Toda Sua

51 Capítulo 51- Brand New.


Notas iniciais
Olá meus amores, mais um capítulo o/ Bem, vamos ao capítulo e nos vemos lá embaixo...

POV Misto. (Jesse e Klaus.)

Sabia que meu pai tinha o matado e sabia que ele ficaria lá por um bom tempo. Ele precisava se despedir da minha mãe. De verdade. Quando vi Klaus, o abracei.

Agora sim pude respirar um pouco melhor de aliviado, mas não ainda bem.- Ele machucou você mais que isso?- Disse no seu ouvido e me referindo as mordidas.

— Não. Vocês chegaram a tempo.- Disse.

— Desculpe por demorar, mas essa cidade é no meio do nada.- Disse.

— Não precisa se desculpar.- O beijei.- Meu Deus, como senti falta do seu beijo.- Disse entre seus lábios.

— E eu de tudo. Acho que estava enlouquecendo já sem você.- Disse.

Sorri.- Devíamos ir para a casa. Meu pai irá voltar quando sentir que já se despediu. Podemos voltar para casa amanha ou em alguns dias. Esse lugar é bom para férias.

— A senhorita só viaja quando estiver melhor e sem essas marcas e saudável.- Disse.

— Seu sangue vai me ajudar nisso.- Disse.

— Sim, mas vamos sair daqui- Disse pegando ela no colo. Saímos dali e rapidamente chegamos a casa que ela estava. Ela me convidou a entrar e enquanto os outros não chegavam a levei para tomar um banho. Aquele desgraçado tinha bebido muito dela.- Jesse, melhor você tomar logo, está palida.

— Tudo bem.- Estava mesmo fraca.

Sentei ela na cama, mordi meu pulso e dei para ela beber. Observava as mordidas e cada uma me dava mais raiva; contei cinco ao total.

Peguei no pulso dele e comecei a beber o sangue. O gosto era bom até e sentia todas as mordidas irem sumindo a medida que tomava o sangue, assim como a dor de cabeça.

A cor dela voltava ao normal assim como a pulsação.- Pronto, agora uma refeição e um bom sono e estará ótima.

Parei de beber, até porque o pulso se fechou.- Quero ver eu conseguir comer ou dormir agora. Estou muito agitada ainda.

— Acho que sei como te acalmar.- Puxei ela para um beijo. Não só ela estava precisando daquilo, eu também. Sentia como se tivesse minha vida de volta depois de ter sido jogado no inferno.

Retribui o beijo. Como tinha sentido falta dos lábios deles nos meus. Era como se tivessem tirado meu coração fora e minha cabeça ainda funcionasse mesmo assim.

— Jesse, me perdoa por aquele dia, eu fui um imbecil.- Disse.

— Ei, está tudo bem.- Acariciei o rosto dele.- Eu não estou magoada com você. Não tem que se desculpar.

— Eu jurei que se te encontrasse, eu ia me esforçar mais, porque você merece algo melhor do que te dou. E eu juro por tudo que quiser que vou fazer o meu melhor.- Disse.

— Você é o meu melhor. Você é tudo para mim meu amor.- Sorri e lhe dei um selinho.- Eu só quero o seu bem, nada mais que isso.

— O meu bem é estar com você e sem isso fiquei sem nada. Foi pior que tudo que já passei. Ainda mais por ter brigado com você, a culpa e a dor da saudade era quase insuportáveis. Se tinha duvida, confirmei que não posso viver mais sem você.- Disse.

Sorri.- Eu sempre ficarei com você. Cuidarei e amarei sempre.

— Melhor você ir tomar banho e se cubrir, aqui está mais frio que em casa e pode ficar doente.- Disse.

— Ok. Já volto.- Me levantei e fui tomar banho. Lavei bem onde tinha sido mordida e não tinha mais nada ali. E deixava a água cair em todo meu corpo. O nojo daquele cara me tocando foi tanto que acho que se pudesse teria vomitado na cara dele. Infelizmente não deu. Sai do banho e me enrolei no roupão, voltando para o quarto.

— Melhor?- Perguntei.

— Muito.- Me sentei ao lado dele na cama.

Trouxe ela para meu colo.- Você não vai sair daqui nunca mais.

Sorri.- E eu quero ficar aqui para sempre.- Disse me ajeitando no colo dele e descansando minha cabeça no peito dele.

— Quer comer alguma coisa?- Perguntei.

— Não sei se tenho fome. Hoje foi um dia agitado.- Disse.

