Tudo Aconteceu Em Seattle
30 Tudo Aconteceu...
Notas iniciais
Pov. Anastasia Steele
—Humm-rosno que nem um gatinho, enquanto sinto Christian beija meu pescoço todo, dando pequenas mordidas as vezes.
—Acorda, baby. –sussurra na minha orelha e depois da uma mordidinha nela.
—Christian eu estou com sono. –digo sonolenta me virando na cama e coloco o travesseiro em meu rosto.
—Então deixa eu tirar esse sono. –diz e sinto o coberto ser tirado de cima de mim, tiro o travesseiro e vejo ele em cima de mim desabotoando sua blusa de linho branco. –Ontem eu te vesti, nada mais juto que eu te despir. –diz sorrindo que nem uma criança levada.
—Sou toda sua, Sr. Grey. –digo feliz por ver que seu humor está bom hoje, e também por que seu bom humor me despertou.
—Exatamente Srta. Steele, toda minha. –diz com a voz rouca é com os olhos escuros de desejo, termia de desbotoar o ultimo botão e se abaixa para me beijar.
Passo meus braços ao redor do seu pescoço o puxando mais para mim, ele se deita entre minhas pernas e cruzo-as ao redor de sua cintura, suas mãos vão para os meus seios. Gemo em meio ao beijo com o trabalho que ele faz em mim, sua língua na minha é o néctar divino dos deuses gregos e ele é o meu Apolo, quente como o deus do Sol.
—Tão pronta para mim, baby. –diz ele passando a mão por minha intimidade.
—Humm...Chris.- gemo querendo sentir logo ele dentro de mim, meu desejo está ultrapassando os limites por esse homem.
—Eu também estou louco, baby. –diz ele se separando de mim e retira qualquer peça de roupa que tinha.
Ele pega com força minha cintura, com força, e me vira na cama, rapidamente segura minhas mãos e as coloca na cabeceira.
—Segura firme, baby. –diz rouco no meu ouvido e me dá um tapa na bunda, retraio o corpo com a surpresa, mas depois me acomodo bem na cama, me preparando para Christian.
Ele se afasta um pouco de mim e começa a passa a mão por todo o meu corpo, acendendo ainda mais cada do meu corpo. Ele passa pelos meus seios e brinca com os meus mamilos com as pontas dos dedos, me fazendo arquear as costa para baixo para ter mais contanto, ele os aperta forte e quando me dou conta ele já está dentro de mim. Quase bato com a cara na parede com a força que entra em mim, mas logo seguro firme a madeira e começo a me movimenta com Christian.
Ele solto meus seios e segura minha cintura com força, aumenta a velocidade e logo sinto meu corpo começa a treme com a construção do orgasmo. Nossos gemidos, o som dos nossos corpos se chocando é o rangido da cama são os únicos sons presente no ambiente.
—Goze comigo, baby. –diz e sobe as mãos mais para cima na minhas costa e me puxa, me fazendo ficar de joelhos.
Nossos corpos colados e suados, o nosso cheiro espalhado pelo quarto e os gemidos me fazem explodir num orgasmos glorioso, sendo acompanhado por Christian que se derrama dentro de mim. Ele sai de dentro de mim e me puxa para se deita na cama junto com ele. Coloco minha cabeça em cima do seu peito e ele logo leva a mão aos meus cabelos, Christian empurra sua perna e logo coloco a minha por cima da dele. Coloco meu braço por cima da sua barriga e logo sua outra mão segura a minha enquanto a outra faz carinho em minha cabeça e desce pelos meus cabelos. Suspiro feliz e satisfeita por está aqui, nos braços dele e com o nosso pequeno baby crescendo dentro de mim.
—O que foi? –pergunta e vira o rosto para beija minha testa, fecho os olhos sentindo seus lábios na minha testa.
—Estou feliz de está aqui com você e com o nosso bebê. –digo levantando a cabeça com um sorriso gigante nos lábios, quando encontro os olhos cinza de Christian os vejo quase fora do rosto.
