The Stable Girl

3 An Ilusion... Or Maybe a Memory?


Notas iniciais
Pimpolhoooooos! Tavam com sdd dessa fic né? Hehhehehe! Esse cap. eu amei escrever! Tantas emoções para serem descritas! Espero que vocês gostem tanto quanto eu! Ah... Povo que lê Between Cheerleaders and Rebels... Eu sei que tenho bastante leitores naquela fic... Por isso fiquei bem triste pq postei um cap. na terça e só tive três comentários... Sendo que os outros tem de 10 pra cima... Não deixem de conferir pq o cap. ta sensacional e deixem seu review! :) Link: http://fanfiction.com.br/historia/403659/Between_Cheerleaders_And_Rebels/capitulo/17/ Bom... Sobre esse cap... Várias emocoes hein? E vamos conhecer mais um pouquinho da história da Emma... Relaxem que vai ter um cap. mais pra frente completamente dedicado ao passado dela, do henry e desse cara misterioso hehheh Espero que vcs gostem! Boa leitura

Algumas semanas tinham se passado desde que Emma e Henry se mudaram para Storybrooke e Regina percebia que coisas tinham mudado. A partir do momento que os dois se hospedaram na pensão do Granny’s algumas coisas estavam mudando.

O relógio da torre da cidade tinha começado a funcionar, os dias não estavam mais se repetindo... Mas Regina ainda não se conformava com a semelhança de Emma e Danielle. Naquela noite a morena tinha novamente sonhado com a antiga namorada, mas dessa vez o fim do sonho tinha sido diferente:

Regina recebia uma criança na porta de sua casa e um bilhete que dizia...

“Meu amor,

Sei que vamos nos reencontrar novamente! A vida nos dará uma nova chance e essa criança é a prova! Esse é seu filho... Seu nome é ---------

Nesse novo mundo eu terei um novo nome e será -------

Te amo e tenho certeza de que vou matar minhas saudades logo!

–Dani”

Aqueles riscos que tinham cobrido os nomes... Tudo o que Regina mais queria era que eles não existissem. Mais um sinal? Dani estava viva? E seu filho também? Como era possível?

Regina não conseguia parar de pensar naquele sonho. Danielle estava se comunicando com ela? A prefeita tentava se concentrar no trabalho, mas tudo o que conseguia fazer era imaginar um jeito de entender tudo aquilo.

Por um momento, ela se lembrou de Emma e Henry. Seria uma mera coincidência aquela mulher tão parecida com a sua menina ter chegado à cidade e, pior, com um filho junto a ela? Talvez fosse mera fantasia... Mas Regina achava que, de alguma forma, aquela mulher poderia ser Danielle...

Ela precisava pensar... Esfriar a cabeça... Só tinha um lugar onde ela conseguia fazer aquilo e era para onde estava indo naquele momento.

********************************************************************

O copo de whisky estava vazio em cima da mesa depois da 5ª dose. Ouvia-se um choro tímido, mas não era possível ver ninguém sentado em qualquer uma das cadeiras, na poltrona ou na cama. Porém se o olhar fosse desviado para baixo era possível encontrar uma figura loira encarando o vazio com os olhos e rosto encharcados pelas lágrimas.

Henry estava na escola e, naquele momento, aquilo era um alívio! Se o menino estivesse lá durante aquela ligação, a mulher ficaria sem saber o que fazer.

O homem que tinha desgraçado a vida dos dois tinha acabado de ligar furioso exigindo que os dois voltassem para Boston. Emma se recusou é lógico! Não deixaria que ela e seu filho fossem alvos de violência novamente.

Ela queria que sua vida mudasse porque, nos últimos anos, seus dias se resumiam em tirar o “marido” das ruas depois da noite de porre e tentar explicar a situação para o filho. Aquilo não era vida! Ela perdera todo o prazer de viver no momento em que se juntou com aquele covarde.

Sua única esperança de felicidade era seu filho! Aquela criança que, surpreendentemente, nunca tinha sentido falta do pai! Nem pareciam ter o mesmo sangue! Não tinham nenhum tipo de ligação. As vezes Emma se pegava pensando se em algum momento ela tinha traído o marido e, quem sabe, Henry seria filho de outra pessoa.

