Tudo Aconteceu Em Seattle

29 O Passado Está No Passado


Notas iniciais
Oi amores, tudo bem? Feliz Natal atrasado e um feliz ano novo. Me desculpe pelo atraso, mas eu atualizar minhas fic's no Natal, mas o site não me ajudou. Eu abria e não conseguia colocar o texto para postar, ontem mandei uma mensagem para o suporte e hoje eles resolveram o problema e por isso apareci hoje. Me desculpem mesmo. Bom eu já me resolvi aqui e como to de ferias tenho muito tempo para me dedicar as minhas fic's, só peço paciência pois tenho muitas, mas em breve vou vim com mais capítulos. Boa leitura.

Pov. Grace Grey

—Como está o quadro da minha nora Fernando? –pergunto assim que o vejo sair do quarto dela. Todos estamos aflito por noticias, principalmente o meu menino que deixei na sala de espera quase arrancando os cabelos.

—Não foi nada de mais Dra. Grey, apenas uma queda de pressão que já está normal agora e a paciente já acordou, mas mandei fazer alguns exames e o de sangue apontou isso. –diz e me entrega uma folha.

—Meu Deus! –digo surpresa vendo um Positivo no quadrado onde indica se está gravida ou não.

—Mais tarde vai sair os resultados dos outros exames. –diz Fernando me tirando da bola que se formou ao meu redor.

—Claro, obrigado Fernando. Eu vou falar um pouco com ela e depois vou falar com a minha família, se não for muito gostaria que continue como o medico responsável por Ana. –digo dobrando o papel.

—Por mim tudo bem, Dra. –diz sorrindo, lhe agradeço mais uma vez e antes de sair disse que volta informando o resultado dos exames.

—Posso entrar? –pergunto depois de bater na porta e coloco a cabeça para dentro vendo Ana deitada olhando para a janela, mas se vira em minha direção e sorri enquanto acena que sim com a cabeça. –Como se sente querida? –pergunto me sentando na cadeira ao lado da cama e pego sua mão na minha.

—Estou bem Grace. –diz sorrindo tímida com o rosto levemente rosado. Passo minha outra mão pelo seu rosto delicado, eu amo essa menina como se fosse minha filha, Ana é um amor de pessoa é impossível não gostar dela.

—Oh minha querida, não sabe o susto que nos deu, fiquei muito preocupada com você. –digo segurando uma vontade de chorar, quando a vi desfalecer e cair nos braços de Christian pensei logo no pior, eu não queria perde esse doce de pessoa que tenho como filha.

—Me desculpe, não queria causar nenhum incomodo. –diz abaixando a cabeça. Levanto ela pelo queixo a fazendo olhar em meus olhos.

—Não há necessidade de se desculpa querida, não causou nenhum incomodo apenas preocupação. Anastasia quero que entenda que a gente só se preocupa com quem a gente ama é quer bem, e eu tenho você como uma filha, tanto eu quanto Carrick temos você como um dos nossos filhos, que como nós também adoram você. Principalmente Christian. –digo e vejo seus olhos se encherem de lágrimas conforme vou falando, mas quando toco no nome de Christian as lágrimas caem molhando seu rosto. Ela está sofrendo tanto quanto o meu menino.

Não digo nada, apenas me levanto e me sento na cama, e a puxo para os meus braços. Ela não resistiu e permitiu que eu a aconchegasse em meu peito, fui fazendo carinho em suas costas enquanto deixava que o choro levasse tudo o que sentia e depois a deixasse mais leve para receber a grande notícia. Apesar do choque inicial eu estou muito feliz. Meu Deus! Eu vou ser avó! E quem vai me dá ele vai ser Christian! Sempre pensei que primeiro iria ser Elliot por ser o mais velho e o mais solto com as mulheres, e para ser sincera eu desconfiava sobre sua opção sexual, por isso não colocava muita fé também, mas depois de ver ele junto com Ana, o seu olhar, a paixão que tinha dentro deles que só tinha atenção para ela vi que meu filho não era homossexual e sim apenas um homem reservado que estava a espera do amor, e agora esse amor rendeu um fruto. Essa criança vai trazer muita alegria a eles e a nossa família, ao meu Deus a minha ficha ainda não caiu que logo vou ter um netinho ou netinha nos meus braços para poder mimar a vontade.

