Toda Sua

2 Capitulo 2- Parties And Meetings.


Notas iniciais
Hey amores, mais um capitulo o/ Ah, um aviso: Não se "assustem" com a "nova" autora, sou eu mesma a Jéssica HAHA´. É que hoje fui entrar na minha conta vinculada com o facebook e não entrou, dai criei outra. Bem, e estamos postando antes da data marcada porque depois ficaremos um pouco ocupadas com o ano novo e tudo mais e também para postar um ultimo capitulo do ano. Ah, outro aviso: Usamos POV Mistos. É simples: Quando estiver em negrito é os pensamentos e atos do Klaus, e quando estiver em itálicos são os pensamentos e atos da Jesse. No caso só usaremos com eles dois. Porque os dois são os principais e tudo mais. Bem, de aviso é só isso... HAHA´ Vamos ao capitulo.... Nos vemos lá embaixo!

POV Jesse

O dia havia sido H.O.R.R.I.V.E.L.

Sim, pausadamente.

Eu quase virei um tomate, pois muitos garotos quase me comeram com o olhar.

E agora London irá me arrastar para uma festa. Muito legal.

Tomei um banho para relaxar um pouco e, logo após que saí, vesti-me com as roupas que London havia escolhido para mim: um short jeans e uma blusa com um decote um tanto... London. Logo fiz a maquiagem, coloquei alguns acessórios e um sapato de salto.

Descendo as escadas, vi papai e Dean organizando algumas coisas, pois hoje havíamos ido caçar e... Eu quase fui morta. Meu coração pareceu que iria sair pela boca quando vi os olhos do vampiro modificarem...

Sacudi minha mente.

Quando estava no último degrau, meu pai levantou seu olhar.

– Aonde vai? – Questionou, passando o olho pelas minhas roupas.

– A uma festa. – Respondi e acrescentei: – Com a London.

– Assim? – Perguntou Dean, olhando-me de cima a baixo.

Fiz uma careta.

– Eu sei. – Olhei-me. – Mas é a menos exagerada.

A campainha tocou e London gritou do outro lado.

– Amor, sou eu!

Caminhei até a porta e a abri.

– Oi. – Sorri e fiz um sinal para que ele entrasse.

– Oi gente. – Ela falou ao meu pai e a Dean, logo voltando sua atenção a mim. – Pronta?

– Sim, embora esteja me sentindo meio... Nua. – Comentei um pouco timidamente.

Ela revirou os olhos.

– Meu Deus, que exagero! – Exclamou. – Você está linda!

– Tudo bem. – Sorri um tanto envergonhada. Odiava receber um elogio e ficar desta forma. Suspirei levemente. – Melhor irmos enquanto ainda estou com coragem.

Meu pai se intrometeu no assunto.

– Filha... Mesmo desejando poder trancá-la em casa, você precisa se divertir como alguém da sua idade. – Falou sinceramente. – E London tem razão: você é muito bonita para se esconder.

Suspirei novamente.

– Ok... Irei tentar. – Dei um beijo nele e olhei para Dean. – Não vai vir também?

Ele negou com a cabeça.

– Sabe que não gosto dessas festas, fora que estou cansado.

Dei de ombros.

– Ok... Mas é você que precisa se divertir. – Falei a ele. – Até mais.

Peguei meu celular, colocando-o no bolso do short e saímos. Não demorou muito e conseguíamos ouvir a música retumbando em uma casa ali perto.

E era a tal festa que London estava me arrastando junto com ela.

Quando passamos pela porta, London foi direto dançar e eu fui pegar um suco, logo sentando em um banco alto que havia em um canto da sala de estar.

Um garoto estranhamente familiar começou a se aproximar de mim e, quando estava ao meu lado, falou:

– Oi... É Jesse, né?

Assenti.

– Sim, e você é...?

– Oliver. Eu já fui da sua turma de história. – Contou-me.

– Ah, Oliver. – Lembrei-me de imediato. – Desculpe, é que sou ruim com nomes. – Sorri um pouco sem jeito.

– Tudo bem. – Ele sorriu. – Vamos dançar?

Fiz uma leve careta.

– Dançar? – Engoli em seco. – Ah... Eu não sei se sou muito boa dançando...

– Só saberemos se tentar. Vamos... – Ele fez um sinal ao centro da sala.

Respirei fundo. Não custava nada tentar, não é?

– Ok. – E levantei do banco, seguindo-o até o centro do cômodo.

Começamos a dançar e, como o ritmo era envolvente, Oliver pousou suas mãos em minha cintura.

Meu Deus! Estava morrendo de vergonha por dentro. Sentir as mãos dele em mim era... Constrangedor.

– Relaxa gata. – Falou Oliver em meu ouvido e colou-se mais a mim.

