Notas iniciais
OLÁÁÁÁÁÁÁ! Como vão vocês? Voltamos com mais TWOM! YEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEE Vocês pediram tanto que nós ficamos animadas em continuar! Infelizmente nossas aulas começaram e os professores estão mais malvados agora, mal nos falamos e uma tem que fazer algo e virse e versa... Mas sem mais delongas, The Woman Of Mafia. c: Filha do Pescador

" Como podemos não falar sobre família,

Quando família é tudo que temos?

Tudo que passei...

Você estava lá ao meu lado,

E agora você estará comigo para um último passeio. "

– Wiz Khalifa

Era complicado dizer oque realmente se passava ali. Leo falava histericamente em ir ao uma loja de carros, enquanto Luke queria "ostentar" as várias notas de cem. No meio da gritaria absurda, um baque forte em um tipo de madeira foi ouvido, assustando todos que estavam presentes ali. As atenções foram redirecionadas à Nico, que tinha o rosto completamente vermelho. Todos silenciaram imediatamente, sentando-se no sofá branco.

– Vocês podem deixar de idiotice e pensar um pouco? — Ele rosnou, se levantando da poltrona de couro, batendo a xícara de vidro na mesa. — Se vocês forem "esbanjar" o dinheiro hoje, vão perceber. Ninguém aqui ganhou na loteria. Só um retardado não iria perceber que pessoas com quase um milhão de dólares do dia para a noite, não será roubo!

– É errado tentar se divertir um pouco, Nico? — Indagou Luke, com um bico insatisfeito em seus lábios. Cruzou os braços, parecendo uma criancinha mimada. — As pessoas trabalham para se divertir!

Bianca deu uma risadinha de leve, tampando a boca com as mãos, tentando abafar inutilmente as novas gargalhadas. Respirou fundo, tomando a postura ereta, o sorriso brincalhão ainda em seu rosto. — Você chama isso de trabalho? — Luke deu de ombros, virando-se para Leo, que também sorria com o comentário de Bianca. — Se você dissesse isso a tua mãe agora, ela te daria uns belos murros.

– Ah, minha querida mãe... — Luke sussurrou, num olhar sonhador. — Se ela estivesse aqui iria ver quão sortudo sou.

Um grito ecoou pela sala, e as atenções foram retomadas à Annabeth, que gritava histericamente ao telefone, dando pulinhos, deixando notável a imensa alegria em seu olhar. A loira colocou o telefone em seu devido lugar, vindo até nós com uma postura séria. Chegou ao lado de Piper, cochichando algo em seu ouvido. Instantaneamente, a face emburrada de Piper se voltou em um sorriso.

– Você vai gostar da notícia, Nico. — Disse Piper. Tinha um sorriso leve, talvez menos exagerado do que o de Annabeth. — Travis e Connor voltaram dos Emirados Árabes. Disseram que Bee está com saudades.

Deu uma piscadela para Nico, que arqueou uma sobrancelha, o lindo sorriso torto vindo à tona. Certo, agora eu estava curiosa. E com uma pontinha de ciúmes. O moreno colocou a mão nos bolsos, retirando de lá um celular. Virou-se para a porta de vidro da casa, indo na direção da mesma, e saindo.

– Só eu que estou com o mínimo pressentimento que algo vai mudar nesta casa? — Annabeth deu um sorriso malicioso, logo dando de ombros. Sentou-se no sofá, pegando o notebook e abrindo-o.

Como percebi que não teria mais informações de quem seria a tal Bee, resolvi procurar Nico. Não, não nos aproximamos. Digo, não muito. Mas acho que nosso pequeno relacionamento havia mudado depois da festa de Dionísio. Repassando, apenas eu acho isso. Ele talvez não. Saí da casa, indo em sua procura. E não foi tão difícil, já que o moreno estava sentado em uma das espreguiçadeiras presentes ali. Me aproximei, sentando ao seu lado.

Nico tinha um olhar descontraído, e segurava o cigarro entre os dedos indicador e médio. Em alguns intervalos, tragava o mesmo silenciosamente. Ao perceber que ele não daria o braço a torcer para uma conversa, tentei começar uma. Pigarreei, levando sua atenção para mim.