—Querida, já está melhor? -pergunto depois de um tempinho. Ela se afasta e limpa o rosto que tá vermelho por conta do choro recente.

—Estou, obrigada. -diz sorrindo triste, sorrio para ela e seguro suas duas mãos, estou nervosa para dar essa notícia a ela mesmo sabendo que ela vai ficar feliz.

—Então Ana, você se lembra que desmaiou, certo? -começo.

—Sim, estava numa discussão com Christian por causa do seu ciúmes e do nada comecei a me sentir tonta e desmaiei. -diz me olhando meio perdida.

—Bom um amigo e colega de trabalho atendeu você é o seu desmaio foi por conta da queda da sua pressão, ele fez alguns exames e mo de sangue apontou uma coisa. -digo parando na parte mais importante, pois, não sei muito bem como dizer a ela que está carregando um pedacinho do meu filho junto com ela no ventre.

—Que coisa? E grave? Eu corro risco de morrer? -me pergunta aflita, sorrio com as perguntas.

—Você Anastasia corre risco muito alto de felicidade. -digo emocionada e toco sua barriga com a mão e logo ela arregala os olhos e coloca a mão por cima da minha.

—Eu estou...-ela para esperando minha confirmação.

—Está querida, e não sabe o tamanho da minha felicidade ao descobrir que serei avó. Muito obrigado por me trazer essa alegria que é um neto ainda mais sedo seu com o meu Christian. -digo e começo a dar risada de tamanha a minha felicidade, Ana também começa a sorri e logo estamos abraçadas dando risada.

—Meu Deus! Eu vou ser mãe! Vou ser mãe de um filho do Christian! -diz ela quando nos deparamos, toda empolgada.

—Vai, vai sim querida, mas você não acha que o futuro papai também merece saber essa noticia maravilhosa? -pergunto sorrindo e ela assente freneticamente enquanto passas as mãos pelo ventre. -Eu vou chama-lo e você conta a ele, está bem?

—Claro. -diz olhando para a barriga ainda lisa. Sorrio vendo isso e saio da sala para ir chama os homens que estão a espera e depois tenho que ligar para o resto da família e avisa sobre o que aconteceu, mas eles vão ter que vir aqui para ouvirem da boca da futura mamãe. Sorrio no meio do caminho, eu vou ser avó, que coisa maravilhosamente incrível.

Pov. Anastasia Steele

VOU. SER. MÃE!!!

Meu Deus!

Eu não acredito que vou ter um filho do Christian, o homem que eu amo. Apesar do choque inicial eu estou muito feliz, nunca pensei em ter um filho ainda mais agora que falta pouco tempo para me formar na faculdade. Sempre fiz tantos planos para a minha carreira profissional, planos e metas do que eu gostaria de fazer quando estivesse formada, mas um filho antes mesmo disso não estava nos meus planos. Ter um bebê tem que ter muita responsabilidade para pode criar ele, mas apesar das circunstâncias eu estou muito feliz, esse bebê vai ser muito amado, mesmo tendo descoberto da sua existência em menos de vinte minutos o meu coração já o ama mais que tudo nessa vida. Fico lá sentada com as mão na minha barriga encantada como meu filho que está se desenvolvendo em mim.

— Ah baby, não imagina o susto que me deu. –diz Christian assim que fica ao meu lado na cama, ele pega minha mão entre a suas e eu sorrio para ele radiante, eu vou ser mãe de um filho dele. Não tem felicidade maior. Ele se aproxima de mim e me beija com desespero que aos poucos vai se acalmando e se tornando carinhoso e terno. Terminamos o beijo e ele encosta sua testa na minha e ficamos nos olhando, eu não consigo tirar o sorriso do rosto e a felicidade que estou sentindo quero que ele sinta também por isso falo de uma vez.

