The Return
11 Waiting For The End - part 2
Notas iniciais
Perdão pela demora :/ Eu sempre faço isso. Uma hora vocês vão acabar me abandonando D:
Desculpa, mesmo! Mas, tenho uma notícia pra vocês - não sei se é boa ou ruim: a fic não vai acabar agora!
E vocês podem pensar: "Claro, né, com a demora pra postar, o mundo acaba e você não termina a história, Ly-chan!"
Mas, NÃO. Não é por isso. É que, pra conseguir fazer todo o desenrolar do enredo que desenvolvi recentemente, vou precisar de, no mínimo, mais dez capítulos -qs
Enfim, muitas revelações estão por vir. E, deixem de ser apressadinhos, ok? A Jill vai aparecer, gente. Mas na hora certa, né?
Enfim, é isso (: Boa leitura!
De Pé, Reverência, Aye!
Desculpa, mesmo! Mas, tenho uma notícia pra vocês - não sei se é boa ou ruim: a fic não vai acabar agora!
E vocês podem pensar: "Claro, né, com a demora pra postar, o mundo acaba e você não termina a história, Ly-chan!"
Mas, NÃO. Não é por isso. É que, pra conseguir fazer todo o desenrolar do enredo que desenvolvi recentemente, vou precisar de, no mínimo, mais dez capítulos -qs
Enfim, muitas revelações estão por vir. E, deixem de ser apressadinhos, ok? A Jill vai aparecer, gente. Mas na hora certa, né?
Enfim, é isso (: Boa leitura!
De Pé, Reverência, Aye!
P.O.V. Leon
Abri um pequeno sorrisinho quando uns dez soldados correram na minha direção. Eu sabia que era popular, mas aquilo já era lisonjeador demais.O primeiro era um cara musculoso, branquelo e mal encarado. Ele até tentou socar meu rosto, mas segurei sua mão e girei-a facilmente, fazendo ele urrar de dor. Ele puxou a mão de meus dedos e avançou com um olhar mortal. O cara preparava-se para me socar com a mão que ainda funcionava, no exato momento em que outro preparava-se para chutar meu traseiro. Eu puxei o guarda engraçadinho pela gola da jaqueta e coloquei-o na minha frente, deixando-o levar o soco do grandalhão branquelo no meu lugar. Como era de se esperar, o engraçadinho foi direto ao chão, desmaiado. E o grandalhão tentou avançar contra mim, ainda meio aturdido por ter acertado seu companheiro, sem querer. Eu revirei os olhos e não perdi tempo. Chutei a barriga dele com toda a força que tinha e ele "voou" de encontro a uma estante, que balançou e acabou derrubando alguns livros e um jarro de flores em cima dele.Eu ri. Mas foi uma risada muito breve, porque mais dois guardas investiram contra mim, meio receosos — mas não tanto quanto os outros seis que pareciam estar em dúvida entre fugir e fugir.O que vinha na frente investiu com uma adaga e tentou acertar minha garganta. Eu segurei seu pulso e puxei o objeto levemente perigoso de sua mão, socando-o o nariz, logo em seguida. O segundo cara tentou defender o amigo, mas não foi capaz de fazer muita coisa. Ele investiu com um punhal e eu olhei pra ele incrédulo. – Sério mesmo que vocês acham que podem me derrotar com "facas"?! — perguntei, levemente surpreso com a auto-estima daqueles caras.O segundo cara parecia confuso demais pra responder, e o primeiro tinha sangue demais na boca pra consgeuir sussurrar, ao menos, um "desgraçado". Girei nos calcanhares e chutei o coitado do garoto que botava sangue pelo nariz — certificando-me de que ele não viria me atrapalhar num futuro próximo -, logo em seguida chutando o cara com o punhal bem na barriga. Ambos bateram contra a parede, o que chegou a deixá-los incapacitados de lutar.