The Univese Treasure.

4 Capitulo 1 Part 3: The Priest


Notas iniciais
Falaew galeru. -q Eu demorei, mas postei. -q O motivo da demora é por que bem... Deu preguiça. Mas não só de preguiça é feito a desmotivações das escrevidas da vida. Também estive ocupado como sempre e viciado em umas coisinhas aqui (Novidade.) Além da falta de inspiração fudida que eu tava tendo por que calor tava foda aqui, além de imprevistos que apareciam. De qualquer forma, estamos quase realmente terminando o primeiro cap. O que eu posso dizer é que esperem mais uns draminha fudido de levis, pois acreditem ou não, a história vai mudar e muito após essa introdução à começar pelo próprio protagonista e etc em seu jeito chorão e fudido.

""gone""

(FP) – Eu me aproximei do que antes era conhecido como “Minha casa.” E então... eu me deparei com aquela cena agoniante... Minha casa estava tomada em chamas, e no pouco que restou dela, no telhado, eu o vi... Um ninja de Tabi negra, com braços cruzados, porém, diferentemente do que conhecemos como ninjas, esse em especial, não usava uma mascara cobrindo seu rosto inteiro, mas sim, apenas a parte da boca... Seus olhos eram azuis, afiados e perfurantes como os de um assassino, seus cabelos eram espetados negros e esvoaçavam ao vento. Em suas costas reluzia uma Katana cruzada que parecia estar pingando sangue... Seu olhar parecia de superioridade.

Ele ouviu os sons de meus passos lentos e nervosos se aproximando e me encarou com “Desprezo.” E por entre os destroços da cabana, principalmente entre os buracos da parede, eu vi uma cena que me traumatizaria para o resto da minha vida... Minha mãe estava caída e morta... Com um pouco de sangue, saindo de sua barriga... Meu coração doía como se tivesse sendo perfurado por uma faca, meus olhos ardiam e algo escorria pelo meu rosto... Eram lagrimas de ódio, medo, imponência... Eu caí no chão de joelhos, chorando após olhar para aquele maldito ninja e aquela maldita cena... O desespero tomou conta... Eu comecei a gritar desenfreadamente com as duas mãos sobre minha cabeça, cada uma em um lado, como se a apertasse. – MÃ... MÃMÃE!!! – Logo, eu voltei meu olhar tomado pela fúria, para aquele maldito Ninja. Obviamente... Ele havia assassinado minha mãe... – MALDITO, O QUE VOCÊ FEZ COM ELA E POR QUE FEZ ISSO!? – Eu berrei furioso, questionando seus atos, mas... nenhuma reposta vinha dele... Então... um grande barulho foi ouvido, parecia que mais uma das tabuas da cabana, havia despencado, enquanto o incêndio permanecia e a floresta ao redor, era tomada cada vez mais por chamas infernais. Eu comecei a sentir um calor interno borbulhando por dentro do meu sangue, como se a minha própria corrente sanguínea fosse tomada pelo fogo. Quando me dei conta, eu estava suando de forma anormal. (/FP)

(TP) O ninja fez um gesto com suas mãos e então, ao menos mais dez ninjas vieram, brandindo kunais, cercando o garoto que lamentava em desespero. Em seguida, ele levantou-se, enquanto uma estranha aura carmesim começava a tomar conta de seu corpo, e seus olhos ficavam vermelhos, além dos seus dentes caninos, parecerem mais “Salientes. ” Fazendo com que o ninja franzisse sua testa com receio. – MALDITO, EU VOU MATA-LO EU VOU MATA-LO! – Ele avançou, porém acabou sendo detido pelos ninjas que se aproximaram dele, no mesmo instante. Eles atacaram, mas... aquele “Simples. ” Garoto, conseguiu desviar de alguns golpes como que por instinto, além de contra-atacar alguns ninjas, mas... fosse pela sua inexperiência em combate, ou simplesmente pela falta de raciocínio que parecia ter naquele momento, alguns outros ninjas conseguiram conte-lo após arremessarem algumas shurikens que atingiam as pernas dele que ainda insistia em tentar levantar mesmo naquela situação, mas ele fora rapidamente contido novamente.