– É que... Não tenho muitas experiências com dança. – Expliquei. – Principalmente... Assim. – E apontei para a forma dele colado a mim.

Só... POR FAVOR... Que eu não sinta nada desconfortável atrás de mim, ok? Pensei enquanto tentava não ficar envergonhada.

– É fácil e muito bom. – Sussurrou, baixando sua mão até minha perna e voltando a minha cintura.

Arrepiei-me, e a vontade que eu tinha era de enfiar-me em um buraco.

– Está se formando também? – Questionei, mudando de assunto.

– Até que enfim, estou doido para ir à Faculdade. – Respondeu suavemente.

– Somos dois então. – E sorri a ele.

Seus olhos miraram meus lábios.

– Você tem um sorriso lindo... E uma boca... – Ele aproximou seu rosto ao meu.

Virei um pouco meu rosto.

– Obrigada. – Não. Eu não sou BV, mas Oliver era um galinha, mesmo sendo um cara legal.

E eu não iria ficar com ele. De nenhuma forma existente.

Ele apertou-me contra si.

– Você ficou linda desde a 8ª série. – Murmurou em meu ouvido e acariciou meu pescoço com a ponta de seu nariz.

– Oliver... – Tentei me desvencilhar dele. – Eu preciso ir.

O garoto afastou-se um pouco de mim.

– Por quê? – questionou. – Está ótimo aqui. – e voltou a me puxar contra si.

Empurrei-o delicadamente.

– Preciso ir embora. Meu pai e Dean não irão gostar nem um pouco se eu chegar tarde. – E era a mais pura verdade.

Dean cobrava ainda mais que meu pai. Às vezes acho que ele combina isso com o papai, só pode. E eu o respeito, mesmo sendo meu amigo, pois ele me ajudou muito depois daquilo tudo que ocorre com minha mãe... E sinto como se ele fosse meu irmão mais velho.

– Você precisa de diversão garota. – Disse-me, com um sorriso sedutor em seus lábios. – E eu quero me divertir com você. – Ele tentou pegar minha mão, mas eu o afastei.

– Não toque em mim! – Falei, o olhando seriamente. – E eu sei muito bem como você quer se divertir.

Oliver ergueu suas mãos como que se rendesse.

– Ei, calma. – Pediu.

Ergui a sobrancelha.

– Calma? – Ri curtamente. – Ok. Então como quer se divertir?

– Vai me dizer que não quer isso? Sair daqui e ir para um lugar mais... Íntimo? – Questionou. – Oh, Jesse! Estamos na flor da idade! É normal fazermos isto!

Olhei-o completamente irritada.

– Você é descarado! – Exclamei. – E é claro que não quero isso, muito menos com você! Vai se esfregar em outra! – E virei minhas costas, saindo dali.

Onde a London foi me meter?!

Mandei uma mensagem a ela que havia saído dali e voltado para casa.

POV Misto (Klaus e Jesse)

Hoje foi um dia cheio com Rebekah rearrumando a casa, acabou por ser até divertido fazer tal coisa com ela. Quando anoiteceu, saí para ver como as coisas andavam, e acabei por aproveitar a noite fresca, fora a movimentação da cidade, que estava a toda. Passeava por uma rua consideravelmente calma e estava distraído, pois aquela sensação estranha havia me tomado novamente, mas agora era algo ligado ao desespero... Uma vontade louca de correr e sumir.

Acabei colidindo com alguém, fazendo com que eu voltasse à realidade.

Esbarrei em alguém, o que me fez “acordar”.

– Desculpe. – Falei com a voz um tanto trêmula.

– De... – Olhei e era uma moça... Linda. Com o olhar assustado e sua íris eram de um azul profundo. Aquela sensação piorava e tudo o que eu queria era sair dali o mais rápido que pudesse. – Tudo bem?

Respirei fundo.

– Não muito. – Fiz uma leve careta. – E me desculpe pela esbarrada. – Olhei-o e ele era divinamente lindo.

Dei um passo para trás. Queria evitar ser tocado, pois não gostava muito disso... Principalmente de uma desconhecida.

– Estava distraído e acabei por não perceber. – Expliquei. – Mas... Posso ajudar?

– Não. E é melhor eu ir. – Dei um sorriso leve em sua direção e virei minhas costas, afastando-me dele.

No entanto... Uma sensação estranha tomou conta de meu corpo.

Mas o que foi isso?

Sentia-me estranho, como se tivesse tomado um surto de adrenalina. Todo meu corpo estava agitado, eu estava ofegante... E aquele olhar não saía de minha cabeça.

Quem era ela?

Como estava curioso, resolvi segui-la furtivamente.

Aqueles belos olhos cinzentos rodearam meus pensamentos até eu chegar em casa, fora aqueles lábios de darem água na boca...

Pare Jesse! Não seja Estúpida! Repreendi-me em pensamento.

