Notas iniciais
Aviso; o capitulo abaixo esta um completo LIXO
Por que to sem inspiração.

Madeleine e Ethan viraram suas cabeças quase em sincronia em direção ao dono da voz, ainda que estivessem na mesma posição comprometedora.

Quem gritara era o diretor Armando Dippet, que estava com uma expressão raivosa em seu vermelho rosto redondo. Dumbledore estava ao seu lado, e parecia dividido entre achar graça e repreender os alunos. Ao lado de Dumbledore estava Abraxas Malfoy, que parecia a ponto de ter uma crise nervosa de riso. Ao lado dele estava Aidan, que encarava Ethan com uma expressão anormalmente séria e decepcionada, e ao lado dele estava um garoto do sétimo ano, louro e de olhos alunos, perfeitamente arrumado e estava com um grande sorriso malicioso no rosto. Ele segurava uma câmera em sua mão.

Quando você está seminu, todo vermelho, coberto de arranhões, ofegante, e é pego em uma posição comprometedora, acredite, NADA vai tirar a impressão de que você estava se agarrando com alguém. NADA.

Com um click o garoto louro tirou uma foto dos dois, e assustado pelo flash repentino, Ethan soltou Madeleine que caiu de bunda no chão, consequentemente fazendo a camisa de Ethan que estava usando subir mais ainda, mostrando sua calcinha rosa.

– QUE TIPO DE OBSCENIDADE É ESSA NA MINHA ESCOLA? – Gritou Dippet raivoso.

– Não é nenhuma obscenidade. Garanto que posso te explicar tudo. – disse Ethan com sua típica indiferença, como se nem tivesse sido pego daquela forma.

Madeleine estava mais vermelha do que um tomate, e parecia paralisada de choque também. Merda, merda, merda, merda, isso só pode ser um sonho! Pensava Madeleine, desesperadamente.

– EU SEI MUITO BEM O QUE VOCES ESTAVAM FAZENDO! QUE POUCA VERGONHA! VÃO SUJAR O NOME DA FAMILIA DE VOCÊS! – berrou Dippet.

– Armando tenha calma. Vamos ao seu escritório, tenho certeza de que podemos resolver isso com calma. – Disse Dumbledore calmamente.

– Calma? Como posso ter calma diante de uma situação tão vergonhosa como essa? – Replicou Dippet baixando a voz.

– Eu sei, Armando. Também estou envergonhado com a atitude destes alunos. Mas eu só peço que os levem para sua sala para uma conversa formal.

Dippet ponderou.

– Pois bem. Conjure capas para vesti-los e iremos até o meu escritório. – Falou Dippet e se virou para o resto dos garotos – E vocês estão dispensados agora. Falarei com vocês mais tarde.

E Dippet se virou e caminhou rumo ao seu escritório. Os garotos se viraram e caminharam para a direção contraria. Dumbledore se virou para Ethan e Madeleine e com sua varinha conjurou capas vermelhas para eles.

– Professor Dumbledore – chamou Madeleine, corada – Eu juro que não é nada disso que o senhor esta pensando.

– E por acaso a senhorita sabe o que eu estou pensando? – falou Dumbledore em tom de repreensão.

Madeleine baixou a cabeça envergonhada. Ethan voltou até o armário, pegou sua varinha e voltou até Dumbledore.

– Professor? Minha varinha quebrou. Tem jeito de conserta-la? Ou terei que comprar uma nova? – perguntou Ethan com seus olhos cinza sonhadores.

– Sinto muito Senhor Scamander, mas terá que comprar uma nova. – Falou Dumbledore analisando a varinha partida em duas. – Agora me acompanhem.

Dumbledore se virou e começou a caminhar. Meio tremula, Madeleine levantou-se e caminhou ao lado de Ethan atrás de Dumbledore. Suspirou nervosamente. Aquela seria uma conversa longa.

OoOoOoO

Mais tarde naquele mesmo dia, Hermione almoçava ao lado de um estranhamente silencioso Aidan. Madeleine e Ethan não estavam lá. Não era muito estranho já que era dia de ir a Hogsmeade. Virando seus olhos opacos para Aidan, o analisou.

Ele remexia a comida em seu prato e em seus olhos azuis refletia-se tristeza e confusão.

– O que você tem? – perguntou Hermione.

– Nada – respondeu indiferente.

– Tudo bem então. Mais cedo ou mais tarde eu saberei mesmo. Não existem segredos em Hogwarts. – Falou Hermione.

