Notas iniciais
Aqui está um novíssimo capitulo para vocês, dedico esse capítulo a Ally Hamada. Gente esses olhos verdes que vocês estão vendo é a Rose, que por enquanto e só os olhos, os próximos capítulos vai ser ela toda.Eu espero que se divirtam.-A ESCRITORA.

POV Hiro

Pouco depois de ir correndo por toda cidade, chegamos à origem do som que ouvimos. Ao percebemos o que era aquela coisa eu poderia dizer dois fatos: que era sem sombra de dúvidas ou com certeza uma roubada e que só consegui me lembrar de ontem, o que aconteceu após daquela noticia perturbadora:

–Não é possível, escapou como?!- eu falei em um acesso de ira misturado de indignação e... Loucura! Permanecíamos em um lugar da faculdade em que estávamos a sós e sem risco de olhares indiscretos ou alguma pessoa nos escutando.

– Disseram que houve um terremoto e ele escapou somente. Isso que disseram pra nós. — Honey me falou preocupada sentada em um banco. Todos os outros assentiram.

– Certo, ele não tem armas contra gente. Vamos ter que dar um tempo e decidi o que fazer, não podemos nos precipitar. Definitivamente não podíamos! Nos precipitar ia dar problemas e também não queria desmarca a volta no parque, mas... Eu to começando a achar isso uma má ideia, ela poderia está sofrendo grave perigo ou talvez não. Eu não sabia. Voltei pra casa, pensativo com aquele acontecimento. Foi quando ouvi alguém me chamar.

– Hiro, Hiro, HIRO!- era Rô sacudindo meu ombro como quisesse me acorda de um sonho.

– Ah, o quê?!- eu disse saindo dos meus devaneios.

– Nós chegamos... — ela falou quando alcançamos nosso objetivo.

Eu, Baymax e a Rose. Somente nós em frente do desconhecido. Somente nós três. E também somente nós poderíamos não voltar vivos de lá, era um risco a correr. Eu e Baymax éramos heróis, mas, a Rose não, e como tal, eu não poderia colocar uma vida inocente em uma situação potencialmente perigosa, isso não teria cabimento e também não queria que algum mal acontecesse a ela, era como disse uma vida inocente, e não é só isso. É uma nova amiga.

– É melhor você ficar por aqui. Não é melhor você voltar, eu Baymax veremos isso. – eu tentei falar naturalmente pra nada bandeira das nossas “identidades secretas”.

–O que, claro que não! Andei isso tudo, não irei voltar até saber que som era aquele. — a mesma falou decidida.

– Mas pode ser perigoso, você pode se machucar. — como super-herói, digamos que eu criei um senso de proteção das pessoas, que em perigo possível já bastava eu e Baymax.

– Não saio daqui nem sobre um decreto! Não adianta Hiro, não sairei daqui se conforme!-e ela iria sair daqui mesmo, raios! Como era teimosa! De maneira nenhuma ia consegui dobrar a personalidade forte que eu acabara de descobrir que ela possuía. Sem opção e um dos poucos meios de ao menos consegui dormir a noite sem ficar pensando se a mesma ficara bem era melhor ceder e deixá-la ir junto.

– Ok. Mais não saia de perto de min.- eu falei. Como dito antes, senso de proteção.

– Eu sei me virar sozinha, preciso dos seus cuidados não ta. — ela falou em ar de deboche. Acredite em min era o que eu mais queria crer.

O lugar pra eu ficar tão aflito era o porto de São Fransokyo. Um dos pontos mais afastados da cidade em si. O som ecoava de uma fabrica abandonada, provavelmente que mudara sua cede do lugar sombrio. Isso não me trazia um bom pressentimento ou lembranças boas, e o que eu mais temia era o déjá vu da situação anterior.

O lugar era como de um pesadelo mais profundo e sombrio, por causa da luz escassa, o preto da parede se embaralhava ao da noite, a lua e as estrelas haviam sido cobertas pelas nuvens negras como carvão dando ao ambiente um cenário digno de um filme de terror. Os vidros quebrados indicaram que o abandono já acontecera há muito tempo. O lugar estava em uma circunstância precária e provavelmente fora condenado pela prefeitura. O portão negro era nada convidativo, mas sim, intimidador. Eu já vi e fiz muita coisa, porém não minto. Senti muito medo.

–Serio... — Rô principiou. — um som sinistro, vem de uma fabrica abandonada, da parte mais isolada da cidade. Não tinha nada mais perigoso, que tal um lago de fogo ou um poço de arranhas venenoso. Já sei! Um buraco de 50 metros cheio de acido com tubarões e metralhadoras!- ela falou numa mistura estranha de sarcasmo e indignação.

– Que saber, vamos acabar logo com isso. — eu disse rolando os olhos.

