Notas iniciais
Hooi Gentxi :3 Eu sei que demoramos, mas estamos aqui denovo. Faltam 15 dias para entrar de férias, e quando isso acontecer, eu JURO que não vamos nos atrasar mais. Bem, espero que gostem do capítulo, terminado agora pouco. Filha das Sombras ❤

"Porque o que eu tenho pra você

Eu prometo é matador, você vai explodir em meu peito

Bangue, bangue, gorila

Você e eu amor, fodendo como gorilas."

– Bruno Mars

Eu realmente estava me sentindo uma mulher poderosa no momento, então foi aí que percebi o quanto saltos altos faziam a diferença no estilo de uma simples mulher. Não que eu estivesse simples, muito pelo contrário. Em minha opinião — e na de muitos -, eu estava magnificamente perfeita. Modesta? Nem um pouco. Mas eu gosto de sinceridade e verdades, até porquê, mentir é feio, certo? Certo. Percebi Annabeth se aproximar de mim com um sorriso no rosto, indicando um canto na enorme casa. Fui em sua direção, encostando minhas costas nuas na parede branca, ao seu lado.

– Acho que não viemos fazer muitas coisas por aqui. — Falou baixo, olhando em volta. Pedi para que a loira prosseguisse, e a mesma continuou. — Digamos que não há exatamente dinheiro em espécie aqui, sabe? Digo, em sua provável língua, as notas verdinhas. — Balancei a cabeça, entendendo. — Tem algo que nos leve até elas, apenas isso. Piper e Rachel estão à procura do tal "chip" com algumas informações, e os outros estão perambulando por ai.

– Pois bem, não custa nada tirar uma casquinha da festa. Ah Annie, deixa de frescura e vai se divertir. — A loira sorriu, sendo empurrada por mim para o meio do salão. — Se tiver problemas, sabe onde estarei.

– Pior que não sei. — Ela sorriu, mostrando uma pergunta nas entrelinhas. — Onde estaria?

– Enchendo o saco do Di Ângelo. — Respondi, dando de ombros. Annabeth gargalhou, assentindo. — Até, então.

Murmurou algo que não ouvi, pelo fato de já ter me afastado. Caminhei entre as centenas de pessoas, procurando o moreno de olhos negros no meio de toda aquela gente. Gente que por mim, sumiria naquele momento. Sorri de forma sedutora, ao vê-lo num canto oposto da casa. Fui em sua direção, fazendo com que Nico percebesse minha aproximação. Ele me olhou de cima à baixo, numa forma de análise. Encostei-me ao seu lado, ao mesmo tempo que Nico se virava para mim.

– Se eu elogiar você, correrei o risco de sofrer suas cantadas até o fim da noite? — Perguntou, arrancando-me um sorriso. — Estou apenas me prevenindo.

– Sim, iria sofrer minhas cantadas pelo resto da noite. — Revirou os olhos, dando um sorriso de lado, que foi retribuído. — Mas olhe pelo lado bom, você me elogiando ou não, eu iria cantar você a noite inteira. Convenhamos, você está um espetáculo nesse smoking.

– E você está magnífica neste vestido, milady. — Disse baixo, mas num tom auditivo. Sorri, dando uma discreta mordida no lábio inferior. — O que quer fazer?

– Estou indecisa. — Olhei em volta, procurando algum homem apreciável por mim. — Estou procurando algum loiro para passar a noite.

– Eu não gosto de loiros. — Rosnou entre dentes, passando a mão por minha cintura, puxando-me de encontro ao seu peito. — Em minha opinião, os morenos são melhores.

– Nossa, calma que tem para todos. — Sorri maliciosamente, passando a mão por seu rosto travado. — Então não gosta de Luke? Nem de Jason?

Retirou minha mão de seu rosto, soltando-me e cruzando os braços. — Para todos o caralho, Grace. Se você quiser dar para mim, vai ter que dar só para mim, entendeu? — Resmungou, virando o rosto em minha direção. — No caso de Luke e Jason, não levei por esse lado. São meus amigos, obviamente que gosto deles, gracinha.

