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3 III. Queen Of Blood
III. Queen Of Blood
“Você sabe que sou capaz de perdoar aqueles que me decepcionaram…Assim que reconhecerem o que fizeram e sofrerem por isso.” — Klaus Mikaelson.
P.D.V: Narrador
Mary estava sentada na mesa de Reuniões enquanto Francis ditava cartas ao escrivão, Emma, Regina, todos estavam lá. Aceitos nessa reunião, até a agora Francis não questionou o por que de aquelas pessoas desconhecidas a ele estavam ali. Snow e Charming estavam ansiosos para de tornarem pais de Francis, o ajudar, o conhecer.
— Última carta escrito. — Exclamou Francis. — E agora Mary?
— Nostradamus não viu nada de diferente, a praga vai passar, mas quando passar nossos silos estarão vazios. — Disse a Rainha num tom sério.
— Podemos comprar daquele rapaz, ele ofereceu uma troca de favores não uma compra. — Disse Charming.
— Sempre foi assim, Rei Henry e Rainha Catherine se curvando aos nobres, assassinando pessoas. — Disse Mary com desprezo. — Nosso Reinado será diferente. — Disse a mesma enquanto colocava sua mão sobre a de Francis.
— Se toda a nossa população morrer não teremos mais sobre o que Reinar. — Exclamou Francis se levantando.
— E se o ameaçarmos? — Perguntou Snow.
— A Corte ficaria contra nós... Diminuindo nosso poder. — Disse Mary séria. Um papel escorreu por debaixo da porta, cheiro de vinho e sangue. A Rainha virou para os demais e se pôs a ler:
"Se até a noite de hoje, Lorde Castle não for mandado para a quarentena, ele assim como sua família morrerá"
— Temos uma ameaça. — Disse Regina séria. — Agora envolve mais do que um homem, uma família inteira.
— Não vamos matar ninguém. — Disse Francis sério. — Vou mandar meus guardas protegê-los, ninguém vai tocar na família de Lorde Castle. E me reunir com alguns nobres, preciso de algum que nos venda os grãos dos quais precisamos. — Disse Francis.
— Vá eu vou precisar ficar aqui mais um tempo. — Disse se sentando. Assim que a porta se cerrou, houveram as reclamações.
— Quando vamos poder falar com o nosso filho? — Perguntou Snow.
— E enquanto a Lola? — Perguntou Regina ameaçadora.
— Eu não sei o que fazer quanto a isso! — Disse Mary alto. — Eu estou tentando não perder outro bebê e a cada hora do dia são cobranças e mais cobranças. Sobre quando vou falar com Francis, quando vou ver Lola.
— Mary... — Disse Emma.
— Não! Querem saber! Meu povo está passando fome fora desses muros! Eu estou tentando ao menos ficar com esse bebê dentro de mim por mais de três meses! E eu odeio a Lola! Ela deveria ter ido embora quando teve a chance e agora ela está amarada ao meu casamento. — Disse rapidamente uma série de coisas que lhe estavam instaladas.
— Você devia tentar ser menos egoísta! — Disse Robin. — Eu não vi minha filha crescer perdi tudo.
— Lola é que é egoísta! — Disse Mary séria. — Ela tinha tudo! E eu estive sozinha, e aqui estou nesse país casada com Francis, eu perdi dois bebês, enquanto Lola, anda por aí com um herdeiro ao trono o que coloca a minha cabeça em risco. — Disse séria.
— Ela está certa. — Disse Regina. — Daremos um jeito nisso. Iremos te ajudar no que precisar!
— Podem começar pela fome, enquanto Francis procura um modo de salvar essa família, nós temos que achar uma maneira de alimentar as pessoas do lado de fora das muralhas. — Disse a Rainha seria, a porta se abriu, Lola estava com sua camisola preta, com o bebê chorando em seus braços, parecia que não dormia a muito tempo. Era a primeira vez que ela e Mary estavam frente à frente.
— Mary eu sei que está com ódio de mim, mas por favor eu não confio ele a ninguém. — Disse Lola. — Eu não durmo desde que dei à luz.
