The Univese Treasure.

3 Capitulo 1 Part 2: The Man and the Chapel


Notas iniciais
Eu tentei reforçar o que eu já havia dito do modo narrativo usando (FP) e (TP) Pra cada um deles. Dessa vez, coloquei os pontos de referencia em negrito. A imagem é meramente ilustrativa, pra um pequeno teste, mas ainda tendo referencia ao capitulo em si. -q

Capitulo 0: The Begin, Space Travel.

""Chapel""

(FP) Eu entrei naquele lugar, com um certo. “Temor.” Eu já estava habituado a ir ali, desde que era bem mais novo. O padre era um antigo conhecido e amigo da nossa família, desde que eu era bebê, era quase como um avô para mim. E apesar de eu não ter problema com igrejas ou lugares do tipo, sempre que eu entrava ali, eu sentia uma certa inquietação no meu corpo. Eu nunca soube o porquê. Talvez seja pelo simples fato dos meus pais sempre me dizerem que igrejas e locais do tipo, são onde as pessoas ficavam mais próximas de Deus, quase como se estivessem em uma sala com ele. Mesmo depois da chegada de outras raças na terra, nossas crenças permaneceram, mas hoje em dia, ao menos 90% das igrejas são vazias ou quase, afinal de contas, o que as pessoas podem chamar de Deus, depois de tudo que aconteceu? Principalmente agora que somos considerados a raça mais inferior do universo... Mas sempre tem aqueles que preferem permanecer em sua ignorância, ou com suas crenças e zona de conforto... Quanto a mim, eu não sei o que pensar eu apenas, tento ter algo ao que me apoiar... (/FP)

(TP)O jovem adentrou a igreja, olhando para cima, como se estivesse angustiado. Ele se lembrou que a igreja, apesar de estar velha por fora, era muito confortável, aconchegante e incrivelmente limpa por dentro, como sempre foi desde que ele era um bebê, ao menos em suas vagas lembranças do local. E apesar de todos os incidentes, estranhamente, coisas como lustres antigos e vitrais, além dos desenhos religiosos, permaneciam praticamente intactos ali. Talvez fosse apenas os cuidados de seu “Avô” E dos poucos fieis que vez ou outra, apareciam no lugar. Enquanto ele caminhava pela igreja que não tinha ninguém presente naquele momento, o garoto se viu próximo do altar, encarando a estatua do que antes era conhecido como. “Jesus.” Ele se ajoelhou diante da estatua e começou a murmurar para si mesmo.

— Senhor... Se você realmente existe, por que deixou aquilo acontecer? Não deveria ser você quem deveria ter resolvido o problema? Você realmente existe? – Murmurou, em questionamentos, além de estar nitidamente, com os olhos fechados de forma forçada. – Se esta falando com Deus, esta fazendo isso errado, garoto. – Respondeu uma voz mais velha e masculina, vindo de trás do garoto, que se assustou, por um segundo, virando-se na direção do som, onde ele viu um homem que acabara de aparecer, e sentar-se em um dos bancos da igreja, próximo do altar, olhando para ele, com um sorriso reconfortante, além de um bigode branco que era de certa forma. “Engraçado.” Assim como parecia ter uma leve genética japonesa, uma vez que seus olhos eram meio puxados e seu rosto arredondado. E ele trajava a batina de um padre, porém em um tom preto, com detalhes cinza esbranquiçado nos botões, além de um crucifixo de prata em seu pescoço e uma faixa vermelha em sua cintura. Ele também possuía um cabelo liso e cinza, porém comprido, preso por um rabo de cavalo, além de um fiapo em sua testa, ao lado direito e ele também usava óculos.

""END""

— Ir... Irmão Sebastião! – Respondeu o garoto rapidamente, após um pequeno “Susto.” – A... A quanto tempo você esta aqui? – Perguntou confuso.
— Ora... Desde sempre, afinal de contas, eu sou o padre desse lugar não é? Eu estava limpando atrás do altar, quando por acaso, ouvi seu pedido. Agora me diga jovem Jim, o que esta afligindo tanto o seu coração? Eu vejo através dos seus olhos, uma grande aflição, bem incomum para os jovens. – Disse ele ficando com um olhar mais “Sério.” E perfurante, fazendo o garoto engolir a saliva. Era como se aquele padre estivesse lendo a alma do garoto, só pelo reflexo de seus olhos.