Após alguns gestos feitos pelos ninjas presentes ali, eles haviam pego uma espécie de corrente que pareceu ser banhada com uma aura roxa de energia. Eles correram contornando o rapaz enquanto o restante pressionava as correntes. Ele se esforçava para tentar escapar, fazendo com que vez ou outra alguns ninjas fossem jogados um pouco longe, porém logo recobrando suas consciências. Jin estava totalmente cego pelo seu ódio mortal como se só conseguisse enxergar em sua frente, o maldito ninja que arrancou sua mãe e lar, através daquele inferno incendiário. E então... Em um simples salto do que sobrou do telhado onde o ninja pairava, em poucos segundos, ele sumiu da vista do garoto e reapareceu em sua frente, com a katana desembainhada e próxima do pescoço do jovem, que por alguns segundos, se surpreendeu, fora que sem que o mesmo percebesse, era como se sua energia pouco a pouco estivesse sendo drenada.

Uma vez que a aura Roxa parecia devorar a vermelha que contornava o garoto, mas cego como estava, ele não havia percebido... O fim havia chegado. O ninja de cabelos expostos preparou sua katana, mediante o pescoço do rapaz, ao mesmo tempo, o rapaz parecia ir perdendo a consciência, pois sua visão começou a ficar um pouco embaçada, mas... Quando a lâmina iria arrancar-lhe a cabeça, um som alto de colisão de metais foi ouvido, ao mesmo tempo em que um “Estrondo.” Junto de uma luz foi ouvido e visto... Nesse momento, Jin conseguiu manter parte da sua consciência, mas sua visão ainda estava embaçada... – Ve... Velhote... – disse ele, extremamente baixo, porém, o homem parado à sua frente, mantinha-se concentrado na “Luta.” O som de ferro colidindo, era por causa daquele velho sacerdote que segurava em suas mãos uma espécie de “Cruz.” Branca, como se fosse alguma espécie de machado ou espada, pois a mesma parecia ser tão afiada quanto resistente. Era Simeão... O padre daquela antiga cidade esquecida por Deus. Ele havia protegido seu “Neto.” Do Ninja, que finalmente se pronunciou, após saltar para trás, com sua katana. Dessa vez, o ninja havia feito uma expressão “Séria.” E preocupada. -... Você é o tal sacerdote detentor do fragmento de angra manyu? — Questionou o Shinobi, friamente. – Ora... Vejo que apesar de quase extintos, vocês ainda andam bem informados... Mas era de se esperar, considerando a antiga especialidade de vocês. Mesmos nos dias de hoje, vocês ainda conseguem ser bons espiões não é mesmo? – Respondeu o sacerdote, seriamente, sem desviar sua atenção.

""End""

""Secret Battle""

— Você também parece saber demais para um “Simples Padre. ” Se você possui um fragmento de angra, as coisas mudam um pouco... – Ao dizer isso, o ninja, estalou os dedos, e então, um raio de luz veio do meio da floresta, mesmo em chamas, porém, o raio era tão poderoso que parecia cortar as chamas, além de perfurar os entulhos, facilmente, como se fossem papel. – Ao perceber isso, o velho padre foi rápido e então, ele girou sua “Espada.” Fazendo uma espécie de “Para Raio.” Na mesma medida em que girava tal arma para os lados, protegendo-se, além de tentar proteger o garoto, porém, os efeitos colaterais da idade já haviam chegado para aquele homem, então, um dos raios não foi totalmente defendido, fazendo assim, com que o mesmo fosse à direção do garoto, caído, que se esforçava para manter a consciência. – JIN-SAN! – Gritou o velho em desespero, tentando correr na direção do garoto, abaixando a guarda por um segundo que fora suficiente, para o ninja atingir uma shuriken em seu ombro direito, fazendo o sacerdote estreitar os olhos, em dor. – Guh... – Disse o velho, mas... Uma voz sarcástica e zombeteira fora ouvido.