— Mas é melhor você comer, não é bom perder tanto sangue e ficar de estomago vazio, mesmo bebendo de mim.- Disse.

— Tudo bem, mas uma coisa leve.- Disse.

— Ok mocinha, vou providenciar para você. Já volto.- Disse.

Sorri.- Ok.

Fui até a cozinha, ainda bem que eles não tinham voltado ainda, assim podia aproveitar mais com ela. Peguei um suco e fiz dois sanduiches.- Tome e coma os dois.

— Você adora me dar comida não é?- Disse rindo e comecei a comer um dos sanduíches.

— Nunca deixaria você com fome, é horrível.- Disse.

— Eu sei.- Sorri e lhe dei um beijo. Tomei do suco e continuei comendo.

Deixei ela comer e a olhava; como uma unica pessoa tão simples podia mudar tudo? A uns meses não me importava com nada nem ninguém, mas agora... Essas semanas me jogaram num poço que pude perceber, que o que tenho, a oportunidade que num minuto posso perder sem perceber.

Terminei de comer e tomei o resto do suco. O olhei.- O que foi?

— Eu te amo. E não sei exatamente o que te trouxe para mim, mas agradeço a quem for.- Disse.

— Eu também te amo meu amor. Demais.- O beijei.

— Para não piorar a situação vamos deixar para continuar em casa o que estou pensando, e você vai dormir.- Disse.

Ri.- Ok.- Me sentei no colo dele e me aninhei no peito dele. Parecia uma criança no colo dele. Homens tem a capacidade de serem muito grandes quando querem, e eu sou pequena. Inalava o perfume dele, tão bom. Sentia tanto a falta dele. Puxei a coberta para me cobrir. Estava praticamente nua, só vestia um roupão.

Apertei ela no meus braços.- Sabia que para gente não tem sentimento melhor que esse? Junto, claro, com lhe dar prazer.

Sorri.- Você faz os dois muito bem.- Beijei o pescoço dele, já que é o que estava ao meu alcance.

— Penso que posso ser melhor.- Disse.

— Porque diz isso? Você é perfeito para mim.- Disse.

— Porque eu magoou você, constantemente.- Disse.

— Isso acontece, mas eu te entendo, e não te julgo por isso. E também não fico magoada com você por muito tempo.- Disse.

— Mas não devia fazer isso, você é tão boa comigo que nessa minha cabeça dura acabo rebatendo.- Disse.

— É que quero o seu bem e o bem dos seus irmãos. Não quero que você cometa um erro que eu sei que você irá se arrepender e irá se culpar. Porque eu não aguentaria ver você mal.- Disse.

— Eu sei, só que sou muito esquentado e nem sempre consigo controlar.- Disse.

— Acho que quando eu for na consulta anual do ginecologista, você vai surtar.- Ri.

— Ai que se engana minha boneca. É a sua saúde, nunca surtaria com isso. Apesar de você ir numa mulher e vigiada por mim.- Disse.

Sorri.- A mulher não vai me atacar e nem um homem. Eles são profissionais e as vezes são melhores que as mulheres.

— Amor, não é o dia apropriado para essa conversa.- Disse.

— Ok, tudo bem.- Coloquei minha cabeça no peito dele. Suspirei.- Espero que quando meu pai volte, ele esteja bem.

— Depois pense nisso, agora dorme como sempre, sendo meu bebê.- Disse.

— Tudo bem.- Fechei meus olhos e me agarrei na parte de baixo da camisa dele, tinha essa mania. Sentia o perfume dele e isso me acalmava. Acho que logo adormeci.

Ela dormia já profundamente quando eles chegaram fazendo barulho.- Elijah, fiquem quietos que ela está dormindo.

— Ela está bem?- Kol perguntou, entrando no quarto.

— Está, agora não a acorde.- Disse.

— O pai dela ficou na casa ainda. Achamos melhor não tentar chama-lo.- Elijah disse em um tom baixo.

Tirei umas mechas que caiam sobre o rosto dela.- Quando ela acordar vai querer saber dele.

Elijah sorriu.- Ela parece um anjo dormindo. Na verdade acho que ela é um.

— Com certeza é. Ligou para Rebekah?- Perguntei.

— Liguei. Está tudo bem por lá. Até agora pelo menos.- Elijah disse.

— Ótimo. Se quiser pode voltar, só vou quando ela quiser.- Disse.

