Notas iniciais
Olha eu aqui de novoooooo! Hahahhahahah Gente essa fic ficou meio empacada... Mas minha inspiracao pra ela voltou! Espero que gostem deesse capitulo e já vou avisando: PREPAREM OS CORAÇÕES KKKKK Ps: Desculpem qq erro ok? Boa leituraa!

Henry estava cada vez mais obcecado pelo livro que Mary tinha lhe dado. Já tinha lido várias vezes e, curiosamente, conseguia identificar varias personalidades das historias semelhantes às de Storybrooke. Ao chegar ao fim do livro e ver que tudo acabava com uma maldição, depois de vários raciocínios, concluiu:

– Essa história... Ela não acabou ainda! Ela ta acontecendo agora! – Henry se assustou com a própria descoberta – Storybrooke é fruto de uma maldição? Mas... Como ela pode ser quebrada? – o menino pensou mais um pouco – Espera aí...

Henry voltou algumas páginas e chegou a um trecho em que Rumplestilskin contava uma profecia à Evil Queen:

“Quando a maldição se firmar, aquela que foi morta injustamente retornará à vida sem memória alguma. Porém, assim que completar 28 anos, o anjo que lhe foi enviado como protetor descobrirá que é fruto do amor verdadeiro e que apenas a mulher pode quebrar a maldição... Ela será a salvadora!”

– Morta injustamente... Danielle? – Henry pensou – 28 anos? Idade da minha mãe... – ele continuou raciocinando – Prefeita Regina... O mesmo nome da Evil Queen... – ele seguiu – Anjo? Fruto do amor verdadeiro? – o menino abriu a boca em surpresa – Meu Deus! A Emma é a Dani? E... E... – Henry olhou pensativo para o livro – Se a Regina é a rainha... – ele chegou à conclusão final – Eu sou filho dela também?

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Regina ouviu insistentes batidas na porta de seu escritório na prefeitura. Sua secretária tinha pedido demissão, logo qualquer um batia na porta da prefeita a hora que bem entendesse. Ela foi até a porta e abriu-a vendo o pequeno Henry com um misto de raiva e curiosidade na expressão da face.

– Henry? O que voc...

– Nós precisamos conversar, Regina – Henry disse entrando no gabinete. Regina apontou o sofá para o garoto e sentou-se junto dele. Os dois ficaram em silencio e Henry não tirava os olhos do livro como se estivesse tomando coragem para dizer alguma coisa.

– E então Henry? O que...

– Eu sei de tudo, Regina – o menino interrompeu a prefeita que se assustou – Tudo!

Na hora a morena acreditava que se tratava do beijo entre ela e Emma e congelou. Não encontrava palavras para explicar aquilo ao garoto.

– Henry, me desculpa... Eu não sei como você ficou sabendo... Mas... Foi um deslize... Eu correspondi... Mas é que aquele beijo mexeu comigo de tal form...

– Do que você ta falando Regina?

– Do beijo... Entre eu e a sua mãe e...

– VOCÊ BEIJOU A MINHA MÃE? – Henry falou boquiaberto e na hora Regina percebeu que tinha falado demais – Pera... Então não funcionou? Eu não entendo...

– O que não funcionou? – a morena perguntou

– O beijo de amor verdadeiro! – Henry disse como se fosse a coisa mais óbvia do mundo – Era pra ela ter recuperado a memória

– HENRY! – Regina segurou o menino pelos ombros – do que você tá falando? – ela perguntou com medo da resposta.

– Eu sei que você é a Rainha Má – ele disse com um rostinho triste e Regina engoliu em seco – Eu fico triste que você tenha se tornado isso mas... Eu meio que entendo seus motivos...

– Entende? – Regina disse assombrada

– Claro – ele deu um meio sorriso – Mas não digo que concordo... Pelo contrário... Acho que você deve se redimir por tudo que fez e virar uma nova pessoa! – ele sorriu, dessa vez empolgado. Regina olhou para o garoto com lágrimas nos olhos... Sentia que jamais conseguiria mudar... E isso era o que a assombrava.

– Como você descobriu? – a morena mudou de assunto. Ele ficou pensativo – Como você descobriu, Henry? – ela repetiu. O menino não sabia se deveria contar sobre o livro... Afinal quem tinha dado o objeto a ele era a suposta inimiga de Regina... Mas ele confiava nela...

– Com isso! – Henry mostrou o livro para Regina. A mulher pegou e folheou o objeto encontrando, em varias paginas a sua história. Quando viu a passagem da morte de Dani ela, inevitavelmente chorou – É ela, Regina! A Emma é a Danielle... A Emma é o seu amor verdadeiro! Só temos que dar um jeito de que ela se lembre disso!

– Como Henry? – Regina disse com uma lágrima caindo de seu olho – Eu já tentei pensar no que fazer pra que ela se lembre... Mas nada parece ser eficiente o suficiente... Afinal não estamos falando de uma memória... Mas de uma vida passada.

– Ta tudo no livro! – ele disse pegando o objeto e folheando-o até chegar na parte da profecia de Rumple – Olha... Lê isso!

Regina leu e se lembrou do discurso! Na época nada tinha feito sentido... Mas agora... Estava realmente claro o que precisava ser feito

– Ela tem que quebrar a maldição! Mas... – a morena se preocupou – Henry isso não pode acontecer... Se Dani descobrir o que eu fiz... Ela nunca vai me perdoar! Fora que todos da cidade vão querer me matar!