Ela desejava que isso fosse real, mas não era! A loira se condenava por ter sido idiota em ser fiel todos aqueles 10 anos da sua vida enquanto, quase que toda semana, ela pegava o homem com outra mulher na cama dos dois...

Emma não conseguia deixar aquela vida por dois motivos: não queria que o filho crescesse sem pai e sabia que, mesmo separados, o homem iria infernizar a vida dela para sempre. E aquela ligação tinha sido a prova.

Ela estava transtornada! Com raiva, ódio, nojo, mas, acima de tudo, medo! Medo não por causa dos xingamentos que ele tinha feito a ela. Não devido às ameaças de morte que ela tinha ouvido. Mas porque ele tinha deixado claro que faria tudo para tirar Henry dela. Aquilo era pior que qualquer dor, qualquer sofrimento, qualquer agressão!

Henry era o menino mais maravilhoso do mundo. Uma vez, chegou a enfrentar o pai para defendê-la, lhe rendendo uma dolorosa bofetada na face. Aquela também tinha sido a vez que Emma quase matou-o pulando no pescoço do homem e quase estrangulando-o. Só não fez aquilo porque, novamente, o seu pequeno tinha segurado-a e dito: “não se rebaixe ao nível dele!”.

Aquelas palavras tinham sido o empurrão para que Emma decidisse ir embora com o filho e reiniciar sua vida. Discutiu com o marido e deixou o pouco de dinheiro que ela tinha para que ele a deixasse em paz mesmo sabendo que aquilo não aconteceria.

E agora lá estava ela. O copo estava na mesa porque não era mais necessário, o gargalo da garrafa era seu melhor amigo naquele momento. O único que conseguia afastar seu sofrimento. Era quase possível ouvir o barulho das lágrimas caindo sobre o piso de madeira devido ao silêncio. O choro podia ser violento, mas a expressão de Emma era fria e não mudava por um segundo sequer.

Sua visão estava turva, tanto pela bebida como pelos olhos marejados. Como era possível? Ela nunca conseguiria ser feliz? Será que encontraria a pessoa certa?

Emma olhou para o relógio: Meio dia! Henry sairia da escola em uma hora. Ela precisava se recompor. O filho não podia vê-la naquele estado! Ela se levantou e cambaleou um pouco por causa da tontura causada pelo álcool.

Colocando sua jaqueta vermelha ela saiu andando pelas ruas de Storybrooke tentando parecer sóbria. Ela andou sem rumo virando em ruas que nunca tinha conhecido. Uma delas revelou um chão de terra e uma espécie de casa num campo aberto no final dela.

Algo estava puxando-a para aquele lugar. Parecia familiar aquela visão. Continuou caminhando até chegar à construção e perceber que estava em um estábulo. Tinham vários cavalos ali que, instantaneamente, relincharam assim que ela apareceu.

Emma achava que estava louca, pois parecia que os animais estavam felizes em vê-la ali. Andando pelas baias, um dos cavalos chamou sua atenção: Rocinante. O belo animal parecia ter saído dos contos de fada! Era maravilhoso e esbelto. O alazão colocou a cabeça para fora e inclinou-a em súplica por um carinho da loira.

A mulher estendeu a mão e acariciou o animal. Naquele momento, cenas embaralhadas começaram a passar pela sua cabeça: ela beijando uma mulher morena maravilhosa de cabelos negros longos. Assim que a visão se clareou ela viu um rosto: Regina.

Aquilo fez com que ela voltasse a si! Regina? Porque ela estava beijando a prefeita? Aquilo parecia um sonho, mas ao mesmo tempo parecia uma lembrança. Porque aquela espécie de flashback de um evento que não fazia o menor sentido tinha acontecido naquele momento?

Ela olhou para o cavalo na sua frente. Os olhos negros do animal eram tão expressivos que pareciam querer se comunicar com Emma. A conexão dos olhares que ali se estabeleceu foi uma troca cúmplice. A loira sentiu que conhecia aquele corcel ali na sua frente há muito tempo.

