Notas iniciais
Oi amores, tudo bem com vocês? Espero que sim ^_^ Bom eu acabei de fazer esse capítulo as pressa para poder postar logo para vocês e quero pedir desculpas já por qualquer erro e também por não ter colocado os look's dos outros personagens mas se eu fosse fazer agora eu não ia postar mas no próximo eu coloco. Eu adorei os comentários do cap passado por isso dei uma fugidinha de uma atividade de historia e vim aqui escrever e postar logo para vocês.Espero que gostem do capítulo. Boa Leitura.

Pov. Anastácia Steele

—Madrinha o que é isso? –pergunto perplexa com o que os meus olham vê. O quarto e praticamente uma sala de tortura todo vermelho com vários cintos, cordas, algemas, chicotes e outras coisas que nem sei o que é e nem quero saber. Minha madrinha vem correndo na minha direção com um carrinho de limpeza e me empurra para fora do quarto e o tranca logo em seguida.

—Ana querida por favor não fale isso com ninguém. –me diz enquanto me puxa para as escadas com a uma mão enquanto a outra puxa o carrinho, me deixo ser levada ainda chocada. O que será que esse senhor faz lá dentro?

—Madrinha o que eu vou falar? Que o patrão da minha madrinha e um torturador maluco? –pergunto me sentando no sofá da sala.

—Ana não e isso que está pensando mas por favor esqueça tudo o que você viu, isso não pode sair daqui. –diz ela segurando minhas mãos aflita. Por que minha madrinha está tão nervosa com a possibilidade de eu contar o que eu vi? Ai tem, e como tem mas agora eu vou deixar quieto mas eu não vou esquecer tão cedo isso.

—Tudo bem dinda, minha boca e um túmulo mas mudando de assunto eu vim te trazer um presente, espero que goste. –digo mudando de assunto e lhe entrego o seu presente.

—Ah querida e lindo, obrigado. –diz ela olhando o colar que comprei para ela. Sorrio e pego o colar de sua e vou para de traz de suas costa e coloco o calar quando ela tira o cabelo para o lado.

—Fico feliz que tenha gostado dinda mas agora eu tenho que voltar para o trabalho, te amo. –digo abraçada a ela e dou beijo em sua bochecha quando me afasto.

—Tudo bem querida, obrigado mais uma vez e você sabe que eu também te amo. –diz ela me puxando para mais um abraço.

—Tchau. –digo quando entro no elevador.

—Tchau querida. –diz e o elevador se fecha.

Meu Deus que loucura! Eu ainda descubro o que o chef da minha madrinha faz naquele quarto e o mais importante com quem. Vai que ele maltrata os funcionários quando não fazem o que manda? Eu acho muito bom ele não ter encostado um dedo na minha dinda pois se não ele vai se ver comigo. Saio do Escala e pego o primeiro taxi que vejo, em trinta minutos eu já estou na frente da mansão dos Grey, pego o taxista e entro para me troca e finalizar o meu dia de trabalho.

Pov. Christian Grey

—Meu garoto. –diz Elena entrando na minha sala. Eu odeio quando ela me chama assim, me faz lembrar quando eu era seu submisso coisa que hoje eu não sou e nem pretendo voltar a ser.

—O que foi Elena? Estou ocupado. –rosno para ela que consegui acabar com o meu bom humor.

A minha noite de ontem foi perfeita com a minha Bela que me fez esquecer de toda merda do meu passado e mesmo com Elena, que esteve no baile, falando para parar com a palhaçada que era eu e a minha Bela juntos isso não consegui destruir a minha noite. Elena estava morrendo de raiva e por isso ficou enchendo o meu saco na festa quando consegui me pegar sozinho mas eu não liguei pois eu sei que ela está com raiva por eu não estar com ela e não aceitar ela de volta para termos nossa relação de submisso e dominatrix de volta.

—Vim aqui acordar o meu menino que anda sonhando com princesas da Diseny. –diz se sentando na cadeira de frente a minha mesa, paro de ler um contrato e levanto os meus olhos para os olhos azuis frios e gélidos dela.

