Notas iniciais
Oi oi amores Sei que vocês estão com raiva de mim pela demora, mas estive com uns problemas, a escola não ajuda e ainda to com um bloqueio horrível. Terminei quase agora o capítulo, foi complicado pois acho que eu estou perdendo o jeito, mas fiz o melhor que eu pude no momento, vou tentar melhorar no próximo e fazer ele mais grande que esse. Se quiserem podem me xingar, sei que mereço pela demora. Enfim Boa Leitura.

Pov. Christian Grey

Depois que meus pais foram embora eu levei Ana nos meus braços para o nosso quarto e fizemos amor até a metade da madrugada. Naquela mesma noite, enquanto Ana dormia tranquilamente em meus braços, protegida e segura, eu alisava sua barriga pensando que agora somos três. Ana, o nosso bebê e eu. Beijo seu pescoço e ajeito minha cabeça na curva do seu pescoço com o ombro. É tão surreal Anastasia está gravida é de um filho meu, nunca imaginei na minha vida ter alguém do meu lado, ou então amar ou ser amado, mas aqui com ela nos meus braços é a prova de que eu posso ser feliz.

Antes de tudo, de Ana, de Elena e até mesmo antes dos Grey, no primeiro dia que a minha mãe biológica estava morta e eu ficava do seu lado esperando ela acorda, com o meu coberto, cobrindo nos dois eu apenas sentia um vazio, um buraco sem fundo, sem largura, sem nada, apenas um vazio dentro de mim. Não entendia o porque de ser maltratado por aquele homem e muito menos o porque da minha própria mãe, a pessoa que devia me proteger e me amar incondicionalmente não fazia nada por mim quando eu sofria nas mãos nojentas daquele cafetão que me tratava como lixo e a ela também.

Depois de tanto apanhar como um saco de batatas velho, ser usado por pessoas que eu nem conhecia e também por quem conhecia e amava tudo acabou, a situação em si e a mim também, os Grey me adotaram e eu poderia seguir em frente. Eu cresci cercado de amor, mas eu não conseguia aceitar ele e também não me sentia merecedor, pelo simples motivo, como eu poderia aceitar tal sentimento se me fizeram ver que eu sou um lixo humano incapaz de merecer algo de bom? Ainda mais de pessoas ao meu redor que são boas.

Passei minha vida inteira assim, mesmo com tudo o que faziam por mim eu não aceitavam, eu não merecia e meu passado não me assombrava, ele me lembrava que eu não era digno de nada, e quando a vida não tirava de mim eu fazia questão de me afasta ou fazia alguma merda que as tirasse da minha vida com magoa e raiva de mim, um ótimo exemplo disso são as minhas ex-submissas. Eu não fazia ideia de como me apegar a alguém ou receber algo bom, pois, o que aqueles dois me ensinaram foi que se eu me apego eu perco elas ou sou maltratado ou abandonado, como fizeram comigo, acho que por isso que me distanciei o máximo que dava dos Grey quando consegui erguer a Grey House, não queria perder eles, então os mantive afastados para que mesmo, indiretamente, eles estejam na minha vida, mas sem o risco de saírem completamente dela.

Anastasia Steele. A única mulher que me fez ver como estava errado, mesmo eu a machucando ela ainda se manteve lá por mim, mesmo com a raiva e a magoa que a fiz sentir não contando sobre mim, sobre meu passado e tudo mais ela ainda ficou por mim, mesmo depois de tudo, ela me deu todas as chances possíveis e eu vou me mata a cada dia pra valer a pena tudo o que ela passou por mim. A partir de agora vou dedicar cada segundo da minha vida pra fazer da dela a mais feliz de todas, que cada momento seja único e inesquecível, assim como ela faz comigo, mas vamos ter o nosso baby e eu vou me dedicar ao máximo para os dois.

Os dias se passaram e neles tive varias discussões para Ana entender que morar aqui comigo, no Escala, e muito melhor pra ela e pro bebê, e também ela voltou a ser minha e nem se o inferno congela que eu vou deixa minha mulher e meu filho longe de mim. Mesmo ela ficando com raiva, eu consegui no final e na quinta feira mesmo, todas as coisas dela já estavam no nosso apartamento, inclusive o pulguento.

Amanhã é sábado, o dia do jogos dos Marines e como combinado eu mandei o jato até Montesano para pega meus sogros, Raymond aceitou meu convite para ver o jogo comigo, meu pai, meu irmão e o irmão de Kate, a amiga de Ana, eles vão ficar até domingo aqui conosco. A única coisa que me deixa aflito é a reação deles quando contarmos que eles vão ser avôs, pois além de Ana ser a única filha deles, a gente não tem muito tempo que está junto, sei que independente da reação deles eu vou está com Anastasia.

Estou terminado de ver um dos vários projetos que minha equipe está desenvolvendo a energia solar quando Ana coloca a cabeça entre a porta, largo o papel e a chamo com a mão, ela sorri e vem na minha direção toda arrumada e linda como sempre. Abro meus braços e ela se encaixa no meu colo me abraça pela cintura, passo meus braços ao seu redor e aspiro seu doce cheiro de baunilha.