Emma perdeu-se na profundidade das pupilas de Rocinante de tal forma que nem percebeu que eles já não estavam mais sozinhos:

– Emma? – a voz rouca e aveludada tomou conta dos ouvidos da loira e tirou-a do transe.

Se virando ela encontrou novamente o rosto que há poucos minutos estava tão perto do seu, ainda que em pensamento. A única mudança que Emma podia notar era nos olhos. Na visão eles estavam tão alegres e cheios de emoção... Tão... Apaixonados! Ali, ao vivo, a loira via um olhar vazio e sofrido, beirando o desespero. Era a primeira vez que a mulher analisava os olhos de alguém e podia afirmar: Regina tinha sofrido muito na vida.

– Você ta bem? – Regina se aproximou, um pouco demais, talvez, e percebeu que ela tinha chorado – O que aconteceu?

– Eu... to... bem, Regina! – Emma embaralhou um pouco as palavras e tropeçou no próprio pé. Regina conseguiu sentir o cheiro de álcool no hálito da loira.

– Emma você ta bêbada? – Regina segurou o rosto da loira e olhou no fundo dos olhos dela, se lembrando imediatamente de Dani. Ver Emma com tanto sofrimento no olhar lhe apertou o coração.

A loira sentiu o coração acelerar assim que a prefeita tocou-a. Que conexão era aquela? Porque ela estava se lembrando daquela visão novamente? Emma não estava suportando aquela distância e, por impulso, como se aquilo fosse natural, quebrou-a colando os lábios nos de Regina.

A morena se assustou num primeiro instante, mas depois se entregou. Aquela suavidade da boca da loira a deixou encantada. O beijo não era uma simples luxúria! Tinha sentimento, paixão... Amor? Era isso mesmo? Regina estava apaixonada por Emma?

A visão que a loira teve anteriormente veio de novo à sua mente, desta vez com uma continuação: Uma mulher enfiava a mão no seu peito de uma forma que atravessava-o e ao tirá-la trazia consigo o seu coração.

Emma quebrou o beijo assustada e levou a mão aos lábios tentando entender o que tinha feito, o que tinha visto e, principalmente: o que tinha sentido! Não era algo normal! O coração da loira batia muito rápido, sua respiração ofegava e ela sentiu todas as suas dores sumirem.

Olhou para a morena que estava tão confusa quanto ela. Nenhuma das duas conseguia dizer alguma coisa. Regina parecia confusa e chocada mas não arrependida... Já Emma... Era impossível discernir o que ela estava sentindo pois eram tantas emoções embaralhadas que vieram como uma bola de neve e se atrofiaram mais por conta do estado alterado da loira.

– Eu... Eu sinto muito... Eu... Não devia ter feito isso. – foi tudo o que Emma conseguiu dizer antes de sair correndo dali dos estábulos.

Regina ainda estava paralisada no mesmo lugar em que a loira a soltara. Aquele jeito de beijar... Aquele carinho... Aquela profundidade... Aquela boca... A morena não precisava de mais nenhuma prova... Depois daquele toque ela tinha a plena certeza! Com os olhos lacrimejando e um singelo sorriso, ela só conseguiu dizer um nome enquanto via a loira se afastar:

– Dani!

Notas finais
OMGGGG! KKKK OQ ACHARAM? Regina ja tem plena certeza que a Emma eh a Dani... Talvez alguns achem que isso foi rapido demais... MAS TEVE UM SALTO DE TEMPO Eu decidi fz assim pq pra mim todo cap. tem que ter um acontecimento que nos deixe com o coracao na boca... e esse foi o unico que eu consegui pensar para continuar a historia! Emma tendo flashbacks hein? E o bilhete no sonho da Regina? AHHHH NESSE CAP. TEM UMA BELA PISTA DE UM ACONTECIMENTO QUE TERÁ DAQUI A ALGUM TEMPO... A PISTA TA BEM DISCRETA... SERÁ QUE ALGUÉM PERCEBEU? SE ALGUEM DESCOBRIR E FALAR NOS COMENTS EU REVELO BLZ? DICA: A PISTA ESTÁ NA PARTE DA EMMA NO QUARTO DE HOTEL... Eu particularmente amei o cap! hehehe DEIXEM REVIEWS TAAA???? -xox, byebye!