—Eu estou grávida Christian. –falo alegre para ele que fica paralisado, logo seu rosto vai ficando pálido.

—O que? –murmura incrédulo, ele tomba para trás caindo na cadeira ao lado da minha cama.

Pov. Christian Grey

Eu estou grávida Christian

Porra

Eu vou ser pai.

Merda

—Gente acho melhor deixarmos os papai sozinhos por tempinho, depois a gente volta e comemora a notícia. –escuto a voz da minha mãe de longe, está tudo abafado. Me afasto de Ana e me sento na cadeira ao lado de sua cama, em choque e incrédulo.

—Christian? –chama Ana, mas não consigo responder, estou sem nenhuma reação. Me encosto na cadeira e fecho os meus olhos, sinto a escuridão que há em mim se agitado incontrolavelmente, um suor frio começa na minha nuca e aperto com força os olhos e os braços da cadeira na tentativa de ter o controle de mim novamente.

Mamãe está bonita hoje. Ela se senta e me deixa escovar seu cabelo. Olha para mim no espelho e dá seu sorriso especial. Seu sorriso especial para mim. Ouço um barulho alto. Um estrondo. Ele voltou. Não! Cadê você, sua puta? Estou com um amigo necessitado aqui. Um amigo com grana. Mamãe se levanta, segura minha mão e me empurra para dentro do armário. Eu me sento em cima dos seus sapatos e tento ficar quieto, tampando os ouvidos e fechando os olhos com força. As roupas têm o cheiro da mamãe. Gosto do cheiro. Gosto de ficar aqui. Longe dele. Ele está gritando. Cadê a merda daquele tampinha? Ele agarra meu cabelo e me puxa para fora do armário. Não quero que você estrague a festa, seu merdinha. Dá um tapa com força no rosto da mamãe. Dê prazer pro meu amigo e vai ganhar sua cota, puta. Mamãe olha para mim com lágrimas. Não chore, mamãe. Outro homem entra. Um homem grande com cabelo sujo. O homem grande sorri para mamãe. Sou levado para outro quarto. Ele me empurra no chão e ralo os joelhos. Agora, o que vou fazer com você, seu merdinha?

Tudo muda, estou no banheiro com Ana. Estamos fodendo. Fodendo com força. Apoiados na porta do banheiro. Ela é minha. Eu me enterro nela repetidas vezes. Deliciando-me com ela: a sensação, o cheiro, o gosto dela. Agarrando seu cabelo, mantenho-a no lugar. Seguro sua bunda. Suas pernas estão em torno da minha cintura. Ela não consegue se mover, está presa por mim. Enrolada em mim feito seda. Suas mãos puxam meu cabelo. Ah, isso. Estou em casa, ela está em casa. É aqui que quero estar...dentro dela... sinto que ela está perto e eu também, mas um choro alto se faz presente e logo depois escuto um mamãe. Tudo muda de novo.

Agora estou no antigo quarto da prostitua, eu vejo eu mesmo na minha frente com um cinto de couro . Tem um garoto na minha frente. Ele está encolhido contra a parede, seu cabelo tem o mesmo tom que o meu, seus olhos são cinzas que nem os meus, mas estão aterrorizados e cheios de lagrimas. Ele parece ter quatros anos. Olho a cena assustado. Aquele garoto tem o meu cabelo, os meus olhos e se parece muito comigo quando tinha quatro anos e morava com a prostitua drogada. O garoto olha para o eu na frente dele com o sinto e fala baixinho Não me bate papai. Arregalo os olhos na mesma hora. Esse garoto e meu filho? Eu bato nele?

O meu eu com o cinto fala. Você estragou a minha trepada com sua mãe, seu merdinha e agora vai paga por isso. Ele, ou eu, não sei bem, levanta o braço e quando vai abaixa para bater nele tudo fica preto.

—Christian! –escuto Ana me chamando e logo sinto suas mãos em meu rosto. Abro os olhos e encaro o céu que são seus olhos, no mesmo instante a escuridão se extingui e a luz reina em mim, a luz de Ana.