Me olhou de lado, os raios de sol dando leves destaques em seu rosto pálido. Cruzei os braços abaixo dos seios, pensando em um modo rápido de desenrolar tudo. Não havia saída, era ser direta ou não perguntar nada. — Então Di Ângelo, estava aqui pensando numa forma de iniciar essa conversa sem ser evasiva, mas não tem outra forma de não ser. Não que eu me importe, mas ainda tenho meus bons modos. — Deu um sorrisinho, pedindo para que eu continuasse. — Quem é Bee?

Deu uma risada, sua voz num tom rouco. Soltou o cigarro, e o mesmo caiu na grama verde. O moreno pisou-o. Apoiando os cotovelos em suas pernas. Colocou a mão em seu próprio queixo, levantando a cabeça e observando o céu. Levou seu olhar ao meu, e inutilmente eu tentei saber o que aquele ser pensava. Ele era muito confuso de se entender, e eu tinha que resolver isso.

– Uma amiga. Ela e os irmãos cuidam do tráfico em uma área daqui. Incrivelmente, ela não é uma drogada compulsiva. — Disse, e se levantou. Bateu as mãos no próprio jeans, limpando uma sujeira inexistente. Me olhou mais uma vez, dando um aceno de cabeça e indo em direção à garagem.

Corri em sua direção, colocando uma mão em seu peito, fazendo com que parasse de caminhar. — Vamos fazer alguma coisa? Digo, você mal fala comigo. Parece até que nem existo! — Falei, meu tom de voz um pouco mais alto. Nico arqueou uma sobrancelha, aproximando-se de mim.

– Bem, se a minha vida realmente fosse boa, você não existiria. — Deu um sorrisinho de desdém, tirando minha mão de seu peito.

– Estou falando sério, Di Ângelo. — Semicerrei os olhos, tentando parecer séria. Mas aquela qualidade, ou defeito, não se aplicava a mim. — Sabe o quanto é tedioso ficar trancada aqui, sem poder fazer porra nenhuma?

– Ok, Grace. O que quer fazer? — Suspirou, me puxando pelo braço em direção ao carro.

– Qualquer coisa? — Ele assentiu, e lhe mandei um sorriso malicioso. Seu rosto tomou uma feição confusa, que logo se desfez. Seus olhos estavam arregalados, mostrando que acabara de perceber oque havia dito.

Mordi o lábio inferior, lhe empurrando contra o carro. — Então vamos para o meu quarto, que eu deixo você fazer oque quiser comigo.

– Sem sacanagens. — Saiu de meu encurralamento, entrando no carro, e mandando-me fazer o mesmo. Obedeci, entrando e observando o automóvel. Deuses, eu necessito dirigir um daqueles. Nico ligou o carro, saindo da mansão. Virou-se para mim, me observando dos pés a cabeça. — Aproveite que estou sendo legal com você, em qual lugar tu quer ir?

– Um lugar calmo. Por mais que me surpreenda isso sair de minha boca, eu não quero ver gente. — O moreno assentiu, e não demorou muito para chegarmos ao nosso destino. Isto se referia ao Central Park. É, ali era um lugar que podia se chamar de calmo. Saimos do carro, e entramos no parque.

– Então, observar a paisagem, as famílias felizes, os revoltados que vem aqui para se drogar ou os mendingos?

– Não tenho uma família feliz, foda-se os revoltados que não sabem oque é uma merda de vida, e não, não quero ver a miséria dos mendingos. Fico comovida com essas coisas. — Fiz uma careta com a minha última afirmação. Mas qual é, eu me considerava uma pessoa sensível. — Observar a paisagem, Di Ângelo. E se você colaborar, podemos ter uma conversa sem malícia.

– Se eu colaborar?! Tem certeza que sou eu o malicioso aqui? — Exclamou, me arrancando um sorriso. Então era essa a hora de descontrair e virar o jogo. Antes que as chances cheguem a zero.

– Certo. — Abanei a mão em descaso. Começamos a andar em meio as árvores, o único barulho sendo nossos passos em meio as folhas. — Como começou isso tudo?

Nico suspirou, parando de andar e se virando para mim. Me olhou atentamente, levando suas mãos aos meus ombros, me fazendo sentar num banco de madeira que ali havia. Sentou-se ao meu lado, levantando o olhar para as árvores. — Estávamos literalmente no fundo do poço. Eu e minha irmã sempre fomos órfãos, e quando completamos dezoito, fomos postos para fora do orfanato. Quando saímos, não tínhamos onde morar. E eu não conseguia ver Bianca vivendo tão mal. — Parou por instante, inspirando profundamente. — Depois de dois meses, Percy saiu. Nos conhecemos acho que desde sempre. Ele também era órfão. Então, decidimos que se não tomássemos medidas drásticas, iríamos morrer de fome.