—O nosso bebê. Ele está bem? Eu machuquei vocês?- pergunta alarmado me puxando para me senta na cama com ele, passa os olhos por todo o meu corpo e suas mãos grudam na minha barriga.
—Estamos bem, Christian, não se preocupe. –digo com as mãos em cima das suas, sorrio para ele e encosto a testa na dele.
—Claro que me preocupo, baby, depois vamos ao medico para começa o pré-natal e tirar duvidas e...-me solto dele e saio da cama. –A onde vai? –pergunta desesperado.
—Toma um banho. –digo entro no banheiro, faço um coque no cabelo de frente ao grande espelho e pego a escova de Christian, passo a pasta e começo a escova os dentes.
Christian entra no banheiro e me abraça por traz, pelo espelho vejo seus olhos brilhando e o seu sorriso por me ver escovando os dentes com sua escova. Ele aperta seus braços a minha volta, nossos corpos nus colados, sua ereção nas minhas costas.
—Amo seu cheiro. –diz ele passando seu nariz pelo meu pescoço me causando arrepios.
—Obrigado. –digo depois de terminar de escovar a minha boca, depois de provocar ele rebolando quando me abaixei para enxaguar a boca.
Sorrio para ele e vou para o box. Tomo um banho quente enquanto ele me observa, as vezes me esqueço da sua presença e passo a mão pelo meu ventre e demoro um pouco a acariciando sorrindo que nem uma boba, meu filho está crescendo aqui, dentro de mim.
Termino meu banho sob os olhos atentos de Christian, saio do box e ele me enrola num roupão branco, beija minha testa e sai da minha frente, passo por ele que me dá um tapa na bunda. Dou um pulo com o susto e olho para traz, vendo ele liga o box, balanço a cabeça e sigo para o quarto, olho em volta e vejo uma pequena mala, pego ela e quando abro vejo roupas minhas. Que estranho. Visto um conjunto de roupa leve de frio, já que o apartamento está climatizado.
—Bom d...-para de fala quando vejo que ao lado de Taylor está minha madrinha e os pais de Christian.
—Ana! –Dinda corre até mim e quando vai me abraça eu dou um passo para traz. –Anastasia, por favor, me perdoa querida. Eu sei que eu fiz foi errado, mas eu vi nos olhos dele o quanto ele gostava de você, e eu acreditei que ele poderia fazer você feliz, eu acreditei que ele não ia fazer nada contra você. –diz mexendo no meu cabelo, enquanto suas lagrimas banham seu rosto e as minhas começa a molhar o meu, um soluço escapa da minha boca e logo a puxo para um abraço.
—Dinda. –sussurro em seu ouvido enquanto aperto ela em meus braços.
—Minha menina pequena. –diz ela e se separa de mim, pega meu braço e me puxa para o sofá. –Eu soube que passou mal e foi no hospital. –diz e coloca a mão na minha barriga, sorrio para ela e coloca minha por cima da sua. –Estou tão feliz, querida. –diz e me abraça.
—Eu também, mas enfim. –digo me separando dela. –O que fazem aqui? Aceitam algo para beber? –pergunto me virando para todos. –Se sentem, por favor. –digo e me levanto.
—Ana, querida, viemos aqui para conversa com você e...-
—Ana, cadê vo. –Christian para de falar quando vê que temos visitas, ele está com uma calça moletom preta, uma blusa azul escuro e descalço. –Mãe, pai, o que fazem aqui? –pergunta se aproximando e cumprimenta Grace com um abraço, que me surpreende, e um beijo, da um rápido abraço em Carrick e vem me abraça.
—Viemos conversa, filho. –fala Grace e todos nos sentamos, Taylor perto da minha madrinha, Carrick e Grace perto também e Christian me puxa para o seu colo, tento sair mais ele não deixa, fico um pouco sem graça com isso.
—Sobre o que? –pergunta ele fazendo carinho na minha coxa com os dedos.