— Fala sério velho você não é mais o mesmo. – Logo, em uma velocidade incrível, tão rápido quanto uma bala, uma figura apareceu colocando uma grande lâmina negra na frente, como se cortasse através do raio, o que surpreendeu o padre. Aquele era, James K. – James... – O homem, apareceu perante o garoto, derrubando os ninjas que vinham através das sombras, além de pegar o garoto acorrentado, com a mão esquerda e arremessar os ninjas que seguravam as correntes, apenas com um puxão forte e girando o corpo, tudo isso em questão de segundos. Eram movimentos praticamente imperceptíveis para olhos comuns.

(FP) Naquele momento, eu senti uma aflição terrivel... Certamente, se não fosse este homem, neste momento eu estaria morto... Meus olhos estavam ficando menos embaçados, mas eu ainda estava um pouco zonzo, mas... O que diabos estava acontecendo? Por que eles estavam lutando? E o mais estranho, ninjas, eram ninjas de verdade? Como era possível em um futuro onde já alcançamos a era espacial? Talvez isso seja apenas mais uma ignorância de espécies... Digo, prender-se a tradições estúpidas, como um meio de tentarmos ter um lugar em um universo onde não somos mais a exclusividade... Eu observei a cena de Sebastião e daquele homem estranho... Eles falavam de coisas confusas e desconhecidas para mim, mas eu estava tão chocado com tudo, que ainda estava tentando processar todas as informações, principalmente após observar aquele velho de batina, estar literalmente lutando... (/FP)

""End""

— Tch... Eu não sei por que você se preocupa tanto com este garoto, então perguntarei a ele, depois, eu mesmo... – Respondeu James com certa arrogância. — Novamente, raios começaram a vir da floresta ao redor, fazendo os dois reagirem, tanto James quanto Sebastião, cada um defendia disparos do lado oposto, um do outro, porém, eram vários disparos simultâneos, a velocidade deles parecia bem acima do que é considerado. “Humano.” Fosse à adrenalina do momento, ou simplesmente a confusão mental que o guri se encontrava naquele momento, ele se chocou, pois praticamente, não conseguia acompanhar a velocidade do movimento de nenhum dos três. E mesmo os ninjas ao redor que nem parecia grande coisa, perante aquele trio absurdo, ele conseguia ver os movimentos. – O... O que esta acontecendo? (E... Eu não consigo ver praticamente nada...) – Ponderou incrédulo. Então... um barulho começou a vir, parecia barulho de maquinário pesado... Além de vários passos em marcha, vindo de ambos os lados da floresta com exceção da frente. – Hei velho... Os reforços deles estão a caminho, para uma emboscada. Você sabe que só temos uma saída aqui não é mesmo? — Disse o pirata ficando sério, onde o sacerdote simplesmente concordou com a cabeça. – Hun... Pegue o garoto e suma daqui... – Respondeu o sacerdote acurado.

""Sacrifice""

(FP) Ao ouvir aquelas palavras de Sebastião, eu fiquei confuso... Novamente o meu coração caiu em um abismo sem fundo e os meus olhos começaram a pesar. Se eu me visse nessa hora, eu certamente estaria com uma expressão de desesperança total, ou talvez pior, afinal de contas, primeiro foi minha mãe e depois... Aquele senhor que a minha vida toda me ajudou e me auxiliou, como um verdadeiro avô... Não éramos parentes de sangue, mas podia se dizer que éramos neto e avô de alma e coração, assim como minha mãe também o considerava um pai. Nesse momento, meus olhos ficaram marejados... Era muita coisa para engolir em um único dia... E além disso... Eu era apenas um garoto de 17 anos... A maneira como Simeão ou “Sebastião.” Como eu chamava... A maneira que ele falava, parecia algum tipo de sacrifício heroico, mas suicida... E pela situação presente ali, eu diria que isso era o óbvio... (/FP)

— I... IRMÃO SEBASTIÃO, O QUE VOCÊ TA FALANDO!? — Bradou o pobre garoto, ainda no braço de James, que havia ficado sério... – Você sabe que isso é suicídio não é mesmo velhote?