Sorriu de lado, segurando meu pulso esquerdo, puxando-me para fora da casa. Foi em direção ao estacionamento, encostando-se no carro preto e abraçando-me. Levantei meu rosto, olhando para o de Nico. — Sua namoradinha não ia gostar nem um pouco desta cena.

– Ela não é minha namorada. Até porque, não sou canalha à ponto. — Respondeu, dando uma leve mordida em minha clavícula. — Só não estou afim de ficar num ambiente com muita gente.

– Se não for rolar nada, eu prefiro dizer adeus. — Arqueou a sombrancelha, soltando o abraço em minha cintura. — Eu poderia estar numa cama agora, tendo uma noite ótima, seja com quaisquer homem, mas estaria. Mas, como pode ver, estou aqui, fazendo porra nenhuma com você. Aliás, se você for gay, pode dizer que não vou mais insistir. Eu até entendo.

– Está insinuando que não tenho atitude, Thalia?

– Ah não, insinuando não. — Semicerrou os olhos, descendo a mão até minha bunda, deixando as duas mãos lá. — Eu estou afirmando.

No mesmo momento, o aperto que Nico havia dado em minhas nádegas valeu todo o risco. Encostei minha cabeça em seu ombro, sorrindo com o ato recebido. Nico aproximou seus lábios de meu ouvido, sussurrando baixo. — Entra na droga desse carro. Quando a gente chegar na droga do hotel, eu vou te jogar na droga daquela cama e te foder todinha. — Mordeu o lóbulo, retirando-me um gemido baixo, quase inaudível. — Eu juro.

Nico entrou no carro, e eu procurei fazer o mesmo. O moreno dirigia em alta velocidade, mas em minha importante opinião, aquela pressa ainda não era o suficiente para tal momento. Sejamos realistas, aquele pecado em pessoa estava prestes a me comer. Não tem como ter paciência com isso. É algo que eu desejo há um tempo absurdo.

Claro que não faz muito tempo assim, mas no tópico de um cara comer Thalia Grace, aí sim, foi muito tempo do que chamamos de "cu doce", por parte dele, é claro. Por mim, no primeiro dia que eu entrei naquela casa, não me importaria nem um pouco de ser experimentada pelo Di Ângelo. Mas, ah, a demora valeu à pena. Nada se compara a transar num hotel cinco estrelas, principalmente em Dubai. Ah, como a vida é linda.

Em tais pensamentos, os agradeci por tomar minha atenção em todo o percurso. Ao sair do carro, a recepcionista com cara de rato — sem ofensas, japinhas — veio falar aquela maldita língua gringa que mais parecia uma ofensa à mim. Puta merda, como eu estou feliz. Nico trocou algumas palavras com ela, que sinceramente eu não entendi porra nenhuma. Nico pôs a mão entorno de minha cintura, guiando-me até o elevador, os saltos ecoando por todo o local. Entramos no elevador, enquanto o silêncio predominava. Nico estava sério, igualmente à mim. Bom, pelo menos por fora né, porque por dentro eu estava numa festa.

O elevador se abriu no último andar, e eu e Nico saímos. Nico destrancou a porta do quarto, puxando-me para dentro e fechando a porta atrás de si. Sorriu maldosamente, indicando as escadas. Só não dei pulinhos de alegria enquanto subia porque sou difícil e não quero mostrar que estou feliz por esse dia finalmente chegar. Ao chegar no andar de cima, a única coisa que pude ver foi a parede de vidro, revelando a imensa Jumeirah Beach. Não que eu quisesse apreciá-la agora, pelo contrário, eu desejaria apreciar outra coisa no momento.

Nico jogou-me na parede, deslizando a ponta de seus dedos por minhas costas nuas. Em cada área que Nico tocava, meu arrepio era certo. Suas mãos foram até o fecho lateral do vestido, descendo lentamente o zíper. No momento em que o vestido tocou o chão, foi chutado para algum local no cômodo. Nico observou meus seios descobertos, sorrindo, começando no mesmo momento à morder-los e a chupar-los. Passei minhas mãos por seus cabelos negros, dando puxões fortes, coisa que pareceu excitar o Di Ângelo. Nossas bocas se encontraram, e trocamos um beijo forte e feroz. Nossas línguas moviam-se sincronizadamente, aquilo me causava a sensação de que as duas juntas, daquele modo único, era a melhor coisa do mundo.

