Tudo Aconteceu Em Seattle
21 Conhecendo o "Sogro"
Notas iniciais
Pov. Christian Grey
Porra!
Foi quase que eu consegui falar toda a verdade para ela, mas parece que não era o momento, quando eu estava perto de contar o telefone toca me interrompendo e tirando toda a coragem que eu tinha conseguido reunir a noite toda, para contar a ela e poder vivermos em paz com, se Ana ainda me quisesse é claro. Pelo que conheço de Ana até agora vi que ela tem uma personalidade doce, mas determinada e forte e isso pode ser ruim se ela descobrir o que eu realmente sou, mas eu tenho esperança que eu descobrir ter desde o dia em que senti seu delicioso cheiro, que ela vá me compreender e ficar ao meu lado.
A minha coragem de jogar limpo com ela veio, principalmente, no meu ultimo pesadelo, em que o cafetão da minha progenitora vinha e me batia, além do mais diziam que eu iria machucar ela com o meu jeito dominador e que iria marca-la tanto ela quanto eles a mim, e eu só conseguia gritar em meio ao choro, e que eu tinha mudado e que iria proteger ela da fera que abita dentro mim. Eu já tive pesadelos parecidos, mas nunca como esse e o pior de tudo foi que eu me vi em meu quarto de jogos com Ana amarrada na cama de costas para mim, e estava com um sinto de couro preto e batia nela com força enquanto ouvia seus gritos, sua bunda que estava virada para cima estava em um vermelho escarlate que antes me deixaria excitado, e completamente satisfeito. Mas agora me deixou com o coração que antes eu jurava não possuir, e eu soube naquele momento que eu já não era mais o mesmo. Eu não consigo e não tenho coragem de fazer o mesmo que fazia as minhas antigas submissas com Ana.
Eu não tive prazer em ver a dor de Ana como eu tinha antes com as submissas a quem eu machucava sem dó. Com Ana é tudo diferente, além do incontrolável desejo e necessidade de proteção com ela tem outra coisa, uma força muito forte dentro de mim que me puxa sempre para ela, que me faz sorri pelo simples fato que ela sorri e me deixa mais que feliz quando o sorriso é direcionado para mim ou o motivo dele sou eu. Ela me deixa completamente louco com seus beijos, e o seu corpo que eu tive o imenso prazer de tocar pela primeira vez e vou fazer de tudo a ser o ultimo a tocar em seu belo corpo.
Depois que Ana me acordou do meu pesadelo que eu queria tanto me fundir com o seu corpo de pele alva como a neve, sentir cada centímetro dele para levar para longe as imagens que meu pesadelo me trouxe. Na hora em que vi seus olhos assustados com o meu comportamento o remorso de ter estragado a primeira vez dela com a minha fera, e nisso tudo eu a beijo e pego sua mão levando ao meu rosto. Depois de tudo visto no meu pesadelo eu tinha que mostrar a mim mesmo que não tinha como um ser tão bom e doce como Anastácia poderia ter um toque que pudesse me machucar, seu toque é como veludo por isso eu desci sua mão até o meu peito, mas com um pouco de receio mesmo sentindo que o seu toque me acalmava e era macio como seda eu estremeci me lembrando do que a pele do meu peito já sentiu nas mãos de outras pessoas.
Conforme suas mãos foram passando por todo o meu peito eu fui me acostumando e querendo mais e mais de suas mãos em mim, logo depois eu a possui, mas dessa vez da maneira certa e como ela merece, e devo dizer que para um baunilha eu senti muito prazer e não senti a falta dos meus brinquedos, o corpo dela junto ao meu foi mais que o suficiente. Depois da nossa segunda vez eu fiquei mais leve ao ver o belo sorriso dela, e feliz por saber que eu que o coloquei lá. Acordei ela com beijos depois de comprar o café na padaria, e enquanto ela tomava banho fiquei respondendo alguns e-mails e uma mensagem de Ross que estava doida á minha procura, falei que estava resolvendo uns problemas pessoais e que logo voltava a empresa, quando terminei de enviar Ana saiu do banheiro só de toalha provocando reações no meio das minhas pernas.
