Notas iniciais
GENTEM olha só, mt sorry por ter atrasado, eu realmente estou quase arrancando meus cabelos!
Esta difícil ser feliz com tantos projetos no tec. estou a mil com eles e por isso as fics atrasarão, mas prometo dar o meu melhor para não atrasar tanto e, não se preocupem, jamais as largarei
cap. acabou de sair e nem revisei, perdoem se tiver erros
leiam as notas finais q

Ayuzawa

E pela milésima vez, ele me pediu desculpas, aquilo estava me estressando:

-Já falei que não precisa se desculpar – suspirei. Estávamos conversando havia cerca de vinte minutos, mas nada de construtivo tinha saído daquele monólogo de perdão que Shintani proferia.

-Mesmo assim, eu poderia ter te machucado e- antes que mais desculpas fossem jogadas, tratei de interrompê-lo.

-Eu já te perdoei, calma – mas aquela expressão de culpa continuou sendo ostentada por ele – Olha... Ta tudo bem, ok?

-Esta bem... – e ele desviou o olhar, envergonhado.

Para conseguir uma conversa particular com Shintani quase tive que implorar ao Usui por um momento. O loiro não gostou nada do fato de nos conhecermos, e pareceu gostar menos do Shintani em si. E o oposto pareceu se aplicar, já que Shintani o olhava como se pudesse lançar raios pelos olhos. Perdi um bom tempo “apartando” os dois e, quando finalmente consegui ter um momento para conversar com Shintani, nada de produtivo saia.

-Como foi que... Você se transformou em... – Hinata parecia ter aversão à palavra “vampiro”

-Uma longa história – suspirei – Conto a minha se você contar a sua – sentei em uma das cadeiras do escritório.

-A minha? – ele parou um tempo pensando – Acho que a minha é bem curta. Na verdade eu sempre fui um lobisomem – sorriu quase que de maneira infantil

-O que?!

-Ué, eu sempre fui. Eu nasci assim. Vim de uma família de lobisomens legítimos – ele dizia tudo àquilo de maneira tão simples que chegava a ser levemente perturbador. Afinal, não é algo normal nascer em uma família de lobisomens não é? – Agora a sua

Suspirei, achei que coletaria respostas, mas a única que coletara fora tão singela que qualquer um poderia tê-la tirado do moreno. Parei para selecionar as palavras certas, Shintani parecia não gostar de Usui, tão pouco dos vampiros em si, então tinha medo de acabar dizendo algo que o deixasse com mais aversão a ambos.

-Ele te transformou, não é? – concluiu antes que eu pudesse dizer qualquer coisa.

Não precisei questioná-lo a cerca de quem seria “ele”, a maneira como a palavra fora proferida, com escárnio evidente, só pude presumir que era Usui; Shintani parece realmente odiá-lo.

-Foi escolha minha – não na verdade, mas ele não precisava saber dos outros detalhes

-Sua família sabe? – vê-lo com uma expressão seria era um pouco fora do comum

-Não. Mas contarei a elas – mais uma mentira. Poderia passar toda uma vida sem contar a verdade para elas, mas o tempo me entregaria. Balancei a cabeça, não queria falar daquilo. Na verdade, aquele era um pensamento que estava disposta a adiar até o ultimo minuto.

O silencio reinou. Cada um parecia imerso de mais em seus próprios problemas para poder falar algo, contudo Shintani tomou a palavra:

-Tem uma coisa que eu quero lhe contar – seu ar parecia sombrio, no mínimo – Mas tem que me prometer que não vai contar pra ninguém, tanto para Usui, quanto para os outros da espécie dele

-Shintani o que você...?

-Estou confiando em você, Misaki – um sopro correu pelo meu corpo, arrepiando-me. Seu olhar era demasiado serio, nunca o tinha visto daquela maneira. Tudo que fiz foi assentir.