Passei a mão por seus ombros, descendo o paletó por seus braços, jogando-o no chão. Meus dedos desceram a fileira de botões, indo de baixo à cima, e a cada botão, minhas unhas tratavam de arranhar o abdômen definido de Nico. Desci minha mão por seu tórax e abdômen, chegando até o cós da calça, e desabotoando-a. Beijei seu pescoço levemente, provocando-o, e fui descendo os beijos por toda a extensão de sua pele, abaixando-me até chegar a ficar frente-a-frente com sua ereção. Levei meus dedos até a barra de sua calça, puxando-a até embaixo, revelando o alto volume em sua box. Deuses, morrerei feliz se ele me rasgar ao meio com isso.

Empurrei Nico, fazendo com que ele caísse na cama. Sorri maliciosa, subindo em cima do moreno e puxando-o para um beijo lento, cheio de desejo. Eu o queria tanto quanto o meu corpo queria o dele. Sentia que aquilo era realmente recíproco. Eu precisava tê-lo naquele momento, precisava mostrar meu valor, tanto na cama como fora dela. Encerrei o beijo com um puxão em seu lábio, vendo o moreno sorrir ao perceber o que aconteceria a seguir.

Puxei sua box negra lentamente, mordendo os lábios de excitação ao ver totalmente seu membro ereto. O último adjetivo que o pênis de Nico receberia era pequeno. Porque, puta que pariu, sabia que Nico era bem dotado, mas não tanto assim. Beijei toda a cobertura de seu membro, fazendo Nico soltar grunhidos inaudíveis e sem nexo. Sussurrou meu nome, deixando-me mais acesa. Passei minha língua por toda sua extensão, parando e dando uma leve chupada na cabecinha. Nico gemeu meu nome, apertando os lençóis negros da cama. Sugou o ar pelos dentes rangidos, relaxando o corpo no macio colchão ao parar de ser estimulado.

– Eu pareço inútil agora, Nico? — Sussurrei, soltando uma gargalhada vitoriosa ao receber como resposta um resmungo de Nico.

Vê-lo naquele estado de impotência me fez ter uma sensação de desejo, sentindo-o crescer, ardente e quente, dentro de mim. E apenas lembrar que eu era a responsável por tudo aquilo só aumentava mais minha sensação de poder sobre ele. Continuei os beijos em seu membro, segurando o mesmo com minhas duas mãos, subindo e descendo, estimulando Nico mais ainda.

Coloquei seu membro em minha boca, chupando até onde podia e conseguia. Até que senti seus dedos se entrelaçarem em meus cabelos, puxando-os com força, ajudando nos movimentos. Puxou meus cabelos mais uma vez, fazendo com que eu olhasse em seus olhos. Chama, desejo, fogo, incêndio, excitação, era isso que eu via em seus olhos negros. Droga, como ele podia acabar com o estado de minha calcinha em segundos? Puta que pariu, que homem sexy.

Deu um sorriso malicioso, recolocando-me na antiga posição e controlando a intensidade dos movimentos, enquanto eu o masturbava e mordia levemente seu membro. Os gemidos de Nico preenchiam o quarto, dando um pouco de eco. Os puxões de Nico em meu cabelo ficaram mais fortes, dando a perceber que ele estava perto de seu orgasmo. Dei uma última lambida em sua extensão, sentido Nico gozar em minha boca, relaxando o aperto em meus cabelos, e deitando-se confortavelmente na cama. Lambi todo seu prazer, enquanto o moreno me observava. Ao deixá-lo limpo, levantei o rosto, ficando cara-a-cara com o Di Ângelo. Ele sorriu, passando o polegar pelo canto de minha boca e limpando o pouco de gozo que ali tinha. Olhei para seu polegar, pegando-o e o lambendo, observando Nico me observar paralisado com a ação atrevida que tive.