— Não. Estamos com saudades da nossa princesa também. Voltaremos juntos. Fora que não deixo você sozinho com Kol e o tal Dean aqui.- Ele olhou para Kol.

— Não garanto não arrancar a cabeça dele se ele se meter comigo de novo.- Kol disse.

— Entra na fila, mas não podemos.- Disse.

— Jesse é muito apegada á ele. Não faria bem á ela perde-lo.- Elijah disse.

— Exatamente, se não ele já não pertubaria mais, então desconte em outra coisa.- Disse.

— Ok, o que não faço por você linda.- Kol disse.

— O que não fazemos.- Elijah sorriu.- Também não fui com a cara do garoto.

— Se até você não gosta, ele está com sérios problemas.- Kol disse.

— Você fala como se eu gostasse de todo mundo.- Elijah disse.

— E por acaso não é?- Questionei.

— Cara, você parece como é o nome mesmo? Ah, Madre Tereza de tão bonzinho.- Kol disse.

— Engraçadinho.- Ele debochou.- Eu não gosto de todo mundo. Se duvidar tenho mais inimigos que vocês dois.

— Eu duvido.- Disse.

— Eu mais ainda.- Kol disse.

— É melhor não duvidarem.- Ele se sentou na poltrona que tinha ali.

— Por que não? Sempre sendo o gentil por onde quer que passe.- Disse.

— É mesmo. Não sei de ninguém.- Kol disse.

— Eu não sou um santo.- Ele revirou os olhos.- Um pouco antes de você.- Ele apontou para Klaus.- Era eu que aterrorizava Mystic Falls. A diferença é que não faço questão de ficar fazendo isso.

— Ah sim, a doce época que arrancava os corações por lá.- Disse.

— Bem, estávamos de mal naquela época, precisa achar a doce Elena antes de você.- Elijah disse.

— Perdi essa festa. Como queria ter visto vocês dois de lados opostos.- Kol disse.

— Acredite, não foi algo muito bonito.- Elijah disse.

— Elijah tem problemas com coração, até o meu ele quase arrancou.- Disse.

— Sério? Num século que se tem câmera em tudo que é lugar ninguém grava isso? Absurdo.- Kol disse.

— Você esqueceu a parte que eu fiz isso pelos nossos irmãos. Você tinha me feito acreditar que os tinha jogado no pacifico.- Elijah disse.

— Você fez isso por mim? Agora fiquei emocionado.- Kol disse botando a mão no coração.

— Eu estava estressado e você acreditou.- Disse.

— Cala a boca Kol. Estava tão estressado que logo após me empalou.- Elijah disse.

— É, mas achou mesmo que faria isso?- Questionei.

— Naquela época meu irmão, esperava tudo de você. Nem eu sabia do que era capaz.- Elijah disse.

— Conhecimento, Elijah.- Disse.

— Lá vão vocês nessas conversas dramáticas.- Kol disse.

Jesse se mexeu e começou a acordar.- Disse para não acorda-la.- Me ajeitei, segurando melhor ela.- Volta a dormir, eles não vão falar mais.

— Hey princesa, desculpa a gente.- Kol disse.

— Eu não me acordei por eles. Me acordei "normalmente".- Disse.

— Mas não tem nem duas horas que dormiu.- Disse.

— Eu sei. É que ainda estou agitada.- Olhei para Kol e Elijah.- Estou me sentindo bem agora. Vocês três aqui, não tem como não se sentir segura.

Elijah sorriu.- É a nossa função querida.

Kol se sentou na cama.- Sim e como você tá?

— Estou bem, eu acho. Pelo menos as marcas das mordidas sumiram.- Disse.

— Sim.- Kol disse.

— E meu pai e Dean?- Perguntei.

— Não voltaram ainda.- Disse.

Suspirei. Me sentei melhor no colo de Klaus e apertei mais o laço do roupão.- Espero que eles estejam bem. E que não demorem.

— Já anoiteceu, então talvez só voltem pela manhã.- Disse.

Suspirei. Esperava que meu pai estivesse bem e que Dean cuidasse bem dele. Queria poder consola-lo, mas sabia que não era a melhor pessoa para fazer isso. Já que ainda estávamos meio "brigados".

— A propósito quanto tempo vai querer ficar?- Perguntei.

— Não sei. Quantos dias quiserem.- Disse.

— Estamos por você, quando quiser voltar é só dizer.- Kol disse.

— Vou falar com meu pai e Dean depois. Ai vemos quando eles irão querer ir.- Disse.