Durante o café eu fiquei me remoendo por não saber coisas simples sobre ela, como que ela não gosta de café e adora chá. Fiquei pensando em como eu vou adorar saber tudo sobre ela e vou me dedicar ao máximo para saber tudo. Ana percebeu que além de estar pensando eu estava nervoso e logo eu resolvi que era hora contar a ela, é melhor ela saber por mim mesmo. Depois do meu pesadelo eu queria contar logo e provar para mim mesmo que eu nunca iria machucar ela, e que não deixaria ninguém fazer mal algum a ela, a chamei para a sala e comecei a preparar o terreno, coisa que eu mesmo estranhei, já que eu sou direto nos assuntos e detesto enrolar, mas eu sentia medo que ela começasse a gritar e sair correndo de mim, mas parece que não era a hora, pois quando eu ia contar que era um Dominador o telefone dela tocou me cortando toda a coragem que eu tinha reunido.
—Está tudo bem Christian? –pergunta Ana me tirando dos meus pensamentos que tive nas ultimas horas. Estávamos indo para o hospital buscar os pais dela, o Sr. Steele já tinha recebido alta e já pode vir para casa.
—Está sim baby. –digo virando rapidamente para ela com um sorriso no rosto e logo volto a olhar para a estrada á minha frente, coloco minha mão em sua cocha e a aperto levemente.
Pov. Anastácia Steele
—Vai lá falar com os seus pais que eu vou resolver a papelada aqui baby, depois eu vou encontra-los no quarto. –diz Christian para mim assim que entramos no hospital, e isso faz com que atraímos olhares das enfermeiras e médicas para Christian me deixando muito irritada, será que elas não viam a mão dele na minha?
—Não precisa Christian eu vou, eu que tenho que assinar os papéis e pagar a conta. –digo para ele e logo começo á puxa-lo para a recepção querendo sair logo daqui para que essas piruás vestidas de branco parem de comer ele com os olhos, pois eu estava louca para arrancar ele de lá
—Não Ana eu pago, vai lá com eles que eu resolvo isso e não se fala mais nisso. –diz ele puxando meu braço me virando de frente para ele, vendo os seus olhos sérios para cima de mim como se fosse o meu pai me dando uma bronca por causa de uma travessura minha.
—Tudo bem, mas depois eu vou te pagar e não aceito um não como resposta. –digo e passo com cuidado meus braços ao redor do seu pescoço e o beijo, deixando claro para as urubus brancas que ele é meu.
—Veremos Srta. Steele. –diz ele me dando mais um selinho e depois o solto e vou para o quarto do meu pai.
—Vamos para casa? –pergunto assim que abro a porta e vejo meu pai sentando no pequeno sofá do quarto, enquanto minha mãe termina de fechar a pequena mala que está em cima da cama.
—Com toda a certeza, não aguento mais esse quarto. –diz meu pai emburrado, sorrio para ele e me sento ao seu lado e o abraço.
—Espero que nunca mais tenha que ficar em um quarto como esse. Eu fiquei com muito medo de perder o senhor. –digo para ele sentindo os meus olhos marejarem.
—Oh querida, eu prometo que vou fazer de tudo para nunca mais acontecer algo assim. –diz ele me apertando mais contra o seu corpo.
—Mas não se preocupe tanto querido, nossa filha ficou em boas mãos enquanto estávamos aqui. –diz minha mãe se sentando do outro lado do sofá. Na mesma hora eu coro sabendo do que ela vai falar.
—O que quer dizer Carla? –pergunta ele olhando para mim, mas eu logo desvio o olhar olhando para as nossas mãos que estão juntas em meu colo e de repente brincar com os seus dedos ficou tão divertido.
—A nossa filha está bem acompanhada Ray e é pelo... -minha mãe para de falar quando batem na porta e logo eu me levanto para abrir revelando Christian que entra.
—Pai esse é Christian Grey, Christian esse é o meu pai, Raymond Steele. –os apresento com o meu rosto fervendo vendo minha mãe se divertir com o que vê.
—É um grande prazer conhece-lo Sr. Steele. –diz Christian formal para o meu pai estendendo a mão que meu pai pega olhando para mim e logo desvia para Christian.
—O prazer é meu, mas me chame de Ray rapaz. –diz ele e Christian assente com a cabeça e logo solta as mãos e ficamos em um silêncio constrangedor, meu pai olha de mim para Christian sério e sei que ele está louco para saber se está havendo alguma coisa, e sinceramente eu também, mas eu sou á perdida nessa historia, o que será que Christian e eu somos afinal?