Usui ~

Os minutos se tornavam cada vez mais incômodos. Andava de um lado ao outro enquanto ela estava trancada no escritório conversando com aquele... Ser. Bebi mais uma taça de vinho, tantos problemas transtornando-me e agora esse. Shintani é seu nome. Não o considero digno a ser um adversário em certos quesitos, mas ainda sim parecia certo perigo. Um lobisomem que conhece a Ayuzawa. Olhei para o relógio, gesto que havia feito mais vezes do que poderia contar. Quarenta minutos já haviam se passado.

Por fim de súbito decidir ir até lá. Ayuzawa provavelmente me bateria, contudo já não conseguia mais ficar ali, parado, esperando. Passei pelos corredores como um furacão, porem antes que eu chegasse ao escritório, ela veio ter comigo.

-Preciso falar com você – estava seria

E aquele cachorrinho estava logo atrás dela. Lancei um olhar a ele, retribuído com igual rispidez. Puxei-a pelo braço, aproximando nossos corpos, aquilo pareceu incomodá-lo, ótimo:

-Vamos então – disse já a arrastando, mas ela parou.

-Shintani, me espere no salão. Já irei descer – por fim ela foi comigo.

Fomos para meu quarto, era o cômodo privado mais próximo de onde estávamos. Entramos e por longos segundos ficamos em silencio.

Misaki ~

Minha cabeça ainda estava uma bagunça. Tudo o que Shintani havia me contado ainda parecia tão recente e surreal que por vezes pensei estar a sonhar. Ingênua, eu já deveria ter me acostumado a coisas desse tipo. O loiro me olhava com expectativa e qualquer coisa a mais que não pude identificar. Corei levemente, fora então que percebi que estávamos no quarto dele. Mas por quê?

Tentei me concentrar:

-Eu vou levar Shintani pra minha casa – ele pareceu surpreso

-E por quê?

-Por que ele quer ver minha irmã, há muito eles não se vêem e – parei de súbito ao ver que ele estava se aproximando

-Ayuzawa tem dado muita atenção a ele – Reclamou

Antes que eu pudesse retrucar, ele já estava próximo a mim. Colocou o rosto próximo ao meu, contudo teve como alvo minha orelha:

-Estou começando a ficar com ciúmes dele

Recuei de imediato, mas fui bem imprudente. Cai sentada na cama dele. Eu tinha o rosto corado e ele me olhava com malicia. Senti-me sua presa. Ele se abaixou na minha frente, ficando de joelhos e se inclinando para mim. Olhava-me nos olhos, com aquele maldito brilho no olhar. Já estava entregue a ele.

-Você ainda não me respondeu Ayuzawa

-E-eu, nós somos apenas amigos de i-infância – lutava pra manter a postura, contudo era uma luta perdida há muito.

Nossos rostos ficaram mais próximos, a centímetros na verdade. Meus pulsos foram segurados por ele e já não havia como escapar, mesmo se eu quisesse, se. Pensei que ele iria me beijar, contudo o loiro fora mais audacioso. Mordeu-me o lábio inferior, fazendo-o sangrar. Fiquei sem reação e de inicio apenas fiquei parada, contudo depois tentei me soltar, inútil. Sangue escorreu dos lábios, pingando em minha roupa, sujando a ambos. Ele soltou-me por fim, contudo aquilo era só o começo:

-Ayuzawa se comportou mal. Acredito que deve ser punida – seu tom era malicioso. Senti meu corpo ferver mesmo que a contragosto

-O que você vai fazer? – indaguei. Uma parte de mim tinha receio do que ele poderia responder, a outra, tinha expectativas naquilo que seria proferido. Mas a única resposta que tive fora o silencio.

Ele tinha o olhar rubro e os lábios manchados da mesma cor. Colocou minhas mãos para trás, segurando meus pulsos com apenas uma das mãos. Deu leves chupões e lambidas no meu pescoço e com a outra mão livre começou a abrir o botão da minha calça. Estava envergonhada, não tinha forças pra lutar e boa parte de mim já não queria. Realmente havia sentido em combater meus próprios desejos? Contudo a pouca parte de mim que mantinha a sanidade ainda se mantinha firme, ou tentava.