— Ou até expulsarem a gente né?- Kol questionou.

— Eles não vão expulsar vocês. Pode deixar que eu não deixo.- Pisquei para ele e sorri.

— Vai me defender? Ah, é muita emoção numa noite só.- Kol disse.

— Claro que irei te defender. Como irei deixar fazerem isso a vocês, meus bebês?- Questionei, rindo em seguida.

— Você também? Ninguém mais me vê como adulto.- Kol disse.

— Os três são meus bebês. Mesmo tão fortes, são frágeis e fofos. E gosto de cuidar de vocês.- Disse.

— Frágil? Quem é frágil? Eu?- Kol perguntou, fazendo cosquinha nela.

Comecei a rir.- Kol, pare.

— Não até você mudar isso de frágil.- Kol disse.

— Kol, pare.- Disse.

Ria.- Você é frágil e fofo.

— Ah, então eu continuo.- Kol disse.

— Kol, pare com isso.- Disse pela segunda vez, na teceira ele voa da cama.

— Kol, pare. É melhor.- Elijah se referia a Klaus.

Não conseguia parar de rir. Um dos meu fracos era a cosquinha.

— Estamos nos divertindo, não é?- Kol disse brincando com ela várias vezes.

— Eu disse para parar.- Como ele estava perto das minhas pernas, o chutei com ela, fazendo-o cair no chão. Foi inevitável rir.

— Klaus!- Recuperava o folego.- Kol, você está bem?

Ele se levantou rapidamente.- Claro amor, não me machuco assim.- Ele se deitou do outro lado da cama.

Sorri.- Isso é o bom de ser vampiro.

— Tem muito mais de vantagem, um dia você vai ver.- Kol disse.

— E quais são as vantagens senhor Mikaelson?- Perguntei em um tom divertido.

— Ah, você já conhece, apesar que algumas não, mas essas você só descobre na hora.- Kol disse.

Ri.- Isso é verdade.

— Então quando chegar lá eu te ajudo a descobrir.- Kol disse.

Sorri.- Vai ser ótimo ter os originais como professores. Quem tem essa honra?

— Somente você princesa.- Kol disse.

— Então, obrigada.- Disse.

— De nada amor.- Kol disse.

— Vamos deixa-los Kol. Eles devem querer... privacidade.- Elijah disse se levantando.

— Por que? Estamos conversando muito bem, na boa.- Kol disse.

Escutei a porta abrindo e deduzi que era meu pai e Dean. Me levantei do colo de Klaus e desci da cama.- Vou ir vê-los. Venham, meu pai com certeza vai querer conversar com vocês.

Me levantei e a acompanhei. Sei que prometi, mas se Kol continuar assim ou tenho um ataque por ficar calado, que é melhor que rebater, ou essa paz vai acabar. As caras deles não eram as melhores para nós, porém pouco importava. Só o fato de não os ter matado por ter levado ela assim já é lucro para ambos.

Fui até meu pai e o abracei.- Você está bem?

— Sim e você. Aquele nojento te machucou?- Jack questionou.

— Não, mas confesso que quase tive um colapso de nojo.- Disse.

— Filha, quase me mata de preocupação.- Jack disse apertando ela no abraço.

— Agora sabe como é. Alguém que você ama sumir sem pista alguma.- Kol disse.

— Kol.- Elijah o repreendeu.

— O que? É a verdade Elijah. Ele passou em algumas horas o que passamos por semanas.- Kol disse.

— E os seus machucados? Tomou alguma coisa?- Jack perguntou.

— Meu sangue. E está perfeitamente bem agora, nenhum arranhão. Diferente de sob seus cuidados.- Disse.

— Klaus e Kol, parem.- Elijah falou.

Suspirei.- Gente, sem brigas. Estou bem pai, novinha em folha.

— Está querendo dizer que não sei cuidar da minha filha?- Jack questionou.

— Pode ser. Ela foi raptada, mordida e com uma alimentação no minimo questionável, fora estar mais magra.- Disse.

— Eu sempre fui magra Klaus. Só que como voltei a treinar com eles, devo ter emagrecido.- Disse.

— Comendo só pizza pelo que vi na cozinha. E perceberia se perdesse meio quilo, quanto mais uns dois ou três como está.- Disse.

— Ok, mocinho. Eu vou engordar de novo, ok?- Disse.

— Meu Deus, e eu pensando que meu irmão não podia ficar mais paranoico ainda.- Elijah disse.

— Paranoico é pouco. Até o que come ele te regula?- Jack questionou.