—Bom, já que todos nós nos conhecemos vamos para casa? –pergunta minha mãe quebrando o clima chato.
—Claro, a onde estão as coisas Sra. Steele? –pergunta Christian.
—Só Carla Christian. Estão em cima da cama. –diz ela, e ele logo pega a mala e saímos em direção ao estacionamento. Christian coloca a mala no porta malas e destrava o carro para entramos e logo ele liga o carro e o guia para a pista.
—Grey. –diz Christian assim que atende o celular que está conectado com o som do carro. Meus pais e eu paramos de conversar para não atrapalhar.
—Irmão tenho uma noticia maravilhosa! Ganhei cinco ingressos para o próximo jogo dos marines e olha que já estão esgotados. Você vai, não é? Papai e Ethan já confirmaram e falta uma pessoa para o quinto —a voz animada de Elliot sai do som do carro me fazendo sorri da sua animação de criança quando ganha um doce.
—Não acredito que já se esgotaram. –murmura meu pai com pesar.
—Claro que vou Elliot, e vou levar uma pessoa comigo para completar os cinco, agora vou desligar que estou dirigindo.
—Tudo bem o jogo e daqui duas semanas. Tchau. —Christian aperta um bota que perto do volante encerrando a ligação.
—Gosta de baseball Ray? –pergunta Christian para meu pai que logo coloco um sorriso no rosto e seus olhos brilham ao tocar em sua paixão numero um.
—Amo Christian. Meu time do coração é os marines que é também o melhor time do campeonato. –diz ele animado falando orgulhoso do time fazendo minha mãe e eu sorrimos.
—Os marines também é o time da minha família, e concordo plenamente com você. Já que partilhamos o mesmo time o que acha de nos acompanhar no jogo? –pergunta Christian virando uma curva para entra na avenida principal.
—Eu adoraria Christian, obrigado. –diz meu pai com um sorriso de rasgar o rosto.
—Raymond você acabou de sair do hospital por causa de um ataque cardíaco e já quer voltar para lá? –pergunta minha mãe brava olhando para ele que nem liga.
—Eu vou ficar bem Carla, não vou perder um jogo dos marines por isso. –diz ele empolgado.
—Não se preocupe Carla eu lhe asseguro que Ray vai ficar bem. –diz Christian para minha mãe que ainda não acredita, mas lava as mãos diante da empolgação do meu pai que só sorri. E logo começa a conversar com Christian sobre os jogos anteriores e eu e minha mãe só vemos o entrosamento dos dois que parecem velhos amigos de infância, e isso só me faz sorri vendo o homem que amo junto com o meu pai, que parece gostar de Christian e o mesmo digo de Christian que fala sobre o ultimo jogo.
—Venha querido tem que descansar. –diz minha mãe assim que entramos em casa.
—Está bem, boa noite crianças. –diz meu pai e logo sobe com a ajuda da minha mãe que insiste em ajuda-lo, Christian vai logo atrás com a mala e eu sigo para o meu quarto.
Tiro minhas roupas e logo entro no banheiro ajustando a água para quente, e assim que a água entra em contanto com a minha pele todo o meu corpo relaxa. Depois do banho me seco e quando ia sair do banheiro encontro a camisa social de linho preto de Christian que ele usou no jantar antes de virmos para cá. Pego ela nas mãos e aspiro seu perfume caro com o seu cheiro natural que é também o meu preferido, sorrio que nem uma boba e á visto em meu corpo e saio do banheiro indo pegar uma calcinha, pego na minha mala e á visto indo direto para o meu guarda roupa pegar um novo jogo de cama, logo troco os lençóis manchados de sangue pelos novos e me deito com o celular em mãos.
—Steele é bom ter um motivo relativamente ótimo para ter saído que nem uma doida e não avisar a ninguém ou mandar noticias. —diz Kate fervendo de raiva.
—Me desculpe Kate, mas eu fiquei doida quando Emma me falou que minha mãe tinha ligado dizendo que meu pai havia sofrido um ataque cardíaco e por isso sai daquele jeito. Christian me trouxe para Montesano para ficar comigo e ajudar minha mãe a cuidar dele –digo e me afundo nos lençóis.
—Meu Deus Ana! Está tudo bem agora? Precisa de alguma coisa? -pergunta solidária.
