This Outlaw Life
8 Capítulo 7 - Smile
Notas iniciais
Antes de mais nada
Parabéns pra nós que vencemos o hiatus
o/
Cara, fora de brincadeira
Essa fic tá sendo muito bacana de escrever porque vcs são f*da, com o perdão da expressão. Cada comentário e cada recomendação fazem meu dia mais feliz. Queria dar um abraço em todo mundo, até nos fantasminhas que não comentam mas que estão acompanhando firme e forte. E um abraço especial pra R_Che que fez uma recomendação muito fuderástica e que me deixou babando uns 3 dias hehehehe Vou repetir, vcs moram no coração vagabundo desse tio tarado hehee
Citações
OSU = Ohio State University ou Universidade Estadual de Ohio
Virou para um lado, virou para outro. Nenhuma posição parecia boa o suficiente pra continuar dormindo. O sol era seu inimigo, e teimava em escorregar por entre as frestas da cortina, como se a desafiasse a permanecer na cama. Mesmo sem saber como fora parar ali, Quinn levou o edredom até a cabeça, tentando fugir da luz.
Depois que Rachel e Kurt foram embora, a loira decidiu que queria mais era encher a cara. Fazia muito tempo desde a última vez que fizera isso, mas dane-se, a ocasião valia a pena. A morena praticamente deixara bem claro que iria fazer o que fosse preciso para reconquistá-la... não com todas essas letras, mas era isso que ela queria dizer com toda aquela história de “cavar”. A ex-cheerio quase se jogou nos braços da judia ali mesmo, mas se conteve, porque seria fácil demais e queria ensinar uma lição à cantora.
Ela sentiu o lado da cama afundar um pouco, mas preferiu continuar a se recusar a abrir os olhos e ver quem era. Devia ser Santana, ou Brittany, ou Sam, ou Connor, ou qualquer um que tenha ficado para cuidar da ressaca moral que teria quando levantasse.
– “Dizem que o maior erro que se pode cometer é dar a outra pessoa a ocasião de fazer quem você ama sorrir. Eu sempre me orgulhei de ser a outra pessoa, aquela que se agarra a essa oportunidade apenas pela diversão de ver como juras de amor eterno podem ser derrubadas com um flerte, palavras elegantes ou algumas doses de álcool....” – A voz declamando aquelas palavras de forma eloqüente, a fez levantar de sobressalto. Tinha escrito isso enquanto estava na capela, se escondendo da própria mãe, para não ter que ficar a noite inteira ouvindo as frivolidades da mulher. Ela se sentou na cama, apoiando as mãos no colchão, e encarando Connor, que segurava o fichário vermelho onde a loira anotava seus pensamentos, aberto na última página escrita. — “Entretanto, nunca notei que cometi esse erro com a única que me importou...”. Adoro o jeito que você tem com as palavras, Fabray. – Ele fechou o volume ao ver a testa enrugada, as sobrancelhas arqueadas e o ar tenebroso que tomou o rosto de Quinn.
– Isso é pessoal. – Ela puxou o fichário de forma violenta pela lombada, provocando uma gargalhada no médico, enquanto colocava o livro no criado-mudo. O que a deixou ainda mais furiosa, a ponto de cometer um assassinato sem arma alguma.
– Eu sei que você não gosta quando alguém lê suas preciosas reflexões. – Cruzou os braços e apoiou as costas na cabeceira da cama. – Mas esse foi o único jeito de te acordar sem tomar um tapão no meio da cara.
A loira deu um soco no ombro do médico e apertou os olhos com força, dando graças a deus por não estar com nenhum tipo de dor.
– Ontem você me mostrou porque eu detesto a Quinn cachaceira. – Ele saiu de sua posição confortável para apanhar a caneca de café apoiada no chão e entregá-la para a amiga. – Tive que cair debaixo do chuveiro de roupa e tudo porque você não conseguia ficar em pé no box, tomei uma joelhada no saco quando fui tentar passar a calça do pijama na suas pernas, ainda ficou a noite inteira me chamando de Rachel, me apalpando, perguntando onde estavam meus seios e se tinha crescido um pinto enquanto eu estava em New York.