—Sobre o seu passado, filho, todo ele. –diz Carrick e sinto Christian fica tento, ele me tira do seu colo e me põe sentada ao seu lado. –Todos aqui sabemos um pedaço, mas não ele por completo.
—Filho, sabemos que é difícil para você, mas saiba que estaremos do seu lado, mas merecemos a verdade. –diz Grace aflita com a reação do filho, Christian se levanta e vai para a janela que fica um pouco distante. Me levanto e vou atrás dele.
—Baby, qual o problema? –pergunto o abraçando por traz, deito a cabeça em suas costas largas e sinto suas mãos sobre as minhas as apertando. –Christian, eu tô aqui com você, todos nos estamos.
—Eu tenho medo. –diz e me puxa para sua frente. Pega meu rosto em suas mãos e o acaricia, olhando cada detalhe como se fosse a ultima vez que fizesse isso. – Você me deixou quando contei um pouco sobre meu passado de merda, não quero que vá embora de novo. Eu vivi em uma noite fria e sem fim desde que saiu por aquela porta. –diz e fecha os olhos pela lembrança da dor e isso me parte o coração. Seguro seu rosto e ele abre os olhos.
—Eu peço desculpa, mas eu precisava de um tempo para absorve tudo o que me disse e até agora nos não conversamos direito sobre isso, sobre tudo e pelo que vejo tem mais coisas para serem reveladas e eu prometo para você, vou está do seu lado e não vou embora. –digo sincera, olhando em seus olhos que mesmo mostrando medo se aliviam um pouco com as minhas palavras. Fico na ponta dos dedos e puxo seu rosto para mim, movo meus lábios em sincronia com o seus e quando ele começa a intensifica o beijo eu o paro.
—Tudo bem, baby. Não consigo dizer não para você. –diz ele suspirando e sorrio para ele. Ele pega em minha mão e juntos voltamos para o sofá.
—Eu estou do seu lado. Sempre. –digo baixinho no seu ouvido.
—Tudo aconteceu quando eu tinha quinze anos, naquela época como vocês se lembram eu era um jovem problemático e rebelde. –diz ele e olha para os pais. –Naquela época eu não me aceitava, não aceitava o amor de vocês, não conseguia aceita está em uma família perfeita e ser imperfeito, eu me sentia a ovelha negra e completamente perdida em um rebanho todo branco e perfeito. Eu me metia em brigas e confusões para tenta tirar a raiva por não ser como vocês mereciam que eu fosse, para tenta apaga a infância de merda que tive junto com a prostitua viciada e drogada com o cafetão, mas eu não conseguia, até que...-ele para nervoso e olha para Carrick e Grace, ela está com os olhos vermelhos e algumas lagrimas caem por seus olhos, Carrick por sua vez está com o braço em volta da esposa, tentando acalma ela, os dois olham para Christian com o olha magoado e triste.
—Eu to aqui com você. –falo fazendo carinho em sua mão.
—Até que o que, Christian? –pergunta Grace com a voz embolada.
—Eu me meti em uma encrenca feia e vocês já não sabia o que fazer comigo, aí ela apareceu. –diz e passa a mão pelos cabelos acobreado. –Elena Lincoln.
—Christian, o que está dizendo com isso? O que ela tem a ver com tudo isso? –Grace pergunta com a voz um pouco alterada. Christian não responde nada, apenas aperta minha mão. –RESPONDE!
—Grace, se acalme. –diz Carrick e a puxa para se senta novamente, ao seu lado.
—Ela me chamou para limpa o entulho que a reforma na casa dela, como um castigo pelo que eu tinha feito na época e você aceitou, pensando que seria bom para mim. –diz e Grace se remexe desconfortável. Isso não vai acaba muito bem. –Eu trabalhei alguns dias e em uma tarde quente daquele verão, eu estava limpando o jardim e ela apareceu e me ofereceu uma limonada, quando eu fui passa para dentro da casa, Elena me puxou e me beijou.
