The Rose Color Snow

51 What the stork brought?


Notas iniciais
Oie pessoal. Esse é o último capitulo antes do epilogo que aparecerá no prólogo da segunda temporada. Vou colocar o link no próximo capitulo. Não esqueçam de ver os Trailers de The Rose color snow e também da minha nova fic no Socialspirit: https://socialspirit.com.br/fanfics/historia/fanfiction-originais-the-other-side-4711918 Deem uma olhada. Tem o trailer também, vcs encontram ele no último capitulo postado (11)

Capitulo Quarenta e Nove: O que a cegonha trouxe?

️ P.O.V Jack

— Papai – Will soluçou no meu colo.

— Vai ficar tudo bem – Confortei-o sentado na cadeira do hospital, o quarto completamente branco e cheio de aparelhos que se encontravam desligados.

— O que vai acontecer com a Mamãe? – Will perguntou se virando e olhando para Elsa que estava deitada na cama ainda dormindo.

— Ela vai ficar bem... Vai ficar bem – Repeti para mim mesmo enquanto embalava-o no colo. Estávamos esperando o médico voltar com o exame.

— Papai, estou com medo – Escuto sua voz e o abraço contra mim, a porta do quarto se abre e um senhor com jaleco entra.

— Sr Frost? – Ele pergunta me olhando e vendo a prancheta.

— Sim, Como ela está? – Pergunto rapidamente.

— Bem...

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— Elsa? – Voei até a cama e observei seus olhos se abrirem lentamente.

— J-Jack? O-onde estamos? – Elsa pergunta ainda meio atordoada e se mantendo pelos cotovelos, seus olhos vagando para a poltrona meio congelada onde Will dormia em volta de sua manta com um desenho de urso.

Estamos no hospital – Falo calmamente para não assusta-la.

— H-Hospital – Ela fala se sentando. — O que aconteceu?

— Você desmaiou – Falo afagando seu ombro e me sento ao seu lado.

— O médico disse que a causa foi aceitável – Disse.

— Como assim aceitável? – Elsa questiona.

— Você está grávida, de novo, amor – Falo abrindo um sorriso.

— E-Estou grávida – Ela fala e coloca a mão na boca. — C-Como não percebi, os enjoos por cheiro forte e as tonturas.

— Você tem que me contar mais das coisas. – Insinuo.

— Eu não percebi. – Ela falou ficando vermelha.

— Você é uma grande avoada! – Falo a beijando.

— Mamãe – Escuto uma voz meio sonolenta e vejo a manta cair no chão enquanto Will corre em nossa direção se jogando na cama e subindo com dificuldade – MAMÃE!

— Oi, pequeno – Elsa fala carinhosamente.

— Quero ir para casa – Will fala abraçando Elsa como se fosse o fim do mundo.

— Nós vamos assim que o médico dizer que pode – Explico.

— Will, temos uma surpresa para você – Elsa fala.

— O que é? – Ele pergunta aflito e curioso. Não esperava que Elsa fosse contar agora, mas vou entrar na onda.

— Você vai ganhar um irmãozinho ou irmãzinha – Falo alegremente e curioso para ver sua reação.

— Sério? Onde ele está? – Will faz menção de descer para procurar, rio da sua reação.

— Ele está aqui – Elsa aponta para sua barriga.

— Mamãe, você comeu meu irmãozinho! – Ele fala abismado e dessa vez Elsa ri.

— Não, querido, ele vai crescer aqui até estar pronto. – Ela o explica pondo as mãos na barriga.

— C-Como ele entrou ai? – Will pergunta. Penso em alguma resposta.

— Bom – Começo — Lembra-se da cegonha que trazia os nenéns?

— Sim - Respondeu.

— Ela colocou o seu irmão ai dentro com mágica – Explico — Assim como você tem poderes!

— Então a Tia Anna quando ficou gorda... A Prima Nilly estava lá – Will tira suas conclusões.