– Isso pelo menos explica porque estou só calcinha e com a sua camiseta dos Thundercats. — Quinn bebeu um pouco do café com o rosto sendo tomado por um tom de vermelho. Tinha consciência de como ficava inconveniente e agressiva quando estava bêbada, fora um dos motivos que a fizeram largar o hábito. Não confiava em si mesma quando exagerava no álcool.
– E falando na Rachel... – Mudou de assunto, percebendo o embaraço da loira. – Você tem bom gosto.
– Onde você a viu? – Indagou, lançando um olhar curioso.
– Na garupa da sua moto, ontem de manhã. – A expressão no rosto da ex-cheerio mudara para uma mais tensa. Uma coisa era Rachel saber da existência de Connor, outra era conhecê-lo. Isso poderia alimentar a dúvida na morena, ela poderia querer agir com nobreza e se afastar, ainda que tenha dado prova de suas intenções na noite anterior.
– E o que você disse pra ela? – Ficou ainda mais nervosa. O médico tinha a tendência a falar demais, o que significava que existia a possibilidade dele ter dito algo completamente inapropriado.
– Nada. – Ele foi se afastando um pouco, prevendo uma reação violenta a qualquer minuto. A loira podia ser muito ciumenta, e não é daquele tipo de ciúmes besta que todo mundo acha bonitinho. Não, não, era daquele bem violento, que faz qualquer um com um pingo de sanidade tremer nas bases de medo. – Não consegui falar nada. Nem abri a boca.
Quinn franziu a testa, fechando o rosto numa expressão ameaçadora. Sabia que Connor ficava mudo quando achava alguma mulher no mínimo interessante. Na época em que se conheceram, passaram quase duas semanas conversando apenas por sms porque nunca saía uma palavra se quer.
– Se você ao menos pensar em soltar uma cantadinha que seja na Rachel... – Empurrava ponta do nariz do médico com o dedo em riste para assustá-lo.
– Ei, ei, você sabe que mulher de amigo meu é o mesmo que um homem com peitos, no caso amiga, mas enfim... – Ele se virou, pegando algo no chão do quarto. – Além do mais, a Rachel está mais interessada numa certa loira com tendências homicidas. – Jogou o buquê de flores em cima da cama.
Ela deixou a caneca de café na beirada do criado-mudo e pegou o ramalhete nas mãos. Era delicado, com gardênias brancas colocadas em quatro fileiras, bem juntas umas das outras, fazendo um circulo, algumas tulipas vermelhas acompanhando, um único lírio no centro, e um laço verde nos ramos, mantendo as flores no arranjo.
Deu um sorriso a ver que a morena pensara em cada detalhe daquele presente. A fita verde, para combinar com seus olhos, gardênias que significam amor secreto, tulipas vermelhas para amor eterno e o lírio solitário, uma provocação, desafiando-a se entregar.
Tirou o pequeno cartão do envelope preso no laço e leu cuidadosamente, procurando pistas do plano de ação da judia.
“Nega-me o pão, o ar,
a luz, a primavera,
mas nunca o teu riso,
porque então eu morreria."
Espero que tenha aproveitado bem sua última noite, pois a caçada começa hoje. Estarei às duas da tarde na entrada do parque estadual, próxima ao lago.
RB
– Citando Pablo Neruda. Meu QI aumentou uns 10% depois de ler esse bilhete. – Connor comentou, lendo por sobre o ombro da loira, que não demorou muito a dar alguns socos no braço do amigo, que inutilmente tentava fugir, mas estava quase caindo no chão para fazê-lo.
– Por que não me chamou pra receber isso? — Bufou a loira, vendo que era quase meio-dia no relógio pendurando em cima da porta do banheiro. Ainda tinha que tomar banho e procurar uma roupa apresentável para ir ao parque.
– Porque a mala da sua mãe está lá fora, reclamando que a máquina de café expresso que ganhou de aniversário é uma bosta. – Ele levantou e apontou para porta. – Tive que fingir que fui eu que encomendei as flores pra ela não desconfiar de nada. Também ela deve estar meio mamada, veio com uma história estranha falando que a melhor data pra gente se casar é em junho porque pega o começo do verão...