—Já está tudo bem Kate, Christian já me ajudou com tudo não precisa se preocupar.
—Tudo bem, mas qualquer coisa, qualquer coisa mesmo me liga que eu vou voando para ai. Vocês vão ficar quanto tempo ai?
—Não sei, até eu ter certeza que meu pai está perfeitamente bem não vou embora. Kate peça desculpa aos Grey por ter saído daquele jeito. –digo me lembrando de que nem me despedi de ninguém, mas eu só sinto pelos Grey a vaca loira eu fiquei aliviada de não ter que ver a cara de silicone dela.
—Não se preocupe com isso que eu falo sim, mas como eles te adoram vão entender.
—Kate volta logo para cama. -escuto a voz de longe de Elliot. Acho que estou atrapalhando algo.
—Eu tenho que ir Kate, mas amanhã nos falamos de novo, beijo. -digo para ela sorrindo convencida, sabia que os dois ia acabar juntos.
—Tudo bem Steele, mas amanhã vamos conversar direito, beijos.
—Quem era? -pergunta Christian parando de frente para cama. Enquanto espera a minha resposta ele tira seu casaco e sapatos.
—Kate, estava preocupada comigo e queria saber o que tinha acontecido. -respondo e assim que tira os sapatos vem para cima da cama engatinhando até ficar em cima de mim.
Ele não diz mais nada apenas fica em cima de mim com uma perna de cada lado e tira sua camisa á jogando no chão, mas isso é a última coisa que me importa com ele em cima de mim com seus olhos escuros de desejo. Ele se abaixa e começa a beijar meu pescoço, coloco minhas mãos em seus cabelos e os puxo levemente para depois começar a deslizar ela pelo seu pescoço passando para as suas costas com cuidado, mas logo sinto ele se arrepiar com o meu toque e quando ele toma meus lábios nos dele eu subo minhas mãos com as unhas enterradas na sua pele o fazendo reprimir um gemido.
—Você me deixa completamente louco, baby. –diz no meu ouvido e morde o nódulo dela me fazendo arrepiar por completo.
Passo meus braços ao redor do seu pescoço e o puxo para mim fazendo com que nossos corpos fiquem bem colados. Passo minhas pernas ao redor da sua cintura e o puxo para mim sentindo sua ereção contra a minha intimidade e isso faz com que nós dois seguremos um gemido, Christian aperta minha cintura com força a marcando e logo desce elas indo para debaixo da sua camisa, mas para assim que escutamos uma batida na porta e logo a voz da minha mãe alcança nossos ouvidos.
—Filha fiz um lanche para você e para Christian comerem, deixei em cima da bancada na cozinha. Seu pai e eu já comemos e vamos nos deitar, vai querer mais alguma coisa? –pergunta. Olho para Christian que me olha decepcionado por ter quebrado o clima é divertido ao ver minha cara de pânico. Tusso um pouco e ajeito minha voz.
—Não mãe obrigada, boa noite. –digo e empurro Christian para o lado vendo um sorriso no seu rosto. Claro que está rindo, não é ele que está com uma mulher quase fazendo sexo com a mãe do lado de fora do quarto.
—Boa noite querida, boa noite Christian. –diz minha mãe me fazendo afundar na cama.
—Boa noite Carla. –diz ele com a voz rouca e logo depois me puxa para cima do seu peito. –Não precisa ter vergonha baby. –diz ele risonho.
—Claro que não. –resmungo para ele com a cara enfiada no seu pescoço, mas não por causa da vergonha e sim porque eu amo senti o seu cheiro.
—Vou tomar um banho e depois vou pegar o lanche que sua mãe fez para nós. –diz ele, beija minha cabeça e saio de cima dele que entra no banheiro.
Pego o antigo livro que ficou no criado mudo do meu quarto e começo a ler enquanto Christian está no banho. Uns minutos depois Christian sai do banheiro com a toalha enrolada na cintura mostrando seu físico de deixar qualquer um babado, deixo meu livro de lado e fico olhando ele que tira a toalha todo despreocupado e começa a se vestir com uma Box cinza e uma calça moletom também cinza.
—Já volto. –diz ele assim que me dá um beijo e sai pela porta.