— Certo – Elsa afirma.

— Porque não me contaram antes? – Ele faz bico.

— Porque você era muito pequeno e agora chega de perguntas que sua mãe deve estar com fome – Falo tirando-o de cima da cama. — Que tal buscarmos algo para ela?

— Vamos – Will grita levantando os braços.

— Estarei esperando – Elsa fala rindo, com os cabelos bagunçados e a roupa de hospital, mas continua linda.

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Dou um beijo de boa noite em Will e arrumo o lençol em volta de seu corpo antes de sair do quarto. Desço para a sala pretendendo arrumar a bagunça que Will fez a tarde e desligar a Televisão. Volto para o quarto pegando meus pijamas e entro no banheiro, abrindo o chuveiro em seguida.

Escuto a porta se abrindo, vejo a silhueta do corpo da Elsa abafado pelo vidro fosco e sorrio em meus pensamentos. Abro o box antes de sua mão chegar, ela sorria maliciosa, para mim. Ela entra devagar deixando a água navegar pelo seu corpo.

Observo as gotas de água passar pelo seu rosto atravessando as maças do rosto como se estivesse chorando, passo meus braços por sua cintura a puxando para perto e a beijo. Empurro-a levemente contra a tijoleta do banheiro, passo a mordiscar seu pescoço na intenção de deixar marcas que provem a quem ela pertence.

— Will já dormiu? – Perguntou.

— Como um anjinho – Respondo. Seguro uma de suas pernas e coloco na minha cintura. —Você me surpreende a cada dia, sabia mocinha?

Envolvo uma das mãos em seus cabelos escorregadios. Volto-me para sua boca, deixo minha língua brincar com a sua. Nosso beijo em uma mistura de línguas e dentes ofegantes pelo prazer. Tudo em perfeita sincronia. A tijoleta atrás de nós congela aos poucos, paro de sentir a água escorrendo e olho para cima. Percebo que a água começa a flutuar para o teto em várias gotinhas. Abafo a risada em seu ombro por notar que esse ato não está na minha posse. Seus poderes são incontroláveis quando se trata de emoções.

Desço o beijo, me deliciando nos seus seios. Escuto Elsa arfar e jogar a cabeça para trás, brinco com o outro usando a mãos que esteve em seu cabelo, depois de um tempo inverto a ação e a largo. Agacho-me abrindo suas pernas e sorrio para ela. Elsa demora um pouco pra notar o que vou fazer, como sempre.

— J-Jack, nãoo... – Elsa tenta me impedir.

Brinco naquela região usando a língua em vez dos dedos, as poucas gotas de água escorrendo se misturando ao seu sabor, seguro uma de suas pernas para mantê-la em pé quando percebo que ela começa a tremer. Elsa dá um gemido um tanto alto e eu paro.

— Assim não amor, você vai acordar o Will – Brinco sorrindo.

— Jack... Por favor – Elsa geme, rio da sua reação e me levanto.

Á seguro com ajuda da tijoleta e ponho uma das suas pernas de volta a minha cintura e me encaixo dentro dela, gemo seu nome. Elsa entrelaça as duas pernas na minha cintura aprofundando o movimento. Começo a dar as primeiras estocadas. O ar começa a esfriar e o vidro do box se encontra todo congelado. Aumento o ritmo enquanto me delicio com um de seus beijos.

Elsa com o rosto vermelho encosta sua cabeça contra a tijoleta levantando um pouco seu queixo. Tudo isso enquanto tenta controlar os gemidos para não acordar o nosso filho. Uma visão muito linda em minha opinião. Direciono-me para sua boca começando um amasso quando sinto que estou chegando ao limite, abafando seu grito e me enterrando o mais profundo que posso.

Saio de dentro dela e a ponho de pé ainda segurando-a, me assusto no momento em que toda a água do teto cai com um back em cima de nós. Nós olhamos com os olhos arregalados e começamos a rir, até ela tapar minha boca, percebendo que estávamos fazendo uma bagunça muito alta e que poderíamos acordar Will. Antes de sair ela se volta para mim.

