This Is War
18 11-22-2024
Notas iniciais
Vou tentar me manter ativa, prometo. Preciso largar a preguica e parar de me viciar em interpretar meu Londres no Tumblr bfrujfhdski
(Sim, o Londres é meu OC de Hetalia. Ele até fez uma pontinha na minha fic "... And He God Married" o3o')
Sinto muito, querido, eu tenho fic aqui /apanha
Sveriges Dagblad
22/11/24
Quanto mais o tempo passa, mais percebo que nosso destino já está marcado, e não é bom.
Dinamarca há alguns dias caiu de cama. Parece que seus membros não respondem bem aos comandos. Sua mão direita ainda funciona bem, o que ainda lhe dá um pouco de dignidade e independência.
Noruega também não está bem. Tem febre e, creio eu, está em uma espécie de coma. Há dois dias não acorda, mas continua respirando. Sua saúde vem piorado desde a morte de Islândia. Creio que não tem sido fácil para ele superar isso, mas é difícil saber o que ele sente. Tem sempre consigo uma máscara de indiferença, mas ficou um bom tempo trancado em seu quarto sem falar com ninguém depois do Tsunami.
Quem sabe Dinamarca ainda tenha salvação. Pode ser que o movimento de seus membros logo volte. Mas não tenho as mesmas esperanças com o norueguês. O aumento do nível do mar dominou-o quase que por completo, e continua avançando sobre ele, avançando sobre mim. Talvez ele morra com seus territórios. Acho que o pouco de terra que sobrou de Dinamarca também sumirá logo em seguida, mas ele tem saúde o suficiente para sobreviver a isso, creio eu. Mas não temos remédios caso piore. A brusca mudança de tempo matou toda a vegetação que poderia ser usada como medicina alternativa e, além disso, sem Noruega nao conseguiríamos manejar as plantas muito bem. Ele sempre foi o encarregado, especialista nisso.
Agora, sim, o clima está voltando. Quem sabe se ambos aguentarem até que tenhamos certas plantas medicinais, conseguiremos salvá-los. Quem sabe. Nos resta apenas rezar a Odin.
Voltamos muito no tempo. Não dispomos de tecnologia alguma, mas para nós não é problema. Vivemos nessas condições por anos.
Quanto a mim, vez ou outra aparecem alguns ferimentos ruins nas costas. Quem está em melhores condições é Finlândia. Quando tudo isso começou, um tornado atingiu a parte norte de seu território e ele caiu de cama, mas ainda tínhamos remédios e seu governo, recursos. Sua recuperação foi rápida.
Realmente não sei o que nos espera no futuro, mas, aconteça o que acontecer, ficaremos juntos. Uma das poucas coisas em que concordo com Dinamarca é sobre não clamar pela ajuda de outros povos, nunca. Sempre sobrevivemos bem sozinhos e assim permanecerá.
Achei que seria bom registrar isso em algum lugar...
¤¤¤
Diário de bordo – 22 de novembro de 2024
Não sei quais eram as chances de ele aparecer bem na frente do meu barco, mas aconteceu. Vi um vulto se dirigindo a ele com passos vacilantes.
Acendi as luzes do barco — Ele tem energia para isso. Solar. – para sair. Ficaria como uma sombra em frente às luzes e veria perfeitamente a pessoa. Já sabia que era um homem – a silhueta denunciava.
Quando enfim saí, vi que era América.
Um tanto cego pela luz, dirigia seu olhar incerto a um ponto não muito fixo no ar. Ficou parado quando notou minha presence, até que suas pernas tremeram e ele caiu no chão, desacordado.
Cogitei levá-lo para o barco, mas descartei a ideia imediatamente.
Coloquei-o sobre o ombro e levei pelo caminho mais longo e sem matas ao vilarejo. Descobri ele esses dias ainda, de madrugada, enquanto explorava melhor as redondezas.
E sim, eu consider aquele conjunto de casas um vilarejo. São casas pequenas de periferia onde poucas pessoas moram e todas se conhecem.
E eu conheço todas do mesmo jeito. Mas eles não me conhecem. E isso me dá uma ótima vantagem.
Sei quantos e quem são, onde moram e suas respectivas retinas, de modo que América eu devolve à casa onde dormia junto do irmão. Sei que Canadá tem sono pesado, de modo que não fui tão cauteloso. Apenas abri a porta e coloquei-o no sofá. Depois fui embora e agora estou de volta aqui, na segurança de meu quarto, escrevendo às duas da manhã, creio eu.
E com sono.
Vou dormir.
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16:47
Puta que pariu, porra de merda estranha…
Eu consegui sair daquele bendito matagal. Saí e vi um barco, e não era o de Índia. Até porque tinha alguém lá. Eu não vi quem era. Uma forte luz saía do barco, me cegava…
Mas eu me sentia fraco demais. Faminto demais. Cansado demais. E… acabei por desmaiar.
Aí acordei aqui. Melhor, Matthew me acordou. Perguntou-me que raios eu fazia no sofa e nem eu soube responder a pergunta. Eu simplesmente estava lá! Tcharans!
O que elimina a possibilidade de ser um sonho, por mais elementos fantasiosos que essa história tenha. Porque antes de perseguir o cara eu observava a rua da janela do quarto da minha cama.
Aquele cara no barco me parecia tão surreal… Tenho tantas perguntas a respeito dele… For a as de antes, que listarei abaixo:
Como sabia que estávamos aqui? Onde estávamos alojados? Onde eu dormia? Por que estava atracado lá? Por que não se junta a nós? Para onde foi? Voltou para o barco? Há mais gente com ele?
Porra!
E não me importa se ele quer ficar sozinho ou não, eu vou falar com os outros. Se não conseguir convencer aqueles idiotas, convenço Canadá e Rússia. Eles parecem ser os mais espertos aqui…
Mas algo é certo: Eu não passo por aquela floresta nunca mais. Eles que passem sozinhos ou achem outro caminho.
Nem sei onde está o barco. Estava perdido, fui andando para alguma merda de direção feito um drogado e saí lá. Só sei que é no litoral, porque tinha areia e mar, e, dur, barcos normalmente atracam no litoral!
Portanto, é só achar algum pedaço de mar e ir andando pela margem até achar.
Ou seja, eu riscarei a pergunta “Onde, porra, está o barco?!”, porque vou descobrir. Tenho uma curiosidade heroicamente grande.
Mas antes eu vou repousar mais uns dias. Não que eu queira, meu irmão é quem mandou. E eu fiquei tanto tempo enchendo o saco dele para convencê-lo de que estava bem que ele me berrou que calasse a boca e agora fico quieto. Na verdade, admito que estou me sentindo um lixo e que o corpo todo me dói, mas eu quero ver o barco…
Aliás, não falei dele sobre isso ainda. Vou falar depois. Com ele e com o Ivan. Depois que descobrirmos a exata localização do barco, recorremos aos outros.
Notas finais
Ah, e pessoas, podem me dar um pairig junto com o gênero se quiserem que eu escreva um capítulo extra sobre~ Ou um personagem avulso do qual querem uma situacao / diário, aí eu vejo o que posso fazer, okay? o3o' Sem problemas aqui.
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