Quinn se levantou, deixando as flores em cima da cama, e esfregou o rosto com as duas mãos. Claro, era tudo o que precisava, Judy Fabray, em plena manhã, vindo lhe encher o saco, em sua própria casa. Ainda mais depois de receber um presente tão bonito e da perspectiva do encontro com Rachel em aproximadamente duas horas e alguns quebrados.
A loira saiu do quarto e caminhou com passos pesados até chegar sala de estar. Tinha que dar um jeito de tirar a mãe de casa e ir se aprontar o mais rápido possível, e a velha só iria embora quando falasse com a filha. Sua mãe tinha o dom de ser inconveniente, parece que escolhia sempre os piores momentos para vir fazer uma visita.
Viu Judy sentada na poltrona reclinável de couro marrom, provavelmente pensando que a ex-cheerio tinha um péssimo gosto para decoração, já que a sala de estar era coberta por quadros com fotos de capas de disco e pôsteres de shows, isso sem contar na televisão enorme e nos videogames largados por todos os cantos.
– O que você quer, mãe? – Foi direto ao assunto. Essa era mais uma característica dos Fabray, eles nunca enrolam quando estão com pressa.
– Lucy Quinn! Isso são modos?! – Ralhou a mais velha. – Além da falta de educação, ainda aparece na sala vestida desse jeito.
Olhou para baixo e corou de vergonha. Saiu tão apressada que se esqueceu de vestir uma calça. Agora, podia preparar a orelha para ouvir um sermão sobre como não era decente aparecer quase pelada diante das visitas.
– Eu estava dormindo. – Se sentou na poltrona ao lado da mãe, tentando esconder o rubor nas bochechas. — Não desvia o assunto. O que a senhora veio fazer aqui? – Assumiu um tom nervoso pela intromissão.
Judy meneou a cabeça. Às vezes a filha mais nova conseguia esquecer toda sua educação cristã. Com certeza ela tinha puxado o gênio de Russel.
– Fiquei preocupada, Lucy Quinn. – A loira mais velha falou, de forma tranqüila. – Você não foi à missa hoje. –A frase soou como uma repreensão.
Quinn revirou os olhos. Tinha muito mais nessa visita do que a desculpa. A mãe dela estava querendo alguma coisa, ou brigar por alguma coisa.
– Já pensou que posso ter ido em outra igreja? Ou ter ido ontem? – Deu de ombros, tentando plantar um pouco de culpa na mãe. Isso sempre funcionava na época da escola, bastava se fazer de inocente, incitar que ela estava julgando a filha, e bingo, ela pedia desculpa por ter maldado a garota.
– Esse truque não funciona mais. – Judy deu um gole em seu café e cruzou as pernas. – Agora me responda mocinha, o que é tão importante para faltar a missa?
Ao ser indagada, a ex-cheerio se sentiu com 10 anos de idade. Pelo amor de Deus, tinha 25 anos, morava fora da casa dos pais, e pagava as próprias contas. Podia fazer o que bem entendesse.
– Mãe, chega de gracinha. A senhora não veio aqui pra brigar comigo por não ter ido a missa. – “Porque tem quase um mês que nem boto os pés lá e você nunca percebeu” pensou. – Conta logo o que veio fazer aqui.
A mulher abaixou os olhos, encarando a xícara em sua mão, provavelmente procurando a melhor forma de abordar algum assunto complicado demais
– Está roendo as unhas de novo Lucy. – Ela olhava para a ponta dos dedos da filha
– Mãe, para de enrolar e fala logo. – Essa mania de Judy de ficar empurrando os problemas com a barriga a tirava do sério.
A mais velha respirou fundo.
– Seu pai disse que viu a filha dos Berry na festa ontem à noite. – Começou fitando a expressão aborrecida que se formava no rosto de Quinn. “Ah claro, aquele velho tinha que reconhecer a Rachel.” Disse a si mesma com sarcasmo. Devia ser a famosa Lei de Murphy querendo persegui-la. – Eu sei que ela foi ao McKinley na mesma época que você...