— Aqueles que seguem a palavra do senhor sabem que suicídio é pecado, mas... De acordo com a palavra do senhor, Deus também diz que devemos nos sacrificar por muitas vezes para fazer o bem de algum jeito... É como, uma situação onde você é obrigado a matar uma pessoa em troca de milhares, como as guerras que sempre escureceram nosso mundo e apartir de agora, talvez mundos... O universo é grande demais, vivemos uma era onde só estamos comprovando isso, mas! – O Sacerdote cortou cinco ninjas que tentaram cerca-lo vindo por sua direita e outro pela esquerda, além de sua frente, sendo que ambos ainda permaneciam em meio ao ar por conta dos saltos. – Uma coisa ainda não mudou... – James Fez o mesmo com os inimigos que tentavam o cercar. – E o que seria essa não mudança, na visão de um simples sacerdote? — Alguns ninjas que vinham correndo por terra, além de usarem alguns jutsus simples que eram facilmente cortados ou esquivados, pelo sacerdote e pelo pirata, além de serem derrubados e feridos ao se aproximarem. – O futuro esta e sempre esteve nas mãos de todos os jovens e crianças! Independente de seus mundos, lares, países, continentes ou planetas, são por esses jovens ou contra esses jovens que lutamos...

— Mas algumas shurikens atingiam o padre fazendo o garoto chorar ainda mais. – I... irmão Sebastião! – Murmurou Jin, aos plantos, além de algumas shurikens que atingiam o pirata de casaco vermelho, que se mantinha em pé, apesar dos danos. – O padre sorriu, com o olhar meio baixo, onde simbolicamente, suas pupilas sumiram da lente dos óculos. – Eles acham que pessoas como nós somos apenas adultos chatos ou velhos gagás, mas o futuro vai chegar para eles ainda, afinal, o futuro sempre chega, mas... Quem vai determinar esse futuro, não somos nós, são eles... E esse garoto é um deles... Agora pegue o garoto e vá! Vou segura-los o máximo que puder – Ao ouvir isso, o pirata ficou meio cabis-baixo e começou a correr, o mais rápido que podia, enquanto derrubava alguns ninjas que tentavam ataca-lo, pelo caminho, nesse mesmo instante, do que restou da floresta, uma grande variedade de Tanks sem rodas começou a aparecer em terra, além de pelo menos uns mil soldados de armadura, como os dois que foram mortos no centro da vila, porém todos munidos com elmos e além de armas brancas, existiam soldados com armas de fogo, semelhante a fuzis de assalto, porém, com um design meio steampunk e meio futurista.

— Acha que eu vou deixa-los fugir! – Gritou o ninja que desapareceu, tentando acertar o pirata, pela sua destra, fazendo o mesmo olha-lo alarmado, porém antes que sua espada atingisse o rosto do pirata, o velho apareceu rapidamente em sua frente, com o olhar afiado de um assassino. – Seu oponente sou eu! – Ele então, bateu no estomago do ninja, com seu cotovelo e o cabo da espada, jogando-o a alguns metros, porém, ao invés do ninja colidir com as arvores, ele deu uma cambalhota no ar, se apoiando na arvore, além de impulsionar em direção ao velho, com a sola dos pés, indo até ele em uma investida que o mesmo defendeu.

""End""

Porém, nesse meio tempo, uma voz raivosa e com tom de superioridade, além do som de energia sendo canalizada foi ouvido, em um grito. – HOMENS! PREPARAR ARMAS, ATIRAREMOS SEM QUALQUER PIEDADE OU LIMITAÇÕES! –

""The fall Of Priest""

O Pirata ouvira aquilo, receoso e alarmado. E o padre continuava a lutar contra o ninja na frente daquele exército, desviando de vários disparos e defendendo alguns, ao mesmo tempo em que se defendia e desviava do ninja. Além de recitar algumas coisas, durante a luta, o que intimidava seu inimigo. – Dos céus do mundo, há... Irmãos de paz e poder! Mas Deus continua sendo o proteger... – Era como se o padre cantasse aquelas palavras, ao mesmo tempo em que um grande brilho tomava conta do ambiente, e parecia que o mesmo, havia se multiplicado. – Santo es tu, senhor!!! – Ao ouvir aquilo, o exército inimigo, ficou confuso com que o padre fazia, porém, não parava seu ataque, mas o ninja estava determinado a ataca-lo freneticamente. Era como se o mesmo estivesse gostando daquela luta. Sua empolgação era tanta que ao mesmo tempo que tentava derrubar o padre, ele atacava alguns disparos do exército inimigo, mas era tudo tão rápido e frenético que mesmo eles, mal conseguiam ver.