— Sebastião Oji-san... Se Deus existe, por que ele deixou tudo isso acontecer? Por que ele deixou o imperador dominar nossa raça e nosso planeta? POR QUE ELE NÃO FEZ NADA!? — O garoto abaixou um pouco o olhar, assim como seu tom de voz e melancólico, ele questionava essas e muitas outras coisas em sua mente e uma delas era... — E por que meu pai nunca mais voltou? — Perguntou ele em um tom baixo, quase inaudível, tentando esconder sua expressão do padre. (/TP)

(FP) Naquele momento... Eu senti uma grande pressão no meu coração, assim como um fervor inexplicável... Quando me dei conta, era como se um grande peso tivesse caído em meus olhos, assim como algo começou a escorrer pelo meu rosto. Era algo quente e molhado, eu havia começado a chorar, sem me dar conta... O os olhos de Sebastião, não pareciam me julgar ou condenar, mas era como se o mesmo estivesse me questionando a cada segundo, como se fosse algum tipo de interrogatório misturado a algum tipo de consolo bizarro. (/FP)


(TP)— Eu não posso te responder isso, Jin... Se eu for seguir o que temos como crença, eu posso simplesmente dizer que ninguém poderia entender os motivos e planos de Deus, mas isso não seria a resolução dos seus problemas... Como diziam Antigamente. “Deus escreve certo por linhas tortas.” Mas esse é um tipo de discussão muito mais complexa do que se pode imaginar. — Finalizou o padre, quebrando um pouco o clima, além de fazer o garoto cair na real novamente, apesar de que de alguma forma, ao dar tais resposta, parecia que o rapaz, se acalmara um pouco. Logo, o padre voltou seu olhar sério e misterioso para ele, fazendo-o ficar confuso.


— E eu te conheço bem, garoto, certamente, você não acha simplesmente que eu vou acreditar que você só veio até aqui para me perguntar isso não é? – Disse o Velho, convicto, enquanto jin, abriu sua boca levemente espantado, voltando a ficar recluso e melancólico. (/TP)


(FP) Eu fiquei abismado ao ouvir a resposta de Sebastião. Era quase como se eu fosse um livro aberto sendo lido à cada momento... desde sempre, ele foi assim, papai também me dizia isso, Sebastião é um homem muito misterioso e ao mesmo tempo muito sábio. Desde que me lembro por gente, pessoas de todos os tipos e com todo tipo de problema e situação, sempre vinha à sua igreja, pedir conselhos para ele. Tanto antes quanto depois do mundo mudar. Além disso, existiam rumores de que sebastião era como uma espécie de “Mensageiro de Deus. ” Mas talvez fosse normal uma pessoa muito religiosa e séria como ele, ser alguma espécie de conselheiro, afinal, não é isso que os padres fazem? Aconselhar pessoas sobre os mandamentos de “Deus. ” Além disso, ele me ler como um livro talvez seja normal, afinal de contas. Ele me conhece desde bebê e muitas vezes, eu sentia como se ele fosse realmente parte da minha família, pois ele sempre foi muito presente. Algo como um grande avô conselheiro, daquele que todos gostariam de ter como no mínimo, um bisavô de seus filhos. Eu juntei toda a coragem que possuía no momento, assim como a agonia e o remorso, misturados ao medo, tentando encarar aquele senhor em seus olhos, como uma espécie de confessionário interrogativo e comecei a contar toda a história dos eventos daquele dia para ele que apenas me ouvia em silêncio, vez ou outra com uma expressão de espanto e aflição passando pelo seu rosto, apesar de em nenhum momento, ele me condenar ou reprovar pelas ações que tomei. (/FP)

""Incertus""
— Min... Minha mãe tinha me pedido para buscar água para ela, no poço, mas... No meio do caminho, na cidade, eu vi dois guardas espancando um senhor Inugue que pediu esmola para eles...

