The Scientist

10 Madrid III- "Sexo em chamas"


Notas iniciais
Hey people. Apareci no tempo certo, viram? Então, talvez vocês já tenham reconhecido que o nome do capítulo é uma música, no caso "Sex on fire" do Kings of Leon. Ou seja, quando começar as partes quentes escute a música. Vai fazer tudo ficar melhor. Tem hentai, quem não gosta não leia. E quem goste, aproveite. Boa leitura :)

14 de fevereiro.

Comemoração do Día de San Valentín, Plaza Mayor.

La Calle de las Coches, Madrid, Espanha.

Annabeth estava parada bem no centro do Plaza Mayor. A estrutura do local era linda: um conjunto de lojas, todas feitas com uma arquitetura antiga que rodeavam uma praça a céu aberto. Ela olhava para o céu que, sob a luz das estrelas e sob a luz dos efeitos do lugar, ficava de uma magnitude esplêndida. Ela passou tanto tempo olhando lá pra cima e imaginando um universo alternativo feliz, que nem percebeu quanto uma voz sombria chamou seu nome.

–Annabeth. –disse o cara atrás dele. –Ficar pensando na morte da bezerra durante uma missão pode literalmente fuder com você.

–Obrigada pelas palavras, Nico. Confortantes como sempre. –ela retrucou e abaixou os olhos para olhar para ele.

–Você só precisa ter mais atenção, loira. –disse ele a abraçando.

O abraço foi rápido, eles não podiam levantar suspeita. Nico Di Ângelo era um velho amigo de Annabeth, ela o conhecera antes de mesmo de Piper ou Frank. Ela, Nico e Thalia Grace faziam parte da divisão inicial da CIA, quando eles tinham apenas 17 anos e estavam iniciando. Nico e Thalia foram para o mesmo departamento fora do país, o que resultou em uma proximidade exagerada e depois em um casamento. Annabeth fora mandada para Chicago, onde conheceu Piper e depois Frank.

Nico fumava um charuto, ele estava um pouco mais magro e os cabelos negros que ele adorava deixar na altura do ombro e caindo pelos olhos, fora cortado no estilo polonês, com direito a costeletas e tudo mais. Outra coisa que estava diferente nele era um bigode ridículo e os pelos de uma barba crescente no seu rosto.

–Você está horrível. –comentou Annabeth.

–Então significa que o disfarce está funcionando.

–Onde está Thalia? –perguntou ela com saudades da amiga.

–Não te interessa. –respondeu ele com olhar baixo. Aquilo significava que ele não poderia contar nada.

–E o quê descobriu?

–Tome esses papéis. –ele lhe estendeu duas folhas de caderno. Ela as pegou e ele continuou a falar: — Adeus. Até uma próxima.

E com esse reencontro caloroso, Nico Di Ângelo praticamente sumiu entre as sobras da linda noite de Madrid. Ele era agente duplo, ou seja, fingia trabalhar para o inimigo como espião da própria CIA, mas na verdade estava levanto todas as provas e informações dos vermelhos para o lado aliado.

Annabeth abriu os papéis: eram nomes de cidades européias. Moscou, Kiev, Paris, Berlim e Veneza. Era um quebra cabeça que começava no nada e ia até lugar nenhum. Ela dobrou as folhas de caderno e guardou no bolso da calça. Suspirou e voltou a observar o céu.

Então, ela sentiu alguém a abraçar por trás. Já havia acontecido muito isso naqueles dias, os espanhóis eram safados e adoravam agarrá-la pelas ruas. Mas aquele abraço era diferente, era carinhoso e, até o momento presente, não continha malicia. Era Percy, com certeza.

Ele lhe deu um beijo na bochecha dela e ficou na frente dela.

–Não pensei que quando você disse “te vejo no Día de San Valentín”, você quisesse dizer te vejo no Día de San Valentín. –ele sorriu torto pra ela.

–Estive ocupada durante esses três dias que se passaram. –ela disse. –Tive que ir Barcelona com Daniel.

–Ah sei. –Percy desviou os olhos para o chão por um momento, depois os fechou com força e voltou a abri-los e seu olhar tinha um tom mais escuro de verde. –Você anda muito tempo com esse Daniel.

–Ele é um colega de trabalho, Percy. –ela chegou mais perto dele e abraçou seu pescoço. –Não precisa ficar com ciúmes dele.

–Não estou com ciúmes dele. –ele suspirou e tirou as mãos do bolso da calça para abraçá-la pela cintura. –Eu só... senti sua falta.

Eles ficaram abraçados ali por um tempo, não tinha necessidade de romper com o abraço. Annabeth gostava daquele carinho que ele lhe dava e ela sabia que ele precisava. Convivera muito tempo com ele pra reconhecer quando ele estava triste ou assustado. E naquele momento ele estava nas duas situações.

–Felíz dia de San Valentín, chicos. –um casal de senhores de terceira idade os cumprimentou.

–Vale – responderam Annabeth e Percy em uníssono.

–Eles ficam legais mesmo nessa época do ano. –Percy sorriu novamente para ela.

–Então vamos, parar com esse drama de ficar abraçados iguais depressivos no meio da praça e curtir a noite? –Annabeth perguntou.

–Bem, eu até gosto do drama de ficar abraçados, mas os espanhóis estão dando comida de graça e eu estou com fome. –ele respondeu.

Ele segurou a mão dela e eles foram até as barracas de comida. Comeram Tacos e Spaguetteria. Percy andou de barraca em barraca, as vezes Annabeth não sabia pra onde ia tanta comida.

–Não vai comer mais? –perguntou Percy e Annabeth balançou a cabeça negando – Não sabe o que está perdendo. –ele deu de ombros.

Quando estava era por volta das onze da noite a festa ocorria a todo vapor. Os músicos começaram a tocar e as pessoas a dançarem. A música falava algo sobre amor selvagem, o que na mente poluída de Annabeth se traduzia a algum tipo de trepada com uma pessoa gostosa.

Os espanhóis começaram a dançar e Annabeth os observou se mexerem. Apesar de ser uma música animada, eles dançavam com o corpo colado um no outro. Era sensual e a deixava excitada só de se imaginar dançando assim com alguém. Não, com alguém não, com Percy.

Ela olhou pra trás e o procurou com o olhar. Ele estava em pé escorado num poste da praça, ele a observava com uma expressão estranha, como se observasse algo distante. Annabeth sorriu para ele e ele retribuiu com um sorrisinho de lado. Ele vestia uma blusa preta de mangas longas e calças jeans da mesma cor, mais simples que isso impossível. Porém ele continuava bonito. Ele fez um gesto para que Annabeth se aproximasse, mas antes dela chegar lá uma mulher se aproximou e disse algumas coisas para ele. Ele ficou com a sua típica cara de retardado, aquela cara que ele sempre fazia quando uma mulher tomava a iniciativa.

–Holá, mi amor, ¿qué tal? – Annabeth andou até ele e o cumprimentou.

–Vou bíen, mi amor.–respondeu Percy com o seu espanhol capenga.

A mulher vendo que Percy estava abraçado a Annabeth e que ela tinha o chamado de meu amor, foi embora sem nem dizer nada.

–Acho que vou ter que colocar uma placa em você escrita: Não disponível para uso. –Annabeth desenhou letras invisíveis na testa dele.

–E por que eu não estaria? –franziu as sombracelhas daquele jeito fofo que só ele sabia fazer.

–Ah, cale a boca! –ela ordenou e segurou a mão dele o puxando para o centro da praça. –Vem, vamos dançar.

Percy de repente parou e a puxou pela mão, fazendo seus rostos ficarem próximo. Ele estava fazendo careta.

–Eu não sei dançar. –ele disse em um misto de sussurro e rosnado. –Não me faça pagar essa vergonha!

Annabeth apenas sorriu e o beijou. Ela puxou tanto os cabelos dele, que ficou com medo de deixá-lo careca. Era um beijo voraz e sensual,só um louco resistiria a aquilo.

–Quer ir dançar agora, Percy? –ela perguntou distribuindo beijinhos pelo rosto dele.

–Ahã — ele respondeu sem fôlego.

No começo da dança, Percy estava com o corpo tão retesado que Annabeth pensou que seus ossos da bacia tivessem problemas. Então ela começou a beijar o pescoço dele, ele revirou os olhos e depois os fechou aproveitando a sensação. Ela sorriu ao perceber que ele tinha começado a se mexer, mesmo que ainda um pouco desajeitado, ele acompanhava os movimentos dela.

E eles ficaram assim: dançando, sorrindo um para o outro e se beijando.

–Por que você faz isso? –Percy perguntou depois que se separaram de um beijo quente.

–Faço o quê? –ela retrucou.

–Me deixa louco pra te tocar – ele sussurrava as palavras no ouvido direito dela –Me faz imaginar como seria te fazer gritar meu nome a noite toda. O que você quer comigo, Annabeth? Por que você faz isso? –ele finalizou suas indagações mordendo o lóbulo da orelha dela.

Ela deu um gemido baixo e curto. Ele falara com uma voz tão sedutora que ela sentiu se umedecer. Mas aquelas eram as mesmas perguntas que ela se fazia. O quê ela queria com ele? Na verdade ela se apegava a sensação de exclusividade que ele lhe dava. Toda vez que ele se recusava a beijar todas as mulheres que ficariam de quatro se ele pedisse; mas beijava Annabeth com determinação e empolgação, ela se sentia assim: única. A mulher mais poderosa e desejada do mundo. E ela amava a sensação de poder e controle.

–É uma troca. –ela respondeu, voltando a encostar os lábios nos dele. –Eu sinto o quanto você está frustrado com essa situação e você gosta de me usar como válvula de escape pra colocar suas inseguranças para fora. E eu gosto da forma como você me faz me sentir. Eu me aproveito de você e você se aproveita de mim.

Percy afastou o rosto um pouco do dela, mas continuou abraçando-a pela cintura. Ele parecia atônito, perplexo com aquela confirmação, como se só agora tivesse percebido aquilo tudo.

–Isso é tão egoísta, frio e cruel. –ele abaixou os olhos e a fitou. Deu um sorriso torto e começou a beijá-la no pescoço enquanto ela lhe acariciava os cabelos. –Eu adorei isso.

Eles deram uma risada abafada e selaram o acordo silencioso de suprir as necessidades um do outro com um beijo.

“Perfeito", pensou Annabeth.

–Quer voltar para a pensão? –Percy perguntou – Podemos ir para o meu quarto.

Quando Annabeth iria responder, começou uma gritaria na praça. Os espanhóis estavam se organizando o grande beijo coletivo dos namorados, o que significava que já eram meia noite.

–Não, não vamos ficar, vamos embora, por favor. –Percy disse manhoso para ela.

–Está bem, vamos embora. –respondeu Annabeth cedendo aos encantos dele.

Eles foram saindo da praça central do Plaza Mayor com dificuldade. Tinham que pedir licença as pessoas que se aglomeravam.

–Annabeth, vê se você consegue achar Jason por aí. Temos que avisar a ele que estávamos indo embora. –falou Percy.

Annabeth ficou na ponta dos pés pra ver se encontrava o rapaz, mas não tinha nenhum sinal dele avista. Ela se esticou mais um pouco para procurá-lo, até que sentiu uma mão na sua bunda.

–Mas quem... –ela começou a dizer.

–Fui eu, desculpa. –Percy a olhou envergonhado. –É que você fica tão gostosa quando fica na ponta dos pés que eu não resisti.

Percy abaixou a cabeça como se tivesse acabado de molestar a mais pura das mulheres, em Annabeth a reação foi contraria, aquilo a fez ficar excitada e ao desinibida. Se ele tinha tanta pegada assim, sequer, imagina o que faria se quisesse.

–Vamos para a pensão, agora. –ela ordenou a ele.

Eles saíram da praça aos tropeços, até porque era extremamente difícil beijar e caminhar ao mesmo tempo. Annabeth fez sinal para um táxi, que parou quase que imediatamente para eles.

–La Calle de las Coches, por favor. –disse ela ao taxista.

–Sí, doña. –ele respondeu.

Depois de ela proferir essas palavras, Percy a puxou para mais um beijo e, involuntariamente, ela subiu no colo dele. Ficando como rosto de frente para o dele e uma perna de cada lado da cintura dele. Annabeth começou a rebolar em cima da ereção dele e ouviu o motorista do táxi fingir uma tosse.

–Adelante y cállate¹. –disse ela ao homem.

Percy deu um grunhido baixo e escondeu o rosto no pescoço dela, depois depositou um beijo ali. Ele a envolveu em um abraço que a fez parar. Annabeth franziu o cenho para ele.

–Pare com isso, Annabeth –ele pediu com uma voz sôfrega –Nesse ritmo vai me fazer gozar antes mesmo de eu estar dentro de você.

Annabeth deu uma risadinha e voltou a se sentar comportada ao lado dele. Percy evitava o retrovisor, pois toda vez que ele o fitava via a cara de reprovação do motorista.

Depois de apenas dez minutos de viagem, eles chegaram a pensão. Annabeth deu uma gorjeta generosa ao taxista, talvez fosse um pedido de desculpas pelo sexo de roupa no carro do cara, talvez não, ela sinceramente não se importava.

Eles subiram as escadas da pensão correndo — mesmo que Percy tivesse tropeçado três vezes nos degraus. Eles chegaram ao corredor e voltaram a se beijar, com Percy a pressionando na parede.

–No meu quarto. –ele disse rente ao ouvido dela.

–Não, no meu. –ela retrucou.

Percy abriu um dos botões da blusa dela e beijou –na parte descoberta pelo sutiã- o seu seio esquerdo. Ela revirou os olhos e sentiu seus sentidos se entorpecerem.

–No seu quarto. –ela respondeu a ele. –Mas depressa.

Percy procurou as chaves no bolso enquanto a olhava com pura luxuria. Quando ele finalmente abriu a porta e a trancou por dentro, eles se atracaram de uma forma tão desesperada que Percy tropeçou e caiu no chão com o corpo de Annabeth por cima dele.

Eles gargalharam da situação e Annabeth arrancou –ou quase rasgou- a blusa dele. Ele não perdeu tempo e fez o mesmo com a dela.

–Annabeth — Percy chamou.

–Hum — ela respondeu enquanto ele beijava o seu pescoço e seu torso.

–Você confia em mim?

–Claro.

Ele segurou o rosto dela entre as mãos. O olhar selvagem dele quase a fez se contorcer e se entregar ao primeiro orgasmo da noite.

–Então me deixe comandar essa noite. –ele disse. –Deixe-me fazer com que a noite seja sua.

Ela iria responder que não, que odiava homens no controle, mas todo o seu discurso feminista foi por água quando ele arrancou seu sutiã e começou, ali mesmo ainda jogados no chão com sentada na cintura dele, a atacar seus seios. Ele enfiou um na boca e o chupou devagar, em um ritmo torturante enquanto segurava o outro com a mão. Depois ele mordeu, beijou e para finalizar, assoprou, deixando-o mai rígido e com uma coloração muito vermelha. Quando ele terminou com um, começou o mesmo trabalho com o outro.

Annabeth não resistiu por muito tempo, deu um gemido alto e vergonhoso e gozou. Percy sorriu quando terminou de deixar seu outro seio vermelho e a olhou sarcástico.

–Mas já? –ele perguntou. –Eu tenho todo esse enfeito em você?

Quando ela ia responder, ele colocou gentilmente a mão na boca dela, cobrindo-a e impedindo-a de falar.

–Shiu, quietinha. –ele mais ordenou do que pediu. –Eu mando aqui e você apenas aproveita.

Annabeth mordeu a palma da mão dele o que o fez sorrir ainda mais. Ele a levantou e a pressionou na parede enquanto ficava de joelhos na frente dela. Como ele assumia tanta confiança assim? Será que ele era outra pessoa quando fazia sexo? Ela não teve tempo de pensar nessas questões. Ele havia acabado de tirar a sua calça junto com a calcinha.

Ele a olhou divertido, ainda ajoelhado. Beijou todo o seu ventre e desceu o rosto um pouco mais para baixo. Ele passou uma das pernas dela por cima do ombro e a chupou com maestria. Ela gemeu tão alto que provavelmente toda Madrid tinha ouvido. Percy começou a brincar com seu clitóris enquanto sua língua a penetrava. Depois ele fez ao contrário, passando a língua em seu clitóris enquanto a penetrava com dois dedos.

–Ai caralho... –ela não conteve o palavrão quando se derramou mais uma vez sob o efeito “Percy Jackson”.

Ele terminou de beber toda a excitação dela e se levantou. O rosto contorcido em uma expressão de puro desdém. Annabeth passou as mãos no peito dele e ele gentilmente as segurou e as prendeu atrás das costas dela.

–Você tem um gosto tão bom — ele sussurrou. –Tão doce.

–Isso não é justo –ela disse- Quero fazer você se contorcer também. Me sinto tão impotente assim. –ela fez beicinho para ele.

Ele sorriu e a beijou desfazendo o bico nos lábios dela. Ela sentiu o seu próprio gosto na boca dele, o que apenas serviu para deixá-la mais excitada ainda.

–Você pode me ajudar a tirar a calça. Está me incomodando muito. –Percy pediu.

–Com prazer, senhor Jackson.

Ele a pegou no colo e se dirigiu com ela em seus braços até a cama. Percy sorria como um maníaco. Ele a colocou sentada na cama –que ficava próxima a janela- ele foi até a janela e fechou as cortinas. Percy passou as mãos pelo cabelo e se virou.

Annabeth quase teve pena dele ao perceber que ele tinha um volume generoso sendo pressionado pela calça. Ela se levantou e foi até ele com passos curtos e calculados. Percy colocou as mãos atrás do corpo e deixou que ela tirasse sua calça junto com a cueca. Annabeth quase engasgou com o ar quando viu aquele membro grande e duro, pronto para ela. Ela começou a masturbá-lo e a depositar beijos em seu pescoço. Percy a abraço e gemia e rosnava com o rosto escondido nos cabelos louros dela.

–Chega. -ele anunciou e foi até a escrivaninha no canto no quarto, abriu a gaveta ali e tirou de lá uma camisinha.

Quando ele lhe entregou a camisinha para que ela colocasse, ela disse com pesar:

–Não precisa. Eu não posso ter filhos.

Percy lhe dirigiu um olhar de compaixão, mas não perdeu tempo em agarrá-la de novo e deitá-la na cama.

Quando ele a penetrou, os dois gemeram em sincronia. Annabeth sentiu um pouco de incomodo no começo e Percy se movimentou devagar para que ela se acostumasse a seu tamanho. Depois que ela se sentiu confortável, começou a arranha-lhe os ombros e voltou a gemer que nem louca. Percy voltou sua atenção para os seios dela.

Annabeth percebeu que Percy era mestre em algo que ela e Piper julgavam a melhor coisa no sexo: ele sabia dançar. Ou seja, seus movimentos eram tão bons que pareciam uma dança sensual e frenética. Ela sentiu que ele não duraria muito e ele também. Ele continuou com as estocadas fundas e firmes, enquanto ela gemia seu nome o fazendo ficar mais descontrolado e agressivo nos movimentos.

–Vem pra mim, minha gostosa. –ele pediu. –Goza pra mim!

Aquilo foi o estopim do prazer pra ela. Seu interior praticamente o mastigou e ela se derramou pela terceira vez na noite. Percy não durou muito e alguns segundos depois também gozou. Annabeth se sentiu completa quando o liquido quente dele a invadiu.

Ele continuou dentro dela e beijava delicadamente o rosto delicado da garota. Ela não queria que ele parasse e estava quase pegando no sono, até que ele percebeu e saiu de dentro dela e se deitou do seu lado. Ambos ainda estavam ofegantes. Percy estendeu o braço e Annabeth se aconchegou nele, ele a abraçou e ela depositou beijos pelo seu peito.

–Isso, Annabeth, foi o que você perdeu todos esses anos. –ele disse.

“Que vingança mais cruel”, pensou Annabeth. Fazê-la perceber que o guru do sexo era o cara que ela dispensou a também tempo atrás, a fazia se sentir uma idiota.

–Então, Perseu, eu lhe prometo não perder nenhuma oportunidade de experimentar mais disso. –ela respondeu com um sorriso travesso e galanteador.

Percy também sorriu com a menção de que eles ainda fariam muito sexo. Ela a afastou com carinho e se virou para a janela , ficando de costas para ela. Annabeth suspirou, deu um beijo no ombro dele e se virou para o outro lado.

Ela estava tão cansada que nem se lembrou de ir para o seu quarto. Simplesmente dormiu.

¹= Em frente e cale-se.

Notas finais
OBS: Não achei necessário traduzir as outras frases em espanhol. Acho que dá pra todo mundo entender. Gostaram da participação do Nico? Pra alguns que me perguntaram se ele e a Thalia apareceriam a resposta é: SIM. Eu consegui achar um papel pros dois, e garanto que eles ainda vão aparecer muito por aqui! Gostaram do capitulo? Mereço rewies, né? Beijos e até o próximo