— Como esses macacos sem pelo conseguem fazer tudo isso? Não dá pra acreditar... – Os soldados ficavam incrédulo com tudo aquilo. – Das terras, o som e o mar são iguais e diferentes, pois o senhor, incrivelmente é! Rugir agora, Angra Manyu! — Ao dizer isso, era como se a lâmina da espada do velho tivesse crescido e se dividido um pouco, criando uma espécie de “Parede de Luz. ” No caminho, em frente a ele e ao ninja, além do exército que continuava disparando freneticamente. – Por que ir tão longe por aquele garoto, padre? – Questionou o Ninja... – Não é óbvio? Você sabe o do por que ele possui aquela caixa, não sabe? – Ao dizer isso, o ninja, ficara aflito, ainda lutando com o padre, enquanto o exercito tentava atingi-lo, mas eram impedidos pelos “Clones.” Dele. – O que fica no que dizem ser o fim desse universo... O planeta gold... – Você... Realmente acredita nessa lenda estúpida? – Questionou o ninja. – Não só acredito como, testemunhei. Por que acha que a era da pirataria voltou? Todos querem território e poder, mas na realidade, isso é uma guerra misturada a uma nova febre do ouro, mas dessa vez... Em um nível acima das próprias nuvens... Essa arma é a maior prova da existência das lendas, mesmo que seja apenas um fragmento copiado. – Disse o padre, novamente brandindo sua arma contra a do ninja. – Ao fazer isso o Ninja ficou aflito e em silêncio. – Mas e você? Por quem ou o que luta? Seu, clan, seus amigos, seus familiares, ou simplesmente medo? Certamente, você não esta fazendo isso por gosto próprio não é mesmo? – Perguntou o padre, fazendo o ninja se alarmar. — Mas antes que o shinobi pudesse responder qualquer coisa o padre se ajoelhou, se apoiando com sua arma, além de cospir sangue. – GAAAAAAAAH! – Disse o padre surpreendendo o ninja. Das costas do velho, vinha um Alfa Grey de armadura negra e baixinho, e uma espécie de corda que servia de bandana, além de um grande brinco vertical, preso às suas narinas. Ele estava com um sorriso maligno. – He... Esse lixo falou mais do que deveria, mas tudo bem, daqui ele não passa.

— G... GENERAL MIZEL! — Disse o comandante do exército, surpreso. – P... Por que diabos os senhor esta aqui!? – Perguntou o comandante assustado. – Não é óbvio? Eu quero ver o meu novo brinquedo funcionando, contra esses malditos piratas, afinal de contas, eles já me deram problemas demais em outro dos meus planetas. – A mão do pequeno Alien Reluzia, com uma energia roxa acumulada, como uma faca. Energia essa que ia se dissipando, conforme o pequeno ser colocava suas mãos atrás de suas costas. – O velho ainda estava ajoelhado. Ele então olhou para o ser anão em sua frente, encarando-o. – Você... Aquele que traiu a própria raça e a nossa aliança, maldito... – Disse o padre rancoroso. – Eu? Trair a minha própria raça, não diga asneiras, macaco. Eu apenas fiz o que aqueles idiotas não tiveram coragem, afinal de contas, nós somos superiores não somos? – Respondeu o anão, sorrindo malignamente, fazendo com que o padre o encarasse com desprezo, na mesma medida em que o padre disparou algo de sua “Arma.” Que parecia uma bala, porém, o pequeno ser desviou por pouco, apesar de ter cortado parte do seu rosto, de raspão, fazendo com que o mesmo se zangasse. – MALDITO MACACO, VOCÊ TENTOU UM ÚLTIMO GOLPE DESESPERADO E CORTOU MEU ROSTO! UM SER INFERIOR COMO VOCÊ!? – Bradou o ser se aproximando, dando um soco na cara do padre que caia ferido. – O extraterrestre continuava uma sequencia, segurando o padre pelo colarinho, com sua mão esquerda enquanto, o agredia com a direita. Ao mesmo tempo em que sorria psicóticamente. – Mas de nada adiantou, afinal de contas, você errou. – O padre deu um leve sorriso, ainda ferido, conforme sua visão foi embaçando e seus olhos se fechando... E fracamente, ele sorriu e falou, como se desse seu ultimo suspiro... – Nã... Não estava mirando em você... – Ao ouvir essa frase, o Alien ficou em silêncio, dando um último soco que jogou o padre longe. Ao mesmo tempo o ninja ficou receoso, dando uma leve olhada para suas costas e direção onde o pirata havia seguido junto do garoto. -... (Não me diga que...) – Ponderou o Ninja em alerta, ele considerou avisar o Alien, mas visto o esforço honroso do padre, tentando fazer algo, ele, desconsiderou a ideia em seguida, ainda mais após ouvir da boca do ser pequeno, todo aquele preconceito contra a raça do Ninja. O ninja, fechou os olhos, ficando em silêncio.

