The Queen

7 O começo do fim - Parte I


Notas iniciais
Gomen pela demora, estava sem imaginação ^^'
Mais comentários por favor u.u'

ABAIXO UMA VIAGEM LEGAL,

SEM ROMANCE AINDA KKK E.E

Pasma. Chocada demais pra falar alguma coisa.

Como assim Deus é um super-mega tarado?

The fuck, bicht!

_Iai, princesa, — Jiraya rodopiou, e me examinou — o que você quer?

_Eh... tipo assim... um deles — apontei pro o Orochimaru, que fez uma careta do tipo que-ousadia-dessa-quenga. Muito tenso isso... — me mandou pra cá. Ele é tipo o Oráculo.

Jiraya esfregou o cenho.

_Nos tempos antigos era a mulher mais bela do reino, e olha agora? Que decadência.... — balbuciou.

_Oh, miserável, respeite meu aluno disciplinado!! — Reclamou o Diabinho.

_Cale-se seu pedófilo! — Censurou Tsunade, unindo as sobrancelhas. Orochimaru fez uma cara de horror, quase falava...

_Tô bege aqui. — LOL — Te toca, sua quenga — uma veia pulsou na testa da Morte — , por isso você vive estressada, até hoje é virgem! Que dó! — E fez uma cara fajuta de drama.

Cara... que coisa gay...

Tsunade cerrou os punhos e uma foice feita de fumaça negra formou-se ao seu lado.

_O que você disse, piriguete? — Ela brandou, e Orochimaru deu-lhe a língua. — Pelo menos não sou eu que fico me contorcendo por simplesmente ver um cara banhando... — zombou.

Eu estreitei os olhos.

_Quem?

Tsunade revirou os olhos e Orochimaru ficou vermelho.

_Não ouse... — Sibilou.

_Ele se masturba com o Sasuke. Você acredita?

What?! Death aqui! Ai se ele sonha! Vou zoar pra caralho!

_Por que tá rindo, vadia? — Brigou o diabinho fazendo careta, mas impossivelmente vermelho. — Não ria, você já comeu ele, já sugou ele, já deixou ser comida por ele sendo que ele te fazia de gato e sapato, tá? Garota rodada.

Tá, parou a graça. Quase senti aquela aura assassina me rodear e eu devolvê-la.

_Pelo menos eu faço o tipo dele e eu estou viva. — Provoquei. Claro que eu não vou me diminuir a esse vadio. Esse broxante...

Ele colocou a mão na cintura, os olhos turvos de ódio.

_Como é que é? Repete sua quenga!

Antes que eu e ele nos atrepássemos (Briga, só esclarecendo porque ele não levanta nada, só dá.), Jiraya nos interrompeu.

_Podem ir parando...

_Pra um Deus, você não tem nada pra fazer né? — Observou o diabinho. Né verdade?

_Preciso de uma folga de vez quando, ok? Voltando: o que você faz aqui? — Me perguntou.

Dei de ombros.

_Ela deve querer saber sobre essas coisas... — Orochimaru jogou os cabelos para trás, o que me lembrou muito as piranhas patricinhas da minha escola. É vadia mesmo...

_Hm... — Jiraya esfregou o queixo. — Tudo bem. Tsunade te explica.

Ela abriu a boca.

_Por que eu, vadio? — Velho, é assim que se chama o Todo-Poderoso? U-A-U.

_Sou Deus, tenho mais responsabilidades. Bye. — E sumiu.

_Mas eu tenho mais! — Resmungou e olhou pro diabinho.

_Nem me olhe, o Sasuke esta banhando de novo, além disso essa racha aí — racha? — arrochou ele, então eu a mataria se ficasse próxima dela. Bye bitchs asquerosas! — sumiu. Também.

Momento tenso.

.

.

.

_Você não vai falar nada? — Ele resmungou. — Eu tenho muito mais trabalho que eles, sabia?

Arregalei os olhos.

_D-desculpe! — Me encolhi.

Ela suspirou.

_Vamos sentar, ok?

Concordei vividamente e logo uma mesa de grama e tronco se formou na nossa frente, com galhos e íris azuis brotaram, perfeitas. Logo vieram dois leões albinos que se reconfortaram atrás de nós, como um grande e fofo travesseiro para as costas (apesar de que nos matariam em questão de segundos...).

Da mesa brotava agora frutas, e legumes. De cores quentes e perfeitas sem nenhum defeito. O clima ficava mais leve e o céu tomava a cor de um rosa pálido. O vento úmido correndo ao nosso redor enquanto o rio flutuante dançava acima de nós, mudando de cor de conforme a luz.

Fiquei maravilhada com a sensação de êxtase que tomava conta do meu corpo. A sensação era bem-vinda, um descanso depois de um dia repleto de trabalho.

_Isso é perfeito... — Murmurei, estasiada com a paisagem.

Ela pegou a xícara (que não vi quando apareceu) e tomou um gole de algo.

_Você está no paraíso, queria o quê? — Ela revirou os olhos, entendiada. — Vamos começar.

Levemente concordei, o leão bocejou, e logo pois-se a dormir.

_O que quer falar primeiro?

_Hm... que tal o começo de tudo? — Perguntei, já sabendo que ela iria brigar pela minha falta de informação, mas ela somente concordou.

_Tudo bem. A mais ou menos 4,65 bilhões de anos, Deus criou o seu Sistema Solar. O problema dos humanos é que eles acham que tudo gira em torno deles.

Ele continuou.

"Vocês eram os últimos a serem criados. Deus ficou extremamente orgulhoso do seu trabalho, mas como consequência, estava exausto, mas não queria que a nova raça ficasse sozinha, então mandou seus filhos, os primeiros seres, os anjos, ajudarem a Terra.

Nesse tempo, não existia maldade, somente a inocência. Ele queria prestigiar a nova raça, por ela ser...hm..."

Ela fez aspas com seus dedos.

"Perfeita. Mas alguns anjos não gostaram dessa nomeação dada por ele. Acharam ofensivo e repugnante o fato de serem menos prestigiados do que os humanos. Então essa parte você já conhece."

_Conheço? — Estranhei.

_Sim, a parte do Éden.

_Ah.

"Depois daquele dia, humanos sempre foram submetidos a novos pecados. Graças a Orochimaru, a humanidade logo acabaria. Muitos anjos ficaram impassíveis, outros queriam matá-los, mas outros não acreditavam que todos fossem capazes de serem cruéis.

Um desses ficou na Terra, tentando ajudar os humanos a não se perderem totalmente no pecado."

_Vocês conhecem ele formalmente como Miguel.

_Uau, sério? Poxa, ele é um saco na Bíblia...

_Sério? Bom, mas agora você o conheceu, ele é chato?

_Quem?

_Miguel? Ops... Quero dizer, Kakashi. — Ela sorri.

Estreitei os olhos. Depois arregalei.

_KAKASHI É MIGUEL?? COMO ASSIM, VELHO??

Tempo, excesso de informação pra um cérebro tão atrofiado como o meu.

_Voltemos a história.

"O tempo se passava, a humanidade evoluía e a crença de Miguel na salvação daquele povo afundava. Mortes era o cotidiano daqueles seres, então eu fui feita. A parte cruel que Deus gostaria que não existisse: o fim da sua nova raça.

Mas Kakashi o convenceu de que existiam pessoas boas, pessoas que valessem a pena. Com o pensar dessa possibilidade, Deus dividiu o plano astral em duas partes: o Paraíso, para os bons seres e o Inferno para os pecadores.

Enquanto na Terra, Miguel agora sofria por ser judeu. O perseguiam, buscavam seu sangue. Então encontrou uma velha senhora, que o salvou dos mau-feitores. Ela já possuía uma idade avançada, já estava prestes a morrer. Então Miguel fez o primeiro milagre: curou-lhe e restaurou sua beleza.

A mulher jurou-lhe segredo, que nunca ninguém saberia de algo. Passaram-se alguns anos, ela estava casada. Possuía uma filha. Esta chamava-se Haruno Mikoto.

Era bela e alegre. Quando Kakashi descobriu que a velha mulher estava prestes a morrer depois de ajudar numa rebelião, foi até ela. Quando o viu, sorriu e negou a saúde. Mas pediu a ele a segurança de sua filha. Que ela vivesse muito.

Ele aceitou o último pedido.

No dia depois, quando encontrou a criança chorando enfrente ao caixão da senhora, abaixou-se e esfregou seus cabelos, oferecendo-lhe um copo de vinho.

Na sua inocência, a garota aceitou, achando ser suco de uva, bebeu-o todo, e sorriu quando terminou, dizendo que estava gostoso. Miguel, sorria. Ele dera o seu sangue àquela menina.

Ela teria poderes.

A primeira feiticeira existia.

Longos anos se passaram. Haruno Mikoto tornara-se uma mulher casada, com um filho. Feliz, com o marido, Drácula. Este era um líder de um exército temido no país, batalhava bravamente. Mas Mikoto...

Mikoto surpreendia a todos, com sua calma, gentileza e sabedoria. Pelas costas do marido, salvava pobres e cuidava de crianças. Dobrava rios e terras. Era uma bela pessoa.

Até que um dia, ele a viu, dançando na montanha atrás de seu palácio, manobrando a água, que flutuava ao seu redor. Ele nada comentou com a mulher, mas a raiva e a inveja tomava conta do seu ser.

Tiveram que se mudar para outro país. O exército de Drácula caiu na ruína. Logo ficaram amigos de seus vizinhos, um casal belo e apaixonado: Minato e Kushina.

Mikoto começava a desconfiar das atitudes de seu marido. De vez ou outra ele queria força-la a cuidar do seu exército, fazê-los mais fortes. Mikoto fingia zombar dele, como se isso fosse possível, dizia, mas seus olhos a denunciava.

Meses se passaram nessa tensão. Mikoto engravidou de Drácula. Uma gravidez turbulenta, Drácula começara a ser violento, batia nela quando não obtinha sucesso em suas batalhas. Logo depois, Mikoto sentiu um baque terrível: Drácula a traía. Meses se passaram até ela ir chorar desesperadamente para Minato e Kushina, alegando que Drácula mudara. Que ele não mais a amava. Estava desesperada.

Então ela viu. Uma criança de cabelos loiros e olhos azuis curiosos nos braços de Minato. No início se assustou com a ideia, depois sorrira, abraçando a criança. Eles tinham um filho. E ela em breve teria o seu.

Meses se passaram até Sasuke nascer. Era lindo, com olhos negros profundos e um cabelo espesso e suave. Perfeito. Perfeito até demais. Drácula ficava a cada dia pior, e nos últimos tempos, Mikoto se refugiava na casa dos Uzumaki: Kushina e Minato. E quando o fez, Drácula tomou o seu filho.

Ela andava pela mansão, vazia aos berros pela falta do seu filho. E foi num desses dias que ouviu a conversa: Naruto, o filho deles, iria morrer de tuberculose. Kushina somente chorava, não sabia o que fazer sem o filho. Minato andava desesperado de um lado para o outro. E Mikoto sabia como eles se sentiam, um desespero terrível.

Dois anos se passaram nesse pesadelo desumano. Numa madrugada, ela acordou eufórica, com gritos que vinham do terraço. Vestiu-se depressa e desceu.

Kushina estava debruçada sobre o corpo do filho e Minato possuía os olhos ocos. Naruto jazia no chão, sem mexer-se.

Estava morto."

Notas finais
Iai? Comentem :3

Desculpem pela demora do romance, mas é que precisa de muita coisa pra preparar o "gran finale" *o*