Estou atordoado, assustado e incrédulo. Eu ia bater no meu próprio filho como o cafetão fazia comigo, é o pior e que eu não fiz nada para tentar impedir, fiquei observando apenas enquanto o meu eu levantava a mão para bater com o cinto. Que droga de pai eu vou ser? Se for nessa merda de pai, eu não quero que meu filho nasça perto de mim, ele merece alguém muito melhor do que um pai filho da puta de merda que sou eu.

—Sinto muito Ana, mas eu não... eu não posso ser pai. –digo olhando em seus olhos que logo se enchem de surpresa e tristeza.

—Por que não Christian? Você não quer essa criança? –pergunta se afastando de mim e se encolhe na cama com as mãos na barriga. Me destrói ficar longe dela e vê o seu sofrimento ainda mais sendo causado por mim, mas ela tem que ver que não posso ser um bom pai.

—Não é isso baby. –digo tentando me controlar. Me levanto da cadeira e me sento na cama ao seu lado e tento tocar no seu rosto, mas ela desvia. –Anastasia, eu não posso ser um bom pai para essa criança. Ela merece um pai maravilhoso assim como a mãe dele é maravilhosa, não vou ser um bom pai com o meu passado de merda. –digo e logo vejo seus olhos se iluminarem.

Será que ela não ouviu o que eu disse?

—Christian, o passado está no passado. Não sei o que aconteceu, mas você tem que entender que o importante agora e o presente e o futuro, não podemos mudar o passado, a única coisa que podemos fazer e aproveitarmos o presente que vai moldar o nosso futuro. Você é um homem maravilhoso e tem uma família que te ama muito, mesmo você não vendo e não aceitando, tenho certeza que será um ótimo pai para o nosso filho assim como Carrick é para você. –diz ela se ajoelhando na cama e segurando meu rosto em suas mãos, me presenteando com seu belo sorriso.

—Ana, você não sabe tudo sobre mim, não sabe se vou ser um bom pai como Carrick. Ainda tem muita merda sobre mim que precisa saber e no final de tudo não sei se ainda vou te ter. Esse era o meu medo, não te contei por medo de te perder. A única coisa boa que me aconteceu, depois de Grace e Carrick me adota, você foi a única que consegui me fazer um homem feliz e realizado. Não suportaria te perder. –digo segurando seu rosto e quando acabo de falar a puxo para um beijo desesperado, saboreio seus lábios doces ao mesmo tempo que a empurro para a cama e fico por cima dela.

Eu a quero.

Aqui.

Agora.

É com força.

—Eu quero você baby. –digo com a voz rouca de desejo em seu ouvido, sinto ela se arrepia toda.

—Christian a gente precisa conversar. –diz ela mas sua voz a denuncia, ela também me quer.

—Depois a gente conversar, baby. –digo com meus lábios em seu pescoço.

Beijo sua boca e depois me levanto e tranco a porta, volto para a cama onde Anastasia me espera com os olhos escuros de desejo. Puxo ela que fica sentando comigo entre suas pernas, passo meus braços envolta da sua cintura e a puxo para mais perto do meu corpo e faço assim nossos sexos se encostarem, soltamos pequenos gemidos com isso. Pelo visto não fui só eu que sentiu saudades, não é senhorita Steele?

—Já está pronta como sempre, baby. –digo satisfeito quando sinto sua excitação em meus dedos.

—Chris...-geme ela com a boca na minha orelha.

Chega.

Não aguento mais.

Como Anastasia está com uma camisa hospitalar já facilita para o meu lado, apenas levanto ela e desabotoo, rapidamente, o botão da minha calça e abaixo o zíper, em seguida tiro meu pau. Afasto, afobado, a calcinha de Ana e logo estou dentro dela.

—Ahhh. –gememos juntos. O desejo misturado com a saudade nos consome.

Temos que ser rápidos, pois, estamos no hospital é o mais importante, o hospital em que minha mãe trabalha e onde estão todos os meus familiares e amigos de Ana esperando por nos. Aperto cada lado de sua cintura e começo me movimentar dentro dela rapidamente, cada vez mais rápido e forte arrancando gemidos e suspiros de ambos.