Entrei em casa e subi direto para o meu quarto, Dean e meu pai já estavam dormindo mesmo. Entrei em meu quarto e encostei a porta, logo tirando os acessórios e os sapatos, juntamente com a blusa que estava utilizando.

Ela havia ido para uma área residencial e vi uma luz acesa. Estava sendo guiado por este instinto... Fora este sentimento de querer vê-la novamente...

Visualizei algumas árvores perto da janela ao qual avistei a claridade e subi na mais próxima.

Fui para a cômoda e comecei a escolher um pijama. Quando escolhi, soltei meus cabelos e tirei o sutiã.

Ela não percebeu que eu a estava observando e pude vê-la melhor. Ela era linda, e não somente de rosto, mas também de corpo.

– Eu preciso de um banho. – Falei para mim mesma enquanto passava a mão por meus cabelos. Massageei levemente meu pescoço e logo comecei a abri meu short.

Eu não era de espionar, mas essa garota... Era como se tudo me chamasse a ela e eu a queria para mim. Era para ela ser minha e seria. Vi-a tirar o resto da roupa e foi meio que incontrolável não ficar excitado com o que via.

Olhei-me no espelho.

– Porque eu tenho de ser tão tímida? – Questionei a mim mesma. – Poderia ter pego um pouco da coragem da London, mas... Bem... Oliver era um galinha tarado. – Sim, eu tinha a mania de falar comigo mesma e, às vezes, isto me irritava.

Ela era tímida?

Então foi por isso que ela quase correu de volta para casa.

Examinando-a agora, a garota tinha um corpo torneado, como se malhasse ou fizesse algum exercício. Suas pernas eram um chamariz para qualquer um, fora que estava somente de calcinha, permitindo-me ver tudo claramente e a minha vontade era de beijá-la inteira, deliciando-me com cada parte de seu corpo.

Como sempre fazia exercícios antes do banho, comecei a fazê-los. Era bom para a hora do treinamento e para a hora da... Matança.

Exercícios? Ela quer me matar?

Agora eu estava a me sentir mais calmo. Estava tudo estranho demais... Esses sentimentos, estas sensações e agora ela.

Minha bela dama, diga seu nome. Pensei, sorrindo levemente.

Continuava fazendo meus exercícios, mas agora era alguns agachamentos.

– Jesse, você está precisando ter mais elasticidade meu amor.

Jesse...

Adorei o nome e aparentava doçura... Ela parecia ser assim.

Doce, meiga, tímida, amável.

Adoraria fazê-la ir além de seus próprios limites com meus jogos. Ah... A visão dela em minha cama totalmente rendida a mim foi um deleite.

Terminei de fazer o exercício e fui tomar um banho, que foi rápido. Logo voltei ao meu quarto e, depois que vesti uma calcinha mais confortável, peguei o hidratante. Sentei-me na cama e, despejando um pouco em minha mão, comecei a passar por minha perna.

Podia sentir o perfume do sabonete e do hidratante de onde estava. Fiquei imaginando como estaria suave sua pele, e minha mão correndo por aquela perna, tocando-a intimamente, fazendo-a gemer...

Abri os olhos.

Ela vai ser minha.

Afastei meu cabelo e comecei a passar o hidratante por meus seios. Gostava deles, assim como do meu corpo todo, somente era um tanto tímida para me "mostrar". Meus seios eram médios, não eram aqueles que estouravam para fora da roupa, porém bonitos.

Fartos o suficiente para torna-los bonitos.

Passava delicadamente o hidratante por eles.

Jesse estava distraída enquanto eu estava atento a cada movimento seu... Em sua respiração calma e lenta...

Agora que ela estava nos seios, suspirei. Pareciam tão macios... Beija-los e suga-los seria um imenso prazer.

Me joguei na cama.

Minha perna pairava no ar e eu olhava para meu pé.

– Oh meu Deus, isso é atentado. O esmalte está bicado! – Exclamei alto demais. – Ops. Assim eu acordo a casa toda. – Ri suavemente enquanto passava a mão por minha perna ainda descoberta.

Não pude não rir com ela, Jesse era uma graça.

Garotas sempre seriam garotas.

Ouvi passos no corredor e vesti meu pijama rapidamente. Alguém bateu na porta. ­

– Jesse, tudo bem?– Questionou Dean, abrindo a porta.

Quem era esse?

Aquele olhar... Nem sonhe em encostar nela.

– Ah... Já deveria ter imaginado. – Ele sorriu. – Mas chegou cedo. – Observou.

– Entra. – Dean entrou e encostou a porta novamente. – É que tinha o engraçadinho do Oliver lá, e ele queria ser "jovem e se divertir comigo". – Revirei meus olhos, logo balançando a cabeça.

– Oliver? – questionou pensativo. – Ele é um cara de pau... Irei falar com ele amanhã mesmo.