(FP) À medida que eu ia relatando tais eventos, era como se as imagens, sons, cheiro e tudo mais daqueles momentos, viessem à minha mente, como um episódio de uma série de TV ou algo parecido... Cada sensação e sentimento daquela cena, local e situação, pareciam se materializar em meu coração, como se eu estivesse vivenciando tudo denovo... (/FP)

(TP)— E então... Apareceu a neta dele para tentar parar os guardas e eles queriam leva-la para fazer coisas horríveis com ela... Só que eu não aguentei, quando vi aquilo. E na hora que eu vi que ninguém iria ajudar, foi como se meu corpo se mexesse sozinho... E eu peguei meu canivete suíço e fui atrás de um deles e cortei seu pescoço, com um golpe surpresa e ele morreu... Ji-san, o que eu fiz foi errado? Eu deveria ser castigado por isso? – O rapaz, perguntou aquilo, lacrimejando, enquanto o padre fechou os olhos, suspirando com a calmaria de um monge, porém, sem julgar ou falar qualquer coisa negativa à respeito, coisa que a maioria das pessoas normalmente fariam.


— Eu não vou dizer que o que você fez é certo, mas... Também não posso dizer que é errado. Eu estaria sendo hipócrita se dissesse que mesmo os filhos escolhidos de Deus, durante seu tempo, não entraram em guerra perante cristo. O próprio senhor já matou em nome do que era justo, assim como seu povo por diversas vezes, foram induzidos a fazerem o mesmo para salvarem os escolhidos do senhor. Se eu usar uma visão apenas como mensageiro de cristo, ignorando fatores e sendo ignorante e cego pela minha crença, eu poderia dizer que é errado, mas... Como ser vivo pensante e principalmente, ser humano, por mais que tenha minhas crenças, eu também posso dizer que é certo, afinal de contas, você salvou duas vidas em troca de uma, em uma situação que poderia se igualar ao próprio inferno na terra. Se você não tivesse tomado essa atitude, sabe-se lá o que aqueles demônios poderiam fazer com o velho e a pobre garotinha. Ainda mais que ambos são de uma raça quase extinta... (/TP)


(FP)— As palavras de Sebastião, apesar de sua imparcialidade e até mesmo uma certa. “Frieza.” Entravam em meus ouvidos e mente, reconfortando meu coração. Apesar de estarmos em uma época onde o que temos como crenças é praticamente uma ignorância racial e existencial, de certa forma, aquele homem era muito sábio e inteligente como todos diziam. Por mais que muitas vezes seus conselhos fossem confusos, complicados ou até mesmo. “Religiosos demais.” Eles eram muito úteis e ajudavam bastante em todo tipo de situação, mesmo que fossem supostamente, apenas “Palavras. ” (/FP)

""End""


(TP) — E você disse que eram dois soldados não é? O que aconteceu com o segundo? – Perguntou o padre, curioso e confuso, fazendo o garoto se surpreender com a pergunta, pois o mesmo havia esquecido, quase que totalmente, esse detalhe. – Be... Bem... Eu não sei ao certo... Quando eu comecei a fugir, depois de ver o que havia feito, eu escutei a voz de um homem estranho que havia parado pra conversar com o guarda, além das pessoas cochichando ao longe, algo sobre o que aquele homem foi fazer ali, pareciam estar com medo...


Ao ouvir isso, o sacerdote pareceu ficar atinado. Com certo “Sombreado.” Em seus olhos, como se eles tivessem simbolicamente, sumido. O garoto, o fitou confuso, mas não teve coragem de perguntar sobre o que o afligia naquele momento. Foi então que ele quebrou o clima. – Er... Irmão, Sebastião, minha mãe também mandou eu te entregar isso... – O garoto tirou do bolso o pequeno “Baú.” Entregue pela sua mãe. Ao mostrar o objeto, o padre, pareceu se chocar. – HM... Entendo... Deixe-me dar uma olhada, Jin-kun...

— O padre pegou o bauzinho e então, analisou o objeto em sua mão, porém, a hora que ele tocou no trinco do objeto, um pequeno barulho foi ouvido, como o de um trinco se abrindo. Além de ter causado uma leve “Impressão.” Como se uma pequena luz houvesse reluzido ali, após o contato com outra que parecia vir da mão do padre. (/TP)

""Moment of Peace""


(FP) Eu observei aquela cena, confuso e curioso... Talvez tenha sido impressão minha, mas... Eu tive a leve ilusão de ter visto como se duas energias se chocassem, sendo que levemente, parecia ter algum tipo de “Selo de Energia.” Em um símbolo que eu não conheço, porém muito parecido com um Kanji ou algo do Tipo. Talvez eu estivesse ficando paranoico... (/FP)