Desço minhas mãos pelas pernas de Ana até as coxas e aperto a carne macia. Ela envolve as pernas na minha cintura me puxando para mais perto e me fazendo ir mais fundo. Encosto minha cabeça na curva do seu pescoço e aspiro o seu delicioso cheiro de baunilha, que saudades que eu tava de te-la, senti seu cheiro e corpo e a fazer o quanto é minha e de mais ninguém, apenas minha. Ana passa os braços ao redor do meu pescoço e puxa os meus cabelos para baixo, levantando minha cabeça e me beija com fervo. Nossas línguas batalha enquanto os espasmos de prazer começam no nossos corpos, sinto seu corpo treme e ela aperta o meu pau, aumento a velocidade e logo gozamos.

—Chris...-geme.

—Ana...-gemo saindo dela.

Me solto dela apenas para arruma minha roupa e ela a dela, assim que estamos apresentável eu vou destranca a porta. Volto para ela e ne sento na cama ao seu lado e puxo para o meu colo. Isso não me satisfez, e quando olho em seus enormes olhos azuis vejo que nem a ela, mas assim que sairmos daqui não vou solta-la até amanhã.

—Podemos conversar agora? -pergunta fazendo carinho na minha barba.

—Diga, baby. -falo querendo acaba logo com isso e sou recompensado com seu lindo, maravilhoso e belo sorriso. Ela se ajeita no meu colo e segura meu rosto nas mãos.

—Christian eu já o amo muito o bebê é...-começa.

—Eu não sei Ana, não sei se consigo ser um bom pai para essa criança. –a interrompo já sabendo o que vai dizer.

—Christian eu entendo que você tenha medo, eu também estou, mesmo estando feliz o medo também está comigo. Não sei se vou ser uma boa mãe ou não, mas eu estou disposta a dar o meu melhor para essa criança que é o fruto do meu amor com o seu, ela é o símbolo vivo do amor que sentimos um pelo outro. Eu sei que vai ser difícil criar essa criança, mas eu vou lutar por ela e para ela, só quero saber se você vai está do meu lado? –pergunta com algumas lagrimas descendo pelo seu rosto, as enxugo rapidamente e puxo seu rosto para um singelo selinho.

Não está vendo Grey? Essa criança vai unir mais ainda ela com você. Você vai ter a chance de dar tudo para essa criança, tudo o que não pode ter e ainda vai ter ela com você.

—Vou, claro que vou baby. Eu não suportaria perder você, os dias em que ficamos longe um do outro me mataram, todos os dias eram escuros, o sol não nascia porque o sol do meu mundo é você, é você a luz que afasta a escuridão da minha vida. -digo acariciando a pele macia do seu rosto, seus olhos ganham um brilho quando termino de falar e seus carnudos lábios se abrem em um pequeno sorriso.

—Então você aceita o nosso filho? -pergunta esperançosa.

—Aceito, prometo cuidar e proteger ele e você de tudo, dar tudo do bom e do melhor para os dois. -digo vendo seu sorriso se ampliar.

—A única coisa que queremos é apenas você Christian, apenas você. -diz e me beija. -Eu amo você. -diz quando encosta a testa na minha de olhos fechados ainda.

É agora Grey. Diga que a ama, que o sentimento que sente é que ela despertou em você é amor.

—Eu te amo, baby. -digo e na mesma hora ela me honra com seus enormes olhos azuis.

—Você...

—Sim baby, eu amo você mais que tudo nesse mundo. -digo sorrindo e passo meus braços pela sua cintura e a puxo mais ainda para perto de mim.

—Ah Christian. -diz com a voz embargada, mas quando vai me beijar um ser desprezível abre a porta do quarto e nos interrompe.

—Ana meu anjo, não acredito que vai me dá um sobrinho. -diz Elliot vindo em nossa direção.

