Notas iniciais
Olá meus amores, mais um capitulo o/ Nesse capitulo veremos rostos conhecidos :3 E podem esperar pequenas confusões a partir de agora HAHA´ Espero que gostem! :) Vamos ao capitulo e nos vemos lá embaixo...

Pov Misto (Klaus e Jesse)

Enquanto tomava banho, parecia que ainda sentia tudo aquilo de minutos antes. Os toques, os beijos, as sensações...

Suspirei levemente e saí do banho, logo me secando e enrolando a toalha por meu corpo. Caminhei até o quarto segurando-a contra meu peito, porém ele não estava lá. Terminei de me secar e vesti minha calcinha, em seguida vestindo a camisa dele e penteando meus cabelos.

Saí do quarto para procurá-lo e acabei ouvindo uma música ao longe, então a segui, parando na biblioteca.

O vi recostado na soleira da enorme janela e observei-o por um momento antes de falar.

– Tudo bem? – Questionei ainda da porta. – Está pensativo já faz algum tempo.

Saí de meu devaneio e a olhei.

Tão inocente...

Poderia um trazê-la para meus problemas e complicações?

– Sim... Somente pensando.

Meneei a cabeça.

– Quer ficar sozinho?

– Pergunta pertinente. – Murmurei, levando meu olhar para o céu estrelado daquela noite.

Franzi o cenho e fui até ele.

– Pertinente? Por quê? – Perguntei enquanto me escorava do outro lado da janela.

A olhei.

– Desculpe... Eu e meus devaneios de um vampiro velho.

Neguei com a cabeça.

– Não. Você está em dúvida e em conflito. – Suspirei levemente. – Só queria poder ajudar e saber o que se passa dentro de você.

– Se souber somente 10%, sairá correndo no momento seguinte. – Falei seriamente.

Me aproximei dele.

– Eu nunca fugiria de você, já que não tenho medo de você. – Afirmei. – O que sinto por você é forte e não deixarei isso mudar nunca.

Queria que tais palavras sempre ditas, fossem cumpridas pelo menos uma vez. A simples ideia dela partindo me atingiu como uma dor profunda...

Não queria deixá-la ir.

Peguei em sua mão.

– Olha... Eu senti que você tem receios e sinto também o quão nervoso você fica quando te toco. – Falei. – Não sei por que, mas só queria que soubesse que, quando você precisar de uma mão. – Levantei minha que estava sua e apertei levemente sua palma. – Estarei aqui para ajudá-lo.

– Ah, minha rosa... Como eu gostaria que as coisas fossem tão simples como em seu doce mundo... – Suspirei.

– Então não as complique. – Sorri de modo suave. – Você gostaria de falar sobre si mesmo? – Perguntei com delicadeza. – Adoraria conhecê-lo mais a fundo, mas não irei insistir se não quiser.

– O que eu poderia dizer? – Sacudi minha cabeça. – Acho melhor você perguntar, porém não garanto responder.

– Ok. – Respirei fundo. – Por que tem tanto receio em sentir? – Fiz aquela pergunta por que, de alguma forma, podia sentir a confusão dentro dele.

– Por que... Digamos que não leva a nada. – Falei o que realmente pensava. – E tudo que resta é o próprio sofrimento.

– E se eu disser que isso é pura imaginação da sua cabeça? – Dei um sorriso leve. – Não é assim que funciona Klaus. Você tem 1000 anos e ainda não sentiu de verdade, de algum jeito sei disso. – Toquei seu rosto suavemente. – Amar não lhe torna fraco ou forte, amar lhe torna completo. Eu confesso que nunca amei em minha vida. Tive paixões adolescentes, mas não amor e... A cada dia que passei ao seu lado me prova que estou cada vez mais perto de descobrir o que é isso.

Fechei meus olhos brevemente.

– Por favor, não diga isso.

Sacudi minha cabeça.

– Não irei dizer agora, pois sinto que não está pronto ainda para ouvir ou aceitar que é verdade que não estou brincando com isso.

– Se você é minha rosa, eu sou os espinhos e... – Suspirei pesadamente. – E preferiria que não se machucasse com eles.

– Não irei me machucar, já corri perigos maiores do que somente espinhos. – O beijei de maneira suave. – E não tenho medo deles.

– Pois deveria.

– Não, não deveria. – Afirmei. – A única coisa de que tenho medo é de perder você.

Como desejava estar livre de toda essa carga e poder me render a ela, no entanto cada célula de meu cérebro me dizia ao contrário e que deveria fazê-la esquecer...

Não.

Como poderia viver sem tudo isso que ela me fez sentir?

Sorri de canto.

– Acho melhor deixá-lo sozinho. – Beijei-o levemente. – Qualquer coisa me chame, ok? – Larguei sua mão com cuidado e saí da biblioteca.

Está aí uma coisa que sei bem o como é se sentir.

Por que voltei para cá afinal de contas?

Estava tudo pior que antes, pois o pior de não ter é saber que o tem e não ter ideia do que fazer com isso.

