Notas iniciais
Yo minna o/////
Finalmente veio a inspiração. HuhUuehuHUEHuehuehuehueh. ;-;. Desculpa de autor, mas tudo bem.
Espero que gostem do capítulo O3O!!!
Boa leitura o/

Miku Hatsune escutara o grasnar dos corvos. Ela se levantou e olhou pela janela. Já fazia cinco dias que estavam lá, e nada ainda. Isso estava a sufocando. Megurine dissera... Só mais isso e teria a primeira etapa de sua vingança.

Os cabelos castanhos voavam e refletiam o sol escaldante. Miku saiu e esperou algum sinal de Meiko.

- O que está fazendo aqui fora? – Miku perguntou meio receosa.

- Não posso olhar as nuvens? E, como sempre, você não se importa Ota. – Meiko deu de ombros e não olhou Miku.

- Tem razão. – assentiu Miku. Não se importava mesmo. Não era novidade para ninguém. – Mas eu odeio esse sobrenome. É tão sujo.

Meiko sorriu.

- Você e eu somos tão diferentes, Miku. Você está nessa roubada por vingança. Todos estão. – Meiko suspirou. – Menos eu. Algumas vezes me pergunto se fiz a coisa certa. Acho que estou errada em perguntar isso.

- O que quer dizer? Por que virou uma assassina, Meiko? Ninguém quer ser um assassino. Isso não é profissão. – O vento forte começou a atrapalhar os cabelos tingidos de Miku.

- Eu só queria um mundo melhor. – Meiko ergueu a mão para o sol. – Ainda quero isso. Porém, o que eu faço não é certo. Nunca alcançarei o meu desejo.

Miku se calou. Ela aguardou Meiko.

- Eu acho que vou morrer hoje. – Meiko riu.

- Por que diz uma asneira dessa? – perguntou Miku.

- É algo que dá para sentir.

Elas ficaram caladas quando uma bala atravessou o peito de Meiko. Miku gritou e disparou flechas para todos os lados.

Os corvos grasnaram novamente.

“- Miku, você é boa com flechas. – disse Meiko. Miku deu de ombros. Finalmente achara algo em que não era tão ruim assim.

- Ainda bem. Achei que não fosse boa em nada disso também.

Meiko a fuzilou com um olhar.

- Você é igual ao Kaito. – Meiko bufou. – Seus problemáticos. Sempre pensam o pior.

Miku não se sentiu bem sendo comparada, mas deixou passar. Estava razoavelmente contente com seu resultado.

- Falando em pessimismo, Ota, se eu morrer, cuide do Kaito e deles todos tá? – Meiko passou um batom vermelho sangue nos lábios fartos. – Eles querem se matar, mas são ótimas pessoas. Prometa-me isso Miku.

Miku deu de ombros.

- Tudo bem.”

A queda de Meiko deixou Miku furiosa. Ela iria matar. Qualquer um dos dois. Seus urros de fúria despertaram os outros. Kaito pulou a janela e começou a correr por dentre o mato. Rin e Len o seguiram. Luka olhou pela janela o que estava aconteceu. Percebeu o sangue que escorria da roupa justa de Meiko e correu para acudi-la também. Miku ainda continuava disparando flechas.

- Miku. – gritou Luka, segurando-a. – Pare com isso! Vai matar um dos nossos. Para Miku!

Miku deixou o arco cair e desabou ao lado de Meiko. Luka começou a analisar Meiko, o sangue saía com uma velocidade incrível. Até mesmo ela sabia que ia morrer. Luka começou a chorar e Miku continuou observando Meiko, que sorria para ela.

- O céu está bonito. É um bom dia para morrer, Ota. Não se esqueça... do que... me prometeu... – Meiko sussurrou. Um último sussurro.