Andamos em direção à porta. Cada passo podia ser a proximidade do nosso fim.

–Trancado. — ela falou largando de uma vez o cadeado que selava a porta junto com as correntes.

–Não totalmente trancado. Baymax pronunciou apontando para uma janela aberta no lado direito no alto. Viramos-nos imediatamente a direção que Baymax apontou.

– Eu tive uma ideia. — falei com um sorriso meio cínico.

***

– Sério! Essa é sua grande ideia!-ela falou de forma irônica.

A ideia era o Baymax ficar de pé enquanto nós o escalava, podia sim ter alguns machucados se qualquer coisa desse errado, mas era a melhor ideia no memento. Como “alguém” não tinha um plano melhor, ela topou.

– Eu só posso esta ficando maluca. — ela sussurrou em reflexão com a cara virada e levantando os ombros.

–Tudo bem, mas se eu cair, você ta encrencado. -ela disse em um tom ameaçador.

Eu fui primeiro. Foi quando Baymax começou a falar:

– Deve ter cautela, uma queda dessa altura pode causar ferimentos graves. — Baymax citou um de seus procedimentos de avisos.

Conseguiu alcançar a janela e espionei se estava tudo limpo, quando me certifiquei que não havia nada de perigoso ainda, chamei a Rô:

– Pode vir e seguro. — eu falei colocando a cabeça pra fora e chamando-a que estava embaixo.

– Não é ai em cima que eu to preocupada e como vou subir.

– Você consegue, vem. — eu disse tentando anima-la.

De um jeito um tanto desengonçado, ela conseguiu aos poucos escalar o Baymax, segurando em todo lugar possível. Não vou mentir, soltei umas risadas, era dificílimo não rir. Recompus-me e ajudei-a a entrar, segurei seu braço e com um puxão consegui a fazer adentrar. Ela sentou na borda e estava arfando.

– Nunca mais faço isso de novo. -ela disse me encarando sentada na borda da janela com as mãos encima das pernas.

– Certo. Vamos, eu te ajudo. — disse estendendo a mão a ela para ajuda-la a se levantar.

Ela segurou minha mão e se apoiou no corrimões, com um pouco de dificuldade se pós de pé. Soltando-os em seguida.

– Você parece abatida?- eu perguntei vendo sua expressão de cansaço.

– Não é nada. É que lugares escuros fechados nunca me fizeram bem, eu fico assim. — ela respondeu.

Se antes eu estava nervoso agora era preocupado, se precisássemos correr ela não teria força suficiente, iria ser ruim.

–Mas já estou melhor, obrigado pela preocupação. Ela falou tentando recuperar suas forças.

Em seguida ouvimos um barulho, que era só o Baymax que ficara entalado na janela.

– Oh não!- ela falou do seu jeito.

– shhhh. — eu falei pedindo silencio.

– Com licença, preciso desinflar. — e fez o que disse.

Eu e a Rô nos entreolhamos, eu de mãos pra frente e ela de braços cruzados, enquanto som do ar de Baymax escapava. Pro meu azar, sim eu estava tendo uma sensação déjá vu.

– Já acabou?- falei em pânico.

Ele desinflou mais um pouco.

– Sim. -ele respondeu. Fazia isso às vezes, porém era uma das coisas que eu mais gostava no meu melhor amigo. Com nos dois puxando, Baymax entrou sem dificuldade no prédio.

– Preciso de um instante pra reinflar. — falou ele

– Certo, mas sem barulho. — eu falei com um ar serio.

Depois de ele reinflar, ficamos a encarar o local por um momento. Era escuro, com pouquíssima luz, cheio de rachaduras, estávamos em cima de uma ponte de metal dentro do local, a sensação déjá vu dificultava eu ter calma. Agora, além do Baymax tinha a Rô pra eu me preocupar.

– Vamos?- ela me disse, embora parecesse calma, dava pra ler nos seus olhos que estava assustada.

–Vamos. — completei.

Descemos as escadas do local devagar qualquer movimento brusco poderia atrair atenção “indesejada”. Cada passo era um arrepio subindo em nossas espinhas, o medo era abissal. Por fim chegamos, depois de minutos que pareciam décadas, ao chão de concreto frio como o lugar. Olhamos os lados pra termos certeza que não estávamos sendo observados.

–Estão todos aqui. — eu perguntei.

– Sim. -Rô e Baymax falaram ao mesmo tempo.

Seguimos a andar, sempre em frente. O som havia cessado há algum tempo, o que me deixou apreensivo que aquilo fosse uma armadilha, o que não durou muito, pois o estrondo havia voltado. Continuamos até eu senti um puxão no braço pra trás, que quando fui verificar era a Rose, ela estava como que procurando alguma coisa. Ela não queria soltar meu braço, significando que queria eu por perto e que não prosseguisse. Não acreditava muito em intuição feminina, porém, naquela ocasião todas as teorias eram aceitáveis.