O salão principal estava muito mais vazio do que o comum. Nele só havia alguns professores, alguns alunos do primeiro e segundo ano que não tinham permissão para sair e alguns alunos do sétimo ano que já não achavam muita graça em ir para Hogsmeade. E do sexto ano só havia Aidan e Hermione, na mesa da Corvinal é claro, já que Hermione tinha certeza que Tom Riddle estava na mesa da Sonserina.

De repente algumas corujas, poucas cerca de seis ou sete, entraram no voando no salão, o que era um tanto incomum já que obviamente não era hora do correio. Uma coruja cinza-amarronzada caiu na frente de Hermione, estendendo a pata para a carta presa nela. Hermione pegou a carta, fez um carinho na coruja e a mesma levantou voo e foi embora.

Abrindo a carta Hermione um convite de Slughorn para o Clube do Slug naquele dia. Mas Hermione soube no memento em que viu o convite que não iria. Aquele clube significava que ela teria que ficar a noite toda conversando com um bando de gente esnobe e arrogante por causa do sangue e ainda teria que aguentar perguntas sobre sua família e passado.

– Quando é vão selecionar novos jogadores para o time de quadribol da Corvinal? – perguntou Hermione tendo uma ideia.

- Hoje um pouco antes do por do sol. – Respondeu Aidan forçando alguma comida a entrar no estomago.

– Perfeito. Fui convidada para o Clube do Slug, mas não quero ir. Se o Slughorn te perguntar eu vou ver o seu treino O.K. ? – Falou Hermione.

– Você vai ver o meu treino? — Perguntou Aidan.

– É, eu apareço lá.

– O.K.

Hermione olhou para a mesa da Sonserina. Riddle a olhava e propositalmente levantou seu convite para ela ver. Era um sinal claro de que ele a esperava na reunião. Em seguida ele levantou-se e saiu do salão com Abraxas em seu encalço.

OoOoOo

Mais tarde naquele mesmo dia, Hermione andava nas ruas de Hogsmeade em companhia de Aidan. Ele a havia seguido, segundo ele para ‘sair da monotonia’. Naquele tempo a vila era muito menor que no seu tempo, notou Hermione. Entraram na Dedos de Mel a tempo de ver Abraxas comprando uma caixa de abacaxis cristalizados e dizer:

– Slughorn é viciado em abacaxis cristalizados. Não é a toa que é tão gordo.

– Que seja. – falou Tom rispidamente.

Ele se virou para sair da loja e viu Hermione parada ali o encarando. Rapidamente ele mudou sua expressão irritada para levemente surpreso.

Ela sabia que ele estava atuando. Ele não estava surpreso por vê-la ali. A realidade é que ele poderia assumir ser uma pessoa completamente diferente do que ele era apenas para agrada-la. Ela sabia que ele estava tentado uma proximidade diferente com ela, e não pouparia esforços para tê-la. Para logo em seguida força-la a falar tudo o que ela sabe e depois simplesmente descarta-la.

Antes de ele dizer qualquer coisa para ela, Hermione agarrou o braço de Aidan e entrou na loja. Tom ficou com uma expressão neutra e saiu da loja com Abraxas.

Olhando uma prateleira de abacaxis cristalizados, Hermione teve uma ideia.

OoOoOoO

Naquela noite Tom caminhava para chegar à sala da reunião do Clube. Impecavelmente arrumado, ele carregava uma caixa grande de abacaxis cristalizados. Chegando lá ele entrou a tempo de ouvir Slughorn dizer para Avery:

– É uma pena que a senhorita Granger não virá.

– Não virá? – Perguntou Tom, aproximando-se.

– Oh Tom meu rapaz! Boa noite! E não a senhorita Granger não virá. Segundo ela, ela irá ver o primeiro treino de quadribol de seu amigo que insistiu a semana toda para ela ir ver. E como ele prometeu, ela não estava presente aqui esta noite.

Tom irritou-se. Contava com a reunião daquela noite para saber mais sobre Granger. Isto é, se ela não mentisse.

– Oh, tudo bem então. – falou Tom, neutro, entregando a caixa de abacaxis – Trouxe isto para o Senhor.

– Oh Tom isso é muito gentil de sua parte. Mas temo que esteja atrasado. Parece que a senhorita Granger chegou antes. – falou Slughorn apontando para uma caixa de abacaxis cristalizados duas vezes maior que a sua em cima da mesa.

Tom envergonhou-se e notou. Hermione o viu com Abraxas naquela tarde. Ela sabia que ele iria dar uma caixa para Slughorn e aproveitou a oportunidade para comprar uma maior para ele e ainda por cima deu um jeito certo de faltar à reunião. Ela queria humilha-lo. E conseguiu.

Continua...


Notas finais
Como eu disse: LIXO