– Estou realmente surpreso. Isso está sendo fácil demais. — eu disse. — Devia escolher melhor os seus guardas, Jasmine. — completei, gritando pra garota enjoada que praguejava por ter levado um soco bem no nariz — sim, Claire tinha sido a bem feitora do ato.Eu revirei os olhos e reprimi o impulso de sussurrar algo como "patético" para ela e para aqueles guardas fracos e imbecis. Ao invés disso, virei na direção dos guardas restantes e zombei:– Quem será o próximo fatiado?Os quatro olharam para mim, com um certo medo claro e evidente, e avançaram. Todos os quatro tinhas algumas facas nas mãos, preparando-se para apunhalar-me de todas as direções. Mas aquilo não chegaria a acontecer, nem de longe.Dois dos guardas vieram na frente, com a intenção de enfiar as facas no meu abdómem. Só que eu era mais inteligente que os dois juntos e puxei um outro cara, que aguardava a chance de me atacar, para a minha frente, no exato momento em que os dois enfiariam as facas em mim. O guarda urrou de dor e cuspiu sangue, enquanto buscava ar. E eu quase senti pena dele, se ele não estivesse planejando minha morte, um pouco antes. Empurrei o corpo, quase inerte, dele, contra seus dois amiguinhos, ainda incrédulos e empurrei-os contra a parede. Os dois fizeram força pra frente, e puxaram as facas de dentro do guarda, já morto. Eu dei um mortal pra trás e desviei dos dois, que se livraram do corpo de seu companheiro e avançaram contra mim com as facas ensanguentadas. Eu avancei com rapidez e empurrei os dois um contra o outro, de cabeça, o que resultou em um trágico acidente: a adaga de um, foi parar no abdomém do outro e vice-e-versa. Ambos os dois caíram no chão, provavelmente desmaiados, ainda perdendo sangue, e eu me senti mal vendo aquilo, porque matar não era uma coisa que eu costumava fazer, mas, se quisesse viver, aquela era a minha única solução.Os outros quatro que sobraram avançaram contra mim, pretendendo não me dar mais brechas. Suspirei. Não tinha a menor vontade de ter mais sangue em minhas mãos, literalmente, mas se quisesse me casar com Claire algum dia, tinha que conviver com àquela situação.P.O.V. ClaireJasmine investiu contra mim, sozinha. Enquanto seus guardas dividiram-se em três grupos de dez, para tentar derrotar meus parceiros. Já Care, estava ocupada demais tentando retirar Dankan e Ada da balburdia. Eu podia ver que os guardas que haviam ido até Leon estavam apanhando pra valer. Um, eu sabia que tinha morrido. E os outros... Bem, os outros estavam em maus lençóis.Jasmine tentava me socar de todos os lados, e desviar daqueles golpes sem sentido estava ficando cada vez mais fácil. Eu poderia acreditar que Jasmine estava ficando enferrujada, se ela não tivesse desistido dos socos em série, e investido com um punhal que ela tinha escondido em algum lugar do short. Por sorte, meus reflexos ainda continuavam aguçados e consegui desviar de seu ataque, salvando meu olho esquerdo, e prejudicando, levemente, minha pobre bochecha. Empunhei a adaga que "roubara" de Ada, juntamente da minha, para ter uma maior defesa. Minha panturrilha estava incomodando muito e eu estava perdendo cada vez mais sangue — quem diria que um mero salto pudesse ser assim tão destrutivo. Jasmine também estava machucada, mas seu sangramento já havia sido estancado, e sua ferida já havia sido tratada. Eu não tivera tanta sorte. Então, tinha que me virar com o que tinha. E, no momento, eu não tinha muita coisa. Duas adagas e um jaqueta não eram exatamente as coisas adequadas para se vencer uma luta. E um corcelete, então? Muito menos.
