This Is War

28 1-17-2025


Notas iniciais
Aaah me perdoeeeem x___x' Eu nao sei se tenho desculpas agora, é um pouco de esquecimento e preguica e final de escola e comeco de férias, eu realmente nao sei o que deu em mim gnjkdsndsjk Desculpem
Shit ;_;
Aliás, li todos os reviews de vocês e... Nao sei se vou responder porque vou viajar por duas semanas e meu pai quer me ver longe do computador /APANHA
Entao me perdoam se eu responder tipo, no natal /APANHA²
Mas hey, tenho uma boa notícia para vocês pararem de sofrer com minha falta de atualizacoes u3u
Esse capítulo é pequeno, mas é porque ele marca o final da segunda parte e consequente comeco da terceira!!111!!1!11NÚMEROUM!!
Beijos agora e amo vocês u3u

1:35

Passamos por dias atribulados desde que saímos de nossas moradias originais. Não tivemos, porém, problema algum em achar um novo lugar para ficarmos. Saímos de manhã e tivemos tempo o suficiente sob a luz do sol para procurar lugares onde a convivência fosse possível e decidir qual seria o melhor.

A maioria do grupo ficou aterrorizada com os corpos espalhados pela cidade e todo aquele circo que eu, Rússia e Canada e provavelmente Suíça e Áustria viram. Alemanha também. Mas isso foram detalhes; ninguém realmente comentou, mas dava para ver a expressão no rosto deles.

Enfim, estamos agora alojados em um hospital. Sim, hospital. Dá medo de noite porque não tem energia, mas ficamos todos juntos em um único andar que não é o térreo e nem o primeiro, por causa das criaturas que já mataram alguns de nossos companheiros, e nem os últimos porque seria um saco sair em caso de emergência. O andar em que estamos é composto de uma sala grande que deveria pertencer a algum tipo de área de relaxamento e dois corredores, um de cada lado, com quartos para os pacientes. Mas usamos apenas um corredor, duas a três pessoas dormem em cada quarto. Organizamos de modo que não hajam brigas nem estranhamentos, portanto acabei ficando junto de Matthew e Ivan de qualquer modo porque, segundo Ludwig, “andamos sempre em grupo”.

Falando em Ivan, acabei nem falando com ele aquele dia. Tanto faz, também.

Fiquei triste por não ter conseguido ficar com Arthur, não porque queria muito ficar no mesmo quarto que ele – na verdade, ele me assusta com essa de querer ficar afastado -, mas porque não consegui nenhuma chance de falar com ele, mesmo. Quem sabe outra hora... Arthur ficou sozinho, de qualquer maneira. Quem sabe um dia eu possa criar uma desculpa para aparecer.

Mudando de assunto, achamos um estoque enorme de comida congelada no hospital, então é isso o que estamos comendo no momento. São ainda os primeiros dias aqui, então ainda estamos organizando a rotina e tarefa de cada um. Haverá também dois vigias de noite, por causa desses monstros que ainda não temos ideia do que são. Está na nossa lista descobrir. Bem como procurar por mais lugares onde é possível encontrar comida. Alguém também sugeriu criarmos algum tipo de equipamento para procurarmos por mais pessoas mundo afora, mas ainda não sabemos direiro se iremos considerar a ideia. Também porque não temos ideia de como fazer isso.

Ao todo, agora, somos: Eu, meu irmão, Alemanha, França, Veneziano, Bielorrússia, Rússia, Hungria, Grécia, Turquia, Japão, China, Vietnam, Índia e Inglaterra.

É até um grupo bem grande… Estou feliz com isso. Não que eu esteja com medo, só acho legal ter a turma reunida. A razão é macabra...

Mas é legal.

Hungria tem estado mal por causa de Roderich, mas os outros países têm ajudado ela muito bem! Natália também tem melhorado, aos poucos, para o alívio de todos. Essa coisa de sobreviver ao fim do mundo já está virando hábito, então todos já estão acostumados.


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Caderno do Brasil

Lembrei o que ia escrever!

Uma semana depois, praticamente, mas melhor do que nada. A vida parece muito monótona mas na verdade é incrível a quantidade de atividades que arranjamos para fazer aqui. Somos uma turminha animada.

Cuba ainda está com essa mania de levar o rádio para lá e para cá tratando-o como um satélite ou algo assim, e algumas vezes dá de correr pela casa falando que achou algum sinal. Nos últimos dias, até acreditamos. Agora ignoramos ele. E ele aparentemente percebeu, porque os espasmos de alegria ficaram menos frequentes. Mas enfim, era isso mesmo o que eu ia falar aquele dia. Cuba havia corrido pelo apartamento inteiro dizendo que conseguiu ouvir alguma voz vindo do rádio.

Velho... De boa... Me poupe.

Notas finais
By the way, minha fanfic é oficialmente velha. Himaruya já lancou o Índia oficial e ele é homem, e eu tenho uma Índia mulher na fanfic gfknfirfsa