Tomione: Forbidden Memories
7 Irritando-se com o inimigo.
Notas iniciais
E como eu sou muito doida to pensando em por um casal homossexual na fic. q acham? eles só iriam aparecer em 1 ou 2 cap. mesmo. até!
Ele entrou e descobriu que estavam a sós na sala. Tom puxou o pulso dela antes que a mesma se sentasse. Um estranho calor passou onde suas peles se encontraram, um calor gostoso e acolhedor. Ignoraram aquela estranha sensação e se encararam friamente.
Olhando mais de perto, ele percebeu que os olhos dela não eram somente castanho e sim castanho-dourado, pois o opaco apagava a cor dos olhos dela.
– Não te ensinaram que se deve agradecer quando alguém lhe faz um favor? – disse ele com a voz baixa e persuasiva. Letal.
Provavelmente se ela não fosse quem era, teria se encolhido perante a ele. Ela se soltou do aperto dele em seu pulso, mas não desviou o olhar, ia retrucar uma resposta quando alunos entraram na sala e perceberam o clima tenso no ar, ficando em silencio.
Tom, percebendo isso, saiu de lá e sentou-se em uma mesa distante. Ela fez o mesmo e mais alunos chegaram e sentaram, comentando baixinho entre si o ocorrido.
Madeleine sentou ao lado de Hermione e quando ia falar algo, o professor Slughorn chegou e pediu silencio a todos.
– Ora, ora, primeira aula do ano justo com Sonserina e Corvinal! As duas melhores casas de Hogwarts em minha opinião! – exclamou Slughorn.
Alguns alunos sorriram e Madeleine comentou baixinho para Hermione:
– Ele disse a mesma coisa de Sonserina e Grifinória ano passado.
Hermione apenas a olhou com deboche, concordando mentalmente que Sonserina e Grifinória eram sim as melhores casas de Hogwarts.
– E parece que esse ano tem uma aluna nova do 6° ano – disse Slughorn, fazendo com que Hermione voltasse seus olhos opacos para ele.
(Lembrando que eu alterei umas coisas, ou seja, fiz com que Tom abrisse a câmara secreta um ano antes, apesar de Hermione já saber sobre Horcrux)
Slughorn parece meio surpreendido quando a encarou, mas logo depois abriu um sorriso gigante. Hermione notou que ele era bem mais animado naquela época.
– Qual seu nome Srta. ?
– Hermione Granger – falou ela com sua bela voz de sinos, mas com uma expressão fria e indiferente.
Slughorn encantou-se. Ela parecia com seu “querido” aluno preferido, Tom. Slughorn sorriu e começou sua aula.
– Hoje iremos fazer a poção morto-vivo. Alguém sabe me dizem quais são os ingredientes dessa poção? – Perguntou Slughorn.
Quase que imediatamente Tom e Hermione ergueram as mãos.
– Srta. Granger – concedeu Slughorn.
– Losna, raízes de valeriana, raiz de asfodelo em pó e vagem suporífera. – falou Hermione.
– Correto. Quinze pontos para Corvinal. Agora quero que preparem a poção.
Os alunos rapidamente começaram a preparar, com muita dificuldade, exceto Hermione é claro, já que ela já havia visto como se prepara essa poção graças ao livro do Príncipe Mestiço. Até Tom Riddle estava tendo dificuldade em fazer a poção.
Hermione foi a primeira a terminar e Slughorn com muita alegria disse que a poção dela estava perfeita e depois foi ver a de Tom, que estava boa, mas não totalmente perfeita.
Ele irritou-se. Além de ela ter feito uma poção melhor do que a dele, toda pergunta que faziam para ela, ela respondia perfeitamente. Ela era tão boa ou até melhor do que ele em poções e isso o irritava profundamente. Seria ela tão boa assim nas outras matérias também? Provavelmente. Slughorn agora teria mais uma aluna favorita, e isso o deixava muito irritado.
(...)
Elizabeth Edgecombe era o que se podia se chamar de perseguidora. Ela perseguia Tom Riddle desde que o mesmo lhe dera um fora. Ela prometeu não parar de persegui-lo até consegui o que queria: Sexo.
Afinal era a década de 40, época de sensualidade e os adolescentes começaram a não se importar mais em se manter puros até o casamento, apesar de ainda ser considerado um escândalo se descobrirem alguém – principalmente mulheres – impuro antes do casamento. Os pais puniam severamente seus filhos, mas como não havia muito o que fazer, o negócio era transar sem isso cair “na boca do povo”.
Elizabeth ouviu boatos de que Tom e Hermione estavam conversando sozinhos na sala de aula e isso não a agradou, visto que nem ao menos conseguira uma conversa que durasse mais que cinco minutos com ele, e , segundo os boatos, eles ficaram conversando de quinze a vinte minutos, o que era mentira, mas Elizabeth não sabia disso.
Elizabeth estava irritada e ia ter uma “conversinha” com a novata. Não ia com a cara dela desde que a mesma recusou friamente seu pedido de “amizade”, o que era, para Elizabeth, uma humilhação.
Nesse momento Elizabeth aliviava suas tensões sexuais com Ewan, afinal, precisa de alguém para isso e quem melhor do que ele – seu fiel seguidor e goleiro de quadribol – para isso? Afinal era nele que ela mais confiava. Já havia transado com outros, claro, mas sua mãe a havia repreendido, dizendo que ela não conseguiria se casar com ninguém se tivesse fama de vadia.
(...)
Na hora do almoço, Hermione estava com Madeleine, Ethan e Aidan. Os três conversavam animadamente e Hermione só respondia quando algo era lhe perguntado.
– Que aulas você tem Srta. Granger? – perguntou Aidan.
Hermione rolou os olhos perante a tamanha educação daquela época.
– Chame-me de Hermione. Tenho aulas de poções, DCAT, aritmancia, herbologia, runas antigas, história da magia, feitiços, astronomia e transfiguração. (não tenho certeza se a Mione tem aulas de Astronomia L)
– Você gosta de estudar, ahn? – falou Ethan avoado, sem esperar resposta, passeando seus olhos pelo salão e vagando com sua mente sobre coisas que, talvez, só existissem em sua mente.
(...)
A noite em seu salão comunal, quando todos já tinham ido dormir, Hermione observou o teto estrelado daquele salão e ficou pensando em como seus amigos estariam. Depois de um tempo, Hermione abriu sua pequena bolsa que carregava para todos os lados, e que continha um feitiço de expansão, e retirou o mapa do maroto. Sorriu lembrando-se de como fora fácil pega-lo sem que Harry percebesse. Ah, como era bom ser inteligente.
continua...
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