Toda Sua

12 Capitulo 12- Having Fun


Notas iniciais
Olá meus amores, mais um capitulo o/ Espero que gostem do capitulo :3 Vamos ao capitulo e nos vemos lá embaixo...

POV Klaus.

Deixei ela dormir e fiquei pensando em tudo isso. Como sem querer havia encontrado a garota que era destinado a ficar e como tão rápido ela fazia parte da minha vida, de mim. Mas tinha muita coisa que poderia complicar. São tantas complicações nessa merda da minha vida que não queria jogar em cima dela, ao mesmo tempo era impossível afastar ela. Como me foi dito ela fazia parte de mim. O dia amanheceu e fui falar com Rebekah que pelo barulho estava de pé.

– Bom dia Klaus.- Ela disse.

– Bom dia Rebekah. Pelo visto ainda não acabou de arrumar tudo.- Comentei.

– Essa casa está um caos.- Ela jogou uma caixa vazia para o lado.

– Mas se diverte que eu sei.- Falei.

– Só se você acha divertido comer poeira.- Ela disse irônica. Ela olhou para mim por cima do ombro.- O que você quer? Você nunca está de bom humor pela manha.

– Queria pedir para fazer uma coisa.- Disse.

Ela suspirou.- O que?

– Se você pode ir na casa da Jesse pegar as coisas dela.- Pedi.

– E porque ela não vai? Já está se sentindo uma rainha?- Ela questionou.

– Por que podemos colocar que o pai dela expulsou ela de lá.- Disse.

– Isso soa familiar.- Ela comentou.

– Sim e se eu for a probabilidade de mata-lo é grande então...- Comecei.

– E você acha que se o cara me irritar, eu não vou mata-lo?- Ela questionou com um leve toque de diversão.

Ri.- Olha, bem que eu gostaria que fizesse mas não pode.

– E o que te faz pensar que ele vai me convidar para entrar?- Ela perguntou.

– Ele não vai impedir.- Disse.

– Conhecendo você como conheço, diria que a garota não precisará de roupas.- Ela disse em um sorriso irônico.

– Vai sim. Não quero ela sem nada da porta do quarto pra fora.- Falei.

Ela riu.- Ok, eu vou. Qual o endereço?

Dei o endereço a ela.- Obrigado.

POV Rebekah.

Peguei o endereço.- Não demoro.- Peguei o carro e fui até o endereço que Klaus me deu. Fui até a porta e bati.

Um garoto abriu a porta.

– Quem é você?- Ele perguntou.

Sorri.- Rebekah Mikaelson, prazer.

Ele pareceu se assustar.- O que quer aqui?

– Bem, primeiro, você será um cavaleiro e me convidará pra entrar. Não se pode deixar uma dama esperando.- Disse.

– Não deixarei demônio nenhum entrar aqui.- Ele falou.

Suspirei. Quebrei um pedaço do pilar da casa.- Vai me deixar entrar por bem ou por mal. Você cheira a verbena. Mas tenho um segredo. Eu adoro o gosto de verbena no sangue.- Sorri.

– Vai fazer o que? Destruir a casa toda?- Ele questionou.

– Se for preciso sim.- Usei a velocidade e parei até onde a barreira que me impedia.- Não tente uma original.

– O que quer aqui?- Ele questionou.

– Jesse, acho que é esse o nome.- Suspirei.- Klaus me pediu para vir pegar as coisas dela.

– Pegar o que? Seu... isso é impossível!- Ele exclamou.

– Sem surtos, por favor. Já basta Klaus e Kol brigando toda a hora por causa da garota.- Disse.

– Quem é você?- Um homem perguntou enquanto chegava.

– Jack, cadê a Jesse?- Ele perguntou.

– Se foi.- Jack disse.

– Você deve ser o pai. Eu sou Rebekah Mikaelson.- Disse.

– Mais um de vocês na minha casa?- Jack perguntou.

– Jack, isso não é verdade, a Jesse não faria isso.- Ele disse.

– Não só faria como fez. O que veio fazer aqui?- Jack perguntou.

Suspirei.- Pegar as coisas dela.

– Pode entrar, leve tudo.- Ele disse.

– Mas...- Ele começou.

– Mas nada Dean, ela fez a escolha dela, então que conviva com as consequências.- Jack disse.

– Obrigada.- Entrei e subi para o quarto dela. Arrumei as coisas em velocidade e desci. Olhei para o tal de Jack.- Você é um idiota sabia? Como meu pai.