– Eu não vou deixar! – o menino disse pegando a mão da prefeita. A mulher sorriu para ele emocionada

– Porque você está fazendo tudo isso por mim hein? – Regina tocou o rosto do menino e ele riu

– Eu acho que você não leu a profecia direito! – Henry disse e a morena não entendeu – Relê a parte do anjo...

Regina releu a frase por mais duas vezes até que um lapso de consciência lhe bateu:

– Espera aí... – ela olhou para o menino, confusa – Você seria o anjo, certo?

– Isso... – Henry respondeu corado

– Mas se você é fruto do amor verdadeiro você... – Ela se interrompeu por achar que o que ia falar era absurdo demais – Não... Esquece... Não é possível!

– É sim, Regina! – o menino chamou a atenção dela de volta para si – Será que você não percebe as inúmeras coincidências? Como a de o meu nome ser o mesmo do seu pai? – O menino questionou – deve ser algum tipo de resquício de memória sua... – até que concluiu – Eu sou seu filho também Regina!

A morena perdeu a fala. Era aquilo mesmo o que estava ouvindo? Não sabia o que fazer... Dizer... Pensar... Só conseguiu sentir seus olhos se inundarem novamente. Não saberia dizer se, naquele momento, aquilo era verdade ou não... Mas só a ideia lhe pareceu muito boa para fazê-la esquecer a dor da perda de um filho que nem tinha ao menos nascido.

– Meu... – ela gaguejava enquanto acariciava o rosto do menino – Meu filho? – ela questionou e viu o menino afirmar com a cabeça. Ela não se conteve... Abraçou Henry desesperadamente. Há tanto desejava aquele abraço... Nunca pensou que ele poderia ser dado algum dia. Ela olhou nos olhos do menino enquanto limpava as lágrimas e sorrindo disse – Então eu acho que devemos começar a bolar um plano para fazer com que suas duas mães se reúnam novamente.

Henry riu e Regina também... Ali ela não teve duvidas de que aquilo realmente era verdade. O menino tinha várias das qualidades de Dani... Mas era esperto e instintivo como a morena.

Depois de muito conversarem eles decidiram repassar o plano:

– Lembre-se então... A sua parte é a mais fácil... Conte-me tudo o que a Emma se diferencia da Danielle e... – Regina sorriu – é claro... Faz uma boa propaganda minha né! – os dois riram

– Pode deixar mãe! – o menino disse.

Regina encarou-o emocionada, mas o menino parecia não ter percebido o que tinha acabado de dizer

– O que houve? – ele perguntou

– Você me chamou... – ela sorriu – Você me chamou de mãe, Henry!

– É... Já to me acostumando com a ideia! – ele sorriu – Mãe, foco! – ele riu – A sua tarefa também é simples... Conquistar a minha mãe... E eu digo que é simples porque ta na cara que ela já ta caidinha por você!

– Henry!

– Só digo a verdade! – ele se fez de inocente – Ah! Temos que combinar um nome para essa missão ultra mega secreta – ele sussurrou se fingindo de agente secreto fazendo Regina cair na gargalhada

– E qual seria esse nome da nossa missão, agente Henry – a morena brincou

– Hum... Que tal Operação Cobra? Acho que não vamos encontrar nada melhor!

– Gostei! – Regina disse – Então é isso! Operação Cobra em andamento senhor Henry! – ela bateu continência e o garoto sorriu – Mas acho que para que essa missão funcione eu tenho que te levar em casa não é? A Emma não vai gostar nada de descobrir que você esta aqui na minha casa a essa hora – ela olhou para o relógio que já marcava quase oito horas

– Mas já, mãe? – ele disse e Regina sorriu novamente devido ao termo de tratamento

– Sim, garoto! Vamos... Eu te dou uma carona!

Os dois foram conversando sobre as próprias vidas e sobre a missão que tanto planejavam. Ao chegar no prédio onde Henry e Emma estavam morando, eles se despediram e o menino saiu do carro. Porém quando se virou para dar um ultimo tchau para Regina avistou um carro cinza que lhe trazia péssimas lembranças. O veiculo estacionado na frente do prédio lhe foi o gatilho para que explodisse em desespero:

– MÃE! – O menino correu para dentro do prédio.

Regina se assustou e seguiu-o correndo preocupada. Subiu as escadas tentando alcançar o garoto que tinha disparado em sua frente. Ao longe ela pôde ouvir algo duro, poderia supor que era uma pessoa até, caindo no chão seguido de uma fala de Henry

– NÃO MACHUCA ELA! VAI EMBORA!

Regina finalmente alcançou o quarto dos ‘Swans’ e se deparou com uma cena que lhe chocou:

Um homem vasculhava os pertences de Emma enquanto ela estava jogada no chão sendo acudida pelo filho aos prantos.

Notas finais
GOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOD! E AEW?>> HAHAHHA HENRY ESPERTO DEMAIS NEH? E CHAMOU A REGINA DE MÃE *--* NOSSA RAINHA TA NA OPERAÇÃO COBRA MEU POVO HAHAHAHAH E ESSA CENA FINAL? VIXIII SE PREPAREM PARA O PRÓXIMO -xox, byebye