Nico rosnou, puxando-me contra si e me deitando, ficando por cima. Passou a mão por meus cabelos, beijando-me de forma rápida, enquanto suas mãos passeavam curiosas por meu corpo. Passei uma de minhas pernas em torno de sua cintura, pressionando-o contra minha intimidade. O gemido de ambos foi claro em todos o sentidos. Apenas um pano nos atrapalhava naquele momento, e eu me sentia incrivelmente frustrada por querer mais preliminares do que o "objetivo" principal.

Mordi seu queixo, arranhando de leve suas costas pálidas. Nico levou seus dedos ao pano lateral de minha calcinha, descendo-a devagar. Maldito seja, pare de me provocar. Nico interrompeu os beijos e mordidas em meu pescoço, parando para me olhar. Sorriu de uma forma tão canalha, afastando-se de mim, descendo suas mordidas por minha barriga. Mordeu minha calcinha, retirando-a. Gargalhou alto, conseguindo me deixar com pura vergonha. Certo, é normal ficar excitada nessas horas e tudo mais, só que talvez os meus hormônios tenham exagerado dessa vez. Era até estranho, vergonhoso e "tenso" o quanto eu estava molhada. Mas convenhamos, eu havia sonhado com aquilo faz um bom tempo.

Aproximou seu rosto do meu, afastando minhas pernas e ficando entre elas. Beijou-me lentamente, me penetrando de surpresa, fazendo-me arquear as costas. Coloquei meu rosto na curva de seu pescoço, sentindo os movimentos de Nico ficarem mais fortes e rápidos. Passei minhas pernas em torno de sua cintura, pressionando-o mais contra mim. Mordia a clavícula de Nico, tentando descontar o prazer que tanto me proporcionava naquele momento.

Meus gemidos se misturavam com os de Nico, dando apenas à entender poucas palavras sujas. Intensificava os movimentos, entrando e saindo de mim com destreza. Cravei minhas unhas em suas costas, descendo-as até onde conseguia. Meu ventre se contraiu, mostrando que estava perto daquilo que tanto queria. Puxava os cabelos negros de Nico, levando sua boca de encontro à minha.

– Filho da mãe. — Gritei, sentindo o ápice chegar para mim. — Di Ângelo...

Nico movimentou-se mais um pouco, chegando ao seu orgasmo logo em seguida. Relaxou o corpo acima do meu, passando sua mão pela curva de minha cintura. Levantou o rosto, encarando-me. — Eu pareço gay agora, Thalia? — Sorri, deitando a cabeça no macio travesseiro. Neguei, enquanto Nico se levantava da cama. Observei o moreno ir até o banheiro, e depois de um tempo, o segui. A sombra de Nico dentro do box foi a única coisa que me fez ter a vontade de entrar ali. Ele se virou, arqueando as sobrancelhas ao me ver. Sorri safada, empurrando-o para a parede gelada do box. Trocamos um beijo ardente, e Nico levantou-me, colocando-me em seu colo. Parou o beijo, me observando.

– Quando Jason souber ele vai ter um ataque. — Falei, arrancando um sorriso divertido do moreno. — É sério.

– Não, ele não vai saber. — Respondeu, passando a mão por minha bunda. Mordeu o lábio inferior, observando-me. — E se ele souber, ele não vai fazer nada. Porque eu faço a porra que eu quiser com você, gracinha. Até porque, você é minha.

Notas finais
Heeeeeei ;3 Pimpolhos, foi muita coisa pra postar esse hentai, mds. E como é o primeiro da fanfic, eu quero que vocês dêem suas próprias opiniões tanto para o capítulo como para o hentai, okay? GENTE EU PRECISO TIRAR 9.3 EM MATEMÁTICA, E EU SEI QUE NÃO VOU CONSEGUIR. Ah, e tem mais um motivo para a postagem do capítulo estar sendo hoje. FELIZ QUATRO MESES DE T.W.O.M, PIMPOLHOS! Mereço reviews, sim? Espero que sim, porque eu quero muuuuuitos :3 Comentem, favor item e recomendem. Tia ama vocês. Bjãuns, Filha das Sombras ❤