Notas iniciais
Boa noite meu amoressss!! *----* Primeiramente tenho que agradecer pelo apoio de todas leitoras, vocês tem sido incríveis e eu fico muito grata. Aqui vai mais um capitulo quentinho pra vocês!! Divirtam-se!! PS: amando todos os comentários, responderei em breve.

"O maior erro que você pode cometer, é o de ficar o tempo todo com medo de cometer algum." (Elbert Hubbard)

Lábios... Promíscuos.

Luxuriosos...

A maciez dos seus lábios, o toque habilidoso da sua língua entrelaçando-se com a minha de maneira lasciva, as mãos ousadas explorando minha pele, o calor irradiando através do seu corpo. Era tudo que eu conseguia pensar.

O cheiro da sua pele estava impregnado em cada poro do meu corpo, aquela fragrância amadeirada misturando-se ao cheiro natural que somente ele possuía. Passaria-se cem anos e eu reconheceria aquele perfume em qualquer lugar.

Ele dominava a minha mente como um parasita, alimentando-se dos meus pensamentos, todos os minutos.

O beijo, ah o beijo. Parecia tão certo, tão familiar, eu queria aquilo, queria ele.

Talvez tenha sido isso que eu quis o tempo todo, só não estava com absoluta certeza que assumiria.

— Então, o rosa ou lilás? – a voz de Caroline me despertou dos meus devaneios.

— Perdão? – perguntei confusa.

— O que há de errado com ela, Bonnie? – Olhou indignada para a baixinha que retraiu os ombros em resposta.

— Por favor, não fale como se eu não estivesse aqui Caroline. – reclamei endireitando minha postura na cadeira desconfortável.

— É parece que não está mesmo. – cruzou os braços em frente ao corpo. – Estamos a horas discutindo sobre a cor dos vestidos que as madrinhas devem usar e inclusive você sendo uma delas deveria pelo menos mostrar algum interesse.

— Desculpa, é que... Eu só estava pensando. – sussurrei, encolhendo os ombros.

— Pensando com a mão apoiada no queixo e um sorriso bobo estampado na cara. — acusou de forma risonha – Parecendo uma garotinha de 13 anos após o primeiro beijo.

Engoli em seco.

— Que imaginação Caroline, deixa de ser exagerada. – bufei em discordância.

— Você tá saindo com alguém. – apontou o dedo acusador para mim e deixei um sorriso brincar no meu rosto.

— Sem pressão Caroline. – Bonnie interferiu e uma Carol emburrada revirou os olhos.

— Eu tenho que ir, a aula começa daqui a uns... – olhei no visor do relógio e constatei que estava cinco minutos atrasada. – Droga! A Sra Steven vai me matar. Encontro vocês mais tarde. – me despedi, colocando a bolsa em meu ombro.

— Boa sorte. – Ouvi Bonnie desejar enquanto atravessava o campus apressada.

Aquele seria um longo dia, tinha que de fato ou em fim, tomar uma decisão. O cartão de Enzo estava sobre a minha escrivaninha me implorando para acabar de vez com essa dúvida maçante e ligar aceitando o trabalho como sua secretária pessoal. Mas sempre que eu pensava no requerido emprego, algo em meu interior remexia-se desconfortavelmente com a possibilidade de o grande e impetuoso Damon Salvatore não gostar nenhum pouco da novidade e achar que minha proximidade fora somente pelo cargo em sua empresa.

Eu tinha que falar com Enzo, com Damon, na verdade, eu tinha que falar com a única pessoa desse mundo que me diria exatamente o que eu deveria fazer. A que eu posso confiar cegamente, a minha mãe.

Eu precisava resolver isso de uma vez por todas ou acabaria maluca.

*

Sorri ao sentir cada pedacinho da boca gostosa. O seu beijo era exatamente como eu me lembrava, a mesma textura e sabor.

Ela separou nossos lábios por alguns instantes e pude sentir a maciez da sua pele em minhas mãos, fitei seus grandes olhos castanhos dilatados e o rosto totalmente corado e não contive um sorriso bobo que brotou em meus lábios.

