The Scientist

17 Paris I - "As pessoas certas, no lugar errado"


Notas iniciais
Heeey, people! Sim, eu demorei, mas ei, eu disse que iria demorar! Não iria demorar tanto, mas rolou uns probleminhas pessoais que me fez refrear muito. Mas voltei com tudo e cheia de vontade escrever. Não esqueçam de ler as notas finais que tem aviso importantíssimo cheio de noticia boa. Boa leitura, querido leitores =D

06 de março.

Vôo para Paris. Ponte Neuf. Paris, França.

Quanto o ser humano é capaz de suportar sob as opressoras prisões do tédio? Annabeth pensava nisso durante a viagem. Ela bufava impaciente a cada trinta e dois segundos. E acredite, era exatamente esse tempo, ela estava contando. Ela se virou para olhar para Percy. Ele tinha conseguido vencer sua fobia e estava sentado ao lado dela na poltrona do avião. Dessa vez eles estavam na primeira classe.

–O quê houve, Percy? –ela perguntou vendo-o com o semblante preocupado.

Percy suspirou, encostou a cabeça na poltrona com o rosto virado para cima e fechou os olhos. Ele parecia se controlar para não fazer aquela cena que os homens julgam ser extremamente constrangedora: chorar.

–É a minha mãe. Os medicamentos não estão mais funcionando e ela teve que trocá-los novamente. –Ele segurou a mão de Annabeth, que estava apoiada no braço da poltrona. -Ás vezes eu queria poder fazer alguma coisa.

–Então foi por isso que você demorou tanto dentro do barco do seu pai? Era porque você estava horas no telefone antes de irmos, não é? –ela indagou e entrelaçou seus dedos na tentativa de confortá-lo.

–Isso e o fato do meu pai estar bêbado e chorando dizendo que não era queria que eu fosse embora.

–Céus, ele fez isso? –Annabeth sorriu para ele.

–Você não imagina a cena. –Percy deu aquela risada rouca e sexy que fazia todos os pêlos do braço de Annabeth se arrepiarem.

Ela repousou a cabeça no ombro dele. Daquela vez ele tinha ficado na janela, e no momento, ele observava toda a paisagem do lado de fora. Se os cálculos de Annabeth estivessem certos, eles estavam sobrevoando a Sérvia no momento. Logo o silêncio se instalou de novo entre eles dois e o tédio voltou a castigá-los.

Até que Annabeth teve uma daquelas ideia que sempre deixavam Percy constrangido.

–Percy? –ela chamou baixinho.

–Fala, Annie. –ele virou o rosto para encará-la.

–Vamos fazer sexo?

Percy ficou vermelho como um pimentão e ajeitou a gola de sua camisa social que estava sendo coberta por um suéter.

–Me diz que você não está pensando em transar no banheiro do avião. –ele suplicou fechando os olhos.

–Eu não quero transar em um banheiro de avião. –ela atendeu ao pedido, mas logo depois deu um sorriso travesso. –Pronto, agora que eu falei o que você pediu você pode fazer o mesmo por mim. Vamos fazer sexo no banheiro do avião?

–Annabeth, não!

–Vamos, Percy. O banheiro daqui é enorme e luxuoso. É a primeira classe, cara. –ela disse como se aqueles fossem os argumentos mais óbvios para convencê-lo.

–Eu tenho medo de fazer qualquer coisa estando a mais de 30 mil metros de altura. –ele rebateu.

Annabeth agarrou a gola de sua camisa e o puxou para um beijo. A língua dela explorou a boca dele e sugou o ar de seus pulmões. E para finalizar ela mordeu os lábios dele puxando-os com força.

–Faço você esquecer seus medos rapidinho. –ela disse e se levantou da poltrona indo em direção ao banheiro.