Os pais de Christian arregalam os olhos, Gail e Taylor ficam surpresos também, mas tentam se manter neutros. Confesso que estou muito surpresa e em coque, aquele projeto de puta idosa é também uma molestadora? Meu Deus. Estou horrorizada com isso tudo, ou melhor, com o pouco que ele acabou de conta, meu Christian, o meu menino perdido foi molestado e perdeu a adolescência por essa loira platinada do século passado. Olho para Grace e a vejo em estado de choque com o que acabou de escutar, eu também estaria ao saber que a minha amiga, de certo modo me convenceu a deixa ela a molesta o meu filho.
—Depois eu me afastei surpreso pelo ato dela, mas ela me mostrou e contou que poderia me ajuda com tudo, com o que eu estava passando. Ela me apresentou ao mundo BDSM.
—O que isso quer dizer? –pergunta Carrick.
—Bondage, Disciplina, Dominação, Submissão, Sadismo e Masoquismo. –Christian responde olhando para os pais que ficam pálidos.
—Continue. –diz Grace com a voz fria, Christian olha para ela e assente com a cabeça. Ele aperta minha mão, mas eu to completamente anestesiada, fico olhando para Seattle pela janela, esperando Christian continua.
—Ela me explicou sobre esse mundo e como ele me ajudaria a liberar minha raiva, quando eu compreendi ela me perguntou se eu queria entra nele como seu submisso, eu aceitei. –Grace murmura um não entre o soluço e abraça Carrick. –Depois disso eu mudei, mudei completamente o meu comportamento, com a ajuda dela eu consegui me controlar, a mim mesmo, o meu corpo e minha mente. –diz e se levanta, começa a anda pela sala e passa a mão pelo cabelo algumas vezes, nervoso. Olha para os pais e se vira para mim. A única coisa que penso é. Por que? Por que aceitou isso se podia pedir a ajuda dos pais?
—Quanto tempo? Quanto tempo vocês faziam isso por debaixo do meu nariz? –pergunta Grace se levantando e anda até Christian, ficando de frente para ele.
—Seis anos. –responde olhando para a mãe.
—Seu moleque. –diz Grace brava depois de dar um tapa na cara de Christian, surpreendendo a todos na sala, olho boquiaberta para eles dois. –Eu te amo, seu pai de ama, toda a nossa família te ama, se tinha algo acontecendo era só ter falando com a gente, SUA FAMILIA. Não sabíamos que se sentia assim, mas se tivesse nos dito, nos ajudaríamos você ao invés de pensa que estava que estava tudo bem com você, que era só uma fase rebelde de adolescente. Por Deus, você poderia ter se matado e eu pensava que estaria que era por outro motivo ao invés que estava com problemas e não fui boa mãe o suficiente para perceber isso e ter te ajudado, mas foi pior, você deixou aquela, aquela... ah... nem sei o que chama aquela mulher. –diz Grace exasperada enquanto Christian está com a cabeça virada na direção onde parou depois do tapa. Carrick se levanta e a puxa para um abraço.
—Christian como pode fazer isso com você mesmo, poderia ter nos contado, teríamos te ajudado e o pior, além de você ser apenas um adolescente, Elena era casada naquela época. –diz Carrick, com os braços ao redor de Grace.
—A gente terminou quando Lincoln descobriu tudo e se separou de Elena, ele não sabe que eu era o submisso dela, mas além disso eu já ia terminar. Com o tempo que passamos juntos eu gostei desse mundo e queria ser um Dominador ao invés de Submisso, então depois Elena me ajudou a encontrar Submissas e tudo o que eu precisaria. Continuei assim por anos até que encontrei, Ana, é tudo mudou, a minha vida mudou depois dela, quer dizer o cheiro dela. Um tempo antes do baile, Taylor e Gail foram busca ela no aeroporto e depois quando eu sai do escritório e entrei no carro senti o seu cheiro e foi ai que tudo começou, todas as noites eu não dormia direito, pensando e imaginando como seria a dona do perfume tão doce que não sai do meu nariz. –diz ele e se vira na minha direção, se ajoelha diante de mim e pega minhas mãos.