– Como conheceu os outros? — Perguntei, e Nico fez um sinal para que pudesse prosseguir.

– Começamos a roubar. Era um esquema bem-feito pelos três. Bianca distrairia quem pudesse, então eu e Percy pegávamos oque podíamos. Não pegávamos o dinheiro, apenas o necessário para sobreviver: Comida. — Sorriu de lado, uma lembrança passando por seus olhos negros. — Daí aparece Jason, Piper e Annabeth. Eles migraram para cá, e não conseguiram emprego. Ficamos amigos, e eles começaram a furtar conosco. Só que percebemos que queríamos mais. Precisávamos de mais. E ganhamos mais. Nosso primeiro alvo foi uma joalheria da Upper East Side, e o roubo foi executado com perfeição. Não deixamos nenhum tipo de rastro.

– Jason havia me dito que iria vir pra cá porquê ganhou uma bolsa de estudos. — Nico deu um sorrisinho sacana, voltando seu olhar para mim. — Depois eu falo com ele. Continue.

Ele assentiu, começando a falar. — As coisas estavam indo tão perfeitamente, que Piper disse que tinha um primo vindo de Nova Orleans. Ela havia nos dito que ele era perito em informática, e conseguia entrar em qualquer tipo de sistema. E então ele veio. Mas também trouxe consigo outras duas pessoas. E então se juntaram a nós Leo, Rachel e Luke. Ficamos nessa de roubar lojas até os vinte anos. Depois percebemos que podíamos fazer mais ainda que aquilo. E depois desses quatro anos roubando corruptos estúpidos, ainda conseguimos ter uma vida normal. Não que a minha ficha esteja limpa, mas não acho que eu esteja marcado na polícia a tal ponto. Não como o Martínez.

– Vocês e o Martínez tem essa rivalidade a quanto tempo? — Perguntei, lembrando-me da noite em que ocorreu a festa. Da noite em que fomos perseguidos. — Ele quer saber quem sou, não é?

– Disputamos lugar aqui, Grace. É sempre assim. E não tem só ele, claro. Mas acho que ele é o pior. Ele não hesita se puder matar-nos. — Disse, retirando o maço de cigarro do bolso. Peguei o maço de sua mão, colocando-o atrás de mim, pedindo para que continuasse a falar. Nico revirou os olhos, mas aceitou. — Acho que se eu pudesse também não hesitaria. E é por isso que você não deve se envolver. Você não saberia como agir.

– Então me ensine. — As palavras saíram da minha boca livremente, sem tempo para pensar. E bem, eu não havia me arrependido. Olhei para Nico, e o mesmo observava um ponto desconhecido no horizonte.

– Primeira regra, não vacile. — Seu rosto estava sério, e ele falava ainda sem olhar para mim. — Eles não teriam pena de você, por mais indefesa que pareça ser. Essa é a regra que nunca irá mudar.

– Para isso ocorrer, eu precisaria saber como usar uma arma, certo? — Meu tom de voz estava no estilo óbvio, fazendo Nico virar-se para mim com uma feição séria. — Sem estresse, parei de brincar. Minha noção de espaço é tão ruim quanto a minha mira. Ela é terrível.

Nico se levantou, fazendo um sinal com a mão para que eu o seguisse, e eu o fiz. Caminhamos mais adentro do parque, indo para uma área mais afastada de tudo. Em meio as árvores, havia um espaço em forma de círculo sem quaisquer plantação, exceto a grama. O moreno se aproximou de uma árvore, retirando um fruto qualquer. Se distanciou, colocando em cima de uma parede baixa de pedra. Vinha até mim com um sorriso nos lábios, e as mãos atrás das costas, retirando de lá uma arma prata.

Nico passou por mim, ficando por trás. Colocou a arma em minhas mãos, pedindo para que eu mirasse na fruta. Fiz oque ele pediu, e Nico deu um sorriso nasal, negando com a cabeça. Sua mão foi para minha cintura, me puxando para trás e colando nossos corpos. Senti meu corpo estremecer de leve, e um sorriso involuntário nascer em meus lábios. A direita segurou minha mão, redirecionando a arma para a mira correta. O que era impossível, porquê segundo a minha noção de mira, nunca que aquele tiro acertaria a fruta. Era visualmente impossível. E então, o disparo foi feito.