— E aquilo sobre não me beijar? – Ela sussurrou contra meus lábios.

— Queria fazer isso desde o começo da noite. Então sem julgamentos. – disse e juntei nossos lábios novamente.

Nossas línguas se entrosavam intimas, e o doce natural da sua boca estava levemente misturada com o gosto de vinho, gemi entre seus lábios, arrebatado por tamanha sensação.

Elena era como o paraíso para mim, o meu paraíso. Ela emitiu um gemido sob os meus lábios quando a apertei em meus braços e em resposta entrelaçou os dedos nos fios do meu cabelo, aranhando levemente a minha nuca, me deixando mais louco por ela. Vagarosamente desci minhas mãos pelo corpo curvilíneo e me deliciei com cada curva encontrada.

Subi as mãos até o seu rosto e quando o ar se fez necessário afastei nossos lábios, Elena descansou as mãos em minha nuca e um arrepio gostoso desceu pela minha coluna ao senti-la acariciar aquele pedaço de pele.

— Damon eu

— Shii não estraga o momento. –– pedi e sem conseguir ficar longe dela, nossos lábios se moveram novamente, mas dessa vez compartilhamos um beijo calmo, porém intenso, onde nossas línguas se acariciavam ao ritmo de uma musica lenta. Acariciei a pele exposta do seu braço e senti seu pelos eriçarem sorri meio ao beijou.

— Você tem que ir, alguém pode nos ver. – Murmurou assim que separou nossos lábios. — Boa noite Salvatore. — deu uma leve mordida em meu lábio inferior provocando um gemido sôfrego da minha garganta e relutantemente a soltei dos meus braços.

— Boa noite princesa. – A olhei pela ultima vez, antes de vê-la sair sorrindo.

— Então diretor? O que acha do novo projeto? – A voz de Taylor me tirou dos meus devaneios e meus olhos se focaram na expressão sobrecarregada de nervosismo do homem.

— Bom, a idéia não me parece muito mal, agora se me derem licença. – levantei-me sorrindo educadamente para alguns dos meus funcionários e segui pelo salão rumo a minha sala.

Quer saber a verdade? Eu não prestei a mínima atenção no que aquele homem calvo falava ou mostrava a minha frente. Fiquei logo irritado, aquela era minha empresa, as pessoas dependiam do meu consentimento para iniciar um novo projeto e o que eu estava fazendo? Pensando nela. Pensando em Elena.

Elena estava dominando meus pensamentos, estava me desestabilizando de forma intolerável e isso estava começando a me enlouquecer. Alto-controle, o termo pelo qual eu mais prezei em todos esses anos estava se esvaindo pelos meus dedos e eu não conseguia raciocinar com a mesma exatidão, trabalhar o dia inteiro tornava-se cada vez mais algo maçante, eu não queria passar o dia todo no escritório, queria vê-la, levá-la para jantar e depois fazê-la implorar por mim, para me ter, eu a queria de uma forma totalmente inconseqüente e sagaz.

— Hey idiota? – Ric esfregou os dedos em frente ao meu rosto, me fazendo voltar a realidade e encará-lo. – Você aderiu algum tipo de meditação ou foi só o encontro com a Elena que te deixou assim? – Ele se aproximou e sentou-se na cadeira a minha frente.

— Eu a beijei novamente. – confessei em meia voz e olhei algum ponto atrás de Ric.

— E isso é algo ruim? – Perguntou incrédulo.

— Claro que não idiota. Dessa vez foi diferente.

pelo menos pra mim. Adicionei mentalmente.

— Diferente como? Ela te deu um tapa ou chutou o seu traseiro?

— Engraçadinho. – Forcei um sorriso irônico – Ela correspondeu cara, estava tão entregue que seria fácil

— Leva lá pra cama? – ele me cortou.

— Pode parar de me interromper? – pedi irritado e ele ergueu os ombros em derrota. – Não somente isso, claro que eu quero levá-la pra cama, aquela garota me deixou doido, mas hipoteticamente falando seria fácil sentir algo a mais, entende... – falei hesitante, me assustando com as minhas próprias palavras.

