conseguindo enfim se soltar do abraço apertado da “irmã” que agora Francia a testa em sinal de reprovação.
– Você é uma caminhoneira Roberta, quase que quebra a minha unha com toda essa brutalidade! Más Alma e ai vai rolar ou não a festa??
–Bom meninas, por mim sim, eu adoro festas, vocês sabem, e para você Franco, tudo bem?
As meninas viraram-se agora para Franco como quem aguarda uma resposta.
–Bom.. Você duas me olhando com essa cara, acho que se eu disse se “NÃO” seria capaz de me baterem, tudo bem, podem fazer essa festa! Má nada muito exagerado viu.
Em um salto, Roberta e Mia se jogaram abraçando a Franco como se ele lhes houvesse dado um troféu, um prêmio.
–Obrigada papai, eu sabia que o senhor e a Alma não iriam nos negar isso!
–É até que para um venho gagá, você esta bem moderninho.
Disse Roberta, segurando o riso.
–Roberta, não diga isso minha filha.
De repente a música foi cortada e todos foram interrompidos, pelo diretor Pascoal que subirá ao palco para dizer algumas palavras.
–Jovens, quero dizer a vocês que enfim, hoje e o ultimo dia de vocês nessa instituição de ensino, e que agora que irão para a faculdade, peço que se dediquem, e que estudem muito, espero que contenham os seus hormônios sexuais adolescente, não e mesmo senhor Mendes Lopez!
Todos se viraram para olha para Giovanni que se encontrava no fundo do salão aos beijos com uma garota, ate então desconhecida.
–Más será possível que nem mesmo no dia da despedida de vocês, você não se comporte jovem?
Giovanni imediatamente se virou para o palco de onde se encontrava o diretor do colégio e percebeu que todos seus amigos o olhavam e riam ao mesmo tempo.
–Diretor, eu não estava fazendo nada demais apenas estava ajudando a coitadinha da moça que estava desmaiando então eu a segurei, e ela parou de respirar e eu fui ajudá-la fazendo uma respiração boca a boca.
Pascoal, que agora havia deixado o palco e caminhava em direção a Giovanni nos fundos do salão, estava furioso.
–O senhor acha que vou acreditar nessas suas historinhas Mendes Lopéz?
–Más senhor diretor, eu...
–Cale-se! Vou levá-lo imediatamente para a diretoria.
–Senhor diretor, hoje nem e dia de aula, estamos na festa de despedida, o senhor não pode levar o Giovanni para a direção. Disse Tomás que acabará de chegar, para tentar ajudar o amigo.
–E que pediu sua opinião Goycoléa? Você acha que só porque agora e da minha família vai poder me dar ordens?
Tomás arregalou os olhos como quem havia visto um fantasma, o medo do direto, e agora seu sogro, era tão grande que transparecida por sua face.
– Más tudo bem menino Tomás, você tem razão, não vou levar o senhor Giovanni ate a diretoria, afinal o ano letivo já se acabou- disse Pascoal soltando o braço de Giovanni- porém, a festa se acaba aqui, vocês estão com os hormônios a flor da pele, não precisam de festa, precisam de casa e um bom banho gelado.
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