– Terminou?- Ele questionou.

– Sim.- Peguei as duas malas. Olhei para eles e balancei a cabeça.- Nos chamam de demônios quando quem na verdade são, é vocês.- Sai dali. Não demorei muito e cheguei em casa de novo.- Klaus.- O chamei. Ele não demorou a vir até mim.

– Oi.- Ele disse.

– Está aqui.- Entreguei as malas para ele.

– Já? Teve problemas?- Ele disse as pegando.

– Aqueles dois são uns idiotas. E sem querer eu quebrei um pedaço da casa.- Disse com simplicidade.

– Tudo bem, mereciam um pescoço, mas pilar tá bom.- Ele falou.

Ri.- Ok, agora eu vou voltar para o meu quarto. Ainda tenho que terminar de limpa-lo. Até mais.- Disse subindo em velocidade.

POV Jesse.

Quando acordei olhei para o relógio e eram 10:00. Ainda bem que era sábado. Olhei para o lado e Klaus não estava mais ali, acho que ele nem dormiu. Ele devia estar meio tenso ainda com tudo isso e não queria incomoda-lo. Vi minhas malas ali. Rebekah deve ter trazido elas. Me levantei e fui tomar banho. Sai e coloquei essa roupa: http://www.polyvore.com/jesse/set?id=94060916 . Coloquei a sapatilha, o colar e a pulseira e fiz a maquiagem leve de sempre. Arrumei meu cabelo e dei uma ultima olhada no espelho. Estava com um pouco de vergonha de morar numa casa enorme desse jeito e viver com dois homens desconhecidos. Mais ou menos. Como deduzi que Klaus gostaria de ficar sozinho, fui para a cozinha. Peguei as coisas que tinha na geladeira e comecei a fazer uns ovos mexidos com bacon pra mim.

– Olha, finalmente sem seu segurança.- Kol disse

– Klaus não é meu segurança.- Sorri.- Ele deve querer ficar sozinho agora.- Disse enquanto cortava o queijo e presunto para meus ovos.

– Deixa eu adivinhar, no quarto de pintura dele?- Ele perguntou.

– Sim.- Coloquei os frios picados na frigideira e logo depois os ovos. E um pouco de orégano.

– Vai querer suco?- Ele disse pegando da geladeira.

– Não. Estou fazendo café, se não, eu não acordo.- Ri.

– Tá ai uma coisa que nunca fui fã, café.- Ele pegou os ingredientes pra fazer um sanduíche.

– Sério? Eu amo café. Poderia tomar o dia todo.- Terminei de fazer os ovos e coloquei em um prato. Peguei alguns pedaços de bacon e comecei a frita-los.

– Pode fritar uns pra mim? Amo bacon. E prefiro sucos ou refrigerantes.- Ele disse.

– Claro.- Coloquei mais alguns bacons.- Eu prefiro sucos então. Mas gosto mesmo é de café, chá e água.

– Mas nada comparado a comer. Levo o apelido de comilão da família.- Ele disse.

– Isso soa fofo.- Disse rindo.

– Oh, por que todo mundo me chama de fofo? Isso acaba com uma reputação.-Disse se aproximando dela. Era estranho como se sentia tranquilo ao lado dela.

Ri.- Ser fofo é bom. Assim ninguém sabe do que você é capaz.- Sorri e coloquei os bacons em um prato.

– Isso é verdade. Adorei isso, ponto pra garota linda.- Ele falou.

– Obrigada.- Peguei um dos bacon e comi.- Não é que eu tenho um dom?- Ri.

– Sim, tem. Encantar todo mundo.- Ele fez o seu sanduíche e sentou ao lado dela.

– Encantar todo mundo? Não é pra tanto.- Comi um pedaço dos meus ovos.

– Claro que sim. Você é...fofa.- Ele disse.

– Fofa?- Sorri.- Obrigada então.- Bebi do café.

– Sim. Não foi preciso conhecer você demais pra perceber. Apesar de que gostaria de faze-lo.- Ele disse.

– Teremos muito tempo para nos conhecer.- Comi mais um pouco dos ovos e do bacon.

– Isso é muito bom, principalmente quando a piscina estiver pronta.- Ele disse.

Sorri.- Eu amo água. Poderia ficar em uma piscina, banheira ou chuveiro o dia inteiro.

– Então já sei. Vamos improvisar até lá.- Ele falou.

– Improvisar?- Questionei.

– Sim. Acabou?- Ele perguntou.