Ela investiu contra mim, forçando-me do lado direito. O que era sábio de sua parte, por aquele era o meu lado mais frágil naquele momento. Minha panturrilha poderia chegar a me atrapalhar, se eu não tomasse alguma atitude, logo.Ela tentou levar minha adaga até meu pescoço, e eu interceptei-a, empurrando sua adaga para longe de mim, por tempo suficiente para que eu pudesse empurrá-la. Ela cambaleou um pouco, mas, rapidamente, equilibrou-se sobre o salto. Eu investi com as duas adagas e ela tentou revidar. Uma das minhas adagas voou na direção de um dos guardas que lutava com Sheva, e acertou-o bem no peito. Ele olhou para o lugar onde a adaga jazia e começou a gritar feito louco. Sheva revirou os olhos e empurrou-o com um chute contra a parede. Eu não tive muita reação, mas houvesse tido, provavelmente teria soltado um "desculpa", sem jeito.A outra adaga acertou Jasmine na coxa, no mesmo local onde eu a acertara na inauguração da mansão. A adaga aumentou o corte ainda profundo, fazendo jasmine tremer nas bases e praguejar de dor, tentado reprimir o impulso de gritar todos os palavrões que conhecia.– Está doendo, Jasmine? — eu perguntei, com cara de santa e voz enjoativamente doce.Ela arrenganhou um sorriso de completo escárnio.– Claire, querida. Seus ataques são como carícias pra mim. Meu treinador pega bem mais pesado que você. — ela disse, tentando ignorar a droga de dor que eu sabia que ela estava sentindo.Sorri, debochada.– Você acha pouco, querida? — perguntei. — Tem certeza? Se com tão pouco você já está assim, como você se sentirá quando eu investir de verdade?Ela riu amargamente.– Eu vou te matar. — ela rosnou.Eu sorri ainda mais, com ódio fluindo em minhas veias.– Boa sorte, Jasmine. Você vai precisar. Porque você não vai conseguir calar minha boca. Eu tenho a pista de quê precisava. Você é só uma espécie de punição por eu ter descoberto tudo com tamanha facilidade. — eu zombei. — Derrotar você nem chega a ser uma punição crucificante, sabia? Porque eu sou a veterana, aqui. E você é só mais uma caloura.Jasmine me fuzilou.– Você acha que sou caloura? HA. Faça-me rir, Claire. Você descobriu uma pequena coisa e já acha que sabe dos novos planos? ELE é muito mais inteligente do que você pensa. Não subestime-o. Ele não é como Albert Wesker. Ele sabe o que está fazendo. E só vai parar quando concluir seu plano.– Você acha que vi pouca coisa, Jas? Não mesmo. Eu vi o suficiente para saber o que vocês estão tramando.– Então me diga o que você viu, Claire, enquanto ainda pode. — ela disse, sorrindo, enquanto andava até mim, pronta para investir novamente. Eu retribuí o sorriso.– Eu vi seu precioso cofre, Jasmine. Seu horrendo cofre, pra ser mais exata. Acho que seu tal líder não fez um trabalho tão bom assim. — eu disse, investindo com a adaga, que ricocheteou na dela.– Ah, o cofre! O esplêndido cofre! — ela disse, rindo, arranhando meu rosto com a adaga. — Adoro aquele lugar. Excelente lugar para meditar. — ela completou, zombando de mim.Trinquei os dentes, arrastando a adaga em seu abdomém, rasgando sua blusa e parte de sua barriga. Ela praguejou e tomou distância.– Esplêndido? Você é louca? Aquilo é terrível demais até pra Umbrella. — eu disse, com o ódio me consumindo cada vez mais.– Terrível? Você não viu nada, ainda, Claire. Aquilo não é NADA comparado ao que ainda está por vir! — ela zombou de mim.Eu investi contra ela, de novo, dessa vez, com a intenção de matá-la.– O que ainda está por vir, Jasmine? Outro acontecimento como o de Raccoon City? É isso que vocês estão planejando?! — vociferei.Ela riu.– Raccoon City? Sério, Claire? Você acha que nossos objetivos são tão frívolos, assim? — ela disse, rindo.Eu fuzilei-a.– O que vocês pretendem fazer com aqueles potes, então? O que vocês pretendem fazer com aqueles parasitas, sua vadia?! — eu berrei, tomada pelo descontrole.Aquilo era demais pra mim. Eu não podia suportar a ideia de ter um segundo atentado de Raccoon City. Eu não podia acreditar que eu teria que viver aquele inferno de novo... Não, na verdade, eu não podia pensar na hipótese de permitir que aquilo voltasse a acontecer. Não podia.– Parasitas, Claire? Você acha que naqueles potes haviam meros parasitas?! — ela disse, rindo abertamente, baixando sua guarda.