O barulho me assustou um pouco, mas vi que não tinha nada a temer. Daí, a minha noção de espaço abandonou-me mais uma vez. O disparo havia acertado a fruta. E eu estava parecendo uma idiota ali, tentando saber como diabos ele havia conseguido. Ai deuses, que pergunta óbvia. Ele tinha experiência.

– Acho que tiro ao alvo não é muito o seu forte, Grace. — Nico me soltou, pegando a arma de minhas mãos e levando-a de volta a seu devido lugar. — Estratégia?

– Não.

– Sistemas? — Neguei com a cabeça, me sentindo extremamente inútil. Nico deu um sorriso, lembrando-se de algo. — Você tem uma boa lábia. Sabe enganar as pessoas. Sabe seduzir.

Sorri, dando uma discreta mordida no lábio inferior. O sorriso foi retribuído, mas que logo sumiu. Nico tomou uma postura séria, me observando atentamente. Tinha que ser agora. Talvez eu conseguisse, talvez não. Mas nunca iria saber se não tentasse. Aproximei meu rosto do dele, e fechei os olhos. Senti seus lábios gélidos se chocarem contra os meus, num atrito violento. Sua mão envolveu minha cintura, e a outra empurrava meu quadril contra si. Nico me empurrou para a árvore próxima, encurralando-me contra ela e seu corpo.

Sua língua adentrou minha boca, passando por todos os cantos da mesma. Levei minhas mãos à sua nuca, puxando os cabelos lisos. Nossas línguas se enrolavam, e Nico começou a dar leves puxões em meus cabelos. Mordi seu lábio inferior, puxando o para mim. O ar fazia falta, e pela primeira vez eu tive o interesse de saber o por quê de precisávamos daquele maldito gás. O moreno me soltou, e nossos olhos se encontraram por milésimos de segundos, logo os olhos negros começaram a fitar minha boca.

– Eu quero te levar para casa. — Sussurrou, levantando seu olhar para o meu, seu rosto se mostrando sério. Fiz uma feição confusa, saindo de seu encurralamento. — Eu quero te jogar naquela maldita cama. Eu quero te foder agora, Grace.

Levei um tempo para digerir aquelas palavras. Estava indecisa se dava pulinhos de alegria, ou se arrastava aquele homem para uma cama mais próxima. A última opção me parecia a melhor, então decidi que depois eu passaria na cara das invejosas que eu havia ido para cama com ele. Ah, como a vida é linda.

Nico me puxou, e caminhávamos em passos largos e rápidos até o carro. Saímos do parque, e entramos no carro. O moreno dirigia rapidamente, e apertava o volante com força. Em alguns minutos, que pouco me importa quantos foram, chegamos na mansão. Nico deixou o carro de qualquer jeito na frente da garagem, e entrou na casa, sendo seguido por mim. Ele olhou em volta, percebendo a casa silenciosa.

– Estamos sozinhos. — Ele virou-se para mim, o perfeito sorriso safado nascendo em seus lábios vermelhos. Fui em sua direção, pulando em seu colo e o beijando. Estava pouco me fodendo para saber em que direção estávamos indo, a única coisa que percebi foi Nico abrir uma porta e fechá-la com o pé.

O atrito de minhas costas e do macio colchão me levou a conclusão que estava na hora de Thalia Grace mostrar seus dotes especiais. Com um pouco de esforço, nos virei, fazendo me ficar por cima. Levantei meu rosto, encerrando o beijo. Segurei na barra de sua camisa, puxando-a para cima e retirando-a. Nico jogou a mesma longe, segurando meus quadris e me puxando para outro beijo. Suas mãos subiram até o final de minhas costas, indo em direção a minha bunda.

O moreno pressionou-a para baixo, e eu finalmente pude sentir o quão excitado estava. Gemi baixinho, descendo meus beijos por seu abdômen descoberto. Comecei a distribuir mordidinhas por seu tórax, enquanto Nico retirava minha blusa. Suas mãos passearam pelas minhas costas nuas, parando no fecho do sutiã. Levantei meu rosto, e Nico puxou meu cabelo com força, dando total espaço ao meu pescoço.