– Sim.- Disse colocando os pratos de lado.

POV Misto. ( Kol e Jesse.)

– Vem.- Saímos e na parte de trás da casa peguei uma mangueira, a prendi num fio e fiz alguns furos e liguei.- Arrumei nosso chafariz.

– Kol!- Ri.- Vai molhar toda minha roupa.

Tirei a camisa.- Vem.- Disse puxando ela.

– Meu Deus.- Mal chegamos perto e me molhei, fazendo a blusa colar em meu corpo, junto com o cabelo todo molhado.

– Tá muito quente, aproveita.- Disse.

– Eu sei.- Deixei meu rosto ser molhado pela água e afastei meu cabelo, ele estava colado em minha pele.

Ela era linda, ainda mais sorrindo. Mas observei uma coisa. Cheguei junto dela.- O que é isso Jes?- Disse passando a mão no seu pescoço.

Olhei para onde ele olhava. Era a tatuagem.- Isso apareceu ai, ontem. Não sabemos o que é.

– Tem certeza que não foi ele que fez? É a letra dele.- Disse.

– Absoluta. A dor era como se estivessem fazendo a tatuagem.- Falei.

Passei o braço por ela.- Tadinha.

– Mas não foi tanta, já estou meia acostumada, pois já tenho uma. Só queria entender o que isso significa.- Enrolei minha blusa já molhada.

– E onde é? Posso ver?- Questionei.

– Não é um lugar bom de se mostrar.- Disse rindo.

– Não atice minha imaginação.- Falei.

Ri.- Não estou atiçando nada.

– Ok, não vou insistir. Mas o que é?- Perguntei.

– É um passarinho.- Sorri.

– Ah, ok.- A observava. Que corpo lindo.

Deixava a água passar pelo meu corpo. Estava gelada e como disse adorava água. A água caia pelo pescoço e minha mão passava por ali também.

Que garota. Cada toque... Queria poder toca-la. Ai como deve ser bom o seu beijo.- Isso tá parado demais, vamos fazer alguma coisa.

– Tipo?- Perguntei me virando para ele.

– Corre.- Disse.

– Eu correr?- Questionei.

– Sim, por que se eu te pegar vai ter... que me mostrar sua tatuagem.- Disse.

– Mas isso é sacanagem. Você é tipo.. 1000 vezes mais rápido do que eu.- Disse rindo.

– Não vou usar a velocidade, juro.- Falei.

Olhei pra ele.- Promete?

– Palavra de escoteiro.- Disse.

– Ok. Então você não irá conseguir me pegar.- Disse rindo e começando a correr.

– Um, dois, três.- Disparei atrás dela.- Vou te pegar.

– Não vai não.- Disse rindo e continuei correndo mais ainda.

– Vou sim.- Corri mais e estava perto dela.

– Ah meu Deus.- Continuei correndo.

Acelerei.- Peguei.

POV Misto. ( Jesse e Klaus.)

– Kol!- Disse rindo, por ele ter me pego por trás e me assustado.- Sabia que correr é uma das coisas mais angustiantes que existe?

– Eu adoro.- Kol disse.

– É que dá uma sensação de alguém de te perseguindo. O que é verdade.- Ri e estava meio ofegante.

– Bem, agora me mostra.- Ele disse.

– Mas eu tenho vergonha de mostra-la.- Falei.

– Foi o acordo.- Ele disse ficando junto dela.- Se não...

– Se não...?- Comecei.

– Você tem cara de quem tem cosquinha.- Ele falou.

– Ah não. Cosquinha não.- Ri.- Ok, eu mostro. Pra minha sorte não é no lugar especifico.

– Lugar...? Tá me matando de curiosidade.- Disse.

Ri. Com um pouco de vergonha tirei a blusa . Mas a tatuagem não era bem no seio, era do lado, perto dele, então não tinha que "mostra-lo."- Aqui.- Baixei um pouco o sutiã.- Não é a melhor tatuagem, mas é de estimação.

Sai do quarto. Ia ver se ela tinha acordado e passando pelo corredor olhei pela janela. Mas que cena era aquela? Ela molhada, Kol sem camisa e ela abaixando o sutiã? Uma raiva e um ódio queimou dentro de mim.

Notas finais
Então, gostaram? E ai, será que vai dar confusão isso ai? Como eu adoro uma cena de ciúme do Klaus... Quem sabe? HAHA´ Ok, parei. Até os comentários e nos vemos no próximo capítulo! ;)