— Espera! – Ric arregalou os olhos e sua expressão era de choque – Você tá me dizendo que seria fácil se apaixonar por ela?

— Por que não seria? Ela é inteligente, audaciosa, linda e

— Damon Salvatore está apaixonado – disse como se tivesse descobrindo um segredo.

— Não fala idiotices Alaric, eu a admiro, somente isso. E eu já te falei que seria hipoteticamente. – levantei-me da cadeira e comecei a andar pela sala.

— Você a beijou novamente cara.

— Eu sei, mas foi mais forte que eu, ela estava tão linda ontem e estava leve, diferente das outras vezes que estivermos tão próximos.

— Acho que ela gosta de você.

Bufei e senti algo vibrar no bolso da calça. Rapidamente levei o aparelho ao ouvido e revirei os olhos para a voz investigativa no outro lado da linha.

“Como é difícil falar com você.”

— Oi lindinha! – segui para o largo balcão de bebidas.

“Pensei que fosse me ignorar para sempre.”

— Claro que não, como eu poderia esquecer-se de você Mandy.

“É Andy.”

— Isso! Andy. – apontei o copo na direção de Ric que sorriu balançando a cabeça,

“Estava esperando você me ligar.”

— Ah você sabe, dirigir uma empresa tão ativa não é uma das tarefas mais fáceis do mundo, requer muito do meu tempo.

“Entendo perfeitamente. está livre hoje?”

— Talvez sim, talvez não. – respondi girando o copo em minha mão.

“Poderíamos nos encontrar hoje a noite, beber alguma coisa, jogar conversa fora.”

Um sorriso malicioso se formou em rosto ao presumi que tipo de conversa a mulher queria ter.

— Olha lindinha, sua oferta é tentadora mais como te disse estou muito ocupado, caso mude de idéia eu te ligo. – nem me dei ao trabalho de esperar ela terminar, desliguei o telefone entediado e guardei-o novamente.

— Você não presta. – Alaric Falou levantando-se e em seguida olhando para o relógio em seu pulso.

— Touché amigo. – falei para ele que sorriu e antes de sair da sala.

*

O dia não foi tão cansativo quantos os outros, depois da correria da faculdade, ainda corri sessenta minutos no central park com Carol que não parava de tagarelar. Ainda por cima, tinha aquele ponto chamado Damon. Eu queria poder vê-lo, senti-lo, mais a parte racional e pequena da minha mente, alarmava que não era muito inteligente passar tanto tempo pensando nele, o que me levava a lembrar que ainda devia uma resposta a Enzo.

Suspirei novamente e sem cerimônia me joguei no sofá, alcancei o telefone e disquei aquele tão decorado numero.

— Mãe?

— Oi querida! — O som carinhoso da sua voz me fez sorrir. Eu estava com saudades. Na verdade, muita saudade. – Como estão as coisas por ai? – perguntou preocupada.

— Acho que bem. Jeremy esta namorando a Bonnie, Caroline esta noiva.

— que ótimo querida! Mas e você?

— Estou bem. Recebi uma proposta de emprego.

— Que maravilha meu amor, parabéns. – Desejou e eu podia sentir seu sorriso no outro lado da linha.

— mãe, eu não sei se devo aceitar. – respondi meio hesitante.

— Por que não querida?

— É uma empresa muito grande, renomada em todo o estado da America, não sei se estou preparada.

— Ah minha menina, você está sim, sempre esteve Elena. Foi o que você planejou para o seu futuro e agora é a oportunidade perfeita de mostrar que consegue. Você sabe a coisa certa a ser feita, pense e veja o que é o melhor meu amor.

— Eu te amo mãe, farei a coisa certa. Prometo.

*

Entrei na minha sala depois de outra reunião entediante e encontrei Enzo.

— Estou aqui. O que quer conversar comigo? – perguntei sem rodeios. Totalmente frustrado por Elena não ter atendido nenhuma das minhas ligações.

Meu amigo de negócios me olhou de soslaio enquanto me sentava em meu lugar na mesa.

— Contratei uma nova secretaria. – falou exibindo um sorriso malicioso.

— O que houve com a Trudy? – Perguntei confuso.

