Notas iniciais
Olá pessoal. Resolvi continuar a fic. Mesmo estando sem inspiração fiz o melhor que eu pude neste capitulo. Prometo melhorar. E pra quem ainda não sabe, releiam os capítulos desta fic novamente por que eu mudei totalmente o primeiro capitulo e fiz pequenas alterações nos outros ok? Vou contar a história mais na perspectiva do Tom do que da Hermione, mas vou tentar fazer o possível para contar da perspectiva dos dois.
Nota: Gente, preciso de uma capa nova para a fic, alguém ai sabe fazer?
Capítulo sem revisão.

Tom Riddle nunca foi do tipo que ficava observando os outros alunos de Hogwarts. Os achava insignificantes para serem dignos de sua atenção. Mas a aluna nova era um caso especial. Havia algo nela, ele sabia.

O jeito que ela havia se sentado naquele banco para ser selecionada para uma das casas era imponente, enquanto seus olhos varriam pelo salão, como se já estivesse estado ali várias vezes. O pequeno sorriso de canto quando soube que ia para a Corvinal, o rosto inexpressivo enquanto falava com seus colegas de casa era... Intrigante.

Mas ao saber de seu sangue sujo, ele se sentiu enjoado por prestar numa imunda que, provavelmente, era só mais uma sem cérebro e metida que só servia para procurar maridos e ser uma boa dona de casa.

Como se essa escola já não tivesse sangues-ruins o suficiente.” Pensou.

Hermione Granger sempre foi do tipo que fazia amigos e era sociável. Mas daquela vez era diferente. Havia sim conhecido Madeleine, Ethan e Aidan (lê-se Eidan), mas não se apegaria. Não queria ter que se preocupar com outras pessoas enquanto Tom Riddle estivesse ali para ameaça-la e/ou mata-la a qualquer momento. Mas mesmo assim, a parte egoísta de sua humanidade queria se apegar. Queria poder falar com alguém sobre essa responsabilidade de estar ali. Mas essa vontade foi logo esquecida, sua outra parte – a parte doentia, assassina e impenetrável – não se permitia ter que sentir isso. Já estava ali para proteger aqueles que sua parte humana amava. Aquele era o máximo que podia fazer. Não podia se dar ao luxo de “sentir”.

Naquela manhã – o primeiro dia de aula – Tom Riddle caminhava pelos corredores de Hogwarts em direção a sua primeira aula, poções com o professor Slughorn. Deu um leve sorriso de canto. Finalmente saíra daquele inferno de orfanato e viera para Hogwarts.

Estava a meio caminho da sala quando ouviu seu nome sendo chamado e se vira, se deparando com Dumbledore e a garota nova o encarando. Ambos se encararam, analisando um ao outro dos pés a cabeça.

Ela tinha cabelos encaracolados (N/A: não mais volumosos) cor louro escuro com luzes em um tom louro médio, que parecia brilhar em um tom dourado na luz do sol (N/A: é o look dela no filme), sua pele era branca e pálida (seria tão gelada quanto parecia?), seus lábios eram vermelhos, seu uniforme de segunda mão valorizava suas curvas. Mas sobre tudo o que mais chama atenção eram seus olhos. Olhos amendoados e opacos. Perfeitos.

Ele tinha cabelos pretos, como carvão, e encaracolados, mas curtos demais para formar um cacho completo, os fazendo parecer ondulados, e com uma franja cortada de lado que caia ondulada sob seu olho esquerdo. Sua pele era branca e pálida (seria tão gelada quanto parecia?), seus lábios eram vermelhos, e seu uniforme – mesmo sendo de segunda mão – valorizava seus músculos adquiridos com adolescência e sua estranha imponência, e elegância, para alguém tão jovem. Mas sobre tudo, uma das coisas que mais chamava atenção eram seus olhos. Olhos verdes escuros, quase castanhos (N/A: wikipédia!), e opacos. Perfeitos.

Quem os visse juntos acharia que eram gêmeos. Ou clones de sexos diferentes. Talvez isso fosse alguma coisa que pessoas sádicas tivessem. Ou não.

Dumbledore deu seu famoso sorriso de quem sabe das coisas de disse:

– Sr. Riddle? Pode levar a Srtª. Granger para a aula de poções? Ela é nova por aqui e não conhece muita coisa.

Tom voltou seus olhos opacos para Dumbledore.

– Claro professor – falou educado e ao mesmo tempo frio, disfarçando a careta de desgosto que ameaçava se formar em seu rosto. – Siga-me Srtª.

E ele saiu caminhando com Hermione em seu encalço, sem nenhum dos dois dizer nada durante todo o percurso. Ela o analisava.

– É aqui – falou ele e olhou para ela como se esperasse algo dela.

Ela apenas ergueu a sobrancelha para ele e Tom imitou o gesto.

– Não vai agradecer? – “sangue- ruim” completou em pensamento.

– Eu deveria? – falou indiferente e entrou na sala sem esperar resposta, o deixando indignado com sua falta de modos para com ele.

Vou ensinar essa sangue-ruim a ter modos para com seus superiores” pensou ele, irritado, entrando na sala a procura dela.

continua...


Notas finais
Bom, talvez tenha gente que não tenha entendido, então vou explicar,
vocês repararam né que tem esse negócio ai de humanidade e parte doentia da Hermione né? Então, como sempre dizem, em cada pessoa existe o bem e o mal, então resolvi deixar isso mais evidente na Hermione, como se ela fosse duas, então isso gera conflitos consigo mesma, de forma que ela pense sempre em formar de fazer coisas de modo que agrade as duas formas de si mesma. Nem eu mesma sei por que fiz isso, mas achei que assim seria melhor.
Deixem comentários, com sobre tudo, criticas no que pode ser melhorado. ATÉ!