— O que foi, baby? –pergunto alisado seus macios e sedosos cabelos.

— Estou nervosa com a reação dos meus pais, é se eles não gostarem Christian? –levanta a cabeça e me olha com aflição. Levo minha mão para o se rosto e faça leves caricias por sua pele macia.

— Claro que eles vão gostar, baby, tenho certeza disso agora seu pai vai querer corta meu pau fora por ter engravidado a princesinha dele. –digo tentando anima ela, mas falo meu medo também, pra mim e importante que os pais dela gostem da vinda do nosso filho, eu tenho uma enorme gratidão com Carla e Ray por terem concebido e criado tão bem a coisa mais valiosa que tenho. Ana ri e se ajeita no meu colo, passa seus braços em meu pescoço e me dá um beijo no nariz.

— Está com medo do meu pai, Sr. Grey? –pergunta esboçando um genuíno sorriso, passo meus braços por sua cintura, a trazendo para mais perto de mim e beijo seu pescoço.

— Não muito, Srta. Steele, mas preso muito a opinião dos meus sogros. –beijo sua boca antes que ela comece a pensa coisas negativas.

— Entre. –falo me separando a contra gosto dos lábios de Ana quando escuto baterem na porta.

— Os pais de Ana chegaram, Sr. Grey. –Gail avisa contente e logo se retira.

— Está na hora. –fala e se levanta, arruma seu vestido e me estende a mão.

— Eu vou está aqui com você, baby, não há o que temer. –falo pegando sua mão quando me levanto e a puxo para um rápido beijo.

— Obrigado. –suspira quando nos separamos e saímos do escritório de mãos dadas para receber os Steele.

— Papai. –Ana se solta de mim e corre para abraça Ray que estava olhando para Seattle pelas janelas. – Que saudades, o senhor está bem?

— Carla é um prazer revela. –digo enquanto Ana enche o pai de perguntas, Carla cora levemente quando beijo sua mão.

— O prazer é meu Christian, sempre tão cavalheiro hein. –sorrio para ela e indico o sofá com o braço.

— Mamãe. – Ana se desprende do pai e vai abraça a mãe, aproveito e vou cumprimenta Ray.

— Como está Raymond? –pergunto estendo a mão que ele aperta prontamente.

— Melhor do que nunca, rapaz, é com certeza vou está melhor amanhã. –sorri empolgado com o jogo de amanhã.

— Não duvido, vamos nos senta enquanto o jantar não é servido. –convido e logo estamos todos sentados, Ana do meu lado e seus pais do lado dela.

— Então alguma novidade desde a ultima vez em que nos vimos? –pergunta Carla passando a mão nos cabelos da filha. Sinto Ana fica tensa e aperto sua mão para tranquiliza-la.

— Bem...-ela olha para os pais é depois para mim, sei que ela quer acaba logo com isso, está mais ansiosa do que nervosa com a reação deles e pra falar a verdade, eu também.

— Tudo bem, eu estou aqui. –falo próximo ao seu ouvido, me endireito no sofá e passo meu braço pela sua cintura e descanso minha mão em sua barriga, Raymond acompanha meu movimento e tenho certeza que já está trabalhando em algumas teorias.

—Mãe...-Ana pega a mão de Carla e depois a de Ray. –Pai... Christian e eu temos...Quer dizer...-gagueja, sinto o quanto está sendo difícil conta para eles, seu corpo está que nem pedra.

— Respira baby.- sussurro em seu ouvido e ela suspira fundo.

— Seja o que for a gente vai está do seu lado, querida, sabe disso. Agora respira fundo e nos conte. –

— Eu estou gravida. –solta depois de um longo suspiro, solta as mãos dos pais e coloca as dela em cima da minha. – Christian e eu estamos esperando um bebê, o neto de vocês.

— Ai meu Deus. –Carla assim como Raymond arregalam os olhos e ficam brancos que nem papel.

— Eu sei que é muito cedo e que a gen...-Carla puxa Ana para os seus braços, me afasto um pouco e aproveito que Ray abraça as duas para sair da sala, eles precisam de um momento só deles.

Vou para a cozinha e me sento na bancada, observo eles de longe. Agora que todos já sabem da gravidez e que Ana está morando aqui comigo, tenho quase tudo o que quero, por hora. Depois de uns minutos Gail avisa que o janta está pronto e me dirijo a mesa, logo Ana e meus sogros se juntaram a mim.

— Sorte sua que eu fui com a sua cara rapaz, porque se não, teria que pega minha velha pistola por engravida minha menininha. –fala Ray me olhando com um sorriso um tanto quanto presunçoso e sei muito bem da capacidade de um militar do porte dele, não pensaria duas vezes antes de atirar em mim se fizesse algo com Ana.

— Papai! –repreende Ana servindo um prato para mim.

— Fico feliz. –digo e começo a comer.