Neguei com a cabeça.

– Não precisa, consegui me afastar dele a tempo. – Contei. – E eu nunca mais vou a uma festa que a London recomende. Sabe... Eu amo ela, mas o gosto dela para festas é um tanto... Perigoso. – Fiz uma careta.

– London é sem limites. – Ele assinalou. – Acha que, porque ela gosta de sair por aí com qualquer um, você irá fazer o mesmo.

– Ei! Não fale assim dela também! – Levantei da cama e caminhei até meu guarda roupa, pegando um cobertor. – Ela é minha melhor amiga.

– Que quer que você seja quem você não é. – Ele complementou.

– Dean... – Voltei para a cama e, largando o cobertor em cima dela, sentei em uma das pernas dele. – Você precisa compreender que London é assim e eu a amo do mesmo modo.

– Só não gosto de como ela a pressiona a fazer algumas coisas. – Ele passou um de seus braços por minha cintura.

– Você é um super protetor muito fofo! – Comentei enquanto gargalhava e passava um de meus braços em torno de seu pescoço.

– Somente não quero que se machuque. – Explicou-me. – Morreria para não ver tal coisa.

Jesse, saia dai! Você não vê que ele a ama? E que está aproveitando o momento?

E você... Tire a mão dela!

Sorri suavemente.

– Eu sei... Também odiaria ver você ou meu pai machucados. Preferia morrer a ver isso, porém, você viu como somos vulneráveis. – Encolhi meus ombros. – Hoje mesmo eu quase morri.

– Sim. – Ele tencionou levemente. – No entanto, cheguei bem a tempo de salvar minha princesa do vampiro malvado, não foi? – Dean sorriu de maneira gentil.

Vampiro? Hoje ela tinha... Não. Devo estar confundido as coisas.

E como eles sabem sobre os vampiros?

Ri suavemente.

– É verdade... Estou achando que preciso levar o treinamento mais a sério, como você mesmo disse. – Murmurei. – Porém, ainda mantenho o que digo: nem todos merecem ser mortos.

– Claro que precisa! Caçar vampiros não é brincadeira. – Afirmou. – Entretanto, se você detesta tanto, seria melhor deixar de ir.

– Vou pensar nisso, prometo. – Beijei-o no rosto.

– Posso parecer meio brigão com tudo, porém sabe que com você é diferente. – Ele colocou uma mecha de meu cabelo atrás de minha orelha. – E sabe que agradeço a oportunidade de poder ficar aqui.

Sorri calorosamente para ele.

– Não tem de agradecer. – Falei sinceramente. – Sabe que eu e meu pai adoramos você e hoje não seriamos nada sem nosso briguento favorito. – Disse a ele, rindo logo em seguida.

– Isso é bom de ouvir. – Dean falou-me em um tom suave.

Deixei um sorriso leve em meus lábios.

– Então... Você não anda com nenhuma garota? – Questionei. – Você não tem o mesmo problema que eu. – Dei de ombros. – Deveria aproveitar mais.

Dean coçou a nuca um tanto estranhamente.

– Ahn... Não quero arrastar ninguém para esse mundo. – Comentou seriamente. – E mesmo que eu gostasse de alguém, talvez essa garota não queira nada comigo.

– Dean, todas as garotas do colégio babam por você e ficam comentando o quanto ficam excitadas pelos seus braços fortes. – Gargalhei. – É constrangedor.

– Não me importa o que elas falam. – Murmurou. –E pode fazer inveja a elas que eles só abraçam você. – Disse-me, com um sorriso divertido estampado em seus lábios.

– Elas vão morrer de inveja! – Comentei entre risos.

Dean apertou um pouco seus braços em volta de mim.

– Elas vão morrer de inveja da minha garota. – Falou, olhando no fundo de meus olhos.

Dei um sorriso de canto.

– Agora é melhor você ir dormir. Amanhã precisamos acordar cedo. – Toquei em sua mão que estava pousada em minha cintura.

– Se não quiser, não precisa ir. – Falou-me sério. – Vamos te dar uma folga ok? Você nunca reclamou e merece escolher o que quer.

Sorri um pouco mais autenticamente.

– Obrigada Dean. Vou pensar e te digo amanhã.

Ele colocou-me na cama.

– Boa noite meu amor. – E deu-me um beijo na testa.

– Boa noite... E durma bem. – Falei a ele com um sorriso leve em meu rosto.

Observei-o sair de meu quarto e fechar silenciosamente minha porta.

Notas finais
O Klaus é muito sem vergonha né? HAHA´ Mas se ele quiser tem arvores aqui perto do meu quarto :3 HEHE´ Bem, vocês vão entender com o tempo que eles tem uma ligação MEGA forte. Então, desde já desejo um feliz ano novo e um feliz Natal atrasado HEHE´ Nos vemos no próximo! ;)