Vagarosamente, ele abriu minha calça enquanto mordiscava e lambia minha orelha. Fechei meus olhos por alguns segundos, tentando organizar meus pensamentos. Por que eu sempre me entregava tão facilmente?

-O que esta fazendo? – sussurrei

-Te punindo – ele tentou abaixar minha calça e eu acabei o ajudando.

O loiro deu um sorriso triunfante. Ambos, calcinha e calça foram abaixados, apenas o suficiente para deixar minha intimidade livre para ele. Virei o rosto para o lado oposto ao dele e um chupão marcou minha pele na região do pescoço. A ponta do dedo do loiro brincou com meus lábios inferiores, penetrando-me levemente vez ou outra; uma tortura. Fechei um pouco minhas pernas, meio hesitante.

-Continua sendo uma garota má – ele abaixou mais minhas calças, fazendo-as ficarem abaixo de meus joelhos.

Penetrou levemente um dedo, mexendo vagarosamente. Retirou-o e subitamente o introduziu novamente. Mordi meu lábio, senti o sabor de meu próprio sangue. Ele penetrou outro dedo e passou a fazer movimentos de vai e vem. Tentei resistir, mas ele segurava minhas mãos com demasiada força. Outro dedo fora penetrado e ele passou a mexe-los com mais rapidez. Joguei a cabeça para trás e deixei um gemido escapar.

Usui passou a me masturbar com mais intensidade, largou meus pulsos e puxou levemente meus cabelos. Já não me segurava como antes, minhas pernas já estavam abertas embora nem se quer tivesse lembrado quando exatamente o fiz. O loiro parou e dei por mim resmungando. Ele sorriu, deu-me um beijo malicioso e depois se abaixou.

Usui abriu um pouco mais minhas pernas e aproximou-se de minha intimidade:

-N-não faç- não pude completar a frase pois ele fora mais rápido. Lambeu minha intimidade e passou a estimular-me com a língua.

Meus protestos deram lugar a gemidos longos. Agarrei-o pelos cabelos loiros, tentando ditar o movimento, mas por fim era ele quem os comandava. Com os dedos ele abriu minha intimidade e introduziu a língua lá. Vergonha e prazer me tomaram, tão misturados que já não sabia qual era mais intenso. Por fim já era completamente dele, porem já havia sido antes não é?

Entreguei-me por completo nos lábios dele. Senti-me um pouco fraca, mas tomada pelo orgasmo. Ele lambeu o liquido e depois me abraçou.

-Acho que no final, você gostou da punição – ele sorriu triunfante. Nossos rostos próximos. Sua testa encostada na minha.

Estava corada. Queria negar que havia gostado, contudo seria uma mentira evidente. Apenas ficamos assim por algum tempo:

-Eu tenho que ir – sussurrei.

-Se algo acontecer... Me liga – ele ficou serio por uns instantes, mas enfim sorriu – Não demore muito, ou irei te punir novamente

-Não diga esse tipo de coisa, alien pervertido

Ele beijou minha testa e se afastou. Dei por mim desejando ficar, desejando continuar com ele. Seus toques, seus beijos. Não queria ir, não mais. Me recompus e levantei-me. Queria abraçá-lo, mas não tive coragem. Murmurei um até logo e segui meu caminho. Contudo sentia que minha mente havia ficado naquele quarto.

Notas finais
~~MURAL DA TIA BOU~~~~
Então1, vamos ao nosso papo maroto.
primeiro, aos que curtem Grand Chase, ou putaria, ou ambos, eu e meu amigo estamos a escrever uma fic -mais meu amigo que eu mas tudo bem - ta ae o link aos interessados http://fanfiction.com.br/historia/427454/Chase_Desire/
segundo, para os amantes de shoujo, li um chamado "Beast Master" e apaixonei e agora acho que vou recomendar pra todo mundo, então estou recomendando pra vc -q ♥
terceiro, as reviews serão respondidas em breve
até gentem ♥