– E o que é que tem isso? – Fingiu indiferença. – Santana estava lá, Mike Chang estava lá, e eles também fizeram parte da mesma turma.
– Não banque a espertinha comigo, senhorita! – A loira mais velha ralhou com firmeza. – Você sabe bem aonde quero chegar. Você sabe o quanto seu pai detesta os Berry, e o quanto ele detestava sua amizade com aquela garota. Nós entendemos como é importante você manter contato com a Chefe Lopez, mas a filha dos Berry não tem nada para oferecer ao clube.
A ex-cheerio revirou os olhos. Era só o que faltava seus pais querendo se escolher com quem ela devia andar. Pior, a frase inteira só mostrava o quanto sua própria mãe nem a conhecia. Tinha superado a fase de cultivar relacionamentos por interesse, especialmente por causa do amor que sentia por Rachel. A judia fora a responsável por ensinar-lhe que existiam coisas mais importantes do que status. Quanto a Santana, a latina era sua melhor amiga, mesmo que ela fosse uma sem-teto, louca, com milhões de gatos, as duas ainda seriam amigas.
– Que bom saber que minha mãe se importa com a minha vida. – Disse com sarcasmo. – Mas a senhora não acha que está uns... sei lá... uns dez anos atrasada? — Encarou Judy, arqueando a sobrancelha direita.
– Sem sarcasmos ou ironias, Lucy Quinn. – A loira mais velha assumiu um tom muito mais rígido, que lembrou Quinn das broncas que levava, quando tinha cinco anos de idade e que aprontava alguma travessura. – Você tem um nome a zelar, minha filha...
– Sim, o lindo e fabuloso nome dos Fabray. – Interrompeu a ex-cheerio, prevendo o que a mãe iria dizer
– Não estou falando dos Fabray. Estou falando dos Titans. – Judy rebateu com uma expressão rígida.
A filha franziu o cenho, sem entender do que a mãe estava falando. Pelo que sabia Judy detestava o clube e as atividades escusas do grupo. Ela reclamava sempre que podia e apenas ia aos eventos para vigiar Russel e manter as aparecias, sem tirar que, para a mulher, os Titans não passavam de desordeiros fora-da-lei.
A mais velha se levantou, deixando a xícara de café na mesinha de centro. Caminhou até Quinn, que estava mais confusa do que nunca, e mantinha toda a atenção na mãe, esperando que a senhora se explicasse. Se agachou, e tomou a mão da filha por entre as suas, para passar confiança a garota.
– Filha, você já foi mais longe do que qualquer um já foi, mais até do que seu pai.. – Esfregou os dedos da ex-cheerio com carinho. – Você tem um namorado, você tem prestígio, não pode ficar perdendo seu tempo cultivando uma amizade com o fruto de uma...uma... – Ela abaixou o tom de voz. — Aberração.
Puxou sua mão com raiva, como se Judy tivesse alguma doença altamente contagiosa ou algo parecido. Aberração. Essa era uma palavra que saiu do dicionário de Russel, ela fazia o sangue de Quinn ferver de raiva. Era assim que ele se referia aos Berry, a Santana, e a qualquer um que não seguisse os padrões morais do homem. O que era irônico, já que nem ele mesmo praticava suas próprias regras.
– Sem querer ser grossa, mas já sendo, vai embora, mãe. – A mais nova ficou em pé e apontou para a porta da casa. A mulher havia passado dos limites. – Antes que eu diga algo que lhe ofenda.
Foi o que Judy fez. Ela se levantou, pegou a bolsa jogada na poltrona e saiu, mantendo uma postura rígida e elegante. Se continuasse insistindo, a reação da garota seria pior do que apenas expulsá-la da casa.
Quinn se jogou pesadamente na poltrona, com as mãos apertando o rosto com força. Algo lhe dizia que essa visita tinha o dedo de seu pai. As frases, o tom de voz, as insinuações... Isso fora tudo um teatro, e que se fosse feito alguns anos atrás, talvez tivesse dado certo.
Mas ela não tinha tempo para perder com as armações de Russel. Agora precisava ir se aprontar para o encontro com Rachel.