— Lola... — Disse Mary se afastando o que causou uma certa tensão ali na sala. Enquanto o choro do bebê ecoava. A Rainha se inclinou é assim que pegou a criança se apaixonou rapidamente. — Não precisamos ser inimigas... — Disse Mary.
— Eu cometi um erro Mary... — Disse Lola com a cabeça baixa. O que fez Robin sentir pena de sua filha, pena por não te-la acompanhado e instruído. Mary elevou a mão cuja não estava segurando a criança e levantou o rosto de Lola, levemente.
— Você fez uma escolha, todos nós fazemos escolhas. — Disse Mary dura. — Só que a sua custou muito a mim e ainda vai custar ao seu bebê. Vá dormir eu cuido da criança. — Disse palavras tóxicas e sérias, Lola saiu dali com lágrimas nos olhos.
— Você foi dura com ela. — Disse Snow.
— Fui realista. Se tem uma coisa que eu aprendi sendo esposa do seu filho é que o mundo é cruel, e pode ser mortal para os fracos. — Disse Mary séria, o que fez todos se assustarem. O bebê permanecia quieto como um anjo. A porta se abriu novamente dessa vez um escudeiro.
— Minha Rainha, Lorde Daniel requisita a sua presença. — Disse sério.
— Mas meu marido está ocupado. — Disse Mary seriamente.
— Ele deseja falar somente com Vossa Majestade. — Disse o escudeiro por fim, Mary o dispensou. E se voltou a sua família.
— Mãe, Mary e Regina. Quero que façam o possível e o impossível para arrumar grãos para o povo. — Disse seria. — Enquanto a vocês me sigam. É sempre bom ter segurança. — E saíram dali Mary, David, Hook e Robin. Caminharam juntos até a Sala do Trono onde Lorde Daniel já a esperava. Se curvou rapidamente.
— Vossa Majestade, vim lhe informar que já foi cumprida a minha promessa, por sua causa eles morreram e morreram mais. — Disse sério. Mary olhou para os outros visivelmente assustada.
— O que quer dizer? — Perguntou a Rainha num tom embargado.
— Você e seu marido realmente acharam que eu tentaria matá-los com espadas ou adagas. Se tem uma coisa que aprendi com seu marido é que o veneno é a arte de surpreender. — Disse ele sarcástico. Mary estava à beira de lágrimas.
— Se for verdade você vai pagar. — Disse Mary se levantando e caminhando até a as escadas, sentia seus mais novos guardas em sua retaguarda. Estava caminhando em passos pesados e preocupados até os dormitórios da Família de Lorde Castle.
— Quem Francis envenenou? — Perguntou David.
— Seu pai. — Disse Mary rapidamente, não queria tocar naquele assunto.
— Por que? — Perguntou Killian. Assim que chegaram aos aposentos de Lorde Castle, pediram para os guarda abrirem as portas e assim que o fizeram, Mary se apoiou em David e em Killian.
— Estão mortos. — Disse em relação às pessoas caídas no chão. Suas peles em tom de cinza. Os guardas que antes cuidavam dos aposentos agora retiravam seus corpos. Mary se voltou para Robin e David e disse seria.
— Peguem aquele homem é o tragam pra mim. — Ordenou, e ambos desceram as escadas, e Mary logo atrás, junto com Killian caminhou lentamente até a Sala do Trono. Assim que chegaram jogaram Daniel no chão. — Você matou mulheres e crianças! Como teve coragem!?
— Você faria o mesmo, com Lola, com o bastardo! — Exclamou ele. — Você e seu marido são dois assassinos!
— Guardas, joguem-no nas masmorras. — Ordenou seria.
— Mas Mary... Ele vai morrer. — Disse David.
— Meu pai vai vir me buscar! — Disse Daniel.
— Seu pai virá buscar seu corpo... Corpo desfigurado pela praga. É isso que ele vai achar. — Disse Mary autoritária. — Ele deve pagar pelas crianças que matou.
— O que você ganha com isso? — Questionou o Lord.
— Justiça. — Disse seria. — Levem-no! — E assim sucedeu Robin e David o fizeram deixando Killian e Mary sozinhos ali.
— O que ele quis dizer com o fato de você e Francis serem assassinos?
— Francis e eu matamos o pai dele.
CONTINUA...
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