— Mas quero que fique ciente que se fizer minha filha sofrer...

— Tem a minha palavra que a única coisa que pretendo e fazer Ana e meu filho felizes e se um dia eu a machucar serei o primeiro a me punir. –falo mais que seguro. Já machuquei Ana demais, ela já sofreu muito por mim e agora que ela me aceitou e me perdoou por tudo vou compensa-la a fazendo feliz todos os dias de sua vida.

— Por isso que fui com a sua cara, filho. –diz sorrindo orgulhoso e começa a comer. Logo Ray e Carla começaram a me contar sobre como Ana era quando pequena, deixando minha baby toda vermelha.

O jantar foi muito interessante, pude conhecer ainda mais como Anastasia era e isso só me fez ama-la ainda mais. Minha baby era muito mais bonita por dentro do que imaginava, adorava fazer trabalhos voluntários no asilo e orfanato da cidade, ajudava Carla e as vizinhas com a casa e sempre estava dispostas a ajudar a quem precisasse. Ela sempre se dedicava a ajuda e isso me orgulha muito, pois o mundo precisava de mais pessoas como ela, para que nenhuma criança passe pelo que eu passei.

No dia seguinte eu tive que deixa Ana na casa dos meus pais, logo depois do café. Mia e Kate queria fazer um dia de mulheres, aproveitando que Carla estava aqui, enquanto os homens iam para o jogo, claro que eu não queria deixa Ana aos cuidados da louca da minha irmã e da minha cunhada, mas o que me conforta e que minha mãe, Carla e Gail vão estar lá e se acontecer qualquer coisa seriei avisado.

—Assim que o jogo acabar, vou te buscar. –falo depois que a puxo para um canto mais afastado dos outros que conversam animados sobre o dia. Ela me olha entediada e assente.

—Entendido senhor. –fecho a cara e logo ela se estica e passo os braços ao redor do meu pescoço. –Brincadeirinha, também vou sentir sua falta. –me da um selinho que logo transformo em um beijo, nunca vou me cansar dos seus lábios, do seu gosto, do seu corpo quente junto ao meu. Ana é uma parte de mim, e mais importante que meus órgãos vitais. Terminamos o beijo ofegantes e aos gritos de Mia e Kate, querendo minha Ana.

—Preciso ir, assim que acabar o jogo vem voando me busca. –fala fazendo carinho no meu rosto. –Amo você.

— Também amo você. –digo com um pequeno sorriso, eu amo ouvir essas palavras saírem da sua boca.

Voltamos para perto de todos e começamos a nos despedir, depois nos dividimos em dois carros, Elliot levou Ethan e meu pai e Ray vieram comigo. No caminho fomos conversando sobre o jogo e o quanto ele seria decisivo para os Marines, e conforme o tempo foi passando eu fui relaxando e curtindo a companhia do meu pai e do meu sogro. O jogo será contra os Yankess de Nova Iorque, o jogo está marcado para as nove da manhã, quando chegamos no estádio ainda faltava vinte minutos.

Entramos e fomos para a loja do clube, compramos camisetas, dedões, broches e bonés, mesmo com as palhaçadas de Elliot eu até que estava me divertindo muito, como nunca me diverti na vida, bem, tirando quando estou com a minha baby, com ela tudo se torna divertido e interessante.

—Vamos comprar o combustível, porque hoje o jogo promete. –Elliot chama indo na frente.

—Fico feliz que tenha aceitado vir conosco, filho. –fala meu pai me esperando enquanto pago as compras.

—Também estou, pai. –sorrio pra ele, e ao olhar em seus olhos vejo o brilho de orgulho que ilumina todo o seu rosto, ele balança a cabeça e depois da um tapa nas minhas costas para depois ir atrás dos outros que já estava longe.

—Aqui senhor, tenha um bom jogo. –diz o garoto me entregando o meu cartão e duas sacolas grandes.

—Obrigado. –guardo o cartão na carteira e entrego para Taylor as sacolas, ele as pega e segue em direção da saída e eu vou atrás dos outros, animado com o dia que está apenas no começo.

Notas finais
E aí? O que acharam? No próximo vou tentar fazer um pouco maior. Não sei quando eu volto a dar as caras aqui, mas tô trabalhando em todas as fic's, as que eu for acabando primeiro eu to postando então espero volta aqui em breve. AVISO!!! Gente eu só queria dizer para vocês que leem minhas fic's e que tem problemas com a vida e que buscam viajar para outro mundo lendo ou escrevendo, que se um dia alguém o convidar para esse jogo da baleia azul, não entrem, mesmo estando num momento extremante difícil, e que nada os faça melhorar, esse jogo não vai ser a solução. A solução e ficar ao lado de pessoas que nos querem bem e fazer atividades que nos fazem bem. Espero muito que nenhum de vocês estejam em uma fase complicada, mas se estiverem e quiserem conversar com alguém, eu vou sempre está por aqui S2. Comentem o que acharam! Favoritem se gostaram!! Recomendem se amaram!!! Beijocas
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.