– Espero que seja bom no que faz, Di Ângelo. — Sussurrei, dando um sorriso em seguida. Nico rosnou, parando de beijar meu pescoço e começando a me olhar furiosamente. Me empurrou para o lado, ficando sobre mim.

– Vai se arrepender de ter dito isso. — Inclinei minha cabeça para trás e Nico mordeu meu queixo, suas mãos desabotoando meu jeans. Mordia freneticamente o lábio, querendo logo aquele ser dentro de mim.

Me fode logo, Di Ângelo.

Apenas coisas desse tipo se passavam em minha mente naquele momento. Quando Nico colocou o primeiro dedo dedo em minha entrada, vozes foram ouvidas. E não estavam longe. Nico me soltou rapidamente, olhando em volta. Tinha exatamente quatro pessoas ali. Percy, Annabeth, Leo e uma desconhecida. Ah claro, deve ser a Bee. O que não foi uma má ideia ela me ver assim com o Nico, quem sabe ela não encosta nele.

– Atrapalhamos algo? — Annabeth perguntou, abafando uma risada.

– Sim. — Falei simplesmente. Cara, estava numa situação delicada ali. Minha calcinha estava destruída de tão molhada. — Podem sair, seremos muito gratos por isso.

– Bee! — Nico se levantou da cama, indo em direção a garota que agora tinha um sorriso nos lábios rosados. Abraçou-a fortemente, erguendo a garota no ar.

Certo, agora eu quero morrer.

Nico puxou Bee para fora do quarto, suas vozes ainda sendo ouvidas por todos que estavam no quarto. Annabeth me olhava sem expressão, com um pedido de desculpas, talvez. Percy e Leo reprimiam uma risada, e resolveram sair do quarto para finalmente soltá-la.

– Thals, juro que não sabia. — A loira tentou falar algo, gesticulando com as mãos.

– Tudo bem. — Não estava nada bem. Eu queria morrer agora. Literalmente. Preferiria levar outro fora dele, do que ser trocada de tal forma. Não que eu estivesse surpreendida. Bem, na verdade estava. Eu me garantia demais. E isso acabava comigo. — Vamos descer? Digo, tenho que conhecer a ilustre convidada, não é?

Annabeth assentiu, e eu comecei a vestir minha blusa, e a abotoar meu jeans. Descemos as escadas, e percebemos todos naquele local, dando boas-vindas a Bee. Nico estava a seu lado, sua mão na cintura da garota. Ao terminar de cumprimentar todos, Bee veio até mim. Um sorriso estava em seu rosto, mas logo se tornou outro. Não era verdadeiro. Mas foda-se, nem o meu sorriso era verdadeiro ali.

– Thalia, não é? — Disse, uma sobrancelha arqueada. Assenti, dando um sorrisinho falso. — Annabeth me falou de você. Que prazer em te conhecer.

– E você é a Bee, certo? — A mesma confirmou, ainda me encarando. — O prazer é todo meu.

Seu sorriso vacilou, voltando para um olhar sério. Suspirou, fitando-me atentamente. Sabia que tentava me intimidar, mas não seria tão fácil. Ao perceber isso, a ruiva resolveu falar algo. — Espero que sejamos ótimas amigas. — Sorri, ao ouvir a frase.

– Ah sim, vamos ser grandes amigas.

Notas finais
Hey, hey gentneeeeeey! Chegamos bem mais cedo que o planejado. Sabe por quê? Porque eu tive um surto de criatividade hoje e terminei o capítulo! AHHHHHHH, ME ADOREM ♥ Pois bem gente, vocês são muito fofos nos reviews, e espero que continuem assim pimpolhos. Eu ainda não respondi os reviews, e vou responde-los amanhã. Porque estou sem tempo gente. Tenho que assistir um filme de Machado de Assis para amanhã... E nada. Ou respondo hoje ainda, mas acho meio impossível porquê meu celular está no 4%. BEEEEEEM, ESPERO QUE VOCÊS DEIXEM REVIEWS, PORQUE AI VCS DEIXAM AS TIAS FELIZES. E o que acontece se as tias ficarem felizes? ELAS POSTAM MAIS RÁPIDO /0/ Pois bem, fiquem bem, deixem reviews, favoritem, e aquela alma linda de jesus cristo que quiser recomendar eu deixo, oky? Não vou exigir, porquê sei que vocês querem mais depois disso ae :3 Bjãuns, Filha das Sombras ♡