Ela andou calmamente até lá, deu um ou dois acenos para uma aeromoça e entrou no local com um sorriso safado brincando em seus lábios. Ela começou a desabotoar lentamente a sua blusa social branca, revelando um sutiã da mesma cor. Ela estava até pensando em tirar a sua saia verde musgo, mas espera que Percy fizesse esse serviço por ela. Annabeth observou o banheiro. Lá tinha uma pia e torneiras de ouro, um vaso também em tom dourado. As paredes eram de cor marfim e se intercalavam com algumas partes revestidas de madeira. E tinha mais ouro, é claro. Pelo visto o rei Midas tinha passado por ali. Era espaçoso, caberiam umas cinco pessoas obesas lá dentro. Apenas não tinha chuveiro ou uma banheira, mas ainda assim era muito melhor do que o da classe econômica.

Batidas ecoaram na porta e Annabeth pode ouvir alguém bufando impaciente do lado de fora. Ela a abriu lentamente e logo Percy entrou na velocidade da luz e trancando-a. Ele estava, provavelmente, com medo de ser pego.

–Até que fim, não é?Que demora, hein. –Annabeth brincou com os botões da sua blusa e fez bico. –Eu cheguei a pensar que você não vinha mais.

–Você vai se arrepender por isso. –Percy tirou o suéter e desabotôo-ou arrancou, o que você preferir – os botões de sua camisa, ficando com o peito desnudo. –Eu estou ficando meio viciado em você, sabia?

Annabeth não sabia o que responder a aquela pequena declaração. Seu coração até bateu de uma forma desgovernada. Ela sorriu, desabotôo o seu sutiã e disse:

–Você parece muito paciente para alguém que quer alimentar o vicio.

–Que audácia, senhorita Chase. –Percy retrucou.

Ele apertou os seios dela com vontade, firmeza e ao mesmo tempo cautela para não machucá-la. Depois a beijou, o beijou foi descendo para o queixo e migrou até o pescoço. Os locais onde os lábios de Percy passavam, deixam um rastro de saliva quente. Ele passou o nariz no vale entre os seios de Annabeth e sorriu vendo-a se arrepiar e seus mamilos se enrijecer.

–Eu quero te lembrar que isso é pra ser apenas uma rapidinha no banheiro do avião. –Annabeth disse. – Faz o favor de não demorar muito.

–Cale a boca, por favor. –Percy beijou o seu seio esquerdo e completou: — Você fala demais.

E então ele atacou de vez enfiando tudo o que podia na boca. Chupo-os com força até deixá-los vermelhos. Depois ele abriu o zíper da saia de Annabeth e tirou a peça de roupa sem nenhuma delicadeza. Ele tirou a calcinha dela com a mesma rapidez. Seus dedos ágeis não demoraram a entrar dentro dela e estocarem com força, sentindo-a ficar cada vez mais molhada.

Percy parou quando viu-a revirar os olhos, anunciando um orgasmo eminente. Annabeth soltou um muxoxo e esfregou as coxas uma na outra procurando alívio.

–Desculpa, Annie, mas como você disse: isso é pra ser apenas uma rapidinha no banheiro do avião. –Percy sussurrou no ouvido dela.

Percy a virou de costas para ele e Annabeth espalmou suas mãos na parede do banheiro. Ele tirou a calça junto com a cueca e passou uma das mãos pela bunda dela e a apertou. Annabeth gemeu aprovando o ato e Percy deu uma risada baixinha. Ela se empinou para ele e Percy a envolveu com um braço.

–Se eu te machucar ou estiver sendo muito rude, me avise – ele disse.

E sem mais avisos prévios, ele entrou dentro dela. Ele dava estocadas lentas, mas firmes, tão firmes que o corpo de Annabeth ia pra frente toda vez que ele estocava. Estava inverno do lado de fora, até mesmo dentro do avião fazia frio, mas ali dentro o calor era desértico. O suor escorria da testa de Percy e pingava no ombro de Annabeth. Ele distribuía beijos molhados no pescoço e nos ombros dela. Percy começou a estocar mais rápido e com mais força. Se não fosse pelo o seu braço segurando firmemente o corpo de Annabeth ela teria dado de cara na parede com tudo.

