The Pink Is The New Black

3 Wonderful Afternoon


Notas iniciais
Oie!! primeiro eu queria agradecer pelas as reviews...gostei bastates mesmo
Tá ai o novo cap espero que gostem
Boa Leitura
Enjoy ^^

Acordei era nove horas da manhã, fiquei deitada um pouco ainda. De repente lembrei-me do meu resultado da dança, levantei correndo procurando o meu Notebook. Revirei o quarto inteiro até lembrar que ele estava no quarto da Fernanda. Fui até á xingando.

Peguei o Note sentei no chão e liguei, entrei no site cliquei na lista, enquanto aguardava carregar enfiei minha cabeça no meio das mãos, meu coração estava saindo pela a boca. Olhei para a tela, não precisei procurar muito pelo meu nome, era o primeiro da lista.

-AAAH! — gritei – PASSEI!

A Fer se assustou, caiu da cama com travesseiro e tudo.

- Puta que pariu, vai se foder. – xingou – O que esta acontecendo?

- Passei! — falei rindo – Eu passei Fer, vou dançar em uns dos melhores grupos de dança.

Ela me olhou com cara de sono ainda.

- Ah parabéns — falou voltando para a cama. – Mas precisava acordar o hotel inteiro, só pra avisar que você passou?

- Desculpa, me empolguei, mas já são nove horas da manhã e eu achei que você talvez queira se arrumar para ir pra piscina. – dei de ombro.

Ela pulou da cama.

- Ai meu Deus! O que é que eu visto?

- Eu não sei você, mas eu vou comer primeiro. – remexi na bandeja que o camareiro tinha deixado. Peguei o meu celular e liguei para o meu pai.

- Bom dia pai. – falei empolgada.

- Bom dia minha princesa. E ai passou? – fiz uma careta, eu odiava quando ele me chamava de princesa.

- Passei! — respondi animada.

- Eu sabia, você é a melhor de lá. – Uma coisa que todos os pais dizem.

- Posso te pedir uma coisa? – Pedi.

- Ai meu Deus!

- É simples, não conta pra mãe, que eu mesma falar quando ela chegar aqui. – pedi.

- Vou tentar.

- A pai, por favor, faz uma forcinha vai? – choraminguei.

- Tudo bem peste! – falou. Eu ri – eu vou encontrar com vocês ai no hotel oito horas tá?

-Ok pai.

- Fala pra Fer que eu estou com a passagem dela. E também é a mesma hora que sua mãe chega com o seu irmão.

- Que passagem?

- Ela vai voltar pro Brasil amanhã. – contou.

- Ah. O Quê? Mas por quê? – perguntei indignada.

- A mãe dela quer fazer uma despedida decente para ela. – Pelo tom ele devia estas revirando os olhos, como eu.

Dei um suspiro. – Então tá. Fazer o que?

- Mas passa rápido, é só uma semaninha. Mas agora vou desligar, depois conversamos mais.

- Tá. Beijos — desliguei.

- Ai Fer nem acredito que você vai ter que ir amanhã – falei jogando o celular em cima da cama.

Ela fez uma cara de sofrimento.

- Fer não chora, é só uma semana. Passa rápido.

- To contando com isso. – ela falou meio mal humorada.

Só precisei de uma palavra para deixar ela de uma pessoa mal humorada, para alguém completamente louca.

- Piscina? – perguntei.

- Ai! – explodiu – Qual biquíni que eu vou?

- Você eu não sei, mas eu vou escolher o meu. – falei indo para o meu quarto. Não demorou muito para ela aparecer lá com as mãos cheias de biquínis.

- O que você vai vestir? – perguntou.

- Sabe aquele preto com roxo? Perguntei.

- Sei... – ela disse pensativa – você me deu uma idéia, eu acho que vou com o meu preto todo de caveirinha prata.

Eu me odiava até hoje, por não ter encontrado aquele biquíni antes dela, era muito lindo.

Vesti o meu biquíni, olhei no espelho e sorri. Eu tinha um corpo bem definido por causa da dança. Eu era morena tinha os cabelos castanhos claro um pouco abaixo dos ombros e olhos castanhos claro. Olhei para o lado a Fer já estava vestida também. Ela era um pouco mais alta que eu, loira dos olhos verdes, também era bem encorpara e tinha uns peitos de causar inveja em qualquer uma.