Sorrio que nem uma boba. Ele está mais carinhoso do que nunca e apesar de gostar muito disso ficou triste, pois ele só é assim comigo, queria que ele mostrasse para a família dele como é lindo por dentro tanto quanto e por fora, tenho certeza que todos iriam ficar muito felizes se Christian os tratasse assim, mas eu entendo que ele tem muito traumas, pois só assim para agir desse jeito, fico muito aliviada e contente por ele ter permitido o meu toque. Tocar seu peito, sentir sua pele junto a minha não tem como descrever, o calor que emana dele e surreal e me aquece completamente.
—Espero que esteja com fome. –diz ele entrando com uma bandeja cheia de comida.
—Um pouco. –digo me sentando na cama e logo ele coloca a bandeja em minha frente e da a volta na cama se sentando ao meu lado mas antes que eu pudesse pegar algo na bandeja ele me puxa para o seu colo e começamos a comer. Vez ou outra eu dava a comida em sua boca e o enchia de beijos o fazendo rir do meu ato, mas eu estava feliz, meu pai estava em casa e bem até planejando a próxima farra e eu estou mais que feliz com o homem que amo.
Assim que Christian volta da cozinha ele tranca a porta, assim que passa pela mesma e desliga a luz deixando só o abajur de iluminação no quarto, caminha lentamente até mim como um predador se preparando para atacar sua presa. Sobe em cima da cama e se deita por cima de mim se sustentando pelos braços para não me esmagar com o seu peso, beija levemente meus lábios e logo os solta. Seu cheiro me embriaga de tal forma que até mesmo a dor na minha intimidade que ânsia pela sua diminui um pouco. Ele desbotoa lentamente cada botão da camisa dele que estou vestida e a cada botão ele beija a minha pele exposta me fazendo me contorcer por querer que esses beijos fossem em outro lugar.
—Você é perfeita, sua pele é perfeita, seu corpo e perfeito e ele é todo meu. –diz ele me ajudando a deslizar o pano pelos meus braços e o joga longe e se afasta enquanto me deito na cama e fica me olhando de tal forma que é impossível não corar.
Puxo-o pelos braços fortes e com músculos bem trabalhados para mim e rapidamente tomo sua boca na minha sentindo sua língua na minha com desejo e volúpia. Sua mão agarra minha bunda com força e as aperta fortemente empurrando meu quadril de encontro ao seu fazendo nossos sexos se encontrarem e ambos gememos com isso. Suas mãos soltam a carne da minha bunda, e logo sinto o pano da calcinha sendo retirando do meu corpo e só vejo os trapos que ficaram sendo jogados pelos ares, depois que Christian a rasgou. Christian se afasta e se livra das suas roupas e logo depois veste uma camisinha em seu membro avantajado, e volta para cima de mim mas antes fica no meio das minhas pernas e me dá vários beijos ali e passa sua mão bem em cima da minha excitação.
—Já está deliciosamente pronta para mim baby. –diz Christian com os olhos escuros e com um sorriso malicioso de lado muito sexy que me enlouquece.
Christian coloca só a cabeça de seu membro em minha entrada e me beija, puxo seus cabelos macios e sedosos assim que o sinto entrando em mim com tudo, me fazendo ofegar soltando nossos lábios. Ele segura minhas mãos as entrelaçando com as deles e começa a se movimentar enquanto ele coloca nossas mãos acima da minha cabeça esticando ao máximo. Seus movimentos vão se intensificando mais e os meus gemidos vão ficando mais altos e com isso Christian abafa eles com um beijo, que tira todo o meu folego, e eu agradeço, pois não sei onde colocaria meu rosto na manhã seguinte, sabendo que meus pais estavam ali a poucos metros do meu quarto. Logo vou sentindo meus músculos se enrijecerem e logo sinto o meu orgasmo sendo formado e liberado ao redor de Christian que logo se tenciona e se libera dentro da camisinha e me beija. Ele sai de dentro de mim depois de nos separamos e ele puxar o meu lábio inferior, ele se levanta e vai para o banheiro jogar a camisinha fora e volta todo tranquilo e relaxado com sua nudez, que é a minha perdição, se deita ao meu lado e me puxa para o seu peito e nos cobre com o cobertor.
—Durma baby, amanhã vai ser outro dia cheio. –diz ele com a boca nos meus cabelos, abraço sua cintura e ele entrelaça suas pernas na minha e juntos dormimos abraçados e completamente nus e saciados.
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