The Start Of Klaine
18 A aposta
Acordei nos braços de Blaine e sem roupa alguma. Levantei com cuidado para não acordá-lo e coloquei uma roupa qualquer.
Pensei em uma maneira de acordar Blaine, pois teríamos que fazer o café da manhã do pessoal. Olhei em volta, e acabei pegando um travesseiro, tomei impulso e pulei na nossa cama distribuindo travesseiradas e rindo muito, é claro.
-Seu filho da...
-Olha a boca Sr. Anderson –ri.
-Que maneira mais delicada de me acordar, não é Kurt?
-Muito delicada e romântica -me inclinei um pouco e o beijei.
-Vem, Levanta!
-Para que?
-Temos que fazer o café da manhã dos meninos.
-Temos?
-É... eu e você somos responsáveis pela comida.
-Desde quando?
-Ah, pare com e interrogatório e levanta.
-Ok,ok –resmungou ele.
Descemos silenciosamente para a cozinha e abri a geladeira, que para a minha surpresa e alegria estava cheia.
-Mestre cuca... O que pretende fazer?
-Panquecas!
-Hum. Bem, você conhece minhas habilidades na cozinha, então... que tal eu ficar apenas assistindo? -Blaine deu uma risada irônica, me fazendo rir.
-Não senhor! Você vai me ajudar.
-Da última vez que cozinhamos juntos você me beijou.
-Verdade, agora chega de papo e me ajuda.
-Como?
-Pegue os ingredientes.
-Ok -abri a geladeira e peguei o necessário, colocando em cima da pia e esperei os comandos de Blaine.
Ele por sua vez, colocou a frigideira com um pouquinho de óleo no fogo, bateu a massa e foi despejando um pouquinho por vez, fazendo as panquecas e pondo em um prato, enquanto eu obsevava apoiado na pia.
-Venha aqui Kurt -não hesitei e fui ao seu encontro. Quando me aproximei, Brendon passou um dedo em meu nariz, sujando-o com a massa.
-Oh! Seu filho da mãe -segurei-o e o beijei, sem que ele percebesse, lambuzei a ponta de meus dedos e passei em sua bochecha. Não me contive e ri.
-Kurt Hummel! -falou ele se limpando.
-Foi o troco!
-Ok. Agora venha aqui -Blaine segurou em minha cintura e me beijou docemente, com a outra mão desocupada, ele entrelaçou nossos dedos.
-Eii. está queimando!! -disse apontando para o fogão.
-Meu Deus! -ele tirou a frigideira do fogo e depois começou a rir.
Uns 15 minutos depois, arrumamos a mesa com as panquecas, mel, manteiga, leite e outras coisas.
-Kuuuurt -me virei e Blaine colocou um pouco de mel em seus lábios -Vem provar, Vem.
-Hum — Mordi meu lábio inferior e o beijei, provando seus doces lábios com mel. Aquele foi um dos melhores beijos que Blaine já me deu, nos beijamos por longos minutos, e paramos apenas quando nos faltou ar. B sorriu.
-Gostou?
-Muito -segurei em sua cintura e a pressionei contra a minha. Com a outra mão, retirei uma mecha de cabelo que ficou em seu rosto e o admirei.
-Seu sorriso é lindo -disse acariciando com meu polegar, seus lábios grossos e perfeitos.
-Você já me disse isso.
-Vale a pena ressaltar.
-Obrigado -entrelacei meus braços em seu pescoço e o beijei novamente.
-Como pretende acordar os meninos? –Blaine sorriu zombeteiramente.
-Não sei, acho melhor sem zoar, eu não deixei Barney zoar você quando estávamos na van.
-Meu herói -eu não me contive e ri.
-Vamos fazer o seguinte... -me soltei dele, peguei uma panela e uma colher de pau. Blaine logo compreendeu e fez o mesmo. Saímos batendo as colheres nas panelas e gritando pelo corredor.
-VAMOS ACORDAR, PRINCESAS!!! –gritei.
-CALA A BOCA VOCES DOIS! -Mercedes gritou do seu quarto.
-SUAS BICHAS LOUCAS, PAREM COM ISSO! -Barney gritou, batendo a porta do quarto com força. Blaine e eu não conseguíamos parar e rir.
Depois que todos comeram, Mercedes e Rachel lavaram a louça, enquanto o resto da turma foi tomar banho. Como sempre, houve briga para ver quem iria primeiro.
Por sorte, tinha um banheiro no quarto meu e de Blaine.
-Vamos nadar mais tarde kur?
-Claro.
-E... quer tomar banho comigo?
-Não sei...-me fiz de difícil.
-Veeem!
-Me convença -Blaine me beijou e foi me despindo, eu fiz o mesmo com ele. Nós fomos aos beijos para o chuveiro. A água escorria pelos nossos corpos, foi maravilhoso. Quando terminamos nosso banho, peguei uma toalha, me sequei e depois a enrolei na cintura. Blaine fez o mesmo. Ele se virou para mim e sorriu maliciosamente.