— Ela ainda continua com o cargo de secretaria, mas andei pensando e percebi que a pobrezinha não pode tomar de conta de todas as minhas reuniões, viagens e ainda por cima me servir café durante o dia. – exibiu um sorriso malicioso e logo entendi sua intenção com toda aquela conversinha.

— Humm, então ela deve ser bem gostosa.

— Muito gostosa. Lembra da garota que eu te falei que esbarrei enquanto saia daqui?

— Hm – gesticulei impaciente para que ele prosseguisse.

— Então, além da garota ter um belo par de pernas, conversando outro dia com ela, descobri que está no nosso ramo cara. Faz publicidade e parece ser excelente para o cargo.

— Estou ansioso para conhecê-la.

— Ah mais não fique tanto, ela não faz seu tipo.

— Como assim ela não faz meu tipo? É lesbica por acaso? Não sou um cara preconceituoso Enzo. – Sorriu.

— Ela é morena, sei que prefere as loiras. – ele apontou para uma Rebekah concentrada na tela do computador fora da minha sala.

Fico tentado a revirar os olhos ao lembrar que minha mais nova obsessão tem a cor de oliva em sua pele.

— Mas a garota sabe pelo menos anotar recado?

— Ah não cheguei na melhor parte, além da mulher ser uma deusa, é puta merda inteligente, língua afiada, nenhum pouco introspectiva sabe aquele tipo de garota que te olha nos olhos enquanto conversa com você? Essa garota parece ter pulso firme. Ela começa amanhã.

— Que seja, fale com o RH e sobre toda a papelada de contratação, não bagunce a minha empresa Enzo, se quer admitir a garota, ótimo o faça, mas se ela prejudicar meu trabalho, os dois caem fora. – falo serio, apontando para a porta que acabei de cruza.

— Okay Sr diretor. — me olha brincalhão fingindo falsa continência.

— Tenho que ir. – falo após sentir o aparelho no bolso do paletó vibrar e rapidamente olhei o visor, mas não era ela. Suspiro.

— Amanha teremos a reunião com os fornecedores.

— É eu sei. – me apresso para a porta e me viro para ele antes de sair. — E Enzo.

— O que?

— Leve-a para a reunião, quero conhecê-la.

Ele concordou orgulhoso e segui pelas portas principais pensando pela milésima vez em ligar novamente para Elena.

*

É isso.

Me olhei no espelho verificando pela décima terceira vez a minha roupa.

— Carol você não acha que essa saia esta justa demais? — perguntei com dificuldade enquanto ajusto o tecido preto que vai ate o comprimento do joelho e marca o meu quadril de forma constrangedora.

— Claro que não Elena. Você tá linda e sexy, pronta pra agarra um executivo. – me olhou sugestivamente — Quem sabe o diretor. – mordeu o lábio ao terminar de falar e pelo reflexo do espelho a lancei um olhar reprovador, o que ela ignorou ao continuar me olhando de forma descarada.

— Onde esta Bonnie? – digo entretida com minha tentativa falha de fazer um rabo de cavalo decente.

— Deixa que eu faço. – ela se arrastou ate mim e segurando meu cabelo, organizou os fios revoltosos a redor da pequena presilha. – Ela saiu cedo, disse que tinha um resultado de uma prova a questionar com algum professor. – falou com desdém.

— Ah... – me limitei a dizer – Não é querendo te pressionar, mas é meu primeiro dia de trabalho e eu definitivamente não quero ter que chegar atrasada, terminou? – Pergunto impaciente.

— claro, claro. – virou-se de frente para mim e desabotoou o primeiro botão da minha blusa de ceda branca.

— Carol! – reclamo.

— Não Elena, assim fica melhor.

Se não estivesse tão apressada, tentaria relutar, mas ignorei o pequeno decote e apanhei minha bolsa sobre a cadeira.

— Deseje-me sorte! – falo animada e de alguma forma estranha, meu coração saltou do meu peito em uma ansiedade misteriosa.

— Toda do mundo. – Carol veio ate mim e me abraçou.