— Se continuar assim não vou duvidar que tenhamos gêmeos.

Quatro meses

Elsa está sentada no sofá ao lado do nosso pequeno que já estava vestindo o pijama e segurando seu clássico boneco chamado Olaf. Sentei-me no sofá observando a conversa, fazia duas semanas que descobrimos que o sexo do bebê seria uma menininha.

— Mãe? – Will a chamou.

— Sim, amor?

— Você não acha que minha irmã está demorando? – Will questionou deitado na perna de Elsa e brincava com seu boneco.

— Ainda falta um pouco mais – Elsa responde sorrindo calorosamente, ligando a televisão e colocando no canal das noticias.

— Qual o nome dela? – Will perguntou retirando os olhos de Olaf.

— Temos que decidir. Quer pensar num? – Ela fala, me levanto e sento ao seu lado observando sua resposta.

— Olaf – Will fala prontamente, rimos.

— Não pode botar o nome da sua irmã de Olaf! – Elsa exclama enquanto continuo rindo.

— Por que não? – Ele pergunta visivelmente confuso.

— Porque já é o nome do seu ursinho e também não é um nome de garota – Falo me metendo na história — Você já viu alguma garota com esse nome?

— Não – Will nega — E... Nicolly!

— Não pode colocar o nome da sua Prima, Will! – Elsa o repreende enquanto seguro a risada.

— Acho que está na hora de um menininho ir dormir – Falo o pegando e o jogando no alto enquanto ele ri.

— Ahhh Papaiiii – Ele reclama coçando o olho — Lê uma história para eu dormir?

— Claro – Afirmo.

— Não!! Eu quero que a mamãe leia – Ele resmunga e Elsa ri atrás de nós na escada.

— Por que a Elsa? – Falo indignado.

— Porque a Mamãe lê melhor – Will dá de ombros enquanto o deito na cama. Só porque ela faz as vozes dos personagens.

— Então que tal lermos Guardião da Diversão: Jack Frost – Elsa fala e pisca para mim — Você sabia que esse livro foi da minha mãe e agora é meu e um dia será seu e da sua irmã.

— Verdade? – Will boceja se acomodando enquanto segura Olaf.

Saio do quarto vendo-a começar a ler.

Seis meses

— WILLIAN – Grito correndo atrás dele. Desço as escadas quase escorregando por estarem congeladas.

— Que gritaria é essa? – Elsa fala saindo da cozinha já com a barriga bem saliente. Se assustando por ver metade da sala congelada – Ai meu deus! William!!!

Vejo ela se virar e encarar um garotinho com uma toalha enrolada em seu corpo com capuz de orelhas pontudas de lobo.

— Não gosto de tomar banho, mamãeee – Will resmunga.

— Mas precisava congelar a água junto com as minhas mãos – Falo ainda sentindo as mãos dormentes.

— Willian. Toda criança tem que tomar banho – Elsa fala se agachando com cuidado.

— Mas... – Escuto ele soluçar, caminho até ali.

— Você quer virar um porquinho, cheio de lama, cheirando mal, ninguém vai querer chegar perto, nem nós - Elsa fala e me olha, confirmo com a cabeça me agachando.

Após um tempo Will nega com a cabeça deixando as lágrimas escorrerem.

— Agora podemos tomar banho? – Pergunto esticando os braços, ele se atira em meus braços. Espero para ver se Elsa vai conseguir levantar, assim que termina, subo as escadas e o coloco na banheira retirando a toalha.

Termino o banho em torno de 15 minutos, coloco uma calça preta e uma blusa verde despenteando seus cabelos, Will sorri e corre em direção as escadas.