- Ficou bom? –perguntou.

- Tá ótima. Eles não vão tirar os olhos dos seus peitos. – ela deu uma gargalhada.

Vestimos nossas saídas de banho, pegamos toalha, protetor e óculos. Eram dez horas quando fomos para a piscina do hotel. Sentamos em umas das cadeiras embaixo da cobertura.

A Fer como era de pele branca, mal tirou a saída de banho e já começou a passar protetor. Virei para o lado escondendo o sorriso. Ela estava passando protetor em forma de creme, levou uma eternidade para ele conseguir remover todo o branco que ficou na pele. Quando ela terminou tirei o meu protetor de spray e comecei a passar. Ela me olhou com uma cara de puro ódio.

- Filha da mãe! – exclamou.

- O quê? – perguntei fingindo a inocência.

- Você tinha protetor de spray e me deixou sofrendo aqui?

- Você não pediu – dei de ombro.

- Eu não sabia!

- Agora sabe, da próxima vez você pede.

Ela nem respondeu.

Eu estava concentrada passando protetor, quando e repente uma sombra pairou em cima de mim.

Nossa eles estavam de tirar o fôlego, sem camisa com short até o joelho.

- Você me empresta um pouco do seu protetor? Porque o nosso acabou bem na minha vez – o Arin falou olhando com cara feia para os outros, que sorriram e deram de ombro.

- Claro! – entreguei o meu protetor.

Esperamos ele passar.

Os meninos já estavam dentro da água quando levantamos. Eles nos olharam de cima à baixo. A Fer disfarçou um sorriso malicioso e olhou pra piscina. Ela adorava quando os caras babavam no corpo dela.

Nossa! A água tava uma delícia. Ficamos nadando um pouco, o Arin saiu da água voltou com uma bola.

- Vamos jogar vôlei? – perguntou.

Eram duas horas da tarde quando paramos de jogar e saímos para comer.

Todo mundo parou para nos olhar.

- Cara eu tenho a impressão que eles estão olhando para a gente. – Johnny falou.

- Por que será? – o Matt disse dando um soco no ombro do Johnny. Só que ele se desequilibrou, a Fer estava atrás dele, acabou sendo derrubada na água.

Cara. Tenho que confessar foi à cena mais irada que eu já vi na minha vida. O Matt pulou na piscina também.

- Você este bem? Me desculpe, eu não tive a intenção. – falou.

- Tudo bem. – ela respondeu sorrindo Ela tinha um sorriso bonito, eu não sei por que não o exibia mais vezes.

Eu me partia de rir, ela estava com uma cara muito estranha. Acho que era uma mistura de surpresa, com nervosismo, felicidade, sei lá. O Zacky me olhou com um sorriso tipo: Eu vou aprontar com você também. Ele me jogou na piscina nem dando tempo de gritar.

- Ei! A gente não ia comer, ou vamos entrar na piscina de novo? – o Arin perguntou.

- Vamos. — Matt falou rindo. Saímos da água e fomos até a lanchonete. Eu não estava com fome então pedi um sanduíche natural e suco, me certificando se esse era pequeno mesmo, e a Fer pediu um X salada. Já os meninos pediram um prato maior do que eu aquele que eu me assustei no dia anterior.

- Cara faz tempo de eu não me divirto assim. – o Zacky falou depois de termos terminado de comer e termos dado umas boas risadas – Quer dizer, sem ser nos nossos Shows. — ele olhou para nós duas – Obrigado por estarem com a gente nos divertindo meninas.

- De nada. – A Fer respondeu – Mas, nós também estamos tendo uma tarde maravilhosa, obrigado por estarem nela também – na verdade eu estava realizando um sonho, quer dizer, mais que um sonho, sempre pensei em encontrar com eles, tirar umas fotos, ganhar uns autógrafos nada mais. Mas isso?Passar à tarde numa piscina? Nunca passou pela a minha cabeça.

- Ei Jéssica? Você tá mais feliz que ontem – o Arin comentou.

- Ah é que saiu o resultado da dança e eu passei – falei radiante.

- E graças a isso nós vamos morar aqui na Califórnia – a Fer contou.

- Uhuhuh! Vamos comemorar. – o Johnny falou levantando – Vamos jogar ela na piscina.