Olhei mais uma vez os seus olhos verdes e sai do quarto, repassando pela décima vez meu roteiro mental:

Descer ate o saguão, pegar um táxi, subir os quinze andares da Salvatore’s, realizar meu trabalho de forma correta, não tentar esbarrar em ninguém ou derrubar café quente nos papeis do meu chefe e finalmente, não encontrar com Damon.

Oh céus, aquilo não seria fácil!

Levei 20 minutos para cruza todo caminho do West Village até o centro de Manhattan. Puxando um pouco a manga da blusa, verifiquei no relógio que não estava atrasada, só então pude respirar aliviada.

Com a cabeça encostada na janela do carro, percebi ao longe os prédios estendendo-se e tornando-se cada vez mais irritante os barulhos dos carros lá fora. No céu as nuvens se mesclavam em perfeita sincronia, mostrando que o inverno não tardaria a chegar. Finalmente o táxi parou me fazendo olhar para cima e ver o grande e imponente prédio, ou melhor, meu mais novo local de trabalho.

Depois de descer e pagar pela corrida, respirei fundo antes de entrar pelas portas giratórias da Salvatore Entertainment’s.

Meus saltos faziam um barulho incomodo no piso de mármore e senti um forte rubor em minhas bochechas e andar nunca foi uma tarefa tão difícil de realizar.

Um passo de cada vez. Repeti, enquanto me direcionava até a recepção.

— Posso ajudá-la senhorita? – A recepcionista de cabelos vermelhos e olhos amendoados me perguntou exibindo um sorriso forçado e automático.

— Meu nome é Elena Gilbert, gostaria de saber o andar de Lorenzo Marlakey, por favor.

Ela me olhou dos pés da cabeça e franziu as sobrancelhas. Esquadrinhei o ambiente tão impecável quanto da ultima vez que estive aqui, enquanto ela digitava algo em seu computador.

— Senhorita Gilbert, O Sr Marlakey a espera no décimo quarto andar.

— Obrigada. – agradeci e ela sorri educada enquanto sigo até o elevador.

— Ajeitei a bolsa em meu ombro quando as portas se abriram e fui recebida pelo olhar inquietante da pequena mulher sentada atrás de uma mesa circular, repleta de aparelhos de ultima geração.

— Você deve ser a Elena. – ela estendeu a mão que eu retribui seu gesto. – Vamos, se não a gente vai se atrasar. — ela segurou minha mão impaciente me guiando de volta ao elevador.

— Mas, o andar não é esse? – Perguntei confusa.

— É sim, só que o Sr Marlakey tem uma reunião daqui a 05 minutos e não podemos nos atrasar, a propósito meu nome é Trudy.

Sorriu para ela e a segui pelo hall.

As portas duplas se abriram revelando uma sala impecavelmente ampla, com uma longa mesa de mogno marrom escuro com cadeiras confortáveis e algumas pessoas ainda de pé conversando entre elas.

Entre tantos rostos desconhecidos, vejo Enzo conversando animadamente e sorri, ele apressa-se e vem até nós.

— Seja bem vinda. – Ele sussurrou.

— Obrigada.

De repente as conversas em meia voz finalizaram, foi quando me virei para a porta e meus olhos paralisaram na figura elegante, trajando um terno completamente preto. Os olhos maliciosos me encararam com surpresa e o sorriso educado que ele exibia transformou-se em algo frio, beirando a raiva, o maxilar travado, o olhar em chamas cravado no meu, eu estava paralisada, verdadeiramente entorpecida. Ele passou seus olhos azuis de mim para Enzo e aproximou-se devagar como um predador encurralando sua presa, meu Deus até a forma como ele andava era quente.

— Senhorita Gilbert, que prazer revê-lá. – Sua voz rouca estava baixa e contida, mas eu sabia que aquilo tudo era parte da sua encenação ele estava fodidamente irritado.

Notas finais
Eu sei capitulo curtinho, mas o próximo vai ser totalmente Delena e teremos um momento quentíssimo entre nosso casal preferido! lol Sobre os comentários eu só tenho a agradecer e prometo que responderei todos então sejam bonzinhos e me deixe algum review rsrs Bjooos amores até a próxim