(TP) O sacerdote havia devolvido o pequeno baú para Jin, ainda mantendo sua seriedade, parecendo um pouco intranquilo. — Cuide bem disso Jin-Kun... – Disse o reverendo, apertando o baú, em cima da mão direita do garoto que estava aberta. – Mesmo que você tente abrir agora, não irá conseguir, até que a chave seja encontrada. – Disse Sebastião, sério, fazendo com que o jovem ficasse confuso. – Do... Que esta falando, Ji-san? Eu não entendi nada... – Afirmou ambíguo. – O homem então sorriu levemente. – Não se preocupe em entender coisas complicadas tão cedo... Uma hora tudo vai se encaixar...

""End""

""Air Tension""

— Um grande clarão assim, como um cheiro de queimado, começou a tomar conta da igreja... Nesse mesmo instante, o garoto, se assustou assim como o padre. -... Ji-San, você viu isso e esta sentindo esse cheiro? – Disse o garoto, voltando o olhar para a entrada da capela que permanecia aberto, onde ele viu uma grande luz no local, indo até lá. E sendo seguido pelo padre, porém, na porta, um homem estava encostado. – O... O que é isso? – Questionou o garoto, desnorteado, olhando a cena que se estendia até ali. — Pergunte para os seus amigos estranhos que correram pra dentro da floresta. — Disse o homem que estava na porta, surpreendendo o garoto.

Era o homem de cabelos roxos e casaco vermelho. – Ao ouvir e ver o homem, ali, o menino, se assustou. – Que... QUEM É VÔCE? – O homem, sorriu levemente, ainda de braços cruzados, desencostando da porta, encarando o garoto. — Não se preocupe comigo, sou apenas um velho pirata e conhecido do velho, estava passando por acaso, disse o homem, deixando o garoto ainda mais atordoado pela situação, mas em seguida, Jin voltou seu olhar para as chamas que se estendiam pela floresta, rapidamente até o fundo da fauna. Ele se perdeu em seus pensamentos e preocupações. (/TP)

(FP)— Eu senti um grande aperto no coração, além de um temor desesperador, ao observa aquele cenário. As chamas avançavam rapidamente e iam até a direção de onde eu havia vindo, ou seja... Ela estava indo em direção da minha casa, onde minha mãe estava... O risco era iminente... Por mais que estivesse cheio de questionamentos para aquele homem estranho e também para o padre, minha preocupação ainda era maior... Foi então, que sem eu perceber, o impulso tomou conta de mim novamente... E eu comecei a correr, em direção da minha casa, apenas deixando algumas palavras de desespero ao vento. – M... MINHA MÃE AINDA ESTA EM CASA! TENHO QUE SALVA-LA! — (/FP)

Ele começou a correr, ferozmente, em disparada, na direção de sua casa. – JIN-KUN, ESPERE! – Gritou o sacerdote preocupado, estendendo sua destra na direção do garoto, mas já era tarde, o garoto havia sumido de vista, entrando na floresta. O homem encarou o padre seriamente, com receio. – Hei velhote... Aquilo com o garoto era o que eu estou pensando? — Questionou o pirata, com seriedade, fazendo o padre ficar com um sombreado em seu rosto, novamente, fazendo com que as pupilas de sua lente, sumissem, como se ele tentasse esconder algo. – Achei que tivesse dito para você não voltar mais aqui, James... – O homem virou o rosto um pouco, com aspereza e “Arrogância. ” – Tsc... Não é como se eu tivesse vindo aqui de vontade própria... Agora me diga velho, o que esta realmente acontecendo com esse planeta e com essa galáxia? – O padre foi virando o rosto lentamente, encarando o homem de cabelos violeta.


— Não é óbvio? A guerra... Desde que tudo isso começou, todos querem seu lugar no espaço e cada vez mais seres tanto de dentro quanto de fora da fronteira, se rebelam em busca do grande. “Tesouro.” A própria colonização espacial acabou sendo afetada, antes mesmo de começar a mostrar seus frutos. – Eles se entreolharam, atinados, em silêncio.
Logo, o padre, começou a caminhar, na mesma direção do garoto, porém... Dessa vez, algo nele estava diferente... Era como se sua aura acolhedora tivesse se tornado tão pesada quanto a de algum ser caótico, no mínimo, algo como algum tipo de chefe mafioso ou um general de guerra...