-E ai, Kur? Gostou? -me segurou pela cintura e chocou nossas testas.
-Este foi o melhor banho que eu já tomei -sussurrei.
-Sério?
-Serio! -eu o beijei novamente -Vamos nos trocar, amor?
-Vamos -ele sorriu e me soltou.
Enquanto isso...
P. O. V Patrick.
Sebastian e eu tínhamos que lavar a louça. E por sorte, eu fiquei no mesmo quarto que ele.
-Sebastian? -o chamei -Vai logo, temos que lavar a cozinha!
-Que saco! Já estou saindo.
-Ah, qual é, vai ser divertido -Ouvi risos dentro do banheiro.
-Pode ser!
Ele saiu do banho e ele se trocou na minha frente, me senti um pouco constrangido, mas não liguei muito.
Fomos para a cozinha e combinei que ele lavaria e eu secaria e guardaria a louça
-Nossa, esse detergente me deu coceira. Olha aqui para ver se fez alguma ferida -ele me mostrou a mão toda ensaboada.
Olhei de perto e em um movimento rápido, Sebastian sujou meu rosto com espuma.
- Sebastian! -reclamei, mas parecia que ele não me ouviu, pois ria muito.
Passei espuma na minha mão e fiz o mesmo com ele. Eu ri muito e não percebi que ele já tinha parado de rir. O silencio tomou conta da cozinha e ambos sérios. Ele se aproximou devagar e depositou um selinho em meus lábios. Correspondi sorrindo.
-S- Sebastian, o que...
-Você não queria? D-desculpe.
-Não. É que eu não esperava.
-Então...
-Então...-dessa vez fui eu que o beijei.
-Você também? -assenti com a cabeça e ele sorriu.
Terminamos de limpar tudo e rapidamente subimos para nosso quarto.
Fim do P. O. V Patrick
-Vamos fazer uma aposta no Guitar Hero?
-Que aposta?
-Quem perder vai ter que pular peladão no lago de noite, e fazer o que o outro quiser.
-Feito Anderson! -apertamos nossas mãos, um modo de selar nosso trato.
-Quer agora?
-Vamos
-Plateia?
-Pode chama-los.
-GALERAA -gritou Blaine.
-Não grita amor!
-Desculpe querido -ele beijou minha testa e foi chamar a galera.
Enquanto isso, liguei o Playstation 3 e conectei as guitarras. Escutei umas conversas e passos, avisando que o pessoal estava descendo.
-Aposto 20 no Blaine! -disse Ted.
-40 no Kurt.
E blábláblá, não entendi muito, pois eles gritavam muito.
-O jogo vai começar!!
-Pode ser o Carry On My Wayward Son?
-Pode B –sorri.
O play foi apertado e começou o jogo.
Sinceramente Blaine estava bem pior do que eu. Errei apenas 3 notas, o que fez minha pontuação subir bastante, enquanto ele errou umas 20 notas, já havia perdido a conta. O jogo terminou e Blaine foi o perdedor.
-Own, querido... Você perdeu -falei em tom de deboche.
-Droga!
-Quer que eu prepare um chocolate quente para você não pegar uma pneumonia? Para quando você sair do lago? –disse rindo.
-Quero! -ele me beijou docemente enquanto o resto da turma gritava para Blaine ir logo para o lago.
-Vai querido! -sorri e lá se foi ele.
Fiquei no chalé, pois não queria ver a cena, fui até a cozinha para preparar o chocolate.
P.O.V Blaine
Droga!Droga!Droga! Perdi a droga do jogo. Perdi. E aqui estou eu, nu, indo em direção ao lago escuro.
-Ê Blaine Anderson. Que bundinha branca, hei -brincou Barney.
-Isso é o que dá por não tomar sol na região -Ted
Dei o impulso e mergulhei nas águas geladas do lago.
-PUTZ, que frio -gritei quando voltei a tona.
-Sai logo dai, senão você vai ficar doente! –Rachel.
-Ok, alguém pegou uma toalha?
-Peguei -gritou Mercedes, ainda rindo.
Sai e me envolvi na toalha, estava morrendo de frio, meus lábios estavam roxos e meus dentes batiam. Subi correndo até a casa e encontrei com Kurt na cozinha.
-Blaine?! -disse ele segurando o riso.
-Eles riram da minha bunda branca K! -disse choramingando e Kurt caiu na gargalhada.
-EEI, pare de rir.
-Não dá.
-Vem, me beija -abri os braços para acolhe-lo.
-Você está molhado!
-E...?
-Tá ok, eu te beijo –o pressionei contra a pia e o beijei, acariciando suas costas, desci minhas mãos até as suas nadegas e dei um tapa nela
-Vai tomar banho, vai!
-Ok, ok -sai resmungando palavrões, enquanto Kurt ria.
Fim do P. O. V Brendon Urie
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