—Eu me apaixonei por você e depois de um tempo conhecendo a ótima pessoa que você é, vi que todo o meu passado de merda com Elena foi errado, esse mundo que ela me abriu as portas, não me serviu de nada, mas você serve, você que é a luz na minha vida escura. Foi você que me ajudou a ver que eu posso sim receber amor e dar amor, e eu amo muito você. Com o seu amor me fez ver que eu sou amado pela minha família e que o meu passado não importa e não impede das pessoas me amarem. Eu mudei, baby, mudei e vi que eu fiz foi errado, muito errado e me arrependo disso, ainda mais por que isso magoa as pessoas que amo.
Ele se senta em cima das pernas e solta minhas mãos, a cabeça baixa e a sala se rompe em um silencio sufocante.
Ah meu menino perdido.
Mesmo com o estomago embrulhado por essa historia, pelo que aquela loira metida a Barbie versão para idosos fez com o meu pequeno menino que já sofreu na infância, que pelo que entendi, a mãe viciada e um homem que deve ter feito coisas horríveis com ele, e algo em mim me diz que tem relação com as cicatrizes que ele carrega. Vendo ele assim, tão indefeso, tão quebrado por ter contando tudo isso para os pais, para mim, deve ter sido muito difícil para ele. Tudo o que ele precisa agora é amor.
Me ajoelho em sua frente e o puxo para os meus braços, abraço seu pescoço e ele rodeia minha cintura surpreso, pelo meu ato. Sinto seu cheiro e aperto mais ele contra mim, tentando transmiti todo o meu amor e carinho. Olho sobre meus braços para os pais de Christian e chamo eles com um leve aceno com a cabeça. Mesmo com magoa por tudo o que descobrirem eles caminham até nos, me viro para minha madrinha e padrinho e sussurro um obrigado, eles sorriem e saem para a ala dos funcionários.
—Ah Christian...-diz Grace e o puxa para os seus braços. Grace o envolve e Carrick abraças os dois. Me levanto e Grace me olha e aponto com a cabeça para a cozinha, ela balança a cabeça e eu saio, eles precisam conversar, uma conversa em família que já devia ter acontecido a muitos anos atrás.
Pov. Grace Grey
—Filho, está tudo bem, está tudo bem. –murmuro embalando ele nos meus braços, Carrick está nos abraçando e balança o corpo no meu ritmo.
—Me perdoa, mamãe, eu não mereço na...-
—Shiiii, vem. Vamos nos senta e conversar. –digo me afastando dele que assente. Ele se levanta e Carrick e ele me ajudam a levanta, e juntos nos sentamos no sofá, Christian na minha frente e Carrick, me abraçando por traz.
—Christian, filho, por que não nos contou o que estava sentindo? Nos teríamos te ajudado. –pergunta Carrick, seguro as mãos do meu menino e vejo em seus olhos o mesmo medo, o terror e o olhar perdido que vi no menino de quatro anos, todo desnutrido e assustado, depois de passar alguns dias ao lado da mãe morta. O meu menino, passo a mão pelo seu rosto.
—Pode falar, filho. –peço para ele ajeitando seu cabelo, dando-lhe um sorriso.
—Eu não queria mancha vocês com a minha escuridão, eu não me sentia merecedor de nada de bom de vocês ou qualquer outra pessoa. A prostituta e o cafetão me tiraram tudo de bom, mas quando eu vi a senhora pela primeira vez, senti que tinha encontrado um anjo e depois de você ter cuidado de mim, junto com o papai e o Elliot e logo depois com a Mia, eu ainda não conseguia aceita, ainda mais vendo que Elliot e Mia sempre foram tão bons e puros e eu cheia de escuridão sem saber como tirar isso de mim. Apenas quando Elena e eu fazíamos aquilo, e ela me batia e me surrava, que eu aceitava tudo, que eu sentia que merecia tudo aquilo.