— Ele regula tudo. Banho, comida... principalmente roupas.- Elijah disse rindo.

— Como é que é?- Jack questionou.

— Isso é coisa do nosso irmão. Porém eu concordo com as roupas, mesmo não sendo o namorado ou qualquer outro nome que tenha, eu não gosto como os homens ficam que nem gaviões em cima dela.- Elijah disse.

— Claro. Não gosto de nenhum abusado mexendo com a minha rainha.- Disse.

— Nossa você ainda tem essa coisa de rei? Pelo amor de Deus, estamos no século XXI. Você e Marcel tinham que deixar essa baboseira.- Kol disse.

— Isso não é da sua conta.- Disse.

— Vocês dois, sem brigas.- Os alertei.- E quanto a roupas... Nem é tanto assim.

— Sorte minha que você não gosta de coisas extravagantes, isso sim seria complicado.- Disse.

— Já o meu pai ainda me mandava sair.- Ri e me abracei nele.

— Isso me lembra de que tem que ligar para London, ela estava preocupadissima.- Disse.

— Vou fazer isso. E falando em London; Dean, vem aqui.- O puxei pela mão.

— O que foi?- Dean perguntou.

Fomos até a sala.- Você pediu desculpas a London?

— Pelo o que?- Ele perguntou.

— Por ter brigado com ela e ter chamado ela de sabe lá o que.- Disse.

— O que ele falou para a sweety London?- Questionei.

— Sweety? Muito bonzinho da sua parte, isso não é normal.- Kol disse.

— Não foi nada demais. Nada que ele não possa concertar, não é Dean?- Olhei para Dean.

— Jesse não tenho muito o que consertar, sabe que eu e ela nunca nos demos bem.- Ele disse.

— Como ele pode ser tão burro?- Questionei.

— Não sei do que tá falando, mas acho que não é difícil.- Kol disse.

— Klaus! Não exagere.- Voltei meu olhar para Dean.- Eu sei Dean, porém você sabe como eu amo vocês dois. Nos conhecemos desde de quando usávamos fraldas e eu te conheço e sei que sabe pedir desculpas quando quer.

— Sério que ninguém tinha percebido?- Questionei.

— Percebido o que sabe-tudo irritante?- Dean questionou.

— Klaus, fica quieto!- Pedi. Ela não ia gostar de saber que Dean saberia disso.

— Começou, agora conta.- Kol disse.

— Jesse, do que ele tá falando?- Dean questionou.

— É mais burro que pensei.- Disse baixo.- Se acha que melhor não, tudo bem.

Suspirei.- Agora ele não vai me deixar até saber. Eu conheço ele.

— Saber o que?- Ele perguntou.

— Dean, esqueça isso, ok? Não vai adiantar muito.- Disse.

— Não posso compelir você mesmo.- Ele disse.

Ri.- Você é um cabeça dura, sabia? Mas o que seria minha vida sem esse cabeça dura?

Ele a abraçou.- Fiquei doido te procurando sabia?

Apoiei minha cabeça no ombro dele.- Eu sei. Você sempre cuidou de mim.

— Sempre vou cuidar amor.- Ele disse.

Sorri e dei um beijo no rosto dele.- Você está bem? Sem nenhum machucado?- Disse tocando os braços dele para conferir.

— Tá tudo bem, só o daquele dia, mas não precisa se preocupar. Apesar de eu querer cobrar ainda.- Ele disse.

Ri.- Não tenho culpa de você estar fora de forma.

— Mas continuo querendo minhas massagens com essas mãos de fada.- Ele disse.

Sorri.- Ok, isso eu posso fazer.

— Opa, você é boa em massagem? To na fila.- Kol disse.

— Também quero experimentar.- Elijah sorriu.

— Nossa, eu ganhei clientes. Vou montar a clinica agora.- Ri.

— Mas como eu sou o doente, eu sou o primeiro.- Dean disse.

— Tudo bem, a sessão acabou. Jesse, você deve estar querendo descansar, pode ir meu amor.- Jack disse.

— Na verdade estou com um pouco de sono agora. Vocês chegaram e estou mais relaxada.- Dei um beijo no rosto de Dean, Kol, Elijah e um em meu pai.- Boa noite.

Notas finais
Então, gostaram? Espero que sim! :3 Jesse e Klaus é muito amor ♥ e Klaus paranoico controlando até o peso? HAHA’ Bem, nos vemos nos comentários e até o próximo! ;)