""End""

— Certo, homens, avançar, vamos testar o novo brinquedo, tragam o “O Comb.” – Disse o Alien sorrindo, começando a andar tranquilamente, na direção do ninja e de onde os fugitivos haviam ido, até que o mesmo parou ao lado do ninja, encarando com um sorriso malicioso. – Muito bem, cão inútil, você serviu bem. Eu poderia mata-lo aqui, mas estou de bom humor, só não espere o pagamento total estimado, pois eu tive que me sujeitar sozinho, a sujar minhas mãos com o sangue imundo da sua raça. – Concluiu o anão sorrindo malignamente, enquanto o ninja ficou em silêncio, tremendo os punhos, onde simbolicamente, o seu rosto foi coberto pela sombra de seus cabelos, enquanto o alien passava. Certamente, se não fosse a desvantagem numérica, o ninja teria no mínimo, decepado a cabeça do sujeito, ali mesmo. Ou tentado, pois por mais desprezível que aquele lixo existencial fosse, inegavelmente, ele parecia bem forte. Não só politicamente, como em questão de ser um assassino exímio com diversas experiências como lutador. Então... O chão próximo do ninja, começou a tremer, assim, como um barulho de algo pesado andando, além do barulho de objetos grandes e pesados sendo esmagados ou empurrados, começou a tomar conta do ar... O Ninja arregalou um pouco os olhos, mas sumindo entre as sombras, saindo da frente do que quer que fosse... E ao longe, ele só avistou algo absurdamente grande vindo... Como se alguma coisa gigante estivesse mergulhando pelas poucas arvores que restava, enquanto o fogo ia se dissipando, deixando para trás, apenas um cenário “Apocalíptico. ” -... (O que esse demônio esta planejando fazer? Uma coisa dessas pode destruir até mesmo as cidades ao redor...) — Pensou o ninja, observando a cena abismado. — E agora, o Show vai começar. AHAHAHAHA! FINALMENTE, O FIM DESSES MALDITOS! — Gritou Mizel, sorrindo malignamente...

Notas finais
Esse cap talvez tenha ficado um pouco maior que a maioria e ia ficar até mais um pouco se não fosse por eu me controlar. -q Bem, não dava pra fazer algo menor, pois como eu disse, eu já tinha esse cap quase que totalmente pronto, então eu só vou fragmentando em partes, pois o cap geral é bom extenso, pois é muita coisa rolando ao mesmo tempo por ser Intro + Prologue e Cap 1 Então vez ou outra é normal dar aquela extrapolada, até por que, tem que achar os pontos certos pra fragmentar as partes do cap e ainda sim, eu não sinto que esteja fazendo isso certo em 100% Das vezes, mas tamos ai. Vou tentar trazer a próxima parte o quanto antes, além de já tar fazendo o cap 3 da fic de poke, mas nem posso dar garantia ainda. E como sempre, criticas construtivas e etc, são sempre bem vindas.
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.