- O quê? N... – mas cincos pares de mãos me pegaram e jogaram na água.

- Abraço coletivo na Jeh. – Johnny gritou, jogando a Fer na água também.

- Aaeeh! – gritaram

Resolvemos voltar a jogar vôlei, eram quase cinco horas quando saímos da piscina.

Marcamos de se encontrar nas suítes deles ás seis, depois que tivéssemos tomado banho, para comer e conversar mais um pouco, antes do meu pai chegar.

Saí do banho estava muito quente ainda, resolvi colocar um short e uma camiseta do Green Day, que ganhei da Fer uma vez e até agora não tinha usado e All Star preto. Passei maquiagem e fui secar o meu cabelo.

Nisso apareceu uma garota toda de preto, calça preta, cinto com tachinhas, camiseta nem sei de quem, uma maquiagem muito forte (tenho que confessar que a maquiagem ficou legal, combinou com olhos verdes dela).

- A onde é o Velório? – perguntei.

- Hahaha, engraçadinha – Ela falou com um sorriso amarelo nada amistoso.

Sério, se eu não conhecesse a Fer, pensaria que ela era uma daquelas meninas que querem te matar só porque você as olhou. Ela era extremamente explosiva, ninguém brincava muito com ela, a não ser eu, claro. Primeiro que eu não tinha medo dela, se ela explodisse comigo eu virava a baiana também. Segundo, a gente era super amiga, nos conhecíamos de berço, eu tinha os meus defeitos e ela tinha os dela, e cada uma aceitava isso.

Eu estava penteando o meu cabelo quando bateram na porta.

- Nossa será que o seu pai já chegou?

- Deixa que eu atendo!

Abri a porta e me assustei. Estava o Matt e o Gates, com tolhas e roupas nas mãos.

- Tem dois banheiros sobrando ai? Os nossos estão ocupados. – O Syn perguntou.

- Quer dizer, aquelas biscates foram capazes de cortar os chuveirinhos e aquilo ficou completamente inutilizável. – o Matt explicou.

“Pronto é agora que a Fer enfarta” pensei.

- Claro, entra aí – falei.

- Ei Fer, eu posso usar o seu banheiro? – o Matt perguntou quando a avistou.

- Pode. Mas por quê? – com uma cara de espanto.

- É que os garotos foderam com os nossos e se trancaram nas deles– ele falou rindo.

- Ah tá, é por aqui – ela falou indo na frente.

- Então, você não vai me mostrar onde fica o seu quarto? – o Syn perguntou com um sorriso malicioso.

- Não era o banheiro? – perguntei fingindo a inocência.

- Bom a principio era – deu de ombro

“Cachorro” pensei.

- Ok então, o banheiro é por aqui, entrando no meu quarto – falei indo na frente.

- Viu? Eu tinha que passar pelo o seu quarto – falou.

Ele entrou, mas parou na porta do banheiro.

- Tem calcinha aqui? – perguntou levantando a sobrancelha.

- Por quê? – perguntei confusa – você quer uma?

- Nãao! – ele deu uma gargalhada. – é que não é mania de vocês, meninas, deixarem calcinha pendurada no banheiro?

- Ah, então pode ficar tranqüilo que não tem. – falei piscando.

- Essa piscada quer dizer que tem? — ele perguntou sorrindo.

- Não, foi só um jeito de reforçar o que eu disse.

- Hum, tá certo então – ele riu e entrou no banheiro.

Não demorou muito a Fer apareceu no meu quarto com uma cara chateada.

- O que foi? – perguntei.

- Não da pra ver nada com aquela fechadura – reclamou.

Cai na gargalhada.

- Você acha que eu não tentei isso aqui também?

- Sério? – perguntou fazendo cara de espanto. Ela sabia que eu não era como ela.

- Claro que não. Eu tenho cara de pervertida? Pra ficar vendo homem casado pelado?

Bom, até a onde eu sabia, o Matt era casado e o Gates era noivo. Foi por isso que eu nunca pensei que algo a mais poderia acontecer, eu era mais pé no chão, já a Fer, estava uns 20 metros acima dele.

- Foda-se ela. – disparou mal humorada. – Eu não tenho culpa se ela é casada com cara mais gostoso do mundo.

Ela voltou para o quarto para terminar de se arrumar e eu fui terminar de secar o meu cabelo. Já estava terminando quando o Syn saiu do banheiro.

