The Pink Is The New Black

5 Zacky is my Neighbor


Notas iniciais
Oie gente!!!!
Eu ia revisar mais um pouco, mas hoje acordei de mau humor..
descobri que a minha mae jogou fora a minha camiseta do Avenged que eu ganhei ontem de aniversario... to super mordida...
Se aparecer no jornal que filha fez alguma coisa com a mae pode saber q fui eu ... ta eu to exagerando.. descupa ae desabafei com vcs. ufa!!
Esse cap nao ficaou tao grande, mas eu acho que vcs vao gostar
Boa leitura!!!

No outro dia antes da loja abrir, eu já estava lá na frente esperando, resolvi levar uma fêmea, filhote de yorkshire. Cheguei em casa e fui passear com ela, peguei o meu celular e o fone de ouvido e fui escutando música.

Estava passando de frente da casa enorme e percebi que estavam carregando moveis e equipamento para dentro. Estavam mobiliando a casa.

Foi quando ouvi alguém me chamando, no começo não entendi, pensei que fosse a música no celular, quando olhei para o lado percebi que tinha alguém correndo atravessando a rua na minha direção.

Meu estômago de uma reviravolta era o Zacky. Tirei os fones sem acreditar.

– Ei! – ele falou me abraçando – o que você esta fazendo por aqui menina?

– Eu moro aqui agora – respondi ainda sem acreditar.

– Eu também vou morar aqui – ela apontou a casa enorme – na verdade essa casa vai ser mais para a gente ensaiar. Cadê a Fer? – ele perguntou olhando da onde eu tinha vindo.

– Ela chega amanhã à noite – contei.

Alguém de dentro da casa o chamou.

– Eu tenho que ir, tem muita coisa pra organizar ainda, depois agente se vê, o pessoal vai adorar saber que vocês estão morando perto de nós. A onde é a sua casa? – perguntou.

– A terceira ali! – apontei.

– Nossa! Ainda é pertinho, depois eu dou um pulo tá? Agora eu tenho que ir – ele falou me dando um beijo no rosto

Fiquei olhando ele entrar na casa incrédula. De repente foi muita informação pra mim, resolvi voltar para casa. Pensei ligar para a Fer, mas dei um sorriso malicioso “deixa pra depois” pensei.

Minha cachorrinha ficou tão cansada com a simples voltinha que se enfiou na casinha e logo dormiu. Fui para a cozinha, de repente me deu uma vontade louca de comer alguma coisa doce. Resolvi fazer uma um doce que aprendi uma vez, coloquei leite condensado e coco numa panela e esquentei. Só que acabou não ficando do jeito que eu queria, joguei chocolate em pó, ficou parecendo brigadeiro com coco, mas ficou gostoso. Sentei na sala com panela e tudo e liguei a TV. Dei três colheradas e a campainha tocou.

Levantei xingando, eu odiava quando mal sentava e tinha que levantar. Abri a porta e tive uma surpresa. Tinha um Synyster sorridente.

– E ai garota? – ela falou me abraçando. Foi um abraço meio desajeitado porque eu estava com a panela numa mão e a colher na outra. – O Zacky me falou que encontrou com você na rua, e que vocês vão morar aqui também. Eu não te falei que a gente ia voltar a se ver? – ele perguntou esfregando os nós dos dedos na minha cabeça bagunçando todo o meu cabelo – minha intuição masculina nunca falha – Ergui a sobrancelha – E ai como você ta?

– Nossa! Pensei que você não ia me deixar falar – falei sorrindo – eu to bem e você?

– Eu estou ótimo, melhor agora – ele falou sorrindo – O que é isso? – perguntou apontando para a panela.

– Na verdade não sei, eu tentei fazer uma coisa e não deu certo, então taquei chocolate – dei de ombro.

– Posso? – perguntou pegando a colher na minha mão

– Claro! – respondi.

– Nossa isso é muito bom – ele falou tomando a panela da minha mão. Ele sentou na escada em frente à porta – Senta aí – falou com a boca cheia de chocolate.

–Espera ai que eu vou pegar outra colher – falei indo para a cozinha. Quando voltei um bom terço do chocolate tinha ido embora. Sentei do lado dele.

– Hum... Quando a Fer chega? – perguntou.

– Amanhã á noite, ela conseguiu enrolar a mãe dela, se não era só segunda que vem. – respondi enchendo uma colher.

Ele sorriu e encheu outra colher. Olhei para a mão dele meu anel ainda estava lá, ele percebeu que eu estava olhando e sorriu.

– Eu não tirei nem para tomar banho, com medo de perder, já que você jurou me matar – falou sorrindo.

Eu sorri.

– Que bom que você cuidou dele.

– Então você não vai me falar de que menino você ganhou ele? – perguntou.

– Quem disse que foi um menino? – perguntei desviando o olhar, eu não gostava de falar naquele assunto.

– E não foi?

Respirei fundo e deixei os ombros caírem.

– É, foi de um menino.

– Seu Ex. namorado? – perguntou enchendo outra colher de doce.

– Não, foi de um amigo – falei tentando por um ponto final no assunto, mas parece que ele não entendeu.

– Como é que foi? – perguntou curioso.

– Eu tenho mesmo que falar nisso? – perguntei, provavelmente com uma cara de sofrimento.

– Não, mas eu gostaria de saber.

Respirei fundo, pensando se contaria ou não, mas fui salva pelo o “gongo” quer dizer, pelo Arin.

– Oi Jéssica! – ele gritou todo animado – que sorte nós morarmos na mesma rua.

– Sorte foi o meu pai chegar um pouco tarde, ele queria compra a casa de vocês – falei.

– Nossa! Ele ia comprar aquela casa só pra vocês duas? – o Arin perguntou.

– É louco, ele comprou essa casa só pra nós duas!

Eles riram.

– Gates eles estão guardando os equipamentos, você não quer ver onde os seus vão ficar? – o Arin perguntou – o que é isso? — apontou para a panela.

– Cara, eu não sei, mas está muito bom – o Syn falou, o Arin experimentou e logo terminou de raspar a panela.

– Eu tenho que arrumar as minhas coisas – o Syn disse levantando — Depois a gente volta – ele me deu um olhar significativo “depois terminamos o assunto do anel”.

– Tudo bem – falei levantando. O Arin me entregou a panela.

– Vou querer que você faça um desse só pra mim — falou empolgado.

– Claro! – Duvidei que conseguisse fazer aquela maçaroca de novo, mas...

Eles foram embora deixei a panela na cozinha e fui tomar um banho.

Coloquei um short, uma camiseta larga e Havaiana. Ia ficar em casa mesmo.

Desci para jogar. Minha cachorrinha tinha acordado, e começou a correr que nem uma doida pela a casa quando me viu. Coloquei comida pra ela e fiquei a vendo comer, eu não tinha e menor idéia para nome. Fiquei um bom tempo pensando, não saiu nada, desisti e fui jogar.

Tinha tanto jogo que eu não sabia qual jogar, resolvi fazer “minha mãe mandou”, caiu no Nintendo e eu coloquei Donkey Kong. Eu sempre gostei daquele jogo quando era menor, mas nunca tinha conseguido moedas bônus suficiente para abrir as últimas fases. Dessa vez queria conseguir.

Estava quase matando o chefão do 6° mundo quando a campanhinha tocou. Desviei o olhar quando um troço minúsculo, quase do tamanho de um rato saiu correndo latindo e se embolou nos fios do controle. Quando olhei para a TV tinha perdido. Trinquei os dentes e fui até a porta.

Eram os meninos, com umas cinco caixas de pizza, cervejas e uísques. “Por que aquele povo só comia pizza?”

– Nós viemos dar Boas Vindas! – o Matt falou alegre – Podemos entrar?

– Claro entrem! – falei meio desconcertada.

– O Matt e o Johnny, que eu não tinha visto ainda, me deram um beijo no rosto.

– Tem mais bebidas aí? Porque eu acho que essas aqui não vão dar – o Johnny perguntou,

– Acho que sobraram umas do meu pai.

– Ótimo!

Ouvimos um rosnado, olhei para baixo a minha cachorrinha estava puxando a barra da calça do Johnny.

– O que esse projeto de gente pensa que esta fazendo? – ele perguntou

– Mordendo a sua calça – Isso era obvio.

– Ok, eu mereci foi uma pergunta idiota – ele falou sorrindo.

– Cuidado Johnny, ela é maior que você – o Arin apontou para a cachorra.

– Vai se foder Arin!

– Coloquem as coisas naquela sala ali, tem uma mesinha lá, acho que vocês vão querer jogar certo? – perguntei.

– Você tem X Box certo? — O Matt perguntou.

– Tenho, eu vou pegar os pratos – falei indo para a cozinha.

– Eu ajudo! – Matt falou

– Eu também – o Syn falou nos seguindo.

Pegamos pratos, talheres (embora eu tivesse a certeza que a maioria ia comer com a mão) e copos. Quando chegamos à sala tinha três homens olhando para a TV, incrédulos.

– Eu acho que é visão de ótica – o Zacky falou.

– É só pode ser – o Arin confirmou.

O Johnny se virou para mim.

– Jéssica, me diz que você não estava jogando Donkey Kong? – perguntou fazendo uma careta.

– Já que insisti, eu não estava jogando Donkey Kong – dei de ombro enquanto colocava os pratos na mesinha.

– Que pessoa em pleno século XXI, joga Nintendo? – o Arin perguntou.

– Eu jogo – dei de ombro – Além do, mas “a minha mãe mandou”. – falei em português.

– Quê? – perguntaram cincos vozes.

– Nada, podem trocar de jogo se quiserem.

– Mas é claro, isso eu não jogo – o Matt falou apontando para a TV.

Revirei os olhos.

Resolveram colocar Call of Duty, eu gostava daquele jogo, mas não joguei muito, resolvi deixar eles jogarem e fui comer, os que não estavam com os controles também se serviram. Abri uma garrafa de cerveja e tomei um gole, fiz uma careta, tinha esquecido que não gostava muito de cerveja, e hoje era um dia que eu não queria tomar. Fui para a cozinha e fiz um suco de morando com leite.

– Ah que bonitinho – o Arin falou quando eu voltei – ela vai tomar suco com leite, você não agüenta? – perguntou com uma cara divertida.

– Eu não gosto muito de cerveja e aqui só tem isso.

– Tem duas garrafas de uísques aqui – apontou para as garrafas no chão. Ele me olhou com um sorriso, provavelmente esperando a minha próxima desculpa.

– Tinha me esquecido – O sorriso de desapareceu. – mas espera aí– levantei.

– Vai amarelar né? – o Johnny perguntou entrando na provocação também.

Não respondi, fui até a cozinha, coloquei uísque no copo e joguei choco Milk.

Eles fizeram umas caretas.

– Quê? Vocês não queriam que eu tomasse puro né?

– O povo Brasileiro tem um gosto estranho – o Zacky comentou meio enojado.

– Com certeza! – o Arin concordou virando a cerveja dele.

As duas garrafas de uísque foram rápido, peguei as cervejas do meu pai, porque as deles já estavam acabando. Depois acabei terminando a minha garrafa de cerveja, acabei gostando e tomei mais uma. Perto da meia noite resolvemos jogar um jogo de luta que tinha lá.

Notas finais
E ai o que acharam????