Andei pela casa procurando a cozinha, pois estava com sede.

Queria poder ajudá-lo, ser tudo o que ele precisa e quer... Eu me sentia dele. Suspirei pesadamente e segui meu caminho até encontrar o cômodo depois de alguns minutos.

Deus, essa casa é enorme!

Abri a geladeira e havia algumas bolsas de sangue ali. Fiz cara de nojo de imediato por causa do sangue, não pelo fato de vampiros se alimentarem delas. Peguei a jarra dali e fechei. Logo encontrei um copo, então me servi e comecei a beber.

– Ei! Espere! Estou com sede!

– Quando você não está com sede, garoto?

Parei de beber de imediato. Dois homens haviam chegado e eu só estava com a camisa de Klaus que... Digamos... Somente cobria minha calcinha.

– Quem diabos são vocês? – Questionei enquanto encarava de um a outro.

– Uau gata... Quem é você, isso sim. – Comentou o garoto, olhando-me de cima a baixo.

– Boa pergunta... Quem é você? – Perguntou o mais velho, que estava trajando um terno muito bem alinhado.

– Sou Jesse. – Estava tentando ignorar o olhar do garoto, que aparentava ter a minha idade, para não corar. – E quem são vocês?

Escutei vozes no andar de baixo e acabei prestando atenção... Fiquei sério de imediato. Utilizei minha velocidade para ir até a cozinha e mirei meus irmãos enquanto caminhava até Jesse.

– O que estão fazendo aqui?– Me coloquei em frente a ela.

– Klaus... Amável como sempre. – Murmurou Elijah, colocando suas mãos atrás de suas costas.

Como Klaus me cobria completamente, movi minha cabeça para o lado e mantive minha mão em seu braço.

– Quem são eles Klaus?

– Olá Jesse, sou Kol. É um prazer... – Ele soltou uma risada breve. – Conhecê-la.

– Kol e Elijah, os que falei estarem fora. – Falei a ela sem muita vontade.

– Seus irmãos? São Originais? – Os olhei um pouco impressionada. – Uau... Prazer em conhecê-los.

Elijah a olhou um tanto intrigado.

– Você sabe sobre nós? – E me mirou de forma sugestiva.

– Adorei a gata... Podia ter me avisado que estava dando uma festa. – Me disse com um sorriso divertido.

Estreitei meus olhos.

– Não tem festa nenhuma. Vamos Jesse.

– Ei, espere! Eles são seus irmãos, quero conhecê-los! – Sorri para os dois e, mesmo estando com aquela... Roupa... Estendi minha mão a Kol. – Prazer em conhecê-lo Kol. Não sei muito sobre você, mas sei sobre sua família.

– Jesse, vamos! – Peguei sua mão e a puxei de lá antes que eu arrancasse a cabeça de Kol pela forma que a estava olhando.

– Depois conversamos gata... Sozinhos. – Disse-lhe Kol e trinquei meus dentes discretamente.

Balancei a cabeça e soltei uma risada baixa enquanto Klaus me levava de volta ao quarto.

– Seu irmão é muito... Peculiar. – Observei rindo.

– Eu diria abusado.

– Ele não foi abusado, mal chegou perto de mim. – Tirei sua camisa e peguei meu sutiã, colocando-o de volta. – Só conversamos, não se preocupe.

– O que pensa que está fazendo? – Questionei.

– Me vestindo.

– Por que...

Parei de me mover para olhá-lo.

– São seus irmãos, Klaus, vamos recebê-los direito. – Peguei meu short e o vesti.

– Não vai. – Utilizei minha velocidade para me aproximar dela e retirei o sutiã de seu corpo.

Encarei o sutiã antes de levar meus olhos para Klaus.

– Por que não?

– Por que não tem absolutamente nada para fazer lá... Diferente daqui.

Ergui minha sobrancelha e acabei sorrindo.

– E o que você pensa em fazer?

– Eu, ainda não sei, mas a senhorita vai dormir. – Falei seriamente. – Na verdade, com três orgasmos, ainda não sei como está de pé.

– Um banho muda muita coisa, meu amor. – Sorri de canto. – Contudo estou com sono, então irei dormir. – Tirei o short, mas antes que eu pudesse me deitar, Klaus segurou meu braço.

– Antes que deite... – Retirei os lençóis rapidamente e coloquei outros limpos. – Senhorita. – Indiquei a cama.

Soltei uma risada curta.

– Sua velocidade é incrível. – Observei ainda sorrindo e deitei na cama, em seguida me cobrindo.

– Boa noite, minha rosa.

– Boa noite. – Me ajeitei melhor na cama e fechei meus olhos.

Não notei quando o sono chegou, somente sei que adormeci.

Notas finais
Então, gostaram? :3 Kol e Elijah o/ E Kol, seu assanhado :3 HAHA´ E aí, será que vai dar confusão com o Kol? Veremos HAHA´ Nos vemos nos comentários e até o próximo! ;)