- Sabe o que eu não entendo? – Perguntou. Como vi que ele ia responder a própria pergunta, não fiz questão de falar nada, só ergui a sobrancelha.

- Vocês meninas, vivem reclamando que está calor, mais vivem com esse troço. – ele apontou para o secador na minha mão – que solta um vento quente desgraçado.

- Talvez você não se importasse com o calor, contando que o seu cabelo não fique armado – falei.

- Seu cabelo fica armado só porque você não seca com o secador? – perguntou levantando a sobrancelhas.

- Não, mas com o secador fica melhor.

- Ok eu desisto – ele falou levantando as mãos para o alto – eu realmente não entendo as mulheres.

Eu sorri e dei de ombro. Coloquei minha pulseira e meu anel.

- Nossa!- ele levantou da cama e pegando a minha mão – Que maneiro esse anel – era um anel prata com desenho em preto e verde.

- É o meu favorito — falei – Ele tem um valor muito grande pra mim.

Ele abriu a boca pra falar alguma coisa, mas a Fer e o Matt chegaram no quarto.

- Vamos? — o Matt perguntou.

A Fer olhou para as nossas mãos e sorriu, ele ainda segurava a minha.

- Vamos – falei soltando a minha mão.

Ele pegou as suas roupas, e fomos para a outra suíte. Chegamos lá os três que ficaram já estavam arrumando a mesa no meio da sala com salgados e bebidas.

- A onde vocês foram? – o Zacky perguntou.

- Nós fomos tomar banho na suíte delas, já que a nossas estavam fundidas – o Matt disse.

Eles nos olharam com sorrisos maliciosos.

-Não é nada disso que vocês estão pensando – o Matt falou levantando a mão.

- Quem disse que a gente está pensando nisso? – o Arin perguntou.

- A cara de vocês já diz tudo – Os sorrisos deles aumentaram – Quer saber? Eu não vou ficar me explicando aqui, entenda como vocês quiserem – ele falou jogando a roupas dele num dos quartos.

Conversamos até quase oito horas.

- Eu acho que vou arrumar as minhas coisas – o Johnny falou levantando – se eu deixar pra amanhã não vai dar tempo.

- Eu também! — o Zacky disse.

- Vocês vão embora amanhã? – a Fer perguntou.

- É vamos! – o Arin confirmou.

- Nós também — ela falou – Quer dizer, a Jeh ainda fica na Califórnia, á diferença é que ela vai para uma casa, mas eu vou voltar para o Brasil.

- Você não disse que ia ficar? – o Johnny perguntou – Você tinha dito que ia morar com a Jessica.

-É, mas a minha mãe quer que eu volte e fique uma semana com ela primeiro – falou.

- Que horas vocês vão embora? – o Syn perguntou.

- O vôo dela é duas horas, acho que vamos sair daqui meio-dia, para comermos alguma coisa primeiro – falei. Tadinha ela fez uma carinha de sofrimento que deu dó.

- Acho melhor eu arrumar as minhas malas também – ela falou levantando – Tem coisas minha espalhada pela a suíte inteira vai demorar pra ajuntar tudo, e o pai da Jeh já deve estar chegando.

Nossa tinha me esquecido do meu pai.

- Então até amanhã – eu falei levantando também.

- Nós vamos nos despedir de vocês amanhã tá bom? – O Arin falou.

- Que horas vocês vão? – perguntei.

- Dez horas – ele respondeu. Nossa deu uma dor no coração, pensando que seria a última vez que eu ia ve-los.

- Vamos? – A Fer falou – Seu pai já deve estar chegando.

- Vamos – Ganhamos um abraço de todos e fomos para a nossa suíte.

- Nossa que abraço gostoso o Syn tem – falei sonhadora.

- E o Matt então? Aqueles braços fortes se tatuados me levam a loucura – disse quase tendo um orgasmo.

- Dormi com aqueles homens deve ser tudo de bom né? Imagina a pegada? – comentei.

- Maldita Valary – praguejou. – agora até broxei. Vou arrumar as minhas coisas.

- Deixa que eu pego o que tem seu no meu quarto – Até porque eu tinha que arrumar as minhas malas também, eu estava indo para a casa nova.

Não demorou muito bateram na porta

- Deixa que eu atendo! — gritei.