– O que foi?- eu perguntei, pois alguém não te puxa numa situação dessas a toa.

– Está ouvindo?- ela perguntou com a respiração forte, me soltando.

– Ouvindo o que?- perguntei confuso.

– Baymax, por favor, rasteei todas as frequências de sons parecidos com o que escutamos, pode fazer isso?- ela perguntou a ele, me deixando mais confuso.

– O que você quer fazer?- indaguei a ela.

– Só espere, por favor. — ela me pediu com a voz baixa, a Rô estava suando frio, fiquei angustiado, tudo isso poderia leva-la a desmaiar. E a última coisa que eu queria era a mesma desacordada.

– Aqui estão as frequências. — isso fez a Rô solta um suspiro de alivio fazendo ela se acalmar. Depois de tocar os sons, chegamos a uma conclusão.

– Isso é som de metal. — eu disse falando o óbvio.

– Exato!- ela disse querendo chegar a algum lugar.

– E...?- eu perguntei.

– E que aqui é um lugar abandonado, não deveria ter mais esse som aqui. — ela falou com a voz carregada de aflição. Eu gelei e senti um arrepio percorrer minha espinha, ela estava certa.

– Rô, você está em pânico, essa adrenalina toda não faz bem pra você. Pode acabar desfalecendo. -tentei alerta-la. – se não que voltar tudo bem, mas pelo menos sente e se acalme.

–Tudo bem. — ela confirmou com a cabeça, sentando- se no chão, apoiando a cabeça na parede. Ela estava respirando normal e agora parecia ter recuperado totalmente o animo. Era estranho ver o efeito que um lugar escuro ocasionava nela, devia ter claustrofobia.

– Certo podemos continuar. Falou, estava mesmo melhor, com o tempo de andanças pelo lugar seu estado melhorou assim como seu humor e raciocínio, o brilho de obstinação saudável da alegria tinha voltado aos seus olhos verde-esmeralda, até sua pele que estava meio pálida, voltara à cor pêssego original. Estava rindo embora a situação, e conseguiu até fazer rir a min e ao Baymax de alguma forma. Tinha voltado ao normal demonstrando que em uma corrida pela vida estaria disposta.

– Olha me desculpe não queria deixar você preocupado, Baymax também ajudou muito ele e muito fofo! -ela falou dando um pulinho de alegria.

– Que bom que melhorou, foi corajosa por ter topado vir. — falei revirando os olhos.

– Eu falei que nada me ia impedir de descobrir esse barulho, mas tava errada quando disse que não precisaria dos seus cuidados. Admito, cuidou bem de min.- ela falou meio que derrotada.

–Admitiu!Estava errada, deveria gravar isso!- zuei ela um pouquinho.

– Ta, mais não humilha. — ela disse me dando um soco no meu braço.

– Ai. – eu falei brincando massageando o braço.

– Você não apresenta ferimentos, não a motivo para a interjeição de dor. -Baymax falou.

– Não é que uma brincadeira, uma expressão. — expliquei a ele, volta e meia levava tudo ao pé da letra.

O riso e o bom-humor sumiram quando demos de cara com um laboratório dentro do local. Estávamos chocados com a cena um tanto inusitada. Nossa expressão de surpresa foi impagável. Principiamos a adentra no local.

– Rô, veja. — chamei sua atenção junto a Baymax.

– O que é isso?- ela perguntou com um olhar estranho. O que vimos era uma “teia de aranha”. Com fitas vermelhas ligando vários pontos da cidade. Algumas eram marcadas com um pino- material vermelho, outros brancos. Indicando que seja lá quem fosse estava procurando algo, algo com urgência. Anotações mostraram que os vermelhos eram lugares já procurados, só não sei o que era.

– Hiro olhe isso. -era uma parede branca com garras mecânicas trabalhando em algo no lado de dentro. Era opaco, por isso não dava pra ver o que era, porém ia em direção a uma esteira. Chegando ao final a Rose tomou em mãos um dos objetos que me deixou surpreso.

– Microbts, impossível foram todos destruídos!- ela falou surpresa.

Ouvimos um barulho que nos fez ficar alerta , até baymax falar:

– oh não!- baymax falou.

Viramos bruscamente demonstrando os microbots crescendo e tomando forma.

Sim a sensação déjá vu havia voltado, enquanto microbts, eles subiam pelas paredes...

***

Nada a declara estou tão chocados quanto vocês, eles estão fritos! Todos eles se meteram numa roubada até a próxima, se eu tiver viva até lá também, pois isso afeta minha vida também. Thau.

Notas finais
Só lembrando, os capítulos seguintes estão muito emocionantes, não percam , vai ter de tudo. perdão pelo os erros ortográfico. Até a próxima.-A ESCRITORA.