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Quinn saiu de casa exatamente às uma e quarenta e cinco da tarde. Entre o almoço (que consistia em uma lasanha que estava na geladeira uns três dias), o banho (que por si só já foi uma luta, porque a loira e Connor brigaram pra ver quem usava o chuveiro e fizeram um campeonato de “quem está mais atrasado e tem o evento mais importante”, que terminou com ela o botando pra fora, praticamente a força) e se arrumar (Com um infinito tira e coloca, que revirou todo o closet, e que terminou com o tradicional jeans, camiseta, um casaco vermelho de capuz, botas e o colete do clube), perdeu mais tempo que o necessário.
“Rachel vai me matar se chegar atrasada” pensou, acelerando a moto e cortando os carros que apareciam em seu caminho. Ainda bem que era domingo, o que por significa menos carros nas ruas, além disso, era dia de jogo da OSU, boa parte das pessoas ficava em casa para assistir a partida de futebol universitário. Com sorte, conseguiu estacionar no portão de entrada do parque as duas em ponto, cravado.
Avistou a morena sentada em uma das mesas de piquenique debaixo das árvores já sem nenhuma folhagem. O corpo miúdo da diva estava coberto por um casaco de veludo preto, e um vestido bem ajustado ao corpo, um pouco mais claro, que com certeza fora escolhido por Kurt. Sentiu sua respiração ficar mais ofegante à medida que se aproximava dela. Parecia que o ar ficava rarefeito perto da judia, seu peito ficava pesado, suas pupilas dilatadas e seu cérebro perdia toda a coerência de pensamentos.
– Está atrasada. – Disse Rachel disfarçando a cara preocupada com um sorriso imenso e caloroso.
– Apenas uma pitada de drama para Srta. Broadway. – Quinn rebateu com uma voz divertida. – Garanto que você estava pensando “Será ela vem? Eu vou ficar aqui, sozinha, nesse vento frio?”
A diva balançou a cabeça, rindo. Esse era um lado da loira que poucas pessoas conheciam, sim, ela era séria a maior parte do tempo, mas tinha um senso de humor bobo que só mostrava com quem tinha o mínimo de intimidade.
– Gostou das flores? – Rachel questionou, mordendo o lábio inferior. – Tive muito trabalho para escolhe-las, mas ficaram incrivelmente belas, apesar que uma rosa branca no lugar do lírio ficaria muito mais discreto e apurado.
– Sim, muito. – Respondeu rindo do devaneio da cantora, e escondendo as mãos geladas dentro dos bolsos. – Mas eu quero saber para onde você planeja me levar.
– Quem disse que vou te levar em algum lugar? – A diva provocou, tamborilando os dedos na madeira da mesa. – O encontro pode ser só isso. Eu, você, conversando debaixo de uma árvore desfolhada...
Quinn subiu as sobrancelhas e colocou um sorriso irônico no canto do lábio. Até parece que seria apenas isso.
– Você armou alguma coisa. – Cruzou os braços, assumindo uma postura mais descontraída. – Primeiro porque você é Rachel Berry, e você nunca sai de casa sem um plano na manga. Segundo porque você está morrendo de vontade de me impressionar e terceiro porque aqui só tem mato, mato e... Ah é, mais mato.
– Tudo bem, o encontro não vai ser aqui. – A morena deu um leve pulo para descer da mesa. Seus dedos enlaçaram os da loira, como se fosse um hábito corriqueiro entre elas. A eletricidade correu por toda a pele da ex-cheerio, deixando um rastro de formigamento por onde o toque delicado da atriz passava. – É tudo o que posso dizer.
Quinn revirou os olhos enquanto era puxada por Rachel até o Cadillac estacionado a duas vagas de distância da Harley da loira. Algo lhe dizia que seria uma tarefa bastante complicada continuar se fazendo de difícil.
Notas finais
- E aeeeeeeeeeeeeeeee
O que vocês acharam?
Esse cap foi curto mais o próximo vai ser bão
Façam suas apostas pra onde que a Rachel vai levar a Quinn. Tem que ser um lugar muito bom hehehehe
Inté segunda que vem
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