""End""

(TP)O indivíduo de cabelos compridos, levou sua destra até o bolso de seu casaco, tirando algo que parecia uma espécie de comunicador. Ele então colocou o aparelho que parecia alguma espécie de fone, em seu ouvido. Ele ouviu do outro lado da linha... — CA... CAPITIAANHÃO! O senhor ligandiooo para a gente? Alguma noviiidaddinhão? – A voz que se ouvia, era como a voz de um homem, porém, era como se ele tivesse algum problema de dicção estranho que afetava sua fala e fazia parecer que ele falava fazendo o barulho de uma cobra, ou dava a impressão que ele segurava as letras das palavras que falava, estendendo-as mais do que o necessário.


— Mosquito, avise aos outros marujos para se preparem para o embarque. – Disse o capitão, com firmeza. Até que o mesmo encarou um dos lados da floresta que ainda não havia sido afetado pelo incêndio, ele olhou para lá com um olhar atinado e arrepiante que deu a impressão de. “Eu sei que você esta ai.” — Assim que eu lidar com certos incômodos. – Disse ele sorrindo levemente, de forma desafiadora. – Ceeeeeertioooooo capitaaaaaain Moosquitttiooooo desligandiooooo. – O pirata fez uma expressão incomodada. – ... Esse sotaque dele às vezes incomoda. – Ele voltou seu olhar para a floresta após guardar o comunicador. – Hei... Vocês ai, até quando vão ficar apenas observando? – O pirata, brandiu sua lâmina carregada, cortando várias arvores ao lado direito da floresta, arvores essas que não estavam incendiadas ainda.

""Heating Fight""


Porém, o corte foi tão preciso que as arvores caíram longe do incêndio e foram pelo menos umas cinco ou sete arvores cortadas em um simples brandir de lâmina. Ao fazer isso, ao menos 10 ninjas de tabis negras, haviam saltado na direção do pirata, vindo de todas as direções da floresta, o fazendo sorrir novamente, enquanto os ninjas saltavam e tentavam golpeá-lo. Ele simplesmente dava um golpe, desviando os ataques, um atrás do outro. – Vocês ninjas não haviam sido extintos? Isso não é tipo uma arte ultrapassada? – Atiçou o pirata, desviando golpe por golpe. – Mercenários, sempre existirão, durante as eras, se ratos do mar como vocês se popularizam, por que nossa arte não iria? – Disse uma das vozes, que parecia a voz de alguém na puberdade. – He... Então vocês não são simples robôs... Mas vocês não deveriam ser “Assassinos.” Furtivos ou silenciosos? Acho que alguém faltou algumas aulas – Zombou o pirata sorridente – CALE A BOCA! – Gritou a voz jovial, novamente. – Atacando o pirata, ferozmente. Enquanto isso...(/TP)

""END""

Um pouco mais afundo na floresta, na mesma cabana de antes, o garoto, já conseguia avistar seu lar, porém.... Algo estava errado...

Capitulo 0: The Begin, Space Travel.

Part 3: The End

To be continued

Notas finais
Vocês devem ter percebido que no caso dessa fic, eu não to colocando review de próximo episódio no final né? -q E o motivo é justamente pelo fato de ue já ter pronto, só faltando umas corrigidas e separação de trecho, como eu já disse. Eu fiz um primeiro capitulo + introdução dessa fic muito grande e pra contornar isso, sem assustar as pessoas, eu acabei separando o cap+ intro em trechos, por isso até agora não tivemos exatamente um cap 2. E inclusive, ainda vai demorar um pouco pra realmente finalizar o primeiro cap. E fiquem no aguardo que ainda tem cap novo de poke, embrevemente. -q Ele ta tipo, 98% pronto. Logo mais trago mais uma parte dessa fic, ou o cap 2 da de poke, o que vier primeiro. Ou até ambos, dependendo do meu humor e inspiração. Ceis ainda vão ter muitas surpresas pela frente em ambas histórias. -q PS: Provavelmente, pra quem ta sentindo falta, a próxima parte vai ser bem maior que essa e possivelmente, as anteriores, até por que, é muita coisa acontecendo ao mesmo tempo, além de algumas revelações.