Percy se descontrolou um pouco e perdeu a destreza nos movimentos. Annabeth sentiu um incomodo no útero e deu alguns tapinhas na coxa dele. Percy refreou os movimentos e abraçou de uma forma carinhosa.

–Me desculpa. Você sabe que nunca foi minha intenção te machucar. –Ele disse enquanto continuava se movimentando mais devagar.

–Não chegou a machucar. Só... Só tenha cuidado. –Annabeth se atrapalhou com as palavras que eram picotadas pela sensação de prazer.

Percy continuou a se movimentar. Sua mão direita, involuntariamente, se entrelaçou com a dela que ainda estava apoiada na parede. Ele pegou a mão esquerda dela e a levou até o seu clitóris, fazendo assim com que os dois a estimulassem ao mesmo tempo. Annabeth achou aquilo engraçado e altamente prazeroso, os dedos dele e dela revezavam para acariciar a região.

–Vem. –Percy pediu.

Ele não agüentou muito tempo e gozou. Annabeth continuou se estimulando e Percy deu mais umas três estocadas até que ela chegou ao ápice também. Ela, automaticamente, ficou meio mole nos braços dele. Percy deu aquela gargalhada gostosa de ouvir.

–Você fica muito cansada após fazer sexo. –ele observou.

–É que você rouba todas as minhas energias, garotão. –Annabeth retrucou fazendo-o rir.

Percy a virou para si, abraçando-a e distribuindo beijos pelo rosto dela. Annabeth se sentiu diferente sendo tratada daquela forma, afinal ele estava sendo carinhoso e isso não era tão comum, pelo menos não com o Percy de vinte sete anos. Ele pareceu ficar perdido no aroma dos cabelos suados dela, pois seu nariz estava escondido ali. E ela apreciou o cheiro de sexo que pairava pelo ar ao mesmo tempo em que tentava refrear os sentimentos confusos que sentia por Percy, principalmente porque ela não sabia o que ele sentia por ela.

Três batidas, que pareciam insistentes, soaram na porta. Annabeth revirou os olhos quando Percy rompeu com o abraço, começou a colocar suas roupas rapidamente e sussurrando que aquela não tinha sido uma boa idéia.

–Olha, eu saio primeiro e você finge que está sentindo dor. –Annabeth avisou quando os dois terminaram de vestir suas roupas.

Ela abriu a porta lentamente e deu de cara com uma senhora com uma expressão aflita e uma aeromoça – a mesma com quem Annabeth tinha se identificado e até conversado animadamente antes do vôo – atrás da idosa.

–Desculpe-me, senhorita Chase. –disse aeromoça que Annabeth tinha vergonha de não saber nem mesmo o nome. –Mas a senhora Parks está reclamando que o banheiro está ocupado há exatos trinta minutos e bem, digamos que ela está ansiosa para usá-lo.

Annabeth abriu a boca e soltou um “ah” para fingir um arrependimento pelo ocorrido.

–Me desculpe senhora Parks, mas o meu noivo tem um sério problema de indigestão, sabe? –Annabeth disse fazendo uma careta como se o cheiro dentro do banheiro não estivesse muito bom. –Não é, amor?

Percy apareceu na porta com a mão na barriga e as costas envergadas. Ele tinha esfregado o rosto (deixando-o levemente corado) e bagunçado ainda mais o cabelo negro.

–Ai. –ele fingiu um gemido de dor. –Desculpa senhora, mas... Aí!

–Está vendo, senhora Parks? Ele está realmente mal, coitadinho. Sorte que eu ainda tinha mais um remédio para ele na minha bolsa. –Annabeth fez seu famoso e convincente beiço e balançou a cabeça em confirmação.

A senhora Parks tinha os olhos fechados em fenda. E a aeromoça simpática se controlava para não rir atrás dela.

–Então, você está me dizendo que para defecar o seu noivo precisa que você esteja no banheiro? – a velha perguntou.

Annabeth mordeu os lábios para não cair na gargalhada. Céus, aquela mulher deve ter vivido no século XXI, por que ninguém mais falava “defecar” desde aquela época. Percy agora estava verdadeiramente vermelho e a aeromoça tinha se virado de costas, talvez rir de escárnio de um passageiro não fosse aceitável para a profissão.

–É que, como eu vou dizer isso pra senhora... O problema dele é mais grave. –Annabeth começou a dizer. –E em momentos de crises assim, temos que usar o supositório.

–Annabeth! –Percy a repreendeu.

–Desculpe, isso foi um espirro. –disse a aeromoça para disfarçar a risada.

–Ah, pelo amor de todos os deuses, perdão, minha menina. –A senhora se desculpou.

–Ah, não tem problema, senhora Parks. –Annabeth sorriu, gentil. –Já pode usar o banheiro agora. –ela acenou com os braços para dentro do local.

A senhora Parks fez uma careta, provavelmente temendo o odor que a esperava da porta para dentro.

–Acho que vou usar o banheiro da classe econômica, querida. –a velha disse e foi-se andando pelo corredor do avião.

–Espero que tenha se divertido, Annabeth. – a aeromoça lhe cumprimentou. –Evite demorar muito em rapidinhas nos banheiros dos aviões. –a mulher piscou um olho para ela e também sumiu de vista.

Annabeth se virou lentamente na direção de Percy e sorriu quando o viu a olhando cética. Ela não agüentou e deu os tão benditos risos que estava prendendo. Percy, ainda de cara emburrada, praticamente a carregou até os seus lugares enquanto ela tinha a sua crise de risos e as pessoas a olhavam desconfiada.

Quando já estavam sentados nas poltronas, Annabeth começou a beijar o rosto dele para ver se a expressão carrancuda dele se desfazia.

–Ah vamos, Percy. Foi divertido. Não tem por que ficar chateado. –ela tentou convencê-lo.

–Não estou chateado com a idéia de termos feito sexo no banheiro. Foi a melhor idéia que você já teve! –ele suspirou se rendendo aos beijos que ainda estavam sendo distribuídos em sua face. –Fiquei puto com o que falou com aquela senhora.

Annabeth arqueou uma sombracella. Ela se lembrava de Percy falando palavrão, claro, mas ele não fala com muita freqüência, só quando estava irado, amedrontado e mais recentemente ela havia descoberto que ele também dava surtos de palavreado baixo perto de um orgasmo.

–Ah, Percy foi só uma brincadeira pra gente se safar. A velha devia ter uns oitenta anos, eu não podia dizer que estávamos trepando no banheiro do avião.

–É, mas não foi você que se passou como a pessoa que tem coisas sendo enfiadas no cú!

Annabeth gargalhou de verdade e se aconchegou mais ainda em Percy. Seu braço abraçou o pescoço dele e sua cabeça descansou em seu ombro. Ela gargalhou mais um pouco e Percy grunhiu, mas não a afastou e depois de um tempo chegou até a acariciar-lhe os cabelos.

Ela deu um pequeno cochilo sabendo que aqueles seriam seus últimos momentos de paz.

[...]

–Nós estamos casados há um ano, por via das dúvidas. Somos o Sr e a Sra Anderson. E estamos curtindo o nosso aniversário de um ano de casados. –Annabeth explicou a Percy.

Eles estavam fazendo reservas na recepção do grande Pallace de Paris. E, é claro, estavam usando nomes falsos. Ela ainda explicava a ele tudo o que eram para fingir, quando Daniel chegou.

–Annabeth. –ele a abraçou sussurrando seu nome em seu ouvido. E ficando entre ela e Percy –Senti sua falta.

–Ah, olá Daniel. –Annabeth se desvencilhou do abraço e não ficou muito tranqüila ao ver ciúmes estampado no rosto de Percy. –Como vão as coisas?

–Corridas. E ainda temos um evento a comparecer. –Daniel se virou para Percy com o rosto levantado e o avaliou de cima a baixo. –Parece que o nosso querido cientista se esqueceu de um evento importante, não é?

–É só uma premiação qualquer, Crawley. –Percy respondeu. –Olhe, eu não estou com saco pra ficar te aturando. Onde Jason está?

–Ele disse que estaria lhe esperando na Ponte Neuf. –Daniel respondeu ríspido e se virou para Annabeth com um sorriso iluminado. –Vamos sair pra tomar um café, Annie?

Ela olhou para Percy logo atrás de Daniel. Ele não havia pedido para ela ir com ele, mas ela sabia que se ficasse e saísse com Daniel para tomar um café, iria chatear o homem de olhos verdes mar.

–Me desculpe, Daniel, mas eu preciso saber como Jason está. –ela respondeu e se colocou ao lado de Percy. –Prometo que quando voltar,vamos discutir as questões importantes envolvendo a missão.

Percy estendeu o braço pra ele e fez algo que a fez se sentir importante: ele não olhou com escárnio para Daniel, não fez daquilo uma competição como o britânico estava fazendo, não fez dela um objeto sendo disputado. Ele apenas apertou mais um pouco o braço dela que estava dado com o seu e andou calmamente até a saída do hotel.

[...]

Jason estava de costas para eles que chegavam caminhando. Annabeth só soube reconhecê-lo por causa dos cabelos loiros e a postura confiante. Ele olhava para o Rio Sena logo abaixo da ponte. E por incrível que pareça a ponte estava quase vazia naquele dia, com apenas poucas pessoas passando por ali e um casal muito bem agasalhado a direita de Jason.

Annabeth fechou mais o seu sobretudo bege sobre o corpo. Fazia muito frio em Paris naquela época do ano. Jason se virou, sua cicatriz quase imperceptível em seu lábio inferior , adquirida depois da sua em Madrid, tremeu. Annabeth reconheceu aqueles sinais: era puro nervosismo. Ela e Percy pararem em frente ao loiro. Percy sorriu e o abraçou. Annabeth, porém, não fez o mesmo e fitou com frieza o rapaz.

–Pode começar a falar, Jason. –ele ordenou.

–Como você... Esquece, sendo da profissão que você é, você já deve ter sacado tudo. –Jason suspirou e passou a mão pelos cabelos curtos.

–O que ta rolando, cara? –Percy perguntou desconfiado e intercalando o olhar entre Jason e Annabeth.

–Trouxe pessoas conosco. –Jason falou. –E que sabem coisas cruciais sobre a missão.

Annabeth ficou de boca aberta. Ela já tinha entendido tudo. O casal ao lado a direita era a responde para aquele nervosismo de Jason. A raiva subiu a sua cabeça. Agora, mais gente estava envolvida e mais dificuldades pela frente.

Ela nem precisou se virar para saber quem estava lá.

–Mas que droga vocês estão fazendo aqui? –ela gritou, sim gritou, não se importava com quem ouvisse.

O casal se aproximou deles. O homem, baixo e magro, tirou um chapéu da cabeça e levantou o rosto para que pudesse ser visto. Os cabelos cacheados do homem voavam ao vento. A mulher ao seu lado retirou o lenço azul marinho dos cabelos e se livros dos óculos escuros. Suas orbitas caleidoscópias mudavam de cor e sustentavam o olhar raivoso de Annabeth.

Ali, sobre uma ponte no centro da cidade parisiense, estavam Leo Valdez e Piper Mclean.

Notas finais
PS: Como sempre, desculpem qualquer erro. Então, galera. Quero recompensar a demora e como estou de férias me veio a ideia perfeita a mente: MARATONA! Isso mesmo, vc não leu errado. Faz o seguinte, me convença a postar toda a estádia deles em Paris no período de uma semana. Sabe como? Comente, filho. Comentar é simples se comparado ao trabalho que vou ter pra editar e escrever os capítulos. Maaas, estou disposta a isso. E seu comentário vai ser o empurranzinho que faltava pra mim. O que acham? =) Comente aqui em baixo e vamos ser feliz, galera. FELIZ!