—Ah meu filho...-Carrick me solta e se senta do outro lado de Christian e o abraça, eu me derramo em lagrimas e cobro a boca com as mãos, na tentativa de abafa os soluços.
O meu menino estava tão perdido e eu nem pude ajuda, nem fazer nada por ele.
—Filho, você merece tudo de bom, você é mais que merecedor do nosso amor, você só tem que aceita filho, aceita o nosso amor. –diz Carrick segurando o rosto do nosso menino.
—Me perdoa filho. –digo limpando meu rosto, os dois olham para mim confusos. –Se eu tivesse sido mais presente, tivesse conversado mais com você. Talvez você não se sentisse assim e não tivesse passado tud...-Christian me interrompe me puxando para o seu peito, onde choro mais ainda. –Me perdoa meu menino, me perdoa.
—Não, mãe, não. Eu que peço perdão a vocês dois por ter feito tudo o que fiz, eu me arrependo e prometo fazer de tudo para compensar e fazerem vocês se orgulharem de mim. –diz ele puxando Carrick para o nosso abraço. Solto um sorriso em meio as lagrimas.
—Você já nos da orgulho filho. –diz Carrick com lagrimas nos olhos. –Só prometa que agora contara tudo o que senti, os seus medos, receios e tudo mais.
—Eu prometo. –diz ele e beija a nossas cabeças.
Pov. Anastasia Steele
—Quer ajuda, querida?-pergunta minha madrinha enquanto eu procurava os ingredientes para fazer o almoço.
—Sim, eu quero preparar o prato preferido de Christian para o almoço, mas agora me dei conta de que não sei qual é. –falo me virando para ela, sem graça por ter me tocado de algo que deveria saber, mas não sei.
—Deixa que eu faço, e você me ajuda, pode ser?-pergunta e concordo com a cabeça.
—Pode. –digo e me sento na bancada enquanto ela pega as coisas para fazer o almoço.
—Você me perdoa, querida, por não ter contado? Eu só queria o seu bem, e Christian me mostrou em seus olhos o quanto gostava de você. –pergunta ela depois que coloca um recipiente na bancada.
—Eu entendo, dinda, e depois de tudo o que Christian contou, eu só quero cuidar dele. –digo para ela que sorri e começa a preparar o almoço.
Eu a ajudo no que ela me pede e depois de um tempo, Taylor aparece na cozinha e eu converso com ele, digo que está tudo bem, o importante é que tudo no final deu tudo certo. Eu convenço ele a nos ajuda e logo o almoço está pronto, só fiquei triste, pois, eles disseram que iriam sair, para almoçar com a filha de Taylor, me despedi deles e fui para a sala e bem na hora o elevador apita, olho para Christian, Grace e Carrick e eles param de conversar e olham para o elevador.
—Eu amo a comida da Sra. Jones. –fala Elliot entrando com Kate e Mia em baixo dos seus braços. Sorrio vendo eles e corro para abraça-los.
—Ana. –gritam Kate e Mia e me abraçam.
—A família reunida, que maravilha. –diz Grace se levantado e vindo abraça os filhos e Kate, me solto das meninas e me viro para Christian que me olha esperando minha reação. Sorrio para ele é corro para os seus braços, ele me pega e me gira e me põe no chão.
—Eu te amo. –falo em seu ouvido, e o sinto sorri contra o meu pescoço.
—Eu também te amo, baby, muito. –diz e me aperta mais ainda em seus braços.
—Está bem gente, vamos comer primeiro, depois vocês partem para a sobremesa doce de vocês aí. –diz Elliot e sinto Christian bufa, rio deles e da reação do meu menino marrento.
—Vamos, Elliot. –digo sorrindo e me solto de Christian, e juntos vamos para a mesa para um almoço em família, depois de tanta lagrima, revelações e conversa, vamos ter uma felicidade e o prazer de desfrutar um momento em família, sem nada no passado para impedir.
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