Notas iniciais
Heeeeeeeeeeeeeyy! The Stable Girl ta de voltaaaa gente! Já vou avisando que esse cap. tá forte... Vamos conhecer mais um pouquinho da história da Emma e do Henry... PREPAREM O RIVOTRIL E O CAPS KKKK! Espero que vocês gostem gente... Eu me arrepiei escrevendo a parte da Emma... Boa leituraaa :D

Emma saiu correndo dos estábulos tentando entender o que tinha acontecido ali. Ela tinha beijado a prefeita! E por mais incrível que parecesse, ela tinha correspondido. O beijo tinha sido calmo e ao mesmo tempo urgente... Um jeito impossível de ser descrito...

Além disso... O turbilhão de sentimentos que a atingiram naquela hora foi algo inimaginável. Ela estava se sentindo mais do que atraída... Estava se sentindo... Apaixonada por ela! Isso mesmo! Mas era impossível! Nunca que a loira tinha desejado mulher alguma... Mas aquela mulher... Ela era diferente! Suas pernas ficavam bambas só de imaginar aquele corpo perfeito próximo do seu.

A loira andava novamente pelas ruas de Storybrooke... Estava indo em direção à escola de Henry... Já tinha passado do horário de saída do filho. Enquanto andava também se lembrou dos pequenos flashes que passavam pela sua cabeça... Quando tocou no cavalo Rocinante... Quando beijou Regina... O que significava tudo aquilo?

O que tinha sido aquela mulher arrancando o coração de Emma? Porque ela tinha imaginado aquilo... Mas conforme se lembrava de tudo uma hipótese vinha à sua mente... Será que eram invenções... Imaginação? Tudo parecia tão real! Mas não podia ser! Ela nunca tinha visto Regina em toda a sua vida... Mesmo que, algumas vezes, a morena parecesse familiar...

Como se tudo isso não bastasse Emma ainda tinha seus pensamentos naquela ligação que ela tinha recebido... A chamada do seu ex “marido” tinha sido ruim demais para ela... Foi o gatilho para que a loira se entregasse ao vicio de novo... A bebida e as drogas...

No auge da violência do homem... Henry tinha mais ou menos sete anos! Toda vez que algo ocorria o álcool e, muitas vezes, a cocaína eram a sua saída... A loira já tinha chegado ao ponto de virar dois litros e meio de whisky sozinha além de cheirar muitos... MUITOS... Miligramas da droga. O estado alterado da mulher lhe rendia humilhações do marido e, em certo dia, o infeliz chegou a expô-la para o filho, acusando-a de ser uma bêbada e viciada.

Quando lembrava daquilo, Emma chorava, mas sabia que tinha um menino de ouro ao seu lado... Com sete anos ele já compreendia o que era um vicio e, ao contrario do que o pai queria, ele ficou ao lado da loira e foi a força para que ela se controlasse.

Porém... Diversas vezes Henry chegava da escola e encontrava a mãe sentada no pé da cama (quando não desmaiada) e a carregava pra debaixo do chuveiro. Quando acordava, Emma caia nos braços do menino e pedia perdão por não conseguir se conter... Mas tudo o que ele respondia era: “Você não tem culpa... Você vai conseguir”.

Antes daquele dia, faziam cinco meses que Emma estava limpa... Ela não queria que o filho soubesse que ela tinha tido uma recaída... Deu graças a Deus que seu estado mental estava bem menos alterado naquele momento... Torcendo para que Henry não percebesse nada, Emma seguiu seu caminho em silencio sendo atingida por todos aqueles pensamentos que estavam lhe atormentando naquele momento.

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Regina fechou a porta da mansão e jogou o peso do próprio corpo contra ela, deslizando até se sentar no chão. Como aquilo era possível? Era a Danielle! Ela tinha certeza! Mas como? O destino estava lhes dando uma segunda chance? Era isso?

Mas como aquilo iria dar certo? Como Regina iria explicar para Emma que ela era a reencarnação da sua amada? Pior... Como iria explicar para Dani que ela tinha se tornado a Evil Queen? Como explicar a maldição? A amada a odiaria por aquilo! E se a maldição fosse quebrada? Todos iriam querer matar Regina... Será que Emma ficaria ao seu lado?

Além disso, tinha Henry... Aquele menino... Tinha o nome de seu pai... Não poderia ser mera coincidência... Regina mal conhecia o garoto e já tinha se afeiçoado demais a ele. Era um amor de menino! Quase sempre ele aparecia na porta da mansão ou da prefeitura apenas para fazer uma visita.

Agora, o que não saía da cabeça dela era o fato de Emma estar bêbada quando a encontrou nos estábulos... O que tinha levado a mulher a fazer aquilo? Fora que seu rosto denunciava que ela tinha chorado há pouco tempo. Regina ficou na ânsia de descobrir o que tinha acontecido...