—Elliot.-resmungo por sua presença intrometida. Quando chega perto de nós Ana se levanta do meu colo e Elliot a pega nos braços e roda pelo quarto.

Que merda é essa seu bastardo? Solte minha mulher.

—Solta a minha mulher agora Elliot, ela está grávida. -digo me levantando e indo na sua direção que a solta.

—Calminha papai, já soltei sua mulher. Como está se sentindo anjo? Está de quanto tempo? Estou louco para o meu sobrinho nascer. -diz ele se abaixando e dá um beijo na barriga de Ana que acha graça.

—Não sei muito Elliot, descobri hoje. -diz e dá risada quando a puxo para mim a afastando de Elliot.

—Anastasia não sabe a alegria que você trouxe a nossa família. -diz me pai entrando no quarto com Mia, Kate e minha mãe atrás.

—Eu vou ser titia! -grita Mia correndo para Ana e logo a abraça, meu pai as abraça e logo todos estão num abraço coletivo com a minha Ana.

Tão pegando minha mulher!

—Vocês estão sufocando ela assim. -digo puxando Elliot e logo todos a soltam com um sorriso no rosto.

—Deixa de ser chato Christian. -diz Mia.

—Está bem crianças, vamos parar. Ana já conversei com seu médico é ele me disse que seus exames estão com algumas anomalias, mas já marquei uma consulta com a Dra. Green para começa o pré-natal e outra com o Dr. Fernando para normaliza tudo para você ter uma gravidez tranquila. -diz minha mãe segurando uma mão de Ana enquanto a outra está em sua barriga.

—Obrigada Grace, nem sei como agradecer. -diz minha baby sorrindo para minha mãe, a abraço por trás e coloco minha mãos em sua barriga.

Porra.

Agora que minha ficha caiu. Eu vou ser pai! Pai de um filho da minha baby, um bebê, um pedaço meu e dela que vai trazer muita alegria a nossas vidas. O melhor de tudo é que vou está ligado a ela para sempre, mas mesmo tendo esse bebê eu ainda vou fazer ela minha no papel como minha Sra. Grey. Sim. Ter ela é o nosso filho para mim, para poder cuidar e proteger, para no final de um longo dia de trabalho pode chegar em casa sabendo que vou ter eles a minha espera, que não vão me deixar sozinho, vou ter eles comigo para sempre.

—Apenas faça o meu menino feliz e cuide bem dele e do meu neto que está por vir, isso é tudo o que peço. -diz atraindo minha atenção para ela que está com os cheios de lágrimas.

—Pretendo fazer isso durante todos os dias da minha vida, Grace. -diz Ana e vira o rosto para me olha nos olhos.

Ah baby, eu também vou fazer dos meus dias para garantir a sua vida e a do nosso filho serem as mais felizes possível.

—Se vier menina eu vou ter que comprar arma. -diz Elliot levando todo mundo aos risos, até eu dei risada, mas pensando bem eu também vou ter se vier uma menina, não vou deixar nenhum filho da puta encostar na minha princesa.

—Com licença. –diz o medico de Ana entrando no quarto, aos poucos todos se acalmam da crise de risos, mas o sorriso ainda está presente no rosto de cada um, inclusive o meu. Dou um beijo na cabeça de Ana que se encosta no meu peito, se aconchegando em mim.

—Anastasia já está liberada Fernando? –pergunta mamãe.

—Já sim, vim aqui para dar a alta e passar algumas recomendações para os primeiros meses de gestação. –diz e logo começa a falar o que minha baby pode ou não fazer, escuto tudo muito atentamente. –Bom é isso, se seguir as recomendações, fazer os exames regulamente sendo acompanhada pelo seu medico, sua gravidez tem tudo para ser tranquila. Eu já assinei sua alta, então já está liberada para ir para casa, agora tenho que ir atender outro paciente, com licença. –diz o Dr. Fernando e sai do quarto.

—Ai meu Deus, amiga eu nem acredito que vou ganhar um afilhado. –diz Katherine puxando minha mulher dos meus braços.

