This Is War

25 Diário de Bordo - 29 de novembro de 2024


Notas iniciais
OOOOOOH * toca musiquinha de aleluia * Minha mãe me deixou usar o computador do meu avô. Bom, para todos os que foram desiludidos com a atualização que deixei ontem que acabou sendo apenas MAIS uma mensagem, sinto muito. Sinto muito também pelo capítulo ser tão curto, mas era o que já estava planejado. Há tempos não penso na fic, então preciso me lembrar do que esperava colocar nela novamente, porque se acabaram as páginas escritas préviamente /FAIL
Enfim... Vamos lá.

Não há jeito menos dramático de narrar minha vida após o Tsunami. Quando veio a onde que destruiu tudo, passei dias, semanas praticamente entre a vida e a morte. Lembro-me de estar em um porta-aviões da marinha britânica quando acordei; como fui parar lá, eu não me lembro mais, mas acho que entrei nele para me proteger ao ouvir o alarme do Tsunami; não havia o que fazer além de esperar que a onde passasse, alastrando tudo. Senti uma dor intensa quando as águas transpassaram a costa, que apenas aumentou à medida que destruía todo o meu território, matava todos os meus civis. Os soldados da embarcação cuidaram de mim nos dias seguintes, e ao me recuperar por completo me deram um pequeno barco espião como "casa", e nos dedicamos à busca por sobreviventes. Eu, assim como outros soldados que também usavam barcos menores e independentes, me comunicava por rádio, que usava também para obter informações de outras localidades.

A marinha britânica inteira, nosso único exército sobrevivente, ocupou-se com isso por vários dias.

Foi em um desses dias, usando o rádio, que peguei a transmissão dos países sobre sua última reunião em solo europeu. Eu já sabia do acidente com a usina russa. Na hora, poré,, mandei todos se danarem. Não me importava com eles.

Mas era melhor que eu fosse junto. A região ainda estava sob ameaça de mais maremotos. Ficar com os países seria a melhor opção.

Contatei a marinha sobre minha decisão e iniciei minha viagem a Halifax. Ainda assim, quando possível contatava meus homens, até que perdi o contato com eles quando alcancei o meio do Atlântico. Isso me preocupa até agora. Eu depositava minha total confiança neles. Estaria morto sem a ajuda de minha tropa. Não sei se o contato foi perdido por causa da distância ou por um novo desastre. Ainda hoje, me pergunto se foi certo ir embora.

... Irônicamente, isso acabou de me lembrar de Alfred. Enfim.

Eu sei exatamente por que não quero me juntar aos outros.

Eu não tinha mais o mesmo trabalho de antes enquanto estive junto da marinha. Eu não interagia com os países. S7upostamente, eu não existia mais. Não tinha as obrigações de um país. Tinha as obrigações de um humano normal.

Era um estranho sentimento de liberdade, como se eu tivesse renascido.

Não dava vontade de voltar a ser "A Inglaterra".

Não dava vontade de voltar a ter mais nenhuma relação com os países.

Por isso decidi ficar aqui, perto, mas ainda longe, apenas acompanhando, ou nem isso. Apenas sabendo que estão lá.

Mesmo sabendo que uma hora seria descoberto, porque eu provavelmente sempre estaria acorrentado à minha condição de país de qualquer jeito.

E a hora chegou.

E agora preciso decidir o que fazer.

Notas finais
Se ficou confuso, vocês que me desculpem. Não me recordo de algumas coisas que aconteceram anteriormente e tentei adaptar o texto original, melhorar frases e etc., mas posso ter falhado em torná-las mais compreensível alguma hora q
Espero escrever pelo menos mais um capítulo até a próxima semana de provas (é, já tem mais um). Acho que dois. Não confiem na minha mente. É lotada de esquecimento e procastinação..... E Assassin's Creed.