E então veio o beijo... Aquela boca... Aquela delicadeza... Regina não precisava de prova nenhuma... Aquela era a sua prova de que era Danielle ali... Só quis entender o que levou Emma a parar o beijo tão subitamente e a olha-la com uma cara de espanto. Teria a morena feito algo?

Regina so sabia que não ia se contentar com aquilo... Por mais perigoso que fosse, tinha que beijá-la novamente e... Quem sabe... Algo mais? Regina riu com o pensamento “Você vai assustá-la, Regina” foi o que pensou.

Mas de uma coisa Regina tinha certeza: Não iria mais deixar com que a loira sofresse! Iria descobrir os motivos de suas aflições e, assim que possível, acabaria com eles. Nunca mais queria ver a sua Emma (sim... O nome tanto fazia nesse momento...) chorar... Aquilo era uma promessa que ela iria cumprir com a própria vida, se fosse necessário.

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Mary estava indo em direção ao seu carro quando viu o seu novo aluno, Henry, sentado em uma das mesas do pátio. O menino era bem reservado. Não falava muito, só fazia sua atividade em silencio, mas Mary já tinha percebido que ele era um bom garoto.

Ao chegar mais perto, percebeu que o rosto do pequeno estava vermelho, o que mostrava que ele certamente tinha chorado há pouco. Preocupada, Mary se sentou junto com ele:

– Henry, esta tudo bem? – A morena perguntou

– Sim... Sim... – Henry enxugou as lágrimas – É besteira...

– Não pode ser besteira se você estava chorando, querido – Mary enxugou uma última lágrima do rosto da criança – Pode se abrir comigo.

– Professora, você acredita em finais felizes? – Henry perguntou deixando a mais velha um pouco assustada, mas mesmo assim acenou com a cabeça que sim – Pois é... Eu não...

– Por que não Henry? O que houve pra você pensar assim? – Mary questionou

– Sabe... Eu e minha mãe nos mudamos para cá em busca de uma nova vida... Eu senti que devíamos vir para cá... Exatamente para cá... Storybrooke... – Henry respirou fundo – Eu tenho uma história complicada... Meu pai é um filho da...

– Henry! – Mary o interrompeu – Não fale assim...

– Mas é verdade, Miss Blanchard... Ele só fez a minha mãe sofrer... Aquele cara não pode ser meu pai! Daí quando eu tenho a brilhante ideia de vir para uma cidade a quilômetros de distancia dele para ver minha mãe sorrir de novo, parece que o fantasma do cretino ainda nos assombra... Minha mãe dorme chorando todo dia... – uma lágrima correu pelo rosto de Henry – Parece que estamos condenados a ser infelizes para sempre...

– Não diga isso Henry... Tenha certeza de que as coisas vão melhorar... – Mary ficou pensativa – sabe de uma coisa... Eu acho que tenho algo que vai te animar... – a morena tirou um livro de sua bolsa – Hoje de manhã eu encontrei isso aqui no meu armário... Não faço a menor ideia de onde veio... E olha que eu o abro todos os dias! – os dois riram – fica pra você!

– É sério? – Henry sorriu pegando e folheando o livro

– Claro! – Mary se levantou e seguiu para o seu carro – Boa leitura Henry, até amanhã!

Henry abriu direto em uma página com alguns desenhos que mostravam uma tratadora de cavalos e uma amazona* se beijando. Talvez algumas crianças achassem aquilo estranho... Mas Henry sempre tinha aprendido com Emma a respeitar todos... Por isso ele achava aquela demonstração de amor linda... Mas nunca tinha ouvido falar daquele conto de fadas. Ao ler as palavras no livro viu o nome das meninas: Regina e Danielle... Regina... “Estranho” ele pensou... “O mesmo nome da prefeita” e Danielle... Era um nome familiar também... Henry só não sabia de onde...

– Henry! – o menino ouviu seu nome ser chamado ao longe. Quando buscou quem tinha gritado, seu olhar encontrou Emma – Vamos, garoto! Vamos pra casa!

Henry guardou o livro e foi em direção à mãe pensando que talvez aquelas páginas não seriam somente algo que o animaria... Mas, quem sabe, a explicação para tudo?

Notas finais
Gente fala sério... O HENRY É UM PUTA FOFO NAO? E agora ele tem o livro... Será que ele vai descobrir umas coisinhas?? E a historia da Emma? Tensa né?? E a Regina prometendo que nao vai mais dx a Emma sofrer? *-------* TCHUCAAAAA HAHAH DEIXEM REVIEEEEEEEEEEEEWS! AMO VUXEIS! -xox, byebye