Toda Sua
55 Capítulo 55- Coming Home.
Notas iniciais
POV Misto. (Jesse e Klaus.)
A viagem foi bem mais rápida e melhor agora na volta. E como foi bom voltar para casa. Rebekah estava de saída quando chegamos e ela ficou feliz com a volta da Jesse, e ficou conosco um pouco e depois saiu. A casa seria só nossa, não podia ser mais perfeito. Tomamos banho e trouxe o jantar dela que compramos.- Pronto, tudo quente.
— Ok, mas antes...- Fui até o mini frigobar que tinha ali no quarto e peguei quatro bolsas primeiro.- Primeiro tome-as.- Entreguei á ele.
— Faço enquanto come o seu.- Disse tomando das mãos dela e tomando uma em segundos.
Sorri.- Ok.- Comecei a comer.
Quatro não deram nem para o começo. Fui onde guardávamos e acho que passei alguns minutos lá até me sentir satisfeito. Quando voltei Jesse já tinha terminado.- Você foi rápida ou eu que demorei?
— Na verdade você ficou vinto minutos lá.- Sorri.
— Sério? Para mim foi uns cinco.- Disse.
— Você deve ter acabado com o estoque.- Ri.- Seria necessários uns 10 humanos?
— Talvez mais.- Disse tirando a mesinha da cama.- Feliz por estar em casa?
— Mais do que feliz.- Sorri.
— Isso é ótimo.- Disse a beijando.
Retribui o beijo enquanto envolvia meus braços no pescoço dele.
Estávamos sozinhos então ela estava só de calcinha. A deitei na cama, a tocando na lateral do corpo.
Adorava sentir as mãos dele em meu corpo e sempre causavam o mesmo efeito; arrepios. Entrelacei minha perna na cintura dele e acariciava sua nuca.
— Acho que não é só eu que estava sentindo falta.- Disse.
— E quem disse que só homens sentem faltam? Isso é preconceito.- Ri.
— Digo na intensidade. Sentir falta, eu sei que sim.- Disse.
— Ah, isso é. Homens devem imaginar isso 24 horas por dia.- Disse.
— Mais ou menos, mas não vamos discutir agora.- Disse a beijando.
Sorri e retribui o beijo novamente, acariciando os cabelos dele.
Tirei a calcinha dela e a minha cueca também. Nossa, como estava com saudade dela e meu corpo parecia pedir a cada segundo ela.
Nosso beijo era quente e intenso. E acho que se pudesse não parava de beija-lo. Senti falta da boca dele a cada segundo que estive fora.
Rapidamente estava duro e entrei nela. Deus, essa é a melhor sensação do mundo.
Gemi e suspirei pesadamente, descendo meus lábios para o pescoço dele.
Fazia movimentos na medida; nem rápido, mas também não lento. Minha garota. Olhava ela e via refletido o meu prazer nela.- Meu amor, não quero mais ninguém, só você.- Disse entre gemidos e beijos.
Sorri.- Eu também só quero você. Para sempre.
— Sempre.- Peguei a perna dela, a trazendo mais para cima e também a acariciando. O corpo dela continuava perfeito, lindo e somente meu.
Tudo que sentia com ele era tão... perfeito e bom. A sensação de estar nos braços dele e sentir suas mãos em meu corpo, era ótimo.
Aumentava o ritmo e sentia um orgasmo próximo. Só ela que tinha me feito sentir assim, tão bem e tão completo. Mesmo que fosse difícil, me controlaria para não perde-la nunca.- Jesse...- Gemi quando o orgasmo chegou para nós e foi como se completasse o fim do tormento. Sim, agora estava tudo bem.
— Eu te amo.- Disse entre seus lábios.
— Eu te amo.- Disse.
Sorri e lhe dei um selinho. O abracei e todo o peso que sentia longe dele desaparecia quando estava em seus braços.
Me virei para não pesar, deixando ela deitada em mim.- Agora sim estamos bem.
Acariciava o peito dele.- Sim. Acho que se ficasse mais um longe de você, eu iria morrer de saudades.- Sorri.- E acabei nem agradecendo você por ajudar e depois deixar meu pai matar o Carl.
— Ah sim, tudo bem. E eu tambem acho que não aguentava mais sem saber, falar ou ver você.- Disse.
Passei minha perna pela perna dele e me acomodei melhor no peito dele.- Agora estamos juntos de novo.
— Sim love e acho que nem eles vão tentar isso de novo.- Disse.
— Pelo menos acho que consegui fazer eles pensarem melhor sobre você e os vampiros em geral. Até porque eles não se armaram e tentaram matar vocês, isso foi um avanço.- Ri.
— Pode ser, mas vou botar um rastreador em você, assim caso aconteça saberei imediatamente onde está.- Disse.
Ri.- Acho que seria mais fácil. Mas rastreadores não são muito bonitos.
— Então está decidido.- Ri e apertei ela.
Me inclinei e o beijei.- Não vamos mais ficar separados. Ficaremos assim, sempre.
— Não vamos, mas conheço essa carinha dorminhoca. Está cansada da viagem.- Disse.
Sorri.- Sim. Eu nunca consegui ficar acordada uma viagem toda. Bati um recorde hoje.
— Então durma.- Disse dando um beijo na cabeça dela.
— Tente dormir. Por favor.- Lhe dei um selinho.- Boa noite.- Puxei o cobertor e me acomodei melhor nos seus braços. Acho que logo após adormeci.
Estava tão tranquilo e relaxado com ela nos meus braços que acabei dormindo mesmo.
*****
POV Klaus.
Acordei e Jesse não estava, então fui atrás dela. E Dean, com a cara mais lavada, estava sentado sobre ela "massageando" as costas dela. Foi o fim para mim. Parti para cima dele, lembrando de como agarrou ela, a beijando duas vezes; soquei e soquei até perder a conta. O grito de Jesse me despertou da minha furia. Em minha mãos Dean estava morto. Não, droga, não era para mata-lo. Jesse... Jesse. Ela chorava compulsivamente e agarrou o corpo dele.
— Você o matou!- Ela exclamou.
Não, não para ter feito isso.- Jesse, eu não... Desculpa, me perdoa... Eu não queria...
— Claro que queria! Você o odiava! Eu não aguento mais, Klaus. Acabou.- Ela disse.
O desespero me tomou por completo.- Não Jesse, me perdoa, por favor.- Tentava a segurar, mais ela se soltava.
— Não quero mais saber de você Klaus. Não me procure nunca mais, seu monstro.- Ela disse.
— Não!- Gritei.- Jesse, não vai, por favor. Me perdoa, me perdoa... Eu te amo.
Ela me olhou com desprezo e nojo, saindo porta a fora.
A dor me atingia implacavel, como se me destruisse. Eu corria atrás dela, a chamando, mas ela estava fora do meu alcance. Sentia um vento no meu rosto e me fazia perceber que eram lágrimas que lavavam meu rosto e não percebia. Jesse, não, por favor, volta... Eu preciso de você meu amor.
*****
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