— Não vai cair!! – Grito tirando o tampão da banheira vendo a água formar um pequeno furacão. Vou até a cozinha vendo que ele está sentado comendo bolachas. Caminho até Elsa e a abraço beijando seu pescoço.

— Como está a nossa pequena – Perguntando colocando as mãos sobre a sua barriga.

— Está muito agitada, mais até que o Will – Ela fala e ri.

— Sério? Que a Lua nos ajude então! – Brinco.

— Mamãe! – Will chamou e apontou para o relógio na parede.

— Está na hora do colégio de alguém. – Falo o pegando no colo. — Vou leva-lo, você vai ficar bem?

— Óbvio, com quem acha que está falando? – Elsa brinca pegando o pacote de bolacha e colocando no lixo.

— Está bem, Snowflake! – Beijo-a rapidamente e coloco Will nos meus ombros e saio correndo.

Não esqueçam a mochila— Elsa grita. Faço a volta pela sala em direção às escadas para pegar a mochila.

Oito Meses

— Mamãe – Will a chamou pulando na cama do nosso quarto. — Eu sei um nome para a mana!!

— E qual é? – Pergunto.

— Snow – Will fala.

— Snow? – Elsa questiona se sentando na cama.

— Minha professora falou que Snow é neve – Will explicou.

— Mas tem tantos outros nomes. Estávamos pensando em colocar Luna. – Elsa fala.

— Luna? – Will pensou.

— Você gostou desse? – Pergunto. Will olha ainda meio pensativo para mim.

— Quer tocar a barriga da mamãe? – Elsa pergunta. Will assente engatinhando e estica a mão pousando na barriga se assustando em seguida.

— Que foi? – Questiono vendo que ele ficou olhando para sua própria mão.

— Mexeu – Ele murmurou.

— Sim, viu a mana sabe que você está ai – Elsa brinca se inclinando e beijando seu nariz.

— Luh? – Escuto ele sussurrar — Posso chama-la de Luh?

— Claro que pode. – Elsa sorri.

Nove Meses (Dia do parto)

— Filho, lembra quando falamos sobre a chegada do bebê? – Pergunto calmamente sentando-o no banco do hospital.

— Sim – Will assente — Que ele ia sair que nem mágica.

— Isso! O papai tem que ficar com a mamãe para ajuda-la – Falo esperando para ver sua reação — Então você tem que ficar aqui e esperar a Tia Anna e o Tio Kristoff, entendeu?

— Sem usar os poderes? – Will pergunta.

— Isso! Sem usar os poderes. – Falo afagando sua cabeça e o deixando ali. Dou uma olhada para trás apenas por precaução enquanto me encaminho para o corredor. Agradecendo a lua por Will não ter ataque de ciúmes que nem o médico mencionou que poderia acontecer.

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Will entra acompanhado por Anna, Kristoff e Nicolly que observava tudo curiosa. Ele nota o bebezinho que Elsa segurava ao me lado. Ele corre até nós.

— Quer ver sua irmã?— Pergunto e ele assente. Pego-o no colo, levantando até ele poder ver a pequena.

— É igual à Nilly quando pequena – Will fala.

— Sim, todos os bebês são assim. – Elsa explica, vendo a pequena bocejar, seus fios esbranquiçados todos bagunçados com algumas sardas pela bochecha e pelo nariz parecendo até a Anna.

— Luh – Will fala como se estivesse pensando em algum problema muito difícil de resolver.

— Essa é a sua irmãzinha. – Falo o acomodando melhor no meu colo.

— Ela é muito pequena, não vai saber brincar – Will resmunga.

— Ainda não, mas espera quando ela crescer – Elsa sorri.

Dois anos e meio depois

— Papai!!! – Will gritou no meio da sua festa de aniversário de Sete anos.

— O que foi? – Falei indo até ele.

— A mana pegou o Olaf— Will falou irritado.

— Filho, olha quantos presentes legais você ganhou, porque não deixa o Olaf para sua irmã – Tento convencê-lo.