– Então o que eram aquelas coisas, Jasmine? O que eram aquelas coisas nojentas?! — eu gritei, de novo, correndo até ela, aproveitando sua distração.Minha adaga perfurou seu abdomém e ela arregalou os olhos. Ela parou de rir, balançou de leve a cabeça e sorriu, maliciosa, com o sangue jorrando de seu ferimento — tingindo sua regata branca, de vermelho — e escorrendo por sua boca.– Não eram só parasitas, Claire. Eram bebês. Bebês prematuros retirados de suas pobres mães. São os infelizes fetos que nasceram na hora errada. Eles são nossa pesquisa agora, queridinha. Nós estamos usando os bebês para o sucesso de nosso plano. Eles são as cobaias. Se não são compatíveis com os parasitas, são jogados fora. E os compatíveis, serão usados a nosso favor. — ela disse, com a voz por um fio.Enfiei a adaga mais fundo, fazendo-a buscar o ar com mais força.– Você é podre. — eu disse, tomada pelo ódio, pelo nojo.Ela riu um pouco.– Você acha? Devia sentir o cheiro dos embriões que arrancamos das barrigas de várias mães. — ela disse, escarniosa. — Ah, não fique achando que somos de todo ruim. Nós não deixamos as mães sem seus embriõezinhos. Nós dilaceramos elas depois dos dois meses necessários para os embriões se desenvolverem o suficiente. Só depois de dilaceradas, que retiramos o que nos seria necessário. — ela completou, sorrindo, sabendo que meu ódio estava aumentando a cada palavra proferida por ela.– Como você consegue dormir a noite, sua vadia? — eu perguntei, entredentes.Ela riu baixinho, já quase sem fôlego.– Com travesseiros siliconizados e lençóis de seda, meu bem. — ela zombou. — Já os pobres embriões... Bem, você acha que eles ficam confortáveis no lixo? — ela completou, zombeteira, cuspindo sangue.– Você é um monstro. Como pode? — falei, segurando as lágrimas.Ela sorriu o máximo que pôde.– Você não tem ideia do quão reconfortante é ver o sangue, de cada mãe, em paredes completamente brancas. Você ainda não sabe, Claire. Mas vai saber. Porque você não é muito diferente de mim. Eu já te disse uma vez. E, nas suas mãos, está a prova do que digo. — ela falou, andando mais pra frente, forçando a adaga mais para dentro.– Eu não sou como você, Jasmine. Nunca fui. — eu disse, desistindo de tentar impedir que as lágrimas irrompessem em minha face.Ela riu baixinho.– Nós somos mais parecidas do que pensa, Claire. É tanto, que minha vida, agora está em suas mãos.Balancei a cabeça.– Não. Você é podre. Você é um monstro! — eu berrei.– CLAIRE?! — Leon gritou, enquanto ajudava Sheva a se levantar.– Ainda há guardas ali, Claire. Por que não vai ajudar seus amigos? Seu irmãozinho? Ou seu amado? Hã? — ela disse, debochada. — Você já me matou, Claire. O que ainda quer aqui?Olhei pra ela, sufocando de raiva, tremendo nas bases.– Você vai queimar no inferno, vadia! — eu disse, enfiando a adaga mais fundo.- Vai pagar por tudo o que você fez! Jasmine sorriu.– Eu vou sim. E vou... Te esperar lá. Em breve... Nos veremos, Claire, para lembrar dos velhos tempos... Enquanto bebemos alguns copos do nosso próprio sangue... — ela disse, rindo.Eu fuzilei-a. Meu sangue ferveu e fui tomada pelo ódio. Puxei a adaga com força, de seu abdomém, e mirei em seu coração.– CLAIRE, NÃO!! — Leon, Chris e Sheva gritaram em uníssomo.Mas eu não estava escutando. Eu não queria escutar. Porque queria que ela parasse de dizer que eu era como ela. Porque queria acreditar que eu era diferente. Porque queria que aquele pesadelo tivesse fim. Porque queria ela calada para sempre. Mas, para isso, eu tinha que querer vê-la morta. E, na ocasião, infelizmente, aquela era coisa que eu mais queria.– Adeus, Jasmine. Foi ótimo poder trocar tantas ideias com você. — eu disse, por fim, acertando seu coração com toda a força que eu ainda tinha.To Be Continued...
Notas finais
Então? Gostaram? Sei que estava pequeno e insatisfatório... E, por isso, eu sinto muito :/ Mas espero que possam me perdoar. Acho que ainda nessa semana posto o outro. Vou dar prioridade às minhas fanfics mais antigas... -qs
Então, é isso.
Excel, excel :*
Ly-chaan #~)
P.s. desculpem pelos possíveis erros, eu terminei o capítulo agorinha e não tive como revisar... :/
Então, é isso.
Excel, excel :*
Ly-chaan #~)
P.s. desculpem pelos possíveis erros, eu terminei o capítulo agorinha e não tive como revisar... :/
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