—Ei, quem disse que você vai ser a madrinha? –exclama Mia correndo para abraça Ana de lado enquanto coloca a mão ao lado da de Kate.

—EU sou a melhor amiga dela e é mais que obvio que vai ser eu, diz para ela Ana. –diz Kate convencida olhando para minha irmã que se vira para minha mulher.

—Me desculpa Mia, mas você já vai ser tia por ser irmã de Christian, por isso a Kate vai ser a madrinha. –diz Ana para Mia que suspira, mas assente e logo a abraça.

—Está bom, agora vamos deixar a Ana se arruma para poder ir para casa. –diz minha mãe.

Obrigado mãe, estou doido para ficar a sós com minha mulher.

—Suas coisas estão ali na cadeira amiga, vamos está do lado de fora te esperando. –diz Kate e beija o rosto de Ana e sai acompanhada dos outros.

—Enfim sós. –digo a puxando para mim.

—Sim, mas agora eu tenho que me trocar para poder ir para casa. –diz e me dá um selinho antes de ir pegar sua roupa e ir para o banheiro se trocar. Depois de pronta saímos do quarto e logo Ana e tomada de mim.

Eu vou acaba matando gente hoje.

—Por Deus Ana, não faça mais isso. Fiquei preocupado. –diz Leon apertando minha Ana. Cerro os dentes e fecho as mãos em punhos.

—Estou bem titio. –diz Ana para ele que a solta na hora com os olhos arregalados.

—O que? É...quer dizer, você está...?-pergunta surpreso.

Sim, filho da puta, ela está gravida de um filho meu.

—Sim, você vai ser titio. –diz ela sorrindo radiante. Não estou gostando nada.

—Vamos baby, precisa descansar. –digo impaciente querendo chegar logo em casa para ficar sozinho e em paz com ela.

—Vamos Christian, até mais gente. –diz e começa a se despedir de todos com um beijo e um abraço, dou um aceno com a cabeça e prometo que ainda essa semana levo Ana para almoçar na casa dos meus pais.

—Que história foi aquela de titio? –pergunto enquanto dirijo para casa.

—Eu considero o Leon como irmão, e eu também gostaria que ele fosse o padrinho do nosso filho. –diz ela receosa, pelo canto do olho vejo que me observa atentamente esperando minha resposta.

O que eu não faço por essa mulher?

—Tudo bem baby, mas saiba que eu estou de olho nele hoje e sempre. –digo e vejo ela sorri.

Isso vale mais do que todo o dinheiro do mundo para mim.

—Fico feliz que esteja de acordo. –diz e boceja.

—Já estamos chegando, baby. –digo para ela.

Quinze minutos depois estaciono meu carro na vaga de sempre e saio dele indo para o lado do passageiro, abro a porta e com cuidado pego Ana no colo e vou para o elevador. Com dificuldade digito o código da minha cobertura e rapidamente subimos para o ultimo andar do Escala. Ana ainda dorme pesadamente em meus braços.

Ela e seu filho, Grey. Não se esqueça disso.

Sim.

Meu filho.

Meu e da minha baby.

Quando as porta se abrem vou na direção do meu quarto e deito Ana na cama, começo a tirar seu vestido e seus sapatos a deixando de peças intimar. Tiro minha roupa também e vou para o meu closet, pego uma calça de moletom preta e a visto, antes de voltar para a cama pego uma camisa minha de linho branco e vou na direção de Ana e a visto. Ela fica linda nas minhas roupas, depois de vestida me deito atrás dela colocando minha cabeça na curva do seu pescoço e minha mão na sua barriga. Fecho os meus olhos e logo caiu num sono onde sonho que eu possa ser um bom pai para o nosso filho.

Notas finais
Espero que tenham gostado amores e mais uma vez me desculpem. Quero agradecer a todos que estão comentando e favoritaram, me deixam muito felizes até vocês que só leem, muito obrigado mesmo, estou muito feliz que estejam gostando do meu trabalho, ainda mais o primeiro que faço com 50 tons. Comentem o que acharam Favoritem se gostaram Recomendem se amaram Beijocas e até o próximo❤❤