—Eu estou muito bem acordado e mesmo se estivesse dormindo eu não preciso da sua ajuda Elena agora se me der licença eu trabalho e não tenho tempo para vagabundar como outras por ai. –digo uma inderita bem direta para ela que vive do dinheiro de Lincoln que nem desconfia da mulher fina que tem em casa.

—Vou ignorar a sua grosseria e vou continuar. Christian eu vi como aquela menina estava olhando para você e ela é daqueles tipos que sonham em ter um namorado romântico que a faça feliz com clichês e depois a peça em casamento para construir uma família e essas baboseiras de garotas apaixonadas e eu e você sabemos que você não se encaixa nesse perfil. Você é um dominador Christian e não um homem romântico que compra flores e chocolate para dar a namorada ou faz promessas e juras de amor para ela. Aquela menina sonha com alguém assim e você não é assim meu menino, enquanto você pensa em foder e bater nela ela pensa em fazer amor, não se iluda com ela, ela não faz parte do nosso mundo e duvido muito que queira entrar nele. Se afaste dela. –diz ela diz ela com sua voz acida enquanto me olha nos olhos e mesmo não querendo admitir ela tem toda a razão.

Em pouco tempo de convivência com Anastácia vi que ela é esse tipo de mulher e infelizmente eu não sou o cara ideal para ela pelo simples fato de que enquanto ela sonha que eu a chame para sair, a peça em namoro e no final faça amor com ela a única coisa que me vem a cabeça e ela amordaçada, toda amarada na minha cama no quarto de jogos, vendada e eu deixando sua bunda branca em um lindo tom de vermelho com a minha mão e depois a foder...com força...muita força. Eu pensava em fazer dela minha subimissa mas depois da noite de ontem eu duvido muito que ela va querer e se ela descobrir que eu sou um dominador talvez nem queira mais olhar na minha cara, suspiro irritado.

—Já deu seu recado Elena agora sai da minha sala. –digo rude com ela que abre um pequeno sorrisinho. Puta.

—Não fique irritado meu...-bato com a mão na mesa a fazendo dar um pulo na cadeira.

—Não. Me. Chame. Assim. Novamente. Agora. Sai. Daqui. –digo entre dentes. Ela me olha com os olhos arregalados e pega sua bolsa para depois sair da minha sala.

—Porra. –digo furioso.

Mesmo antes de conhecer Anastácia eu já imaginava com o seu perfume que eu a queria como minha submissa mas depois disso como eu vou conseguir isso? Anastácia não e mulher para o meu mundo assim como eu não sou homem para o seu. Isso nunca daria certo mas eu queria, não, eu quero que isso desse certo mas eu tenho medo de tentar do seu jeito e acabar perdendo o controle e deixando a minha Fera sair de dentro de mim e a machucar e isso e ultima coisa que eu quero. Bufo irritado. O único jeito vai ser me afastar dela e esquecer seu lindo rosto, o seu delicioso perfume e sua melodiosa voz e arranjar outra submissa.

Duas semanas depois...

—Eu realmente não sei o que aconteceu comigo. –digo para uma morena que está pelada na minha frente esperando uma boa foda no melhor estilo do BDSM.

—Não tem problema, fica para outro dia. Tchau. –diz ela pegando seu vestido e calçando seus saltos.

Porra! Eu não acredito que eu não consegui foder com uma submissa que arranjei em um club especializado no meu mundo por causa de Anastácia. Será que nem nesse momento lindos olhos azuis não vão sair da minha cabeça? Isso nunca tinha acontecido comigo e agora eu simplesmente não consigo foder com nenhuma mulher. Irritado me arrumo e vou parto para a casa dos meus pais que deve estar conversando na sala antes do jantar. Vim para o club para ver se consegui uma boa trepada sacana do jeito que eu gosto e ver se conseguia esquecer os olhos e o cheiro que mesmo depois de duas semanas não saíram da minha mente mas eu só vim passa vergonha, que raiva.

—Christian que bom velo filho, faz tempo que não vem visitar a gente. –diz minha mãe quando chego na sala quando uma das empregadas, acho que Emma e seu nome, abre a porta para mim.

-Também senti saudades mãe. –digo e dou-lhe um beijo na testa e em seguida comprimento meu pai, Mia, Elliot e a loira cinderela do baile, acho que Kate.

Fiquei conversando com eles mas as vezes ficava areio no meu mundo de baunilha que Ana criou em mim, onde será que ela está? Sou tirado dos meus devaneios quando Emma aparece na sala anunciando que o jantar está servido, todo nos vamos para a mesa de jantar e quando olho para a porta que da para a cozinha vejo Ana passando por ela com o prato de entrada junto com Emma. Arregalo os olhos na hora e ela faz o mesmo quando me ver.

—Boa noite. –diz ela com sua voz de anjo cumprimentando todos na mesa.

—Aninha você está sumida, quase não saímos mais juntas. –diz Kate e pela voz fazendo manhã fazendo todos darem risada, menos eu claro que estava com os olhos vidrados no sorriso lindo que Ana abre.

—Depois a gente marca que tal? –pergunta servindo meu pai.

—Eu também quero ir Ana. –diz Mia fazendo bico e cruzando os braços.

—Então vamos sair nos três amanhã a noite para uma balada ótima que eu conheço e vamos nos divertir a noite toda. –diz Kate animada.

—Claro que vão comigo junto. –diz Elliot passando os braços pelos ombros de Kate enquanto Ana servi a ele. –Obrigado Aninha, você é um anjo. –diz ele para ela que sorri e vem me servir mas a minha expressão não é muito amigável. Que porra é essa de Elliot chamar ela de anjo? Que intimidade toda é essa?

Ana percebe a minha feição e logo seu sorriso que estava direcionado a mim se fecha e ela termina de servir a todos e sai para a cozinha, merda. Não era para ela pensar que era com ela. Durante o jantar eu fico quieto pensando em um jeito de conversar com Ana, tenho que ter ela e se isso quer dizer um relacionamento baunilha eu vou ter que enjaular o meu dominador dentro de mim e isso que eu vou fazer para ter ela para mim e impedir que outros homens entrem na sua calcinha, ela vai ser minha, só minha. No jantar vejo umas trocas de olhares entre Elliot e Kate mas nenhum dos dois fazem nada. Ai tem, ainda mais conhecendo Elliot como conheço, Mia falou o jantar inteiro, o que não é novidade alguma e meu pai, Elliot e eu falamos nosso time do coração.

O jantar já avia terminada a vinte minutos e eu já estava pensando em um jeito de abordar Ana quando de longe escutamos um grito vinda cozinha e pela voz parece ser de Ana, sou o primeiro a levantar e saio em disparada para cozinha com minha família e Kate atrás de mim. Quando entro na cozinha vejo a seguinte cena. A porta da cozinha que liga para fora da casa aberta e do lado de fora dela tem o fotografo, do caralho, ao lado de pulguento com uma flor na boca e uma Ana, muito linda, com as mãos na boca olhando para o vira lata.

—Ai que lindo! –diz Mia chamado a atenção dos dois para ela.

—E mesmo, obrigado José. Ele é muito fofo. –diz Ana para Mia e se vira para o tal de José, que eu tenho certeza de que quer entrar na calcinha dela, e dá um beijo e abraço nele e depois se abaixa para o monte de pele e o pega no colo e logo Mia, Kate e minha mãe está ao seu redor fazendo carrinho nele. Olho para José que sorri para a MINHA Ana e a minha vontade e de matar esse filho da puta do caralho.

Notas finais
Cachorro: http://cdn3.tudosobrecachorros.com.br/wp-content/uploads/Basset-Hound-06.jpg E ai? Gostaram? Mereço comentários? Alguma recomendação? Sexta feira eu não vou ter aula e isso significa que eu vou ter tempo para escrever um capítulo bem grandinho para vocês e se der eu posto antes, okay? Comentem o que acharam! Favoritem se gostaram!! Recomendem se amaram e me deixem feliz que eu trago um capítulo o mais rápido que eu puder!!! Beijocas♥