Abri era o meu pai

- Pai! – abracei ele – Já estava com saudades.

- Mas já? Só foram algumas horas, vão ser muito mais daqui para frente – ele sorriu.

- É eu vou ter que me acostumar com isso – puxei-o pra dentro.

- Cadê a minha loirinha preferida? – perguntou.

- To aqui tio! – falou a Fer vindo abraçar meu ele. Ela estava com os olhos todos vermelhos e a maquiagem um pouco borrada.

- Epa! O que aconteceu? – meu pai perguntou olhando para nós duas. No mínimo pensou que a gente tinha brigado.

- Eu não queria ir embora – ela falou com os olhos enchendo de lágrima. Mas eu conhecia a Fer, não era só por ela estar indo embora, era também pelos os meninos na suíte da frente que nós provavelmente nunca mais íamos ver.

- Ei anime-se menina, é só uma semana – ele falou.

- Como você sabe? –Mas me senti uma idiota assim que perguntei, ele estava com a passagem dela e era ele que tinha me contado.

- Sua mãe conversou com a mãe dela e me contou – ele deu de ombro – e vai ser bom você ficar um pouco com a sua família.

- Mas por que a Jéssica não vai também? Não é bom ela ficar com a família dela também? – ela perguntou.

Lembrei-me que tinha uma parte da historia que ela não sabia.

- Porque eles estão vindos para cá – meu pai disse– ela não te contou?

- Não, eu esqueci – fiz uma cara de desculpa.

- Enfim – meu pai continuou – Domingo eu já estou voltando e converso com a sua mãe tá?

- Beleza! — se animou.

- Cadê o meu abraço então?

Quando se separaram meu pai perguntou: — Vamos comer?

Fizemos umas caretas, estávamos entupidas de comida.

- Ah pai a gente já comeu.

- Custava me esperar?

- É que a gente estava na piscina, e comemos por lá mesmo.

A Fer me lançou um olhar interrogativo. Eu geralmente não gostava de mentir para o meu pai, mas alguma coisa me disse se eu contasse para ele que estava numa suíte com cinco homens, ele não ia engolir muito bem.

- Tudo bem! – sorriu – Vou tomar um banho e comer.

Ele foi para o quarto que estava sobrando e eu voltei para o meu, peguei as roupas da Fer que estavam lá e levei para ela.

- Por que você mentiu para o seu pai? – ela perguntou com a voz baixa, assim que eu entrei.

- O que sua mãe faria, se soubesse que você estava num quarto com cinco homens que conheceu no dia anterior? – perguntei.

- Ela surtaria! – respondeu.

Confirmei com a cabeça.

- Algo parecido aconteceria com o meu pai.

- Ah! Entendi – ela sorriu. – tipo quando ela descobriu que eu não era mais virgem?

- É isso mesmo – confirmei — Vou terminar as minhas malas.

Estava quase terminando quando o meu pai desceu para comer. Fer veio no meu quarto com uma camiseta minha na mão, ela colocou na bolsa e eu fui fechar.

- Já terminou?- perguntei forçando a bolsa, para conseguir fechar.

- Já. Hem? Eu estava aqui pensando... A onde será que é a nossa casa? – perguntou.

- Não sei Fer, mas aposto que meu pai não vai falar, ele adora suspense.

- É eu sei! – ela falou emburrada – Bom, eu acho que vou dormir.

- Boa noite! – falei – Acho que vou esperar o meu pai.

- Vê se consegue arrancar alguma coisa dele sobre a casa?

- Vai ser difícil, mas deixa comigo.

Ela foi dormir, vesti meu pijama e fui tirar a minha maquiagem. Não demorou muito meu pai voltou.

- Ainda esta acordada? – ele perguntou entrando no meu quarto.

- Já estou indo dormir — realmente meus olhos estavam bem pesados.

- Eu também, boa noite filha.

- Pai? – Chamei – A onde vai ser a minha casa?

Ele enrugou a testa fingindo estar confuso.

- Na Califórnia!

Rolei os olhos.

- Eu sei, mas a onde na Califórnia? – perguntei.

Ele sorriu

- Tudo bem – suspirei – Entendi o recado, boa noite pra você também – falei enquanto deitava. Não demorei muito pra dormir.

Notas finais
E ai? o que acharam???
Reviews??? eu adoraria receber uma...