— Mas é o Olaf! – Ele reclama e vejo uma coisinha branca com cabelos platinados e olhos azuis correr em nossa direção aos tropeços segurando um ursinho branco.

— Toma. – Luna entregou o Olaf. Olhei para Will furtivamente.

— Pode ficar. – Ele fala emburrado e relutante.

— Posso? – Ela pergunta abrindo um sorriso parecendo espalhar as sardas em seu rosto que não estavam tão visíveis agora que cresceu.

— Sim, mas tem que me deixar brincar também – Will explica.

— Tá – Ela fala e o abraça — Obigadu mano.

Vejo-a correr com o ursinho quase do seu tamanho em direção a Prima Nilly que estava com seus cinco anos. Usava duas tranças e um vestido lilás. Seus cabelos uma mistura de ruivo com loiro. Nilly corria animada para tudo que é lado com a bochecha suja de chantili.

— Foi tão difícil assim? – Pergunto.

— Foi – Ele falou. Balancei a cabeça pensando “Crianças!”.

— Pense assim, você já é um garotinho crescido e sua irmã não. Sem contar que ela vai cuidar bem dele – Falo empurrando-o — Agora vai brincar com seus amigos.

— O que acabou de acontecer aqui? – Elsa pergunta me abraçando.

— Uma briga de irmãos – Falo a virando e a beijando.

— E você conseguiu resolver? – Ela pergunta como se duvidasse.

— Usei uns truques que tinha na manga – Brinquei.

Mamãe – Luna puxou o vestido de Elsa, esticando o pé. – Amala pla mim?

— Claro – Elsa se agacha e amarra os tênis brancos que combinavam com o vestidinho azul — Não vai congelar muita coisa!!!

— Tlá – Ela grita levando Olaf para todo lado.

— Vou ter que lavar o Olaf depois – Elsa reclama, rio e a abraço. Ela fala em seguida — Luh puxou você!!

— Você acha? – Pergunto olhando a pequena correndo de um lado para o outro.

— Acho – Ela ri.

— Mas o Will também está numa energia – Falo olhando para o pequeno jogando bola com os outros.

— Não tanto quanto a Luna – Elsa fala me beijando.

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️ P.O.V Elsa

Termino de colocar o pijama quando escuto uma conversa no corredor, me inclino na porta e observo-os conversando.

— Mano se chuve posso dulmi contigo? – Luna pergunta com uma camisola verde cheia de ursinhos e com o dedo na boca.

— Por quê? – Will pergunta confuso.

— Polque tenho medlo! – Ela fala puxando a manga do pijama de Will.

— Pede para mamãe – Will fala entrando no quarto.

— Pol favor – Luh fala fazendo cara de choro.

— Só quando chover muito forte – Will fala entrando no quarto e Luh sai saltitando.

Sorrio e entro para o quarto e noto que Jack está parado com os braços cruzados me olhando entretido.

— Você estava espiando seus filhos? – Jack pergunta enquanto me sento na cama.

— Não... Talvez... Um pouco – Desabafo mostrando o pouco nos dedos.

No fim das contas, Willian e Luna são muito energéticos, Luna um pouco mais. A cada dia percebo a diferença dos dois, mas ao mesmo tempo a junções de características minhas e de Jack. Luh: Energética, senso de confiança abalável e muito amável, Will: Curioso, se descontrola rápido e corajoso. Traços simples e conforme forem crescendo — O que é ruim — vão ir se descobrindo cada vez mais.

— Elsa??? – Jack me sacodi.

— O que é? – Falo voltando do pensamento.

— Estava a onde? — Ele fala se sentando ao meu lado.

— Pensando nas diferenças dos nossos Mini flocos – Falo sorrindo.

— E que conclusão chegasse? – Jack pergunta.

— Que não quero que eles cresçam – Falo me deitando